quinta-feira, 30 de novembro de 2006

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Susana, tens 3 dias para imunizar os teus ouvidos!


Eu sou o Bob, O Construtor
Eu sou o Bob, trabalhador,
Juntos (...) é divertido

Contigo na equipa

Faz mais sentido




Se não é isto, é parecido. É o que me vai encher os ouvidos um destes dias do próximo fim-de-semana prolongado quando levarmos o pequenote e uma das duas namoradas ao espectáculo que vai decorrer na Feira. Acham que esta faceta artística do Bob, aqui representada por "The birth of Bob", vai ser apresentada?

Comparem com o original e digam lá se não está muito parecido.

Eu dou-vos música!

Não há nada melhor do que ouvir AC/DC logo pela manhã para acompanhar o frenesim com que nos levantámos. Não concordam?
Já sentada ao computador, ainda os oiço a rockar "Thunderstuck" e o "You shook me all night long".
E com um solzinho destes, ai de quem andar mal-disposto. Imperdoável!
Melhor do que isto é conduzir a 140 km/hora (sim, este é o meu límite, raramente ultrapassado) na auto-estrada, com o volume quase no máximo e ouvir "Highway to hell".
E que tal um stripzinho ao som de "The Jack"? Do melhor!
Ainda melhor do que isto é uma sessãozinha de ....bem, vocês sabem o quê. Não vou referir novamente, senão ainda me acusam de ser ninfomaníaca...ou não!

terça-feira, 28 de novembro de 2006

E por falar em brejeirice...

Ofertas de certos seres solitários
Para ajudar em delicadas questões matrimoniais
Quando publicitadas pelos próprios
São sempre sensacionais.
Se a pessoas casadas são feitas
Há que as ter em consideração.
Se a pessoas solteiras são apresentadas
Não se deve dizer que não.
Não queremos bicho mole
Nem pérola abandonada.
Mas há sempre gente que fode
E faz uma grande borrada.
E depois destas singelas linhas
Para a cama eu vou descansar.
As palavras o vento as levou
E os meus actos em segredo vão ficar.

"not getting any?", perguntou o Julio

...ao qual a Inha deu o mote por mim. Visto ter um filho e que eu saiba nenhum na barriga, aqui vai a resposta:
"O Acto Sexual é para fazer filhos" - disse ele (João Morgado, deputado do CDS / PP)
"Já que o coito
- diz Morgado -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! -
uma vez.
E se a função
faz o orgão - diz o ditado -
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado."
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Vejam lá que até a defunta já falava das gentes e costumes cá de casa!

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Sexo? Ok, pode ser?

Começo com uma simples pergunta: em que pensam vocês quando estão a dar uma queca ? Ou a fazer amor com a vossa companhia? Ou simplesmente a procriar? Vá, desembuchem que eu darei o exemplo.

Acabo com a minha própria resposta à pergunta que me fizeram: "sei lá, não penso, faço o que me apetece na altura."
Contudo, já dei por mim a pensar em esparguete. Ele há coisas...

domingo, 26 de novembro de 2006

Tão querido, tão fofinho, não há ninguém como o velhinho das barbas brancas!

'Twas the night before Christmas--Old Santa was pissed.
He cussed out the elves and threw down his list.
Miserable little brats, ungrateful little jerks.
I have a good mind to scrap the whole works!

I've busted my ass for damn near a year,
Instead of "Thanks Santa"--what do I hear?
The old lady bitches cause I work late at night.
The elves want more money--The reindeer all fight.

Rudolph got drunk and goosed all the maids.
Donner is pregnant and Vixen has AIDS.
And just when I thought that things would get better
Those assholes from the IRS sent me a letter,
They say I owe taxes--if that ain't damn funny
Who the hell ever sent Santa Claus any money?

And the kids these days--they all are the pits
They want the impossible--Those mean little shits
I spent a whole year making wagons and sleds
Assembling dolls...Their arms, legs and heads
I made a ton of yo yo's--No request for them,
They want computers and robots...they think - I'm IBM!

Flying through the air...dodging the trees
Falling down chimneys and skinning my knees
I'm quitting this job there's just no enjoyment
I'll sit on my fat ass and draw unemployment.

There's no Christmas this year now you know the reason,
I found me a blonde. I'm going SOUTH for the season

sábado, 25 de novembro de 2006

E agora?

