terça-feira, 25 de abril de 2017

"Onde é que tu vais com essas calças brancas?"

Ao que a interlocutora respondeu: "Calças brancas em Janeiro é sinal de pouco dinheiro."

Tudo isto ouvido quando me cruzei, hoje de manhã, por duas amigas / vizinhas / conhecidas uma da outra (uma passeava o cão, a outra laureava a pevíde). Concluí eu então que em Abril, há dinheiro a vir. Não rima, mas é uma perspectiva optimista e espero que se concretize no caso da pessoa que vestia calças brancas.

A sabedoria popular é infindável e os provérbios que releio no actual livrinho de mesinha de cabeceira (ainda Saramago) fazem-me sorrir amiúde. E o livro também. Que cómico é!

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Teoria infantil

Tenho para mim que certos líderes de certos países tradicionalmente antagonistas, quando eram catraios, não brincaram o suficiente com os seus brinquedos de rapazinhos e pretendem fazê-lo agora, numa fase da vida, deles e das nossas, em que supostamente já são homenzinhos grandes, mas sem qualquer bom senso. Isto está feio!

domingo, 23 de abril de 2017

Saramago é um brincalhão

A esta hora está algures a espreitar-me enquanto leio sobre a sua morte que prega partidas aos mortais humanos, a quem escreve cartas de pré-aviso e por quem se apaixona. Impossível não me recordar da morte de Woody Allen, que também jogava às cartas, mas de maneira mais ingénua.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Isto está mau, mesmo mau

Em termos de socialização digital, eu deixo muito a desejar. Senão vejamos: preciso que me mandem mensagens via telelé para saber que recebi mensagens no facebook, a que raramente acedo, pois passam-se semanas sem eu lá ir. Agora mesmo, quando lá fui, verifiquei que tenho mensagens e pedidos de pessoas conhecidas e até de pessoas que eu não conheço, ou de quem não me lembro, mas que sabem o meu nome - desde o verão passado.

Tenho mesmo que melhorar a minha existência digital, senão um destes dias deixo de existir.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Deu-me para isto...já passa

A gotejar suor com sorriso nos olhos
Dentes a brilhar e braços ondulantes
Segura no seu passo estugado
Cabelos longos esvoaçantes
Nem o vento a demovia

Toda ela dizia: "sim, e depois...?"

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Até já tenho medo, só de pensar no que poderá acontecer

Depois de passarmos férias de verão a três durante os últimos quatro anos, por motivos que não me apetece aqui expôr, voltaremos este ano ao que tinha sido hábito durante oito ou nove anos anteriores ao quadriénio: férias a sete, quiçá a onze. Não sei se já não me arrependi de nos ter dado novamente esta hipótese.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

E vocês, ainda se lembram?

Daquela bebedeira de caixão à cova, que vos envergonhou na altura e continua a envergonhar-vos, apesar de já conseguirem falar do momento com bastante distanciamento, temporal e não só? Possivelmente com algum filtro na memória, também...

Surgiu esta lembrança quando a minha amiga afirmou peremptoriamente que a filha dela, menor de idade, bebe bebidas alcoólicas com demasiada frequência, juntamente com @s amig@s, a maior parte também menor de idade. E não ingerem cerveja, mas sim shots ou algo mais forte que lhes bata ainda mais depressa e os faça sentirem-se completamente a-normais.

Questiono-me quando é que será a primeira do nosso jovem e em que circunstâncias.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

4321

Enquanto leio, tenho a sensação de ser observadora invisível do dia-a-dia, do minuto-a-minuto, do pensamento-a-pensamento, daquelas pessoas que o autor parece conhecer tão bem. Parágrafos longuíssimos, maiores do que as composições que eu fazia na escola, numa letra pequena q.b. que me obriga a lê-la com os óculos postos. E ainda faltam pouco mais do que 100 páginas. Não prevejo o fim tão cedo.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

E quando te convidam para um café...

... e tu, sem hesitar, dizes logo que sim, pois passa-te pela cabeça o pensamento (não-tão) absurdo de que poderá ser a última vez que estarás com essa pessoa.
Isto chama-se o quê, afinal?

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Notas

Este fim-de-semana estive com notas de 50 e 100 dólares na mão. Ou seja, toquei literalmente nos falecidos Presidentes Abraham Lincoln e Ulysses Grant. Ainda tentámos fotocopiá-las, mas a máquina amuou e disse-nos que os originais tinham direitos de autor. Pronto, tá bem. Tirámos fotos ...

                                                           

O que é que, nos Estados Unidos, se consegue comprar com 50 e 100 dólares, leitor@s?

sábado, 1 de abril de 2017

Pergunto-me

...se o Senhor Paul Auster, com a idade que tem, não tem mais nada que fazer do que escrever livros com 870 páginas. E o Senhor Jo Nesbø também deveria fazer mais pausas antes de a minha carteira ficar mais vazia. Isto tudo porque alguém cá de casa se recusou a ver e a ouvir um certo jogo em que ficou tudo na mesma, como a lesma, e desculpou-se com uma ida à Bertrand mais próxima. Precisamente naquele período de quase duas horas após o jantar. Que nervos!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Penúltima audição de piano


Talvez a melhor de todas, apesar da inexistente prática domiciliária.
O pós-audição é sempre um momento de alívio, bem reflectido na