quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Iniciar 2016 em bom

Karaoke.
Estou a treinar a letra e a coreografia há mais de uma semana.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

A coisa mais nojenta que já vi na TV

Sacha Baron Cohen no filme Borat:  Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan. A sério. Hoje. É que nem a brincar...

contransmagnificandjudeibumbatancialidade

estão a ver porque é que não consigo acompanhar as letras sílabas palavras ideias conceitos parágrafos géneros idiomas e suposta genialidade que leio no Ulisses e quem o tiver que folheie as últimas 60 páginas e me diga onde começa o parágrafo e onde pára a pontuação que eu já me sinto perdida há muitas frases praticamente desde o início e o que significa aquele vocábulo lido relido e trelido na página 33 da minha edição brasileira

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

De bola e de pilas: nada a ver, mas ...

... foi o que me ocorreu quando soube da última: neste momento, a pila do Sporting é maior do que a pila do Porto e a do Benfica. Resta saber o que é que a NOS e a MEO vão fazer com elas.

Coisas para as quais, a certa altura da vida, ainda não estamos preparadas

Por exemplo, ler livros.
Durante o meu processo de vida como leitora adulta comecei a ler vários livros várias vezes e várias vezes os abandonava, desejando retomá-los mais tarde. Achava-os enfadonhos a ponto de me darem sono ou difíceis de ler e perceber. Não insistia e acabava por pegar noutro que substituísse o anterior e nem sempre a sensação de satisfação plena chegava.
Ontem peguei novamente no Ulisses. Já tinha pegado no Ulisses em ocasiões passadas e nunca adiantava muito, pois não conseguia manter-me focada no fio da meada. Aquilo não é nada fácil. Ontem devo ter lido 5 ou 6 páginas duma edição brasileira, lançada por um certo jornal português há cerca de 5 ou 6 anos. Não sei se um Buch brasileiro ou um Stephen brasileiro vão conseguir captar a minha atenção o suficiente para levar a cabo esta tarefa herculeana, mas hei-de insistir mais do que das outras vezes.
Ou estarei a cometer um sacrilégio literário ao não o ler na língua original? Dúvidas, só dúvidas!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

E, se num impulso, seguisses um blog que nunca viste mais interessante?

Pois, foi o que acabei de fazer. Se X e Y e Z o seguem é porque tem que ser bom, certo? Certo!

Quantas vezes as nossas reacções não resultam de pré-acções deste género e mais cedo ou mais tarde nos desiludimos com a nossa decisão? A ver vamos...Felizmente não tenho muitas nem muitas de que me queixar...

sábado, 26 de dezembro de 2015

Cátia Vanessa, ela própria

Conheci-a hoje.
Vi o nome no talão de consumo e, num impulso, não resisti a confirmar com a própria se aquele era mesmo o nome dela. Pensava eu que era somente o nome das anedotas fatelas. Mas não. A menina que nos tem atendido há uns bons anos, ao sábado ao noite, riu-se, com aquele sorriso aberto, singelo, único dela, ao dizer: "Sim, é mesmo o meu nome. E tenho a certeza que nunca mais se vai esquecer dele." É verdade, nunca mais me vou esquecer do nome da menina do café que tão simpaticamente nos atende, que nos agradece e diz sempre "boa noite e tenham um óptimo fim-de-semana" quando se despede de nós.

Eu bem disse que não havia duas sem três

A terceira ocorrência automóvel ocorreu há menos de 48 horas, antes da ceia de natal, quando eu conduzia o carro do meu pai e o tirava da garagem ao mesmo tempo que, dentro do carro e de braço esquerdo esticado em direcção à parede, tentava apagar a luz do pátio coberto.
Resultado: não apaguei a luz da garagem sem sair do carro e este beijou o muro, ainda dentro de propriedade privada. Afiguram-se tempos áureos, sim senhor!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

2 em 4

Pois é, hoje, um segundo carro avariou-se enquanto está à minha responsabilidade. Isto em quatro dias.
No sábado, a minha viatura revelou problemas, algo relacionado com a embraiagem. Já está boa, a minha viatura. 
Hoje, a outra viatura, que é do meu pai, não quis pegar e fazia um barulho engraçado: rrRRrrRRrrRRrr...foi algo relacionado com a bateria, disseram-me. Amanhã vai ser substituída. 
E como às vezes não há duas sem três, estou p'ra ver o que mais vai acontecer amanhã e a qual dos dois carros que posso conduzir de momento.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Hora da confissão financeira

Digam-me cá, sussurrem-me aqui ao ouvido, agora que ninguém nos ouve: quant@s de vós andam frequentemente, ao longo do ano à cata de cupões de desconto e atent@s às promoções deste ou daquele estabelecimento comercial? Quem de vós é que verifica quais os papeizinhos que têm na carteira, que vos podem ajudar a comprar mais por menos (claro que sabemos que isto não é bem assim, é só o marketing a afectar a nossa psique)? E não acham, como eu, que isso é, não só sinal de poupança, como também sinal de alguma coisa, de outra coisa, inevitável?
http://i-cdn.phonearena.com/images/articles/197798-thumb/scroogemcduck.jpg

sábado, 19 de dezembro de 2015

Mas que rica(s) prenda(s) de natal!

Entre ontem e hoje sumiram-se 14 "seguidores" deste tasco. Vá lá saber-se o que lhes aconteceu...

Mais logo ao final da tarde, farei uma viagem de comboio imprevista para sul (onde, aliás, já esperava estar a esta hora que vos escrevo), pois a viatura está internada até ver dias melhores. É uma prenda que calha sempre bem!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Em pleno contexto laboral

...
Pergunta-me ele: "Eu sou teu?"
Respondo-lhe eu: "Tu não és meu, mas o D. é."
E pronto, cruzaram-se uns olhares, ouviram-se umas gargalhadas sonoras e continuaram os disparates. Isto foi há dois dias.

Hoje pergunta-me ele: "Tu és minha?"
Respondo-lhe eu: "Não, não sou tua. Mas parece-me que a D. te pertence."
E tudo o que envolve a D. dá azo a marotice. Pronto, estava o caldo entornado...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dúvida da época

O Natal dos Hospitais ainda passa na televisão? Quando? Em que canal?
Lembro-me da minha mãe chegar da fábrica por volta das 18:00 horas e fazer questão de ver as poucas horas que ainda tinha pela frente, como se esse fosse o único programa existente naquela altura. E eu ficava toda chateada nesse dia, pois não podia ver a bonecada que dava ao final da tarde.
Já há muitos anos que não sei nada dele. E que me contam?

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Ai estou muito indecisa, a sério

Não sei se pegue no do Tintin, num outro do Nesbø ou se no da dupla masculina.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Ai é verdade!

Já estava a esquecer-me: este tasco abriu hoje há 10 anos. É muito tempo a disparatar, é! Mas antes isto do que pagar terapias de natureza estranha!

Então? Molharam-se muito hoje?

Eu nem por isso. Consegui escapar à chuva, ou dentro do carro ou dentro de portas. Melhor assim, pois nem de guarda-chuva precisei.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Um grosso nevoeiro

Capaz de afastar das estradas nortenhas transmontanas os condutores mais sensatos. Podíamos ter escolhido fim-de-semana meteorológico pior do que este? Se calhar, até podíamos, pois ainda não começou a nevar. Nem deu para apreciar devidamente os montes!
De resto, as encomendas vieram todas!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Pré-aviso sobre 2ª feira

Está quase, quase a chegar! Ando a contar os dias! O que vale é que os próximos dois vão voar e chegará o dito cujo!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

E agora algo bonito, para variar

Estou apaixonada por esta música da Mariza e em especial por esta versão, que faço questão de ouvir bem alto no carro. Arrepio-me toda e não consigo evitar um lacrimejar. E nem sei porquê...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Então, Pseudo Maria, o que fazes no próximo fim-de-semana?