Sou fraca, admito. Se há situações em que eu devia ser mázinha, a verdade é que raramente ajo como tal. Coração mole que não resisto a fazer o que é bem (leia-se, o mais sensato), para bem de todos. Prometo que para o ano mudo!

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Finalmente uma boa notícia: problema com resolução à vista (e a solução nem custa assim tanto)

Vamos lá todos contribuir para a paz mundial, como nos pedem. Anotem nas vossas agendas o dia e a hora, o local pode ser mesmo aquele onde estiverem na altura e a companhia convém ser seleccionada, senão há mais guerras onde menos esperam! Até lá, convém treinar muito, já que as circunstâncias deste acontecimento a nível mundial podem perfeitamente causar nervosinho miudinho e imprevistos de última hora. E não vale arranjar desculpas, do género "preciso de ir comprar um cachecol para oferecer ao meu tio José" - estão a ser avisados com 28 dias de antecedência! Não se deixem distrair com ninharias: lembrem-se que o objectivo é deveras nobre e contribuirá certamente para melhorias na vossa (nossa) vida pessoal, social e profissional!
P.S. de má língua: agora entendo a Elsa!

terça-feira, 21 de novembro de 2006

Mas que tentação!

Homens, não sabem com que presentear as vossas esposas / namoradas / companheiras / concubinas / amigas coloridas / (outras) no próximo Natal?

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Mulheres, quereis surprender os vossos mais-que-tudos / namorados / chatos / amantes / amigos especiais (outros) com adereços sui generis bem sexys e coloridos, capazes de os levar às lágrimas?
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Atentem então nestas imagens e nem hesitem: tomem as americanas como exemplos, que elas é que a sabem toda!


Imaginem-se, homens, a serem coçados e arranhados e a passarem-vos os dedos pela espinha com estes belíssimos exemplares. Fariam inveja ao vosso melhor amigo!
Imaginem-se, mulheres, possuidoras, de tais apetrechos. Nunca mais lavariam a loiça na vida!

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Desabafo

Voltei sem ele. Foda-se!

