sábado, 30 de dezembro de 2006

Apresento-vos ...

... Os Cerqueiras, escrito por alguém que suponho ser um louco minhoto, mas que me deixa - e agora cito alguém que desconheço - siderada, sempre que leio os seus devaneios. Acho que já o apresentei anteriormente, por dá cá aquela palha, mas não quero que fiquem a pensar que ele me paga a pub com favores daqueles que vocês sabem. Não, nada disso, nem sequer o conheço!
É ou não é uma família portuguesa moderna?

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Brooks Range


Fica localizado no Alaska, aquele pedaço de terra que os burros dos americanos compraram aos russos. Digam lá que uma estadia aqui não seria revigorante! Mas adiante...



Há uns largos anos atrás, naquele que considero ser O ano da minha vida, andei a rebolar feita maluca, por umas encostas parecidas com estas, ignorando toda e qualquer caganita de ovelha que ousasse cruzar o meu trajecto. E tive companhia, naquele dia gélido de Fevereiro, em plena Irlanda: uma portuguesa, um irlandês de gema e um alemão. Qual destes o mais tolo, naquela época!
E pronto, era só isto mesmo, só para dizer que ainda aqui ando, a meio gás, mas ando.
Divirtam-se nos próximos dias e cuidadinho com a condução. Tomem o exemplo deste que a seguir vos mostro:

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Lar, Doce Lar

Ah, que maravilha! Sabe mesmo bem estar aqui, no quentinho. E como tal, só vos posso dizer o seguinte:

Pois é isto mesmo que vou fazer, caso me deixem!

Bem, vou-me embora.


Tem mesmo que ser, com pena de não ver um certo blog actualizado. Cá para mim, ainda está na fila para comprar os óculos e trocar as bolas!
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Vou para sul - não, não é para Lisboa nem Pombal nem Algarve; é sul de Braga, mesmo - com esperança de não encontrar uma destas avantesmas que tão frequentemente nos presenteiam com uns sustos tremendos.

Haja Paciência! Valem-me as musiquinhas do género "Atireiiiiiiiiiiiii o pauuuuuuu ao gaaaaaaaaatooooooooo tuuuuuuuuu..." e "Ba bata batatoooooooooooonnn!". Impossível adormecer!

Vá, gozem bem que eu também farei por isso. Até 2007, se não for antes, o que é bastante provável. Só depende das mãozinhas dele.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Mas que idiotice

Alguém me ensina a abrir a puta da portinholazinha dum telemóvel Samsung, modelo X630, para lá enfiar o caralho do carregador? À conta das inúmeras tentativas, já esgacei uma unha e risquei o dito cujo brinquedo com a tampa duma caneta Bic. É preciso ser muito totó, fosca-se!
E para agravar a situação, tenho o ******* do meu mais-que-tudo a gozar comigo, e a dizer-me que é preciso chamar a assistência técnica da Samsung! Apetece-me mandar alguém à merdinha.
P.S.: O problema está resolvido. O dito cujo foi à faca, literalmente! Mas parece-me que não deve ser bem assim que este problemazito de abertura se resolve.

Uma pequena história (sou totalmente alheia ao seu conteúdo)

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

A minha terceira vez

Saí mais cedo do que o previsto e fui buscá-lo ao local habitual. Já ia expectante, até porque não era algo que normalmente fizésse àquela hora. Aliás, seria apenas a terceira vez que tal acontecia. A primeira correu muito mal, a ponto de termos desistido ainda no início. Já a segunda correu muito bem, bem melhor do que o esperado, incutindo em mim alguma esperança de que as próximas vezes correriam igualmente bem.
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E hoje, pela terceira vez, levei-o ao cinema para ver "Artur e os Minimeus", um filme de animação cuja classificação de "maiores de 4 anos" é errada, quanto a mim. Devem ser poucos os miúdos que, com a idade do meu - fará 5 anos em Fevereiro de 2007 -, compreendem toda a sequência, que entendem as personagens-tipo fantasiadas por um grupo de "rastas" ou de "monstrinhos subterrâneos", que acompanham o desenvolvimento da relação entre Artur e a Princesa Selénia ou até que reconhecem a analogia entre o Artur deste filme e o lendário Rei Artur. Gostei, mas achei-o demasiado adulto para filme de animação infantil.

Post não-recomendável a quem deseja ter descendentes ou animais de estimação

Ai a minha rica televisão!!!!

domingo, 17 de dezembro de 2006

São adoráveis, não são?




Adenda: Não, Julio, estas criancinhas adoráveis não são meus alunos, nem nenhum deles é o meu filho. Mas já faz umas caretas bem giras como estas ...e de vez em quando também apanha quando se porta menos bem, como ontem, quando me pôs a cabeça em água numa grande superfície.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Loira burra

"O grupo tal, tal, tal subescreve unanimamente o ponto de vista tal, tal tal...."




