Olhem, vou ali e já volto, com 20 quilitos de alheiras. Cousa pouca...
Só não trago a posta, porque pretendo comê-la in loco. E se houver pão quentinho à hora de saída, também marcha!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A Pseudo responde ao Pipoco


Não quero, não quero, não quero!!

O Harry Hole morreu.
O Harry Hole morreu!
Eu não quero acreditar que o Harry Hole morreu. E tive que ler aquelas páginas finais três vezes para confirmar que o Harry Hole morreu. O Harry Hole morreu baleado pelo Oleg, o filho. E eu não contava com este final, que me diz que o Harry Hole morreu. E duma forma egoísta pergunto-me o que mais vou ler do Harry Hole que afinal morreu, cheio de cicatrizes, mas de alma liberta. Diz o livro, que eu ainda não acredito que o Harry Hole morreu às mãos dum assassino toxicodependente a quem chamava filho.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Sabem o que acontece a um ovo quando coze demasiado, sabem?

Pois, fica preto: a casca bege torna-se preta, a clara branca torna-se preta e a gema amarela torna-se preta. Pude constatar tal ontem. Já o tacho poderia ter ficado em pior estado, podia. Mas felizmente não ficou! Já a cozinha ficou com um cheirinho pouco usual...

domingo, 6 de dezembro de 2015

Dúvidas, só dúvidas

Este ano um dos cunhados demonstrou desejos de ter ido à Comic Con. Eu também gostaria de lá ter ido. A cunhada respectiva gostaria de ir dar uma passeata ao Gerês. O MQT também gostaria de lá voltar brevemente (como se não conhecesse a zona com as pontas dos pés). Está visto o que é que pode acontecer no próximo ano, n'é?
A dúvida vai ser: com quem vai o rebento que está para nascer? com o pai ou com a mãe? agasalhado ou disfarçado?

A doença do beijinho

...foi apanhada pela filha dum primo distante da minha avó, que lhe telefonou  - o primo à minha avó - e, entre outras coisas, relatou-lhe que a filha "doente" só se curou da doença do beijinho à base de chás e comprimidos. Diz-me ela: "Já viste a porcaria que é beijar alguém na boca? Fazer como fazem os da televisão, na casa do putedo, que até a língua enfiam na boca do outro? Uma pouca vergonha! Não sabem que podem apanhar doenças?"
Como é costume, eu coloco-lhe perguntas que a incomodam. Pergunto-lhe se ela nunca tinha beijado o meu avô, de quem engravidou 4 vezes e teve 3 filhos. Ao que me responde: "Eu dei beijos ao teu avô, mas nunca o beijei na boca." Pergunto-lhe se ela acha que eu e os filhos dela não beijam os seus parceiros na boca e até misturam língua com língua. Ao que me responde: "ò filha (de vez em quando esquece-se que eu sou a neta e não a filha), tu já viste se ele te passa alguma doença através da boca?".
Depois de esgrimirmos os nossos argumentos, remata ela: "Pronto, eu vendo-te o peixe como mo venderam, o primo disse-me que tinha sido o médico a chamar-lhe assim, é porque existe."
Tá visto que a mononucleose é de evitar! Nem pensar em beijar, quanto mais beijar mesmo!

sábado, 5 de dezembro de 2015

Não sou só eu, pois não? Bem me parecia

Não sou fã da Adele. Ponto. Reconheço-lhe a voz agradável, uma figura cheínha agradável, uma cara larocas. Admito que saiba cantar. Quem sou eu para a julgar nessa área, pois se nem sequer cantar "Parabéns" eu sei, sem desafinar ou mandar ali uns agudos com voz de cana rachada. Ok, ela é boa cantora, pronto, já disse.
Mas eu não consigo gostar do que ela canta, pois soa-me tudo ao mesmo: lamurias atrás de lamurias. E sabem o que eu digo quando oiço aquele "Hello", sabem? Respondo imediatamente "Hi!". Está a tornar-se pavloviano.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Somos um bando de ignorantes, é o que é

Eu nunca tinha ouvido falar de Shawn Mendes.
Eles nunca tinham ouvido falar dos Monty Python.
Até hoje. Ambas as partes aprenderam alguma coisa. Foi giro. E depois o filme...oh, o filme! Tenho pena de não o poder mostrar aqui. A sério que tenho!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Deviam ser proibídos!

Que me desculpem @s proprietári@s destas viaturas, mas é o que eu sinto cada vez que vejo uma caixa volante daquelas. E porque é que sinto isto? Passo a explicar: aqui, na vizinhança, há 3 viaturas do género, da mesma marca. Não há dificuldade de estacionamento, pois a zona ainda dá para todas as pessoas estacionadoras (que é??) e caso não desse, temos as garagens. O que acontece é que, quando aqui chego ao final do dia, e quero estacionar mesmo à porta de casa (sim, é possível; não posso querer isto, já agora...), já lá está encafuado, entre duas viaturas de tamanho normais, a dita cuja caixa de 4 pneus. É que uma pessoa vai-se aproximando daquele lugarzinho, toda esperançosa porque durante centímetros de asfalto pensa que não há ali nada a não ser um vazio, e ...pimba! Está lá aquela coisa, toda estacionada para a frente! E eu digo sempre, mas sempre, a mesma coisa: "Estúpido! Deviam ser proibidos!". E quando não digo, penso isso, o que vai dar ao mesmo.
Detesto Smarts! Pronto, já disse!

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Da vizinhança

Posso dizer que o elemento mais barulhento da vizinhança é bastante pontual. É sagrado: a partir das 10:30, nocturnamente (que é? não posso usar uma palavra estranha?), é ouvi-lo a testar os pulmões com a força toda. Faz-me pensar que estão a torturar a criatura que tem meses de existência. Devo chamar a polícia, sei lá...? Não seria a primeira vez, nem a última, certamente.
Há mais a caminho, no prédio, pelo menos mais um. Daqui a uns anitos dá para abrir uma creche, dá.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Já cá cantam mais dois

...nórdicos: o último do Nesbø, O Fantasma (bem adiantado, por sinal; devo terminá-lo ainda esta semana), e uma estreia duma dupla masculina que se denomina eric axl sund. 
 
Não me falta que ler nem que escrever, não. Mas quanto a esta última tarefa, não é assunto para este canto de escrita.

P.S.: É verdade! Já fizemos a árvore de natal e pendurámos umas coisicas aqui e acolá pela casa. A ver quantos meses dura esta decoração natalícia...

domingo, 29 de novembro de 2015

Domingo de manhã

Depois de algumas horas exageradas em posição horizontal, intercalando actividades de natureza variada, acorda-se com um sol resplandecente, luminoso, que aquece não só o quarto, a cama mas também a alma.
Cada vez mais gosto deste canto, onde o ritmo do dia-a-dia é lento, onde os barulhos citadinos quase não chegam. E a cidade tão perto, ali ao lado. Ontem demorei 8 minutos a regressar a casa, desde o local onde apanhei o autocarro, pois fiz questão de o apanhar em vez de telefonar ao meu condutor pessoal, até ao ponto de saída, a menos de 500 metros de casa. Tão boa, a tarde!

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Ao cuidado d@ Provedor@ da blogosfera

Tendo em conta que estamos em época de propostas de lei e sugestões de funcionamento e patatipatatá, que tal a ideia de se estabelecer um horário de funcionamento disto dos blogs, do tipo, 9-to-5, 5 days a week? Sei lá, era só uma ideia para facilitar a leitura e o dever de comentarmos e ...pronto, perceberam a ideia, certo?