Conto de Natal - II

Depois de me ter surpreendido a mim mesma o ano passado com uma quantidade infindável de disparates num único post acerca do natal, venho hoje tentar fazer o mesmo.
Ora bem...
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A D.ª Miquelina andava no mercado a saltitar de banca em banca à procura do melhor bacalhau da Noruega e dos respectivos grelos para a consoada deste bendito ano de 2006.
Estava a ser um dia algo agitado, mais agitado do que ela estava habituada. E tudo começou logo pela manhã, com o bêbado do seu vizinho, o Sr. Joaquim, a entrar pelo seu quintal dentro e a vociferar palavrões nada abonatórios da honra da sua própria esposa, a Teresinha, coitada desta. O pobre coitado, já podre de bêbado porque ao pequeno-almoço tinha tomado apenas dois finos, ao chegar a casa depois da visita matinal à tasca do TiZé, tentou desesperadamente abrir a porta da frente. Enfiou e retirou a chave várias vezes, mas esta teimava em não accionar nada. Tanto enfiou e retirou que acabou por partir a chave ficando parte dela dentro da fechadura e a outra parte na sua mão. Ficou estupefacto! Com este esforço todo e com tanto abanar da porta, a coroa de Natal que a sua Teresinha tinha colocado para dar as boas-vindas e desejar boas festas caiu-lhe em cima da cabeça. Sendo baixote e estando em estado vacilante devido à bebida ingerida, havia poucas probabilidades de não lhe acontecer nada. E o que é que lhe aconteceu? - perguntam vocês. Ora, esta coroa era obra caseira: feita com azevinho recolhido do seu jardim, entrelaçada com arame anteriormente usado no arranjo do galinheiro lá de casa - logo ferrugento - e decorada com pedacinhos de madeira envernizada a vermelho enfeitados com pioneses e laçarotes de veludo amarelo. Sendo obra caseira, era um bocado deselegante e abrutalhada, pois nem a sua Teresinha nem o próprio Sr. Joaquim tinham mãos de fada ou gosto sequer para fazer algo digno de nome natalício. Como tal, o que lhe caiu em cima da testa e do olho direito, a ponto de lhe causar arranhões na pálpebra e de o obrigar a pôr uma pala no olho, foi simplesmente um amontoado de folhas verdes com picos salpicados de lascas de madeira mal-pintadas e de bocados de veludo velho e mal-cheiroso que já tinha servido de toalha a cobrir uma qualquer mesinha de canto da sala de jantar que só era usada em dias de festa e quando o padre lá passava para bebericar um tintinho da adega.
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Mas adiante, que já nos desviámos da D.ª Miquelina que andava à procura do seu bacalhau e dos seus grelinhos frescos e verdejantes...
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Este ano, ela fazia questão de encontrar o melhor do mercado, já que à mesa iriam estar vários convivas: o seu sobrinho há muito emigrado na França e que regressaria dali a dias com a sua Madame, o Padre Quitério, pároco duma aldeia vizinha e com quem a D.ª Quitéria foi desenvolvendo fortes laços de amizade que perduram desde que o Padre Quitério pôs pés na aldeia, há 22 anos atrás, a Srª. Albertina, responsável pelo Centro de Dia lá da terrinha, e por fim, o Sr. Salomão, o merceeiro, que lhe tinha vendido umas passas e uns figos secos vindos da Turquia, supostamente de alta qualidade e fino sabor. Eram estes os seus ilustres comensais, a quem ela desejava imensamente agradar, e como tal nada podia falhar. O seu Bolo-rei, afamado por aquelas bandas por ainda conter a fava da sorte, era dos mais solicitados pelas suas vizinhas. Este ano, no entanto, só os prepararia em número suficiente para os seus convidados. Já não possuía as forças de antigamente para amassar a massa à mão. Mas à sua mesa não iriam faltar as rabanadas, os bilharacos nem o pão-de-ló recheado com ovos moles, não senhora! E o que dizer do seu bacalhau assado com batatas a murro, que ela preparava com tanto afinco e carinho, sempre bem acompanhado de quantidades generosas de alho e azeite onde se molhavam os pedacinhos de broa cozida no próprio dia no seu forno a lenha? Divinal!
Quanto aos seus grelos, nada difíceis de encontrar, já que estes abundavam, verdes e fresquinhos, por todos os cantos e esquinas do mercado. Nem precisou de regatear, como era seu hábito de anos, de tão baratos estavam.
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Terminadas as comprinhas, logo se dirigiu à sua casinha, já muito bem enfeitada com tudo o que faz alusão a esta época cristã, tanto por dentro como por fora.-A contrastar com aquilo a que os seus vizinhos, a Teresinha e o Sr. Joaquim, chamavam de coroa de natal, a D.ª Miquelina tinha enfeitado a sua entrada com um espantalho vestido de pai natal que servia três propósitos: dar as boas-vindas a quem lhe batesse à porta nesta altura do ano, afugentar os pássaros que insistentemente ainda pousavam no seu jardim à procura de migalhas e sementes e ainda desejar UM FELIZ NATAL, CHEIO DE SAÚDE, a todos que se aproximassem da sua humilde propriedade.
E assim começou a sua tarde de véspera de Natal, metendo as mãos no seu bacalhau e nos grelos fresquinhos da D.ª Antónia.
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(Eu sei que ainda é cedo, mas queria saber qual a sensação de se ser a primeira em alguma coisa; só isso)

sexta-feira, 17 de novembro de 2006

Sumário: Leitura e análise de um poema e respectiva ilustração sobre o Inverno


(Aviso já que andava mortinha por mostrar isto e finalmente o dia chegou! Dêem-me o devido desconto)




Title: Winter Poem
Author: Unknown

Illustration: Unknown artist

SHIT! IT'S COLD!
Análise literária: O autor começa o seu poema por expressar os seus sentimentos de desabafo quanto ao estado meteorológico do dia em questão. Sabemos, pelo título, que é um dia de Inverno, e como tal, ele verbaliza os seus tremeliques corporais com um vocábulo polivalente e bastante emotivo. O texto é bastante subjectivo e dá azo a interpretações várias. E podemos mesmo especular acerca do sítio onde esta afirmação brilhante foi proferida: terá sido fora duma cabana num bosque longínquo? terá sido num país nórdico onde a neve cai constantemente? terá sido dentro duma banheira com água gelada?
Como diria o meu amigo Daniel, e passo a citar:" é um poema mais visceral que intelectual. Baseia-se no confronto de sensações, não na explanação do que quer que seja." E continua da seguinte maneira: "ao mesmo tempo que toda a impossibilidade de uma merda fria nos remete para um surrealismo alegórico já explicado por Wittgenstein, temos também a interjeição para o explanar de uma sensação que nos prende a atenção e nos soqueia o estômago." De génio, não concordam?