E a mim só me apeteceu dizer-lhe: "e se te fosses foder depois de aprenderes a falar português, sua burra?". Limitei-me a pensar. E ainda por cima teimou e bateu o pé e que não era assim, mas assado. Há gente muito casmurra, porra!

A culpa é sempre dos outros

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E a responsabilidade é do Ricardo, da Carla e do Mário. Agradeço aos pais e mães das pessoas mencionadas. Obrigada a todos.

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Dilema religioso

Não??
Mas lá que é bem melhor, é! E isto nem os padres podem negar!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Apresentações à posteriori

"Olá, sou a Susana.
Hoje tornámo-nos cunhadas. Felicidades aos dois pombinhos."
E pronto, foi assim que no sábado passado, após o matrimónio, me apresentei à minha mais recente cunhada e lhe dei as felicitações pelo acto que tinha acabado de realizar com o meu cunhado. Digam lá que não sou despachada!!!
(Desabafo: na minha família, só tenho gente tola!)

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

SMS da banca

Origem: BES
Dizia qualquer coisa como isto: "O limite do seu cartão de crédito foi aumentado para 4500 euros. Boas compras neste Natal."
Ao que eu pensei: "O dinheiro existe para ser gasto. Bendito BES e quem nele tem conta! São tão generosos!"
E não, não estou a falar do meu cartão de crédito.

Mais uma badalhoquice para o fim-de-semana

Poderia chamar-se a isto "banheta". Que tal?

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

Desarranjo de palavras com sentido

1:30, Vila do Conde, 42 catraios, colegas, Braga, chuva, alfândega, mp3s, conversas, abraços, telemóvel, gritos, experiências, guarda-chuva, vinagre, H2O, autocarro, dor de cabeça, 5 minutos que duraram 50, chegada, pais, pesadelo, reunião, presidente, directrizes, polivalente, óleo doméstico, Dália, lanche, "pára!", dormir.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Olé, olé, olé, olé, olée, olé - ah ganda Nelson!!

Não tem nada a ver, mas...
...quem é que nunca sonhou em dedilhar umas cordas? em pôr a boca no trombone? em bater com pratos, fazer uma barulheira infernal e deste modo chatear os vizinhos, só p'ró gozo? em tocar no orgão e testar-lhe os limites acústicos? em fazer parte dum dueto numa qualquer banda famosa? Pois não saiam dos vossos lugares e coloquem o som no máximo, porque essa oportunidade chegou: eis uma banda à medida de cada um. Toquem no instrumento que preferirem, acrescentem um som aqui e acolá, retirem o bicho da banda quando acharem conveniente e ....pulem, dancem, gritem, berrem, esbracejem, trauteiem...e no fim digam que o Benfica é o maior!
Que tal? Não? Ok, paciência. Há-os bem piores.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Em estado de semi-pausa

Caríssimos e caríssimas, começou na quinta-feira passada um daqueles momentos do ano em que tenho que abrandar o ritmo aqui do tasco. Vai daí, e muito resumidamente, deixo-vos com isto, para não dizerem que saem daqui sorumbáticos:

As leituras e comentários não acabarão, obviamente, que eu gosto mais disto do que de chocolate (ganda aldrabona!!), só os posts.
Vá, até já.

Fresquinha

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Quem não é mãe, não é ninguém!