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Cagadeira

"Mas eu estava na cagadeira..."
Sabem onde ouvi isto, sabem? 
E sabem que quem proferiu tal ainda acrescentou, minutos mais tarde enquanto me pedia desculpa, com plena consciência de ter dito asneira, que era o que estava habituado a dizer e a ouvir dizer em casa, sabem? 
Em 20 anos que levo disto, é a primeira vez que oiço tal termo antiquado pela voz dum petiz  e em plena sala de aula. A sério!

Dilema natalício

Uns não sabem o que comprar para a sogra, para o gato e para o padeiro
Outros não sabem que a origem do Pai Natal é americana.
Há uns que não sabem se hão-de montar a árvore já em Setembro ou só no dia 24 de Dezembro.
Há os outros, como nós, que vivendo em casa nova (apartamento, pronto...), não sabem sequer SE vão fazer árvore. E SE vale a pena mantê-la no mesmo sítio durante mais uns 390 dias ou coisa do género.

O PM e o CM

Tinha pensado fazer um post todo pomposo e engraçado sobre aquilo do já quase nosso PM e as suas escolhas para o governo que encabeça. A negra, a adjunta cega, o ministro de nem 40 anos, o primeiro casal amoroso.

Mas então veio o CM.







terça-feira, 24 de novembro de 2015

Bom augúrio? O tempo o dirá...

Sempre gostei de nomes masculinos iniciados pela letra T: Tiago, Tomé, Tomás. Se o meu petiz não tivesse sido registado com um nome com origem numa aposta perdida por mim, a esta hora teria um dos supracitados como nome próprio.
Vamos ver o que sai daquela cabecinha pensadora!

domingo, 22 de novembro de 2015

Chocho, muito chocho

Sem a adrenalina de um Skyfall, sem os métodos de guerrilha antiquados numa herdade escocesa, sem a parafernália tecnológica de um novo Q do século XXI, sem uma música inicial que me fizesse arrepiar, sem diálogos com humor....não gostei.
Uma viúva que, se não aparecesse, não teria feito falta. Uma loira deslavada sem gracinha nenhuma, que nem beber sabe. Uma nova ordem mundial à 1984, eminente, que afinal até já é bem real. Um M que parece um carapau mal encarado, com muito menos carisma do que no filme anterior.
Valeu pela Moneypenny. Valeu pelo ambiente festivo da Cidade do México e a dança do helicóptero e a paisagem urbana de Londres e Roma.
De resto, como é que é possível mudar-se três vezes de roupa dentro dum comboio, em menos de 24 horas, a atravessar um deserto africano?
Mehhhh! Sam Mendes, já provaste, no Skyfall, que és capaz de realizar melhor. E já agora convida, por exemplo, os Muse a fazerem algo para a banda sonora. Para a próxima, sim? É que não vou gostar de terminar de ver o teu próximo 007 a dizer "Que seca de filme!"

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Dentista, sexta à noite e granizados

Excelente receita para passar o serão a pastar no sofá em frente à caixinha mágica...
O último dente de leite, o resistente, saiu hoje, extraído à força e substituído temporariamente por uma compressa enquanto não começou a ingerir um gelado granizado de chocolate. Agora anda com um dente de plástico, que tem um dente de marfim lá dentro, ao pescoço, do género bling-bling.
E passados quase 10 anos desde a sua primeira ida a um consultório dentário, a dentista pareceu-me exactamente igual, nem mais uma branca, nem mais um quilo e com um sorriso igualmente bonito.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Divorciei-me

Pronto. Já disse. Não custou dizê-lo, mas custou fazê-lo, confesso.
Estava farta do ram-ram diário a que me submetia de manhã e ao final do dia, enclausurada num espaço minguo. Dizia a mim mesma que já não era a mesma coisa, mas custava libertar-me daquilo que me acompanhou durante tantos anos, daquilo que me fez rir e deu prazer durante longas e imensas horas, centenas de dias. Mas ia moendo, fartando, saturando. Todos os dias as mesmas vozes, as mesmas piadas, os mesmos sons; tudo muito previsível.
Desde que mudei de casa, mudei também de rádio.
Sim, deixei de ser ouvinte da Antena 3 para ser admiradora confessa da equipa das manhãs da Rádio Comercial e só tenho pena de não poder ver ao vivo o que oiço durante 30 minutos todas as manhãs durante a semana. Quando entro no carro, anseio mesmo por saber que dia é hoje, por ouvir as gargalhadas da Vanda, as músicas do Vasco, as idiotices do Nuno e aperceber-me daquela cumplicidade radiofónica. Têm que ser gente mesmo muito bem disposta para conseguir a minha atenção àquela hora da madrugada e fazer-me dar gargalhadas, sozinha, enquanto conduzo a viatura!

(Digam lá que não vos enganei! :P...ou se calhar não, sei lá eu...)

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Declaração de intenção e pastéis de nata

Aqui e hoje declaro que brevemente irei mostrar comprovativo oficial de que não sou criminosa e estou apta a contactar regularmente com menores. Mas só poderei fazer isto aqui, depois de pagar €5, tá bem? Isto porque o MEC não tem maneira de contactar os tribunais nem as finanças portugueses a solicitar-lhes esta minha informação pessoal e a cruzar dados que lhe satisfaçam a falta de verba que assumem ter quando lhes convém alegar tal.
A quantidade de pastéis de natas que os meus ricos 5 eurinhos poderiam pagar em vez de um papel...
De bradar aos céus!

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Dúvidas, só dúvidas, todos os dias

Eu sou a chefe de uma equipa de miúdos e graúdos com características distintas. Às vezes, muitas vezes, diariamente, questiono-me se, em situações diversas adversas mais ou menos complicadas, devo ser assertiva ou directiva ou mandona ou autoritária ou mostrar que tenho a mania que sei. É que, muitas vezes, eu não sei  mesmo qual a linha que separa tudo isto. Deverei relevar ou mesmo deixar andar a coisa? Ai que nervos!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Prato do dia por ali...

11 anos, fará 12 em Janeiro de 2016. Tem tablet, PC, PSP.  E teve um telemóvel que custou 100 euros, que deitou à sanita porque não era aquele que desejava e sim um I-Phone.
Também tem faltas diárias de material, trabalhos de casa, uma Caderneta do Aluno (a 2ª do ano) com páginas rasgadas e imensas mensagens por assinar pel@ Encarregad@ de Educação. Até tem a 1ª Caderneta deste ano, que apareceu ontem milagrosamente na mochila, apenas com uma mensagem de uma professora.

Espero que em Junho de 2016 ninguém - o próprio ou outro elemento da família - se admire se os resultados não forem os que desejam.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Bata de cientista

Pergunta dirigida aos pais e mães mais experientes na matéria: Quanto tempo dura a primeira bata branca, daquelas à cientista, quando usada por um aluno no oitavo ano?

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

"É o seu voto que decide"

Pergunta-me o rapaz, do alto dos seus 13 anitos, após atentar nesta pub de campanha dum certo partido perdedor das últimas eleições legislativas: "se é o voto das pessoas que decide, porque é que ele (o AC, tá bem de ver) não aceita o que foi decidido pelo voto da maior parte das pessoas votantes?"
É uma excelente pergunta, não é? Eu acho que é...e é assim que se conhece um mau perdedor.

domingo, 8 de novembro de 2015

Diário da manhã de sábado

Acordo às 6:30, sem necessidade de despertador, depois de me deitar perto da uma da manhã e de uma noite bastante agitada.
Às 6:40 levanto-me, ansiosa e bamboleio-me pela casa, a deixar o tempo passar e a pensar no que me espera brevemente: "Será que vou conseguir? Aquilo vai ser sete cães a um osso."
O despertador toca às 7:00. Desligo-o, pois será inútil, já que estou acordada há bués e a higiene diária a ser feita.
Saio de casa, preparadíssima, para enfrentar o que me proponho fazer.
Às 7:40 estou no ponto de partida, eu e perto de uma centena, no exterior, à espera que os minutos passem.
5 minutos mais tarde, acontece a primeira corrida, que chega ao primeiro obstáculo. Aí, chegam os restantes participantes, que se vão aglomerando à medida que os minutos passam.
Às 8 da manhã, nova partida. É vê-los a dirigirem-se aos locais e pontos previamente visionados, durante a semana.
Braços e pernas e olhos a trabalharem a 100%.
Às 8:04, eu já tinha nas mãos um dos objectos que me tinha proposto alcançar. Satisfeita e aliviada. "Consegui!" - disse eu, a um dos outros participantes. 
Às 8:13, recebo a prova, em papel, da concretização do meu plano.
Às 8:31, já no carro, de volta a casa, mais leve por um lado, com a viatura mais pesada, por outro.
Nunca um objecto me deu tanto trabalho a alcançar, em tão pouco tempo.

