quinta-feira, 31 de março de 2016

Futurulogia desportivo-familiar

Diz o MQT que, quando fizer 50 anos (faltam 4) começa a jogar golf. Isto dito por quem há poucos anos dizia que este era capaz de ser o desporto mais enfadonho de todos.
Concordo plenamente, ainda.
O que significa que, quando eu fizer 50 anos (faltam 6 anos), eu vou começar a praticar desporto diariamente.
Já não digo nada!
O rapaz garante que o dia de amanhã acontece. Deve ser a pessoa mais segura das coisas da vida, nesta família, neste momento.


Hoje tou assim, em modo confessional

Deixei de acreditar no amor divino há muito tempo, há mais de 30 anos que comecei a questionar a existência de alguém que muitos indivíduos, familiares e não só, e instituições quiseram impor-me. Hipocritamente, fiz coisas que sabia agradarem bastante a outras pessoas, e a mim também um bocadinho grande, já agora. Não porque sentisse, mas porque me apeteceu e comigo concordaram. Não acredito no amor eterno, nunca acreditei. Acredito em momentos amorosos, de ternura, em compatibilidades convenientes num dado momento, em estados de felicidade permeados por tempestades mais ou menos intensas, mais ou menos duradoiras. E cada vez mais acredito que cada um sabe de si e dos seus próximos e ninguém, mas ninguém mesmo, tem algo a ver com isso.