quinta-feira, 13 de setembro de 2007

E a saga continua...

Fui para lá de espírito aberto, plenamente consciente do que tinha que ser feito, e descontraída. As minhas desconfianças confirmaram-se: ele tinha que sair fora! E saiu mesmo - após 15 a 20 minutos de pura tortura. Fui anestesiada em três sítios diferentes, levei com a broca, ele serrou o que restava em dois, a seguir puxou, puxou e puxou, eu gemi alto e bom som, eu estrebuchei, eu levantei as pernas e as mãos, e ele continuou a puxar, com força, porque o maldito dente não queria abandonar os seus companheiros. Pediu-me desculpa diversas vezes, mas qual quê? A dor foi intensa. E isso notava-se bem na minha cara! Não tenho memória de, enquanto adulta, ter sujeitado a minha boca a um martírio destes. Agora tenho aqui uma cratera gigantesca, inflamada, sinto a língua gorda e dormente, o sabor a sangue ainda perdura, parece-me que falo de uma maneira esquisita, com a boca "à banda", como se diz para os meus lados...e tenho medo. Rais' partam!

Desculpem o desabafo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Eu que até gostava da coisa...

...é só de mim e da minha mente badalhoca ou qualquer uma das versões daqueles anúncios ao atum Bom petisco revela um tremendo mau gosto nas situações expostas?

Chauvinistas dum raio!

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Esta agora...

Tinha eu dado a minha primeira trinca num Ritter Sport (Leche Extrafino), no ensejo de saborear um chocolatinho após longas semanas sem lhe sentir o sabor adocicado e pecaminoso, quando sinto algo duro entre os meus dentes. Vou a ver, e o que era? O dente, o tal que já se tinha partido em bocadinhos minúsculos há uns anitos atrás, que entretanto foi reconstruido e inclusivé aparafusado, e que agora se apresentava, em dois grandes bocados que deixavam visível o tal parafuso cinzento que, na altura, me fez sentir tal e qual um robot.
Que lição devo tirar disto tudo, pergunto-me eu? pergunto-vos eu, aliás...