T-U-D-I-N-H-O relatado, como prometido!

(Ou de como os habitantes bracarenses estão loucos!)

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A ver como corre(m)

Sabem onde vou estar amanhã às 8 da manhã, sabem?

No domingo conto tudo, t-u-d-i-n-ho!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Como disse? Importa-se de repetir?

Pensão de Ricardo Salgado vai triplicar para 90 mil euros


E o resto da malta, aqueles que arriscaram, semi-conscientes dos riscos, e os desconhecedores do que faziam com as suas poupanças, quando é que são ressarcidos do que quer que seja?
Desconfio que a fogueira vai triplicar de tamanho.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Isto vai de mal a pior, com a PDI - II

Pronto, está o caldo entornado.
Eu sei de cor e salteado: o número do meu cartão de cidadão, o meu número de contribuinte, o meu número de telemóvel e o do MQT, o número dos telefones fixos aqui de casa, da casa do meu pai, da casa da minha sogra e da escola do rapaz, os códigos dos meus cartões de débito e crédito, o código de um dos cartões de crédito do MQT, o código de entrada neste prédio, e sei lá que mais números sei eu!
Contudo, há coisa de 10 minutos tive que telefonar para a assistência do homebanking dum certo banco estatal, porque - e isto é impressionante porque eu lembro-me das matrículas dos carros que tenho vindo a conduzir desde que tirei a carta; eu conto o número de letras das palavras enquanto o diabo esfrega um olho; eu dou por mim a contar as letras das legendas na TV; enfim, inutilidades numéricas - porque, dizia eu, me esqueci de dois algarismos dos meus dados de acesso e não havia meio de conseguir ver o que é que se passa lá na minha continha bancária mixuruca.
Não, isto não me é nada normal. Ai que nervos!

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Isto vai de mal a pior, com a PDI

Sou perita em cometer gaffes verbais. E a coisa tende a piorar à medida que os dias e anos vão passando.
Não é que ontem perguntei à minha amiga de infância -  aquela que conheço desde os 3 anos, aquela com quem passava os finais dos nossos dias de escola primária, aquela em cuja garagem tanto dancei agarradinha a alguém do sexo oposto, aquela que, com 13 anos, viu a mãe falecer num acidente de viação - o seguinte: "Quem é que tens aqui?". Menos de um segundo depois da pergunta feita, deu-me um click, fez-se luz, de tal modo que em voz alta chamei-me estúpida. Então se eu estava ali pela mesma razão que ela estava, havia necessidade de ter verbalizado tal idiotice? 
O que vale é que ela continua a ser boa moça e aparentemente perdoou-me. No próximo sábado vamos enfardar pastéis de nata no café onde (não) passámos horas a estudar, durante o secundário.

sábado, 31 de outubro de 2015

Vermelho e árido, e com água

Pensei eu que ia dormir a sesta hoje à tarde, em frente a um ecrã gigante numa sala escura. Em vez disso, alugámos, por €12,30, uma sala enorme, com imensas cadeiras vazias - excepto as nossas três - e som suficientemente alto que impediu a nossa tagarelice enquanto visionávamos o Matt Damon perdido em Marte. 
Bem melhor do que estava à espera: um filme que dura mais de duas horas, capaz de captar a minha atenção desde os primeiros minutos e mantê-la até ao fim, passado maioritariamente num planeta vermelho, frio, inóspito, habitado somente por um botânico-astronauta que mantém, durante quase dois anos, uma resistência física, mental e psicológica perante a situação de solidão desesperante que enfrenta segundo a segundo, ao mesmo tempo que o seu nível de humor permanece num patamar bastante elevado. Incrível a sua capacidade de, com merda humana, fazer agricultura num local onde a água não abunda. Incrível a capacidade mental posta à prova diariamente de ser bem sucedido na sua sobrevivência e em, finalmente,  comunicar com a equipa terrena através do seu diário digital. Pragmático dia após dia.
É um filme que levanta muitas questões humanas, científicas, que desafia o poder de decisão de muitas pessoas e povos habitualmente em pólos opostos, no que toca a explorações pioneiras. Uma vida humana vale mais do que os milhões gastos em programas espaciais internacionais. Correu bem, claro.
A referência ao "Senhor dos Anéis", a música disco dos Abba, o Senhor Bowie e o seu "Starman, o esgotado ketchup, o voo à "Homem de Ferro" são tudo motivos para me fazerem rever a película em casa.
Sem pipocas, tal como nesta sala só para nós.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Fim-de-semana dos vivos

Não gosto do dia em que as pessoas se sentem na obrigação de visitar os mortos. Eu não sei se o farei. E é também por essa razão que desejo ser cremada quando passar à fase final da minha vida. Pronto, já disse...

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Pseudo, o que lês tu de momento?

PAPs, CEIs, PEIs, ACIs, leis, actas, despachos normativos, relatórios psicológicos, relatórios de terapia da fala, relatórios pedopsiquiátricos...e sei lá que mais de natureza variada mas de cujo nome não me recordo a esta hora, tal é o sono perante seca tão grande apesar da chuva lá de fora que vejo e oiço aqui dentro.
De fazer inveja e altamente recomendável!

(Sempre saio da onda dos policiais nórdicos, n'é verdade?)

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Ponto da situação

Quase 21h, moça de cabelo molhado, arrastando-se para casa depois de duas aulas no ginásio. Botas nada impermeáveis, pés molhados. Chuva. Vento do demónio, frio e forte.


Já está na hora de usar gorros. E de arranjar o pinheirinho!!

Gostava tanto de ter escrito isto

Mas foi o Quimera que se adiantou e saiu-se com estas belas e tão verdadeiras, nada merdosas, quadras, que passo a citar:

#Enrabados (Poema das Legislativas 2015)

Esta é a história de umas eleições,
Que acabaram por dar para o torto,
De um Presidente que faz reflexões,
Num país que não tem onde cair morto.

Uma coligação sem maioria absoluta,
E uma esquerda sedenta de poder,
É uma salganhada filha da puta,
Que vai ser difícil de resolver..!

A Catarina, o Jerónimo e o Costa,
O Pedro, o Paulo e a PàF,
É tudo a mesmo a bosta,
Pouco importa quem é o staff..

“O drama, a tragédia, o horror”,
Já dizia o Artur Albarran,
Se não queriam este filme de terror
Tivessem todos votado no PAN!

Chega de esperanças falsas,
Mentalizem-se: é este o nosso fado!
Escusam de arregaçar as calças,
Porque o Zé Povinho vai continuar a ser….

… isso.

domingo, 25 de outubro de 2015

Pós-ansiedade de dias

Fez-se fila de espera para ler isto cá em casa e eu consegui ser a segunda, mesmo antes do aniversariante.
Está muito bem conseguido, com alusões directas à liberdade de imprensa, aos direitos de autor, à censura e manipulação editorial, aos jogos de bastidores entre poderosos, aos oportunistas e aos boys. Sempre com grande humor e linguagem abundante de referências digitais e um apelo ao espírito crítico d@ Leitor@ por parte do sábio ancião das poções: "... as pessoas têm tendência a acreditar no que está escrito. É um fenómeno estranho." 
E desta vez o Bardo não acaba amarrado, para variar...