Relativamente à ilustração, as cores revelam profusamente a imagem sinestética transmitida conjuntamente pela brancura da neve e o sombreado castanho de matéria oriunda, provavelmente, de tripas de animais selvagens, talvez um veado ou até mesmo uma raposa.

...

Ora, como este belo texto dá pano para mangas, fico à espera das vossas sugestões analíticas. E despachem-se que a partir de logo à noite posso não voltar tão cedo!


Pré-aviso de ausência prolongada

A confirmarem-se as suspeitas/esperanças/desconfianças da autora deste cantinho cibernético, é possível que a partir de hoje (já é sexta, eu é que não me deito com as galinhas) à noite não tenham nada de novo para ler durante o vosso horário laboral. Por isso, bons fins-de-semana e até ao meu regresso sine die (mas já na condição de super-bilionária - roam-se de inveja).

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

Dúvida numérica e pioneira

O meu telemóvel está estragado. Estou eu no bate-papo com alguém e de repente dá-lhe um treco e desliga-se. Isto acontece com demasiada frequência especialmente quando estou a namorar com o mais-que-tudo. E querem que haja comunicação no casamento! Nestas condições, como é que é possível tal?
Isto levou-me a pensar que se calhar preciso de um brinquedo novo para comunicar e manter intacta a minha relação matrimonial e as outras, com os amigos e as amigas.
Ou seja, eu passaria a pertencer àquela sempre-em-crescimento percentagem de pessoas proprietárias de dois ou mais telemóveis ostentados com orgulho sempre que saem de casa ou quando numa reunião os colocam lado a lado.
Isto tudo leva-me a pensar nos blogs. Conhecem alguém que não tenha um blog? Por acaso sim, mas não interessa para o meu raciocínio. Conhecem alguém que só tenha UM blog? Por acaso sim, mas também não interessa para a minha linha de pensamento. Quantas pessoas conhecem que têm mais do que um blog? E quantas pessoas conhecem que tenham mais do que um telemóvel?
A pergunta final é: em Portugal existem mais telemóveis por pessoa ou mais blogs por pessoa?
Vão ver que daqui a uns tempos será uma questão debatida por sociólogos, psicólogos, blogólogos e outros acabados em "-ogos".

Mulheres e Homens que me lêem...





...aprendam a usar em vosso benefício o que têm em casa!

E olhem que refiro-me a tudo, tudinho mesmo! Depois não se queixem que a balança não é vossa amiga!

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Ena, ena, que festa!

Enquanto eu andei eu o dia todo numa roda viva, a visitar centro de saúde e hospital para descobrir que tenho sintomas de bronquite (aquela tosse que, pensava eu, se devia ao facto de acender os cigarros ao maridão apenas ao fim-de-semana, mas afinal é mais do que isso) e à tarde a marcar presença lá na escolinha e fingir que até trabalho para ganhar o meu salário extraordinário, andavam suas excelências para cá e para lá, aqui no meu tasco, a fazer uma farra pseudo-literária, com direito a tratamento honroso de "você isto, você aquilo ..." e a trocar impressões sobre o FP e o AG e o EQ e congéneres profissionais.
Resultado: um post que começou por parecer ser sobre o JPP resultou em 23 comentários! Nunca tal visto por estas bandas! Um dia destes, vejo-me obrigada a colocar o sitemeter ou uma coisa qualquer dessas só para saber quem são vocês, os que me lêem mas não comentam, de onde vêem e para onde vão! Sabem, aquelas questões estatísticas que assombram a mente de qualquer blogger que se preze - eu incluída! É que chegar a casa depois dum dia como o de hoje e ver que este blog finalmente serviu como espaço de tertúlia é uma sensação indescritível, só comparável àquela sensação que temos quando descobrimos uma nota de 50 euros, bem bonitinha e reluzente, nos bolsos das calças que acabaram de sair da máquina de lavar.
Depois de tão acalorada discussão acerca da estética literária dos supra-citados, tinha que vir o chato do costume com a sua sabedoria resumir um evento tão marcante com esta afirmação: "Gaijas...Garret é mesmo uma seca, saramago é excelente, pessoa é inimitável, inatingível e genial! "
Bem...agora a sério: já o disse e repito: acomodem-se e que nada vos trave a língua, que a mim também não.
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(reparem na mestria demonstrada: "Como fazer um post à custa de Uns e os Outros")
Uma última nota: louvável a discussão entre três faixas etárias distintas - a Filipa, a tal minha ex-aluna do ano passado que eu já apresentei aqui, a Inha, que não faço a menor ideia que idade tem (talvez mais 2 ou 3 anitos que a Filipa :P) e que dispensa apresentações a quem me visita regularmente, e a Tovarich Gina, uma vintinha minha colega de profissão que só por acaso não foi minha aluna há 10 anos atrás.