Minhas amigas, perdoem-me o exagero do título, mas veio a propósito da Inha não saber quem é o Bob, the Builder, como afirmou há 2 posts atrás. Mãe que se preze sabe quem é o Bob, o Noddy, o Pocoyo, as Wings, o Vickie, os (as?) Little People, o Harry, a Lilo e o Stitch, o Faísca McQueen, o Buzz Lightyear e mais, muitos mais. Há lá alegria maior do que passar horas ao lado do filhote lindo a ver estas personagens e a observar os seus sorrisos, as suas gargalhadas, a ouvi-lo a repetir as falas, a brincar ao faz de conta, a fingir que somos um cilindro (aqueles das obras) a rolar pelo nosso próprio corredor fora, a contar-lhes as mesmas histórias mil vezes, mas acrescentando um elemento novo aqui e acolá, a receber e a dar beijoquinhas e miminhos, a fazer tudo aquilo que nos apeteceria fazer e que agora nos é permitido porque temos uma criança em casa?
Claro que antes de chegarmos a esta etapa caracterizada por um apego exagerado à televisão , e ultimamente ao computador (tal mãe, tal filho!), há um longo caminho a percorrer.
Caminho esse que começa pelos ensaios de procriação. Se não for à primeira, é à segunda ou à terceira. Ou até passado três anos de terem começado essas sessões, nunca perdendo de vista o único propósito de multiplicação da espécie humana. Aconselho, caso o vosso objectivo das quecas actuais seja a pura procriação, a que coloquem as pernas ao alto após o acto. E não, não estou a brincar! Vão sentir-se umas idiotas, mas é por uma excelente causa.
E os prazeres da gravidez? Acreditem em mim quando digo que é um verdadeiro estado de graça, para a própria barriguda e para o companheiro. Recomendo vivamente! Eu adorei andar barriguda, senti-lo a crescer e a pontapear-me como que a dizer "estou vivo, não tarda estou aí fora". Não há dias de má disposição, há sempre um sorriso nos lábios e no olhar, somos o centro das atenções, aumenta a frequência das massagens aos pés e às pernas, as maminhas aumentam de tamanho o que até pode ser bastante sexy e o sexo não acaba. Temos sempre prioridade nas escadas rolantes e nas filas das caixas de supermercado. No dia em que descobri que estava grávida, enfardei um arrozinho de marisco à maneira, precisamente para celebrar a novidade. E não foi por estar grávida que me fazia de rogada quanto aos petiscos que me iam pondo à frente. 7 meses da "barrigudice" não foram impedimento para um saltinho de uma semana em pleno Inverno à Escócia, onde não só festejei a passagem de ano, como me portei como uma criança perante tanta neve. Nessa semana é que, infelizmente, fui bastante maltratada no que diz respeito a comes-e-bebes. E que dizer daquela ecografia que nos revela o sexo do rebento? Saber que temos um pilinhas dentro de nós (nada de piadinhas, sim?) que irá perpetuar o nosso nome é indescritível!
Não posso também esquecer de mencionar que uma mulher grávida mete respeito. Os olhares lascivos de gente de aspecto duvidoso diminuem consideravelmente à medida que olhares invejosos por parte de fêmeas não-grávidas caem em nós. Somos mesmo o centro do (nosso) universo!
O dia D é inesquecível: contactamos com médicos, enfermeiros e por vezes estagiários, qual deles o mais charmoso! Passamos algumas horas agradáveis refasteladas numa cama, em amena cavaqueira com as outras parturientes. Partilhamos histórias, trocamos números de telemóveis, cuscamos sobre alguém que, afinal, é uma amiga comum sem que antes o soubéssemos. Há uma sensação de proximidade com quem nos rodeia que não se sente em mais nenhuma circunstância. Quando chega a altura-chave, descobrimos em nós uma força e uma energia e uma capacidade de berrar que desconheciamos por completo. É um verdadeiro momento de auto-descoberta. Com a vantagem de não precisarmos de livros de auto-ajuda nem grupos de terapia.
Após o dia D, renascemos com um papel novo. O que lá vai, já passou. Temos agora mais uma razão para andarmos satisfeitas da vida, para mostramos o quão boas somos nesta nova actividade. Adaptamos as nossas noites às novas circunstâncias e voltamos a estar acordadas até tarde, como antigamente, quando ainda éramos pré-mamãs. Temos oportunidade de ver o nascer-do-sol, coisa que a maior parte dos mortais não conseguem fazer. Voltamos a comer aquelas papinhas Cérelac de quando éramos catraias, mas que se tronaram interditas a partir do momento em que nos tornamos adultas supostamente responsáveis. Rejubilamos de prazer quando pensamos que temos que ir às compras todos os dias, porque agora falta isto, agora falta aquilo e agora falta aqueloutro. E porque o rapaz está a crescer a um ritmo alucinante e as calças que dizem servir a bebés de 6 meses afinal não servem ao nosso, que por sinal, ainda só tem 4. Para as consumidoras compulsivas, ser mãe é quase como estar na paraíso!
Quando o miúdo começa a gatinhar temos uma oportunidade de renovar a casa por dentro: torná-la mais segura, mais confortável e acolhedora. Podemos assim dispender mais alguns trocados naquela mobília tão gira que tínhamos visto 3 anos antes, mas que naquela altura seria completamente inútil. E quando ele começar a dar pinotes na cama de casal, a ponto de alterar ainda mais as molas do colchão? Outra bela altura para mudar de dito cujo (colchão - nada de confusões).
Haveria muito mais que contar, mas o post já vai longo e é certo e sabido que as pessoas não gostam de leituras longas e enfadonhas acerca destes assuntos. Como tal, acabo aqui.
P.S.: se depois de lerem este meu testemunho acerca dos prazeres da maternidade vierem dizer o contrário do que aqui partilho ou contar os vossos episódios infernais relacionados com tal assunto, rogo-vos uma praga e nunca mais vou ao vosso blog. Para aquelas que não têm nem blog nem filhos, deixo um conselho: arranjem um de cada! Vale a pena!