Perguntou o meu pai:"Mas tu ainda lês disso?" 
Como é que posso não ler e reler se as palavras têm o poder de me fazer rir?

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Detesto esperar...

...por poder ler isto:
É que é uma das prendas de aniversário de alguém cá de casa, que faz anos brevemente, e chateia-me que esse alguém não seja eu! A mim me dão relógios caros, bolas!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

How to get away with murder - temporada 2

Aceitam-se apostas. 

Quem deixou a loira e a chefona à beira da morte?*




*tentativa subtil de não ser spoiler!

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

domingo, 18 de outubro de 2015

Os fins-de-semana são maus

Anda uma pessoa a ser comedida no que come durante cinco dias e depois os dois dias seguintes arruínam tudo o que foi conseguido. É que não há fins-de-semana excepcionais: cá, em Braga, ou lá, na aldeia é uma desgraça demoníaca! Razão tem o Fernando quando diz que "Em Portugal é difícil emagrecer".

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

E porque estamos no verouno

...visto blusas finas com decotes e calço botins que aquecem demasiado os pés. E uso os óculos de sol na cabeça durante algum tempo do meu dia. E não há meio disto mudar!

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Feedback sobre o (finalmente) terminado

Sócia, ontem adormeci tardíssimo, tendo dormido menos de 5 horas, pois tinha mesmo que acabar o último da Salander, tal era a agitação interior que sentia. Isto tem que te dizer alguma coisa. A moça é adorável, simplesmente  e medonhamente lovely! Adoraria olhá-la nos olhos, sabendo eu que ela me leria de alto a baixo, de dentro para fora. Lê, de rajada, se puderes!

terça-feira, 13 de outubro de 2015

E eu caladinha que nem um rato

Cinco "foda-se",  dois "merda" e incontáveis "não percebo o que se passa" são a marca que um certo alguém deixou na minha mente hoje à tarde quando veio à casa nova com o propósito de reparar um certo electrodoméstico.
É, estamos no Minho e este senhor não me enganou!

Baixa-te! - digo-lhe eu

E mesmo pondo-me em bicos de pés, já não é fácil alcançar-lhe as bochechas e repenicá-lo de beijos. Não passa, contudo, sem o aconchego nocturno maternal e sem a tagarelice pré-sono diária.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Nada a ver com comida ou bebida, desta vez

Conseguem adivinhar a outra coisa de que gostei bastante enquanto andávamos num tuk-tuk pelos bairros históricos lisboetas, cima a baixo, pelas vielas estreitíssimas? Geométricos, coloridos e alguns em mau estado, a precisarem de retoques aqui e acolá...

Tenho uma dúvida altamente gulosa

Os chocolates da marca Milka são ou não melhores do que os da Nestlé? É que eu acho que são. Que dizem vossas excelências sobre este assunto?

Já disse que adoro certas páginas do FB?

domingo, 11 de outubro de 2015

Isto vai de mal a pior, no que toca a livros

Não aprendemos com a mudança de casa. Ontem, gastámos 78 euros (já com desconto do cartão daquela loja) em 5 livros: 3 sobre gestão, mais um policial do Jo Nesbø e mais um juvenil para acrescentar a uma determinada coleção iniciada nas férias passadas. O que significa que quando mudarmos de casa novamente (espero que a mudança ocorra num período inferior aos próximos 17 anos), necessitamos de pelo menos mais um caixote para livros. Deviam era ser vendidos numa qualquer feira de livros usados. Mas não consigo, sinto que cometeria uma heresia...

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Sobre Lisboa

Dos dois dias intercalados que lá passámos a turistar, o que recordo com muito agrado é a Bertrand do Chiado. Mais pelos detalhes arquitectónicos e corredores e arcos centenários do que propriamente pelos dois livros que lá comprámos. Na entrada, estavam dois senhores bem sentados a ler o seu jornal, como se da sua sala de estar se tratasse. Gostei! Agora contem-me historietas...

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Ai o atrevimento!

E não é que a Joana voltou hoje a tocar à campainha, já passava das 18 horas e o rapaz ainda não tinha chegado a casa, e a perguntar se ele demorava muito a chegar? O MQT ri-se, chama-me nomes materno-galináceos e vai dizendo que é próprio de adolescentes, mas eu não estou a gostar muito da brincadeira, não.Vivemos aqui há menos de um mês e ele tem ficado na rua como nunca ficou no "outro lado" durante os seus 13 anos e picos de vida. Não será demasiado cedo para tanto compromisso diário?

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Dúvida maternal

A partir de quando é que os adolescentes começam a ter bom gosto na escolha da indumentária diária e deixam de calçar peúgas brancas, apesar das bocas que a progenitora lhes manda e de terem uma gaveta cheia com meias escuras?  É isto e a hora do banho! Que inferno!

Dona de casa desesperada

Tenho uma vontade gigante de me fechar na cozinha a fazer bolos, doces, entradas salgadas, sumos e tudo o que me desimpeça o frigorífico e as bancadas mas tenho a clara sensação que vou chegar a casa e falecer no sofá.


Quem mais?

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Pequenos detalhes de viagem

Labriosca e Cávado aguentam comigo diariamente, duas vezes. Passo por imensas localidades, curvas e contra-curvas, tractores e animais imprevistos, na estrada que percorro até ao local de trabalho. Nunca passei dos 80 quilómetros por hora  - só porque não costumo ter condições para tal - e também por isso tenho oportunidade de apreciar a paisagem e os montes que me ladeiam. O Monte do Facho é avistado ao longe e hoje dei conta do nome duma travessa, a Travessa (ou era Rua?) do Tio Joaquim Rico, acho que era isto que estava escrito na placa. Há nomes engraçadíssimos e eu hei-de estar atenta ao número de pontes que atravesso todos os dias para chegar à outra margem.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Teoria da conspiração chato-pseudiana

Nos últimos dois meses eu fui escrevendo aqui e deixando alguns, poucos, bitaites aqui e acolá. A Sócia Chata desapareceu do mapa de verão e lá teve as suas razões. Aparecia - intermitentemente, como as luzes de Natal que funcionam às vezes - aqui e lá só para dizer que estava viva. Na semana passada, por causa da paz e sossego re-adquiridos, eu volto à carga com vontade, garra e algum empenho e hoje, a Sócia Chata anuncia o seu regresso.
Estou p'ra ver quem é @ primeir@ comentador/a anónim@ que, sabendo que somos ambas apoiantes do Glorioso, coloca a hipótese de uma ser o alter-ego da outra.