Ai!

Se ler mais alguma coisa que seja sobre o tal assunto e sobre a tal pessoa que gosta de escrever sobre o tal assunto, tão em voga neste momento, vomito matéria pestilenta, disforme e esverdeada.
(este é mais um post a rezingar por tudo e por nada, não é, chibo?:P)

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Notícia de última hora

Dashboard


Your new version of Blogger is ready!
The new version of Blogger now has all the original features you're used to, plus new post labels, drag-and-drop template editing, and privacy controls. And, it's a lot more reliable.
After you switch you'll need to sign in with your Google Account, but your blogs will stay the same. Their content and layout will not change.
Switch to the new version
Notícia de última hora - take II
Could not switch you to the new Blogger
Thanks for your interest in the new Blogger in beta! Unfortunately, we cannot switch your Blogger account at this time, because one or more of your blogs cannot be moved. Please see our
help article for more information.
Back to your Dashboard
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E agora digo eu: alguém anda a beber tintol a mais e desta vez nem sou eu! Decidam-se, porra!

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Irritações

Sabem o que me anda a irritar profundamente? Esta mania dos bloggers de quase se sentirem obrigados a colocar vídeos p'ró pessoal visionar, ouvir e comentar e outras coisas acabadas em "-ar". Ai, irrita-me. Torna o blog lento e nem por isso mais interessante, na minha óptica. Mas pronto, eu é que tou irritadiça, como diria um que eu cá sei. Aqui nunca verão dessas coisas do demo!
(Um dia também disse que nunca arranjaria um blog e olhem...engoli as palavras ao pequeno-almoço)

domingo, 12 de novembro de 2006

A propósito do Borba de sábado à noite...

...dizia-me alguém, num e-mail, o seguinte: "as mulheres são todas mentirosas", mais coisa menos coisa.
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Reacção mental aqui da JE: "Olha-me este!! E os homens se calhar não são?? Deve ser característica exclusiva nossa! Bah!". E a minha reacção, depois de picada, foi escrever-lhe um paleio qualquer sobre a natureza humana. Ele há cada doido! Tudo por causa de vinho -por acaso caiu que nem ginjas - que eu bebi e que pelos vistos não deveria ter bebido por ter afirmado anteriormente, não sei aonde nem quando, que não gostava de vinho! Eu não gosto é de cerveja, porra! De vinho, depende!
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Adiante...
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Amanhã vai haver sessão dupla com os meus presos após uma semana sem aulas de Inglês. Até tremo só de pensar que aquelas cabecinhas já nem "good morning, teacher" sabem dizer correctamente! Um dia destes, faço um dos meus balanços. Há a realçar que, ao contrário do que me diz o meu chefe relativamente aos anos lectivos anteriores, este ano ainda não tivémos baixas. Sempre há vantagens em ter na equipa uma loira e uma morena, ou não?
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Bem... ó-ó!

E para alguém que se chama "Julio"...



...aqui vai o seu mais-que-óbvio prémio: Uma das figuras mais proeminentes do Antigo Egipto, aqui representada pela belíssima actriz Leonor Varela. Penso que não erro se disser que até o próprio Caio Julio César não descuraria a companhia de tal exemplar feminino.







(Realizada a atribuição do prémio, considero a missão cumprida. E agora, ala que se faz tarde para a GALACTICA - season I)

sábado, 11 de novembro de 2006

Ora aqui está uma excelente notícia para leitores cinéfilos

Sabem quem é o Patrick Süskind? Não?! Ora vasculhem lá bem na vossa memória e lembrem-se de um livro intitulado "O Perfume". Devo ter lido o dito cujo algumas 4 vezes. E provavelmente lê-lo-ei outra vez!
Pois bem, o lfm publicou na sua chafarrica esta bela notícia: que o filme está aí! Aí, é como quem diz...que a Portugal ainda deve demorar umas semanitas!
Este eu não quero perder!!
E Filipa, se ainda aqui vens, queria muito que me enviasses por e-mail "you know what" acerca disto. Sabes o que lhe quero fazer, não sabes?