Nesta segunda-feira de Outubro, no rescaldo de umas eleições muito mediáticas, impõe-se a pergunta:

Agora que chove bem, está um vento de rebelar cabelos curtos, suaves e soltos, já se usam botas, echarpes, gabardinas e kispos, quando é de começar a pensar na árvore de Natal e suas luzinhas?

domingo, 4 de outubro de 2015

Fim-de-semana na terrinha

Onde já não estava desde o dia 29 de Agosto. Em 17 anos que aqui resido, nunca tinha passado tantos dias seguidos em Braga.
Bem, resumidamente foi isto: jantar de sexta com o pai, almoço de sábado com o sogro, jantar de sábado com a sogra, almoço de domingo com o pai. Tempo bom e hoje assim-assim a evoluir para o mau.
Chego há pouco a Braga, porque faço questão de votar e deparo-me com uma ventania de pôr os meus belos cabelos lisos (também fui à cabeleireira, não foi só comer disto e d'aquilo, que pensam...) em pé e uma chuva miudinha que os encarapinha e os colocam ao seu jeito natural. Maldita chuva!
Entretanto, também fui visitar a minha avó, com quem tive a habitual acalorada discussão sobre crenças religiosas, a origem do universo, os actuais programas de televisão das tardes portuguesas que ela não vê mas cujos temas conhece e que são todos "uma merda" (avó dixit, não eu) e chego à conclusão que somos ambas de ideias fixas: ela anda fixada há décadas na sua crença dogmática de que está tudo escrito e previsto na Bíblia; e eu pergunto-lhe quantos anos tem o Antigo Testamento e ela não sabe responder-me. Pois...
Eu não sei explicar a origem do universo, mas sou pró-evolucionista. Ela não sabe explicar a origem do Deus dela, mas cita a Bíblia de trás p'rá frente como se antes desta o universo não existisse e não houvesse mais nada no mundo para ler.
Tenho mesmo que lhe oferecer qualquer coisa de Darwin ou Sagan no Natal, pois para quem vai fazer 84 anos um destes meses, aquela mente ainda trabalha muito bem!

sábado, 3 de outubro de 2015

Vamos finalmente falar das férias passadas


...em Alfarim e não só.
Após tantos dias sem paz nem sossego e com muita azáfama, com tanta informação nova a bombardear-me por todos os lados, está na altura de eu recordar as nossas férias do verão passado.
Os nove primeiros dias passados em Vila Nova de Milfontes serviram essencialmente para gozarmos a casinha tipicamente alentejana e o céu nocturno estrelado, sem qualquer centro de barulho ou confusão ali à volta, à excepção dos grilos e pássaros e moscas e mosquitos que nos fizeram companhia constante. As praias...bem, essas, não nos sendo familiares, são muito parecidas com o que conhecíamos de Odeceixe para sul, apenas com a diferença de que havia bastante mais malta em todo o lado. É uma vila bonita, sim senhora, e as noites por lá eram bem agitadas. E os gelados ao quilo? Que maravilha!
Mas do que gostei mesmo foi dos 12 dias seguintes, alojados em Alfarim, terra de que nunca tinha ouvido falar e menos ainda da Lagoa de Albufeira. Já do Meco...quem é que nunca ouviu falar do Meco e dos seus famosos nudistas? Eu, por acaso, não me cruzei com ninguém nu na praia, mas também não fui à procura, como tinha feita a minha avó, há uns 30 ou mais anos, que, quando chegou à casa de praia da Caparica vinha escandalizadíssima com os pais que seguravam miúdos pelas mãos, todos em pelota. Perguntou-me ela ao telefone, este ano, se eu "também era dessas, dessa laia, que anda com tudo à mostra a badalar". O que eu me ri - e ainda rio - quando penso nestas palavras dela!
Alfarim e a casa onde ficámos foram pequenos achados da Internet. Fiquei com vontade de regressar a ambos num verão próximo. Mais que não seja para ir comer o peixe fresco do restaurante Martelo, apelido de família que abunda por aquela zona. Não sendo um local bonito, é central q.b. para nos dar acesso à serra da Arrábida, ao Cabo Espichel, a Setúbal, a Lisboa (onde fomos duas vezes, em dias distintos, um deles em transportes públicos para tudo quanto era lado na grande cidade; esse relato fica para outro dia), a Sesimbra e a todas aquelas praias tão bonitas. Aliás, referi na altura a tal praia de águas límpidas, calmas, transparentes que deixam ver o fundo, à qual não desejo regressar a pé, mas a que de bom grado voltaria se o acesso fosse de barco. Disse mal da minha vida antes das 10 horas nessa manhã e andei de trombas até à hora de almoço. 
Gostei mesmo muito da Lagoa de Albufeira, da área habitacional e da zona de banhos em si. E sim, imagino-me a arrendar uma daquelas casinhas bem giras, que para alguns locais, são já primeira habitação, segundo os relatos.
A casa da D.ª A.L. serviu perfeitamente: os jantares no pátio, o céu alaranjado, o mééééééé das 3 ovelhas residentes, a pastelaria vizinha com um pão divinal e uns pastelinhos da terra de chorar por mais  - miminho que a senhora fez questão de nos ofertar no dia da chegada - são, quanto a mim, razões mais do que suficientes para lá voltarmos para o ano e visitarmos as praias que constam do roteiro elaborado pelo MQT de toda aquela linha costeira e que não chegámos a visitar, ou melhor, nem eu nem o rapaz visitámos, já que o mais velho aventurou-se a fazer duas caminhadas pela zona, enquanto nós nos refastelávamos na Lagoa. 
Perdi a conta às fotos tiradas, mas há uma que faço questão de mostrar a uma certa blogger lisboeta, pois foi por culpa dela que a nossa foi tirada. A seu tempo a mostrarei...(e não, ainda não passei essas centenas de fotos para este PC. Que vergonha!).

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Há descobertas aliciantes, por ali

Tenho um aluno autista, o segundo em toda a minha carreira profissional. 
Foi um enorme prazer ter passado perto de 45 minutos a comunicar com ele e ele comigo numa língua estrangeira que muitos dos meus outros catraios resistem a usar com a frequência que deviam. Gostei! P'rá semana há mais.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

É bem verdade o que diz o ditado

Depois de um final de Agosto e mês de Setembro bem agitados, com a procura de casa nova, decisão sobre as opções visitadas, escolha da mesma e desarrumações de um lado para arrumar do outro, ao mesmo tempo que viajo diariamente, por motivos profissionais, para concelho minhoto vizinho do da residência, eis que sinto que inicio / iniciamos o período de acalmia que todos merecemos. Sinto-me cansada. Regresse lá esse feriado de início de Outubro, como diz um dos candidatos a Primeiro-Ministro. De qualquer modo, duvido tanto que aconteça que nem ele levará o meu voto no próximo Domingo.

sábado, 26 de setembro de 2015

À terceira é de vez

Depois de 2 semanas a ir tomar banho quente à casa antiga, cansar-me disso e decidir lavar-me às prestações com água fria, após uma situação a aquecer panelas de água, hoje, finalmente e após o filme EDP - Agendamento, senti o calorzinho do líquido que me lavava o corpo e a alma. Tão, mas tão bom...

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Se visse a EDP à minha frente, matava-a com um tiro num certo sítio

Se eles sabem, melhor do que qualquer cliente tem a obrigação de saber, que a instalação do gás e a ligação do contador do mesmo só são possíveis na presença da entidade inspectora dos mesmos, como é que é possível eles não agendarem em simultâneo a instalação e a inspecção e não informarem, durante os vários contactos telefónicos efectuados na semana passada, o cliente de que é necessário nós, cliente,  requerermos a vistoria do mesmo? Pelos vistos, esta desinformação e esquecimento por parte das pessoas assistentes nos telefones é práctica comum desta empresa, pois o técnico que veio cá hoje afirmou que era já o seu segundo caso do dia em que um serviço estava agendado sem que o outro o estivesse.
Se isto não é duma incompetência atroz, não sei o que lhe poderei chamar...
Senti mesmo necessidade de tomar um banho de água fria para esfriar os ânimos, de tão furiosa que estava! Nada que não tenha vindo a fazer de há 10 dias para cá. Mas que custa, custa!

domingo, 20 de setembro de 2015

Dos cristais e porcelanas

Raramente os copos e os pratos foram usados nos últimos 16 anos. A partir de agora terão uso diário. Quando se partir a primeira peça, não sei se chorarei baba e ranho ou se apenas encolherei os ombros e pensarei "paciência, ainda tenho os outros todos para partir até ao fim da nossa vida".