And the prize goes to...

.....tchammm, tchammmmmm, tchammmmmmm, tchammmmmmmmmmmmm






...Mister Julio Sousa, whoever that is. The first time he comes here and he hits the target! O prémio segue já a seguir, quando eu encontrar um que ache conveniente para alguém que se chame "julio"
...anyway, I wonder how the hell these guys get here!
I'm sorry to disappoint you, Ladies and Gentlemen, but there will be a next time. Keep coming here and never give up!! GALACTICA Team hasn't!
(nada como um copito a mais - especialmente se for de Alentejano - para nos desatar a língua, n'est ce pas?)

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Trauteando

Querem ver estrelas, sentir-se pequeninos e algo estúpidos e ainda sorrir? Então cliquem aqui e oiçam alguém, o Eric Idle, dos Monty Python, se faz favor.

Pirataria à solta

O meu amigo Zé (não, não és tu, nem tu, mas sim tu) enviou-me 3 Dvds duma série que todos nós conhecemos, mas da qual já não ouvíamos falar há bué (ainda me causa muita estranheza saber que esta expressão faz parte dum dicionário da Língua Portuguesa e é comummente usada por alguns graúdos) - a não ser que tenham televisão por cabo. Ora adivinhem lá: é de ficção científica, passava na TV quando nós, trintinhas, tínhamos menos 20/25 anos e tinha um actor loiro que na altura deliciava os meus olhos. Entretanto, aprimorei os meus gostos pelo sexo oposto. Um docinho para quem adivinhar de que série estou a escrever.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

A verdade sobre Adão


E não, o título não é pura coincidência: é pura cópia deste post.

E pronto, depois deu nisto...

(Obrigada pelo esticão, Inha)

(Se a minha avó visse isto, deserdava-me logo. Razão tinha a minha amiga IG quando disse que este blog só mostrava badalhoquices!

É ÓBVIO, não é?!

Numa das escolas problemáticas de Lisboa, onde há alunos de vários estratos sociais, durante uma aula de português, a professora perguntou:
- Qual o significado da palavra ÓBVIO?
Cátia Vanessa, uma das alunas mais aplicadas da classe, sempre muito bem vestida, ar de menina bem, respondeu: - Senhora professora, hoje acordei bem cedo, ao nascer do sol, depois de uma óptima noite de sono no conforto do meu quarto. Desci a enorme escadaria da minha vivenda e fui à copa onde tomei o pequeno almoço. Depois de deliciar-me com as mais apetitosas iguarias fui até à janela que dá para o jardim. Vi a porta da garagem aberta e que lá se encontrava guardado o FERRARI do meu pai. Pensei cá com os meus botões: - É ÓBVIO que o papá foi trabalhar de Mercedes.
Luis Cláudio, aluno de família classe média, não lhe quis ficar atrás e disse: - Professora, hoje não dormi nada bem porque o meu colchão é um bocado duro, mas apesar disso ainda consegui dormir. Tinha ligado despertador e por isso acordei a horas. Levantei-me cheio de sono, comi um pão torrado com manteiga e tomei café com leite. Quando saí para a escola vi o Fiat do meu pai parado na garagem. Disse cá pra comigo: - É ÓBVIO que o pai não devia ter gasolina e foi trabalhar de autocarro.
Embalado na conversa, Washintun Jefersun Júnior, um preto da Cova da Moura, também quis responder: - Fessora, hoje eu quase num dormi porque houve confusão lá na minha rua, com tiros e tudo. Só acordei de manhã porque tava a morrer de fome, mas num havia nada pra comer lá no meu barraco. Espreitei pela janela e vi a minha vó vestida com a camisola do SPORTING e com o jornal debaixo do braço e pensei: - É ÓBVIO que ela vai cagá. Num sabe lê.

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Amizades e puzzles

O meu amigo Zé (não, não és tu, nem tu; és mesmo tu) enviou-me este puzzle que me entusiasmou imenso. O problema é que não consigo passar duma certa etapa para a frente, que não digo qual é para não passar vergonhas, mas que será revelada quando alguém revelar primeiro onde empancou :P

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Coisas da nossa TV

Foi só mais uma impressão minha ou ontem à noite o jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho babou-se todo enquanto entrevistava a coqueluche luso-canadiana Nelly Furtado e esta se ria a bandeiras despregadas? Ai que coisa, não gosto nada destes risos sonoros e histéricos! Mas por acaso gosto deste último CD dela, faz-me abanar o esqueleto e isso basta.

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

O que faz uma diferença de 70 anos

70 anos é a diferença de idades entre a minha avó e o único bisneto dela.
Ela acredita piamente na existência de Deus e no dogma religioso da Criação. Ele acredita inquestionavelmente na existência passada dos dinossauros.
Ela não acredita que estes animais tenham andado a passear pela Terra há milhões de anos atrás. Ele acredita que um dia vai "matar um dinossauro mau com uma faca".
Ela não acredita que a Lua já tenha sido pisada por seres humanos - algo que aconteceu quando ela tinha quase 30 anos e já havia televisão. Ele diz que quando for crescido vai ser astronauta e vai a Júpiter e a Mercurio num foguetão.
Ela questiona inclusivé os livros escolares do seu tempo que lhe falavam de D. Afonso Henriques, mas que ela nunca viu. Ele sabe quem foi o primeiro rei de Portugal e que até lutou contra os Mouros (estes é que ele não sabe quem foram, mas um dia ensino-lhe que são as pessoas que vivem abaixo de Coimbra).
A minha dúvida, ao almoço de domingo passado, foi a seguinte: se a minha avó questiona o que aprendeu na escola primária, ensinado por pessoas de carne e osso, porque é que ela não questiona um livro que é uma compilação de histórias escritas por pessoas que já morreram há milhares de anos, histórias essas escritas numa linguagem que não é originalmente dela?
Mistério!
Agora digam-me lá o que faço com estes dois.
E não adianta discutir com ela: é mais teimosa do que eu, o que me faz suspeitar que quando eu chegar à idade dela, eu serei ainda pior do que ela.

sábado, 4 de novembro de 2006

Ando a modos que desiludida com a vida, sabem

Atão noum é que ando a jogar no Euromilhões vai para 2 semanas seguidas, a pensar que é desta que me sai a sorte grande (sim, porque eu noum casei com um gaijo rico; mas para a próxima penso duas vezes), e afinal, noum foi. Fiz eu uma vaquinha na prisão a semana passada e só ficou provado que os guardas noum sabem escolher números. Participassem os reclusos a ver se noum tínhamos mais sorte, carago!
Acho que voum desistir depois da próxima sexta-feira. Ao menos noum perco mais dinheiro, porra!
(E a p*** da borbulha que não desaparece!)

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

É só desgraças!

A borbulha continua inalterável no mesmo sítio.
Estou com uma constipação daquelas! Parece que levei uma carga de porrada! Portanto, quero miminhos!
Tenho um treçolho (é assim que se escreve?!) no olho esquerdo, já vai para uma semana e não há meio de passar.
Hoje é dia de viagem e, apesar de pensar que sou um ás do volante, não me apetece nada conduzir.
Não sei o que hei-de vestir no fim-de-semana, e acreditem que para uma mulher, especialmente nos tempos que correm e com esta pluviosidade imprevisível, é dramático.
Bem, fiquem bem, sim? E até ao meu regresso.

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Momento de poesia

Baixa, de olhos ruins, amarelenta,
Usando só de raiva e de impostura,

Triste de facha, o mesmo de figura,

Um mar de fel, malvada e quezilenta;

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Arzinho confrangido que atormenta,

Sempre infeliz e de má catadura,

Mui perto de perder a compostura,

É cruel, mentirosa e rabugenta.

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Rosto fechado, o gesto de fuinha,

Voz de lamento e ar de coitadinha,

Com pinta de raposa assustadinha,

É só veneno, a ditadorazinha.
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Se não sabes quem é, dou-te uma pista:

Prepotente, mui gélida e sinistra,

Amarga, matreira e intriguista,

Abusa do poder... e é ministra.

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(Autora: Professora de Português que prefere manter o anonimato)



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Declaro aberta a discussão acerca da validade poética destas quadras singelas

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

Diário

Nasceu-me uma borbulha.



(este post tem como único objectivo verificar a quantos comentários dá azo)

Do reino animal

Um camelo e um elefante encontraram-se pela primeira vez.
O elefante, espantado com semelhante animal, perguntou:
- Porque é que tens as mamas nas costas?

Responde o camelo:

- Que raio de pergunta vinda de alguém que tem a pila na cara!