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Coisas más duma mudança de casa

  • Ter que aquecer água nas panelas gigantes (que raramente são usadas para cozinhar) para poder tomar banho causa um desconforto enorme; faz-me recordar os tempos em que a minha mãe fazia o mesmo e eu me lavava dentro duma bacia;
  • Esperar quase duas semanas por um frigorífico novinho em folha, que supostamente deveria ser entregue hoje mas se calhar nem amanhã, dá-me cabo dos nervos; não há meio de o poder encher com as guloseimas e fruta e legumes habituais;
  • Não ter tomadas eléctricas nas casas de banho é muito estranho; questiono-me como é que o rapaz fará o bigodito, já que eu não uso secador para o meu cabelo; cá nos arranjaremos;
  • Não poder comprar mantimentos frescos e/ou congelados por não ter onde os guardar obriga-me a pensar demasiado no que se vai jantar; é que isto de se jantar fora diariamente arruma com o orçamento de qualquer uma;
  • ...
Fora estas pequenitas coisas, que se vão resolvendo uma de cada vez, que é como quem diz, uma por dia, estamos a gostar de estar aqui, estamos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Coisas boas duma mudança de casa

  • O calçado e roupa que já não usamos há anos sai dos armários e vai fora. Umas coisas são lixo, outras são para dar a quem precise;
  • Aqueles papéis que guardamos porque podem dar jeito mais tarde já não dão jeito nenhum;
  • A sensação de descobrir um sítio novo, os seus acessos pedonais e de trânsito, vulgo atalhos, é muito boa;
  • Aqueles enlatados que fomos acumulando na despensa à conta dos cupões de desconto dum certo hipermercado desaparecem num ápice;
  • Organiza-se o espaço interior e as arrumações melhor do que na "casa antiga";
  • Aqui há espaço para estacionar os carros a qualquer hora do dia. E se não houvesse, sempre teremos a garagem, quando de lá retirarmos os caixotes cujo conteúdo ainda tem que ser arrumado cá em cima;
  • ...

terça-feira, 15 de setembro de 2015

A minha primeira vez - a total failure

Tínhamos planeado andar juntos de autocarro hoje: a primeira vez que eu, condutora de viatura própria há 25 anos, o faria em Braga, logo, mais uma novidade nesta fase da vida familiar. O rapaz faria o percurso "casa-escola" e eu faria o percurso "casa-escola / escola-casa". Agora adivinhem o que é que nos demoveu e lá acabámos por ir de carro, como vem sendo hábito há 10 anos... (esta é mais fácil do que a anterior).

Então, Pseudo?

Perguntam vocês: "Qual foi a primeira refeição cozinhada na casa nova?", adiantando uma hipótese algo excêntrica do género "codorniz recheada com alheira e puré de maçã" e de sobremesa um "soufflé de pêra com canela".
Respondo eu: "Claro que sim! Esmerei-me nas lides gastronómicas precisamente ontem ao final da tarde, após ter passado duas horas a escolher os ingredientes certos. Estava tudo um mimo, segundo me disseram eles. Até me ajudaram a lavar a loiça, a de ontem ao jantar e alguma que ainda estava embalada, vejam lá bem..."

(Um miminho para quem adivinhar qual foi, de facto, o jantar d'ontem. Pista única: enfrascado, enlatado e embalado...mas cozinhado!)

domingo, 6 de setembro de 2015

Update da mudança

Ainda estamos cá, mas também já estamos lá. Espera-nos mais trabalho lá do que o que falta fazer cá. Com jeito e calma e alguns produtos de limpeza, e a ajuda da companhia da água, luz e gás, aproxima-se a primeira noite lá...

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Dúvida doméstica

Qual a primeira coisa a embrulhar ou empacotar quando se muda de casa? É que eu não sei por onde começar!

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Já cá canta

Na versão inglesa. E ainda não li as últimas páginas, mas não deve passar desta semana atribulada. Haja horas pela noite dentro...

Atribulado

É um excelente adjectivo para descrever o meu último dia de férias. 
E a conta telefónica vai ser uma surpresa desagradável, vai...

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

O que faz uma diferença de 3 décadas

Hoje em dia, alguém com 13/14 anos, já terá ido a mais sítios novos e feito mais coisas novas pela primeira vez do que alguém com 13/14 anos há 30 anos. No sábado há paintball e eu ainda nem karting experimentei...

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

P'ró jantar

Depois duma noite escura às claras, testemunha do chilreio madrugador dos passarinhos aqui da terrinha e do bater de portas da malta da casa a sair para se fazer à vida, pensava eu que iria conseguir dormir qualquer coisica ainda de manhã ou quiçá a sesta. Tá bem, abelha! 
Tá ali um empadão de carne à maneira, à maneira da minha falecida mãe mesmo, sem purés artificiais nem nada dessas carnes já pré-mastigadas! Tão cedo não me meto noutra andança com tachos, passe-vites e moulinexes, não!

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Pensava eu que já tinha visto muita coisa

Mas a verdade é que não.
Hoje, pela primeira vez, vi, no meio duma das rotundas mais movimentadas da cidade de Aveiro, precisamente ali ao lado da Ria e da Capitania, uma mulher chinesa de parar o trânsito. Tirava fotografias a uma outra rua, pedestre, localizada à sua frente. E os carros atrás dela, parados, à espera do final da tarefa. O que vale é que está tudo de férias, senão a mulher tinha levado com mais do que apenas buzinadelas.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O sabor que não esquecerei tão cedo

Houve muitos, mas o que gostaria de destacar é o sabor duns pastelinhos de bacalhau recheados com queijo de ovelha, ingeridos numa determinada casita lisboeta. Nunca tinha ouvido falar de mistura tão estranha nem me pareceu, a priori, que os dois sabores se dessem peculiarmente bem. A verdade é que é mesmo bacalhau com queijo, tudo enrolado consistentemente numa massa que vai a fritar, aquilo que deglutimos enquanto sentimos algo a derreter pela garganta abaixo. 
Uma pena que seja obscenamente caro, porque até é bem saboroso; como alguém conhecido disse, e bem: "uma armadilha para turistas..."

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A imagem que não esquecerei tão cedo

A água prateada do Atlântico, antes das dez da manhã, sob um céu azul limpo de nuvens, ladeada pelas arribas verdejantes e luxuriantes, a caminho duma praia lindíssima, talvez a mais linda que alguma vez vi durante toda a minha vida, onde jamais voltarei a pé. Ali bem perto de Sesimbra...

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Indecisão difícil (mais uma)

Almograve ou Samouqueira? É que não sei não...
E ainda não repetimos nenhuma!

domingo, 2 de agosto de 2015

Primeiro domingo vicentino

Entras numa loja local, àquela hora tardia, para perguntar onde podes comprar pasta de dentes, - para já, parece ser a única coisa que ficou esquecida - e sais de lá com um saco de bombons. Não está mal, p'ra primeira noite, não. E o que, em anos anteriores, avistavas ao longe, da estrada que te levava para outros rumos, tem agora muito bom aspecto. O mesmo se pode dizer da primeira praia visitada, até cerca das 11 horas da manhã. Depois dessa hora, já se ouvem demasiado perto as conversas alheias. Logo há mais, noutro lado, sem vigilância e mais ao natural.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Decisão de família, difícil de tomar

Está na mesa a hipótese de a família ir ao festival Meo Sudoeste apanhar um pouquito de pó debaixo do céu alentejano estrelado. Só que não conseguimos decidir a melhor noite para ir. O que fariam vossas excelências? Estou mesmo sem saber o que fazer, a sério...


terça-feira, 28 de julho de 2015

A culpa é d'O Boneco de Neve, desta vez

https://www.leyaonline.com/fotos/produtos/500_9789722053594_o_boneco_de_neve.jpg 
Vou quase a meio e ainda não fiz batota! Por uma simples razão: o livro seguinte, que foi lido anteriormente, já me disse quem era o serial killer e o que lhe acontece. Mas que é uma leitura que prende, ai isso é! Este Harry Hole saiu-me uma peça jeitosa, saiu...

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Continuando na onda do anterior ao anterior

Vou retomar, daqui a alguns minutos, a leitura de policiais suecos nórdicos, no masculino, com

Tendo em conta que, do mesmo autor, li "O Morcego", pergunto-me quantos mais animais constam da bibliografia do senhor Jo.



Algum camionista que me explique...

...qual é o objectivo de, depois de serem ultrapassados por uma condutora, sozinha na sua viatura, começarem a buzinar e a fazer sinais de luzes. Mas o que é que esperam, afinal? Que travemos logo à frente deles? Que façamos sinais com os 4 piscas ligados? Que paremos na berma e saiamos do carro para lhes dizer adeus? Que lhes mostremos o dedo do meio pelo espelho retrovisor? Que abramos o tecto de abrir e façamos o anterior mencionado?
A sério que me ultrapassa, isto que me aconteceu 2 ou 3 vezes nas últimas semanas em auto-estradas do Norte, enqanto ia e vinha para cima e para baixo. É que uma condutora ainda fica a pensar que tem algum problema na traseira, quando afinal o carro até veio da revisão grande precisamente hoje!

O Dona Elvira

No outro dia fui comer, bem acompanhada como é hábito, ao Dona Elvira, ali na zona de Palmeira, arredores de Braga. Pensava eu que iamos abancar num restaurante situado ao lado duma recauchutagem, pouco depois de passar o Palácio de Dona Chica (está à venda, caso alguém lhe queira pegar; é favor googlar as imagens, que valem a pena...). Enganada me senti, pois essa era a imagem que tinha do local onde tinha almoçado há largos anos, cuja impressão foi na altura bastante positiva, portanto a repetir oportunamente.
Para meu espanto, o meu chauffer continuou a conduzir e virou à direita na rotunda seguinte, mantendo-nos à direita do Rio Cávado, até chegarmos a uns muros altos e um portão de entrada, anterior à rampa de acesso ao dito cujo. Chegámos a um parque de estacionamento bastante arborizado, perto dum jardim bem tratado, com aproveitamento da pedras e calhaus locais onde ainda se encontra um espigueiro. Dá vontade de lá passar uma tarde a preguiçar, enquanto nos servem bebidas refrescantes, dá.
O restaurante em si é requintado q.b., sem ser ostentativo, decorado com cores bem combinadas e onde a vista do verde Minho é  magnífica.
O polvo servido em filetes e acompanhado de arroz de espigos estava um primor. Para sobremesa, a minha companhia optou por uma nata de chila, ladeada por dois singelos morangos. Ele gostou. Estranhamente (ou não...), eu não pedi nada.
 

Os cinco mauzões

O que me chateia nisto de se ler policiais suecos durante longas horas e pela noite dentro é que depois o que tem que ser feito é constantemente adiado e nada aparece feito. Maldita varinha de condão que não funciona...

Os livros desta escritora em particular assentam, normalmente, em duas histórias contadas em paralelo. Então o que aconteceu, desta vez, é que li a história antiga, mais pequena, que contextualiza, em termos familiares, a mais recente, maior, que ainda não terminei, mas a cujas páginas finais já deitei uma olhadela. Aquela batotice que se faz quando o livro nos enleia do princípio ao fim, de tal modo que só queremos saber quem são os maus da fita...

domingo, 19 de julho de 2015

Brevíssimo resumo de 15 dias no estrangeiro - II

A mala veio cheia de roupa lavada, à excepção de um par de meias e uma T-shirt e o calçado que fedia. São progressos, sim senhor! O petiz está a ficar um homem, preocupado com as lides do dia-a-dia. A pasta de dentes e o shampô é que regressaram quase intactos. Poupadinho, o rapaz...

sábado, 18 de julho de 2015

Está quase, quase

Faltam pouquíssimas horas (nove, vá...) para eu abraçar e beijocar quem é mais alto do que eu; isto se conseguir chegar lá acima ao pescoço e dar-lhe, também, uns cachaços bem dados por não ter tido a coragem de experimentar um kilt

P.S.: Isto de se acompanhar o voo é giro; fosse eu uma nerd da aeronáutica e passava as 24 horas a olhar para isto:


Grande rabienga que o bicho ali fez, à saída!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Custa-me engolir

Este foi um dos vários sintomas que listei ao médico que me atendeu há menos de uma hora. Depois de apresentado o rol de queixumes, ele repetiu um sintoma apenas: "Custa-lhe engolir?". A que assenti. Segundos mais tarde é que me deu o click, é que me apercebi da eventual interpretação marota que lhe poderia ter passado pela cabeça. Fez-me as perguntas habituais, blahblahblah, apalpou-me os gânglios e diagnosticou-me uma faringite. Resultado: antibiótico, anti-inflamatório, nada de esforços físicos (esta indicação fez-me rir por dentro) e nada de bebidas alcoólicas enquanto durar o antibiótico. Pensei com os meus botões: "Ainda bem que Tomar ficou para trás, senão o fim-de-semana estaria arruinado."

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Então, Pseudo, o que fizeste hoje?

Revivi as minhas passeatas e estadias por terras transmontanas, acompanhada pelo "menino Jorge, senhor conde" e pela inglesa angelical, ambos a caminho do Campo do Gerês.
(Imagem daqui)
E outras coisas muito menos interessantes, chatas mesmo!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A minha Prova Final de Matemática de 2.º ciclo, de hoje

O enredo adensa-se com uma morte na pocilga da herdade. Morte barulhenta, nojenta e horrenda, perpetrada pelo Samuel, o feitor rude de boas maneiras.
Membros decepados, o panamá, um pé...e muito sangue...Foi isto que a jovem inglesa viu, por brevíssimos instantes, antes de rapidamente, educadamente, Samuel lhe pedir para sair dali, para ignorar, para esquecer e nele confiar, enquanto a acompanhava à saída, de braço dado.
Chocada, horrorizada, enojada, sem saber o que fazer de seguida, qual menina pequenina com medo, pediu ao "senhor conde" para dormir no quarto dele. Acedeu, ele, nervoso e intrigado, perante o estado catatónico da sua hóspede. Refugiou-se na casa-de-banho, fingindo que arrumava isto e aquilo, para finalmente sair, e deparar-se com um corpo jovem, nu, esbelto, adormecido, perfeito, na sua cama.
Nunca se cruzaram no dia seguinte. Ela já tinha saído. Tinha deixado o Mini Cooper...

terça-feira, 14 de julho de 2015

Estou entusiasmadíssima com a leitura nova

É que não podia ter vindo em melhor altura, o timing da aquisição foi perfeito depois do fim-de-semana alojada numa certa quinta. Sabem aquelas propriedades enormes, alentejanas ou ribatejanas, de aspecto árido, onde nunca se vê ninguém sob um sol abrasador que mata a vontade de trabalhar a qualquer um? Pois até à página 35 - com excepção destes minutos em que vos escrevo excitadíssima, devido às semelhanças do que vi e do que leio e ainda do que imagino - ainda não  despeguei os olhos de tantas letras. Sabem aquelas palavras já em desuso que os citadinos não conhecem, quanto mais usar, do género "caseiro", "governanta" e "feitor"? É que tem quase tudo a ver com o que imagino que tenha sido, em tempos não assim tão distantes, o ambiente na tal herdade ribatejana quinhentista de sábado e domingo passado: um proprietário solitário, cortês, respeitador, que sabe ser "o patrão", rodeado pelas "Manas" octogenárias que governam a casa, bisbilhoteiras quanto baste, e uma hóspede inglesa jovem, loira, libertina e socialmente indisciplinada que destoa absolutamente da paisagem e que se vê a contas com a justiça portuguesa, sem saber muito bem como.
 
Se isto não soa muito melhor do que a tarde que vou ter...Ai não, que não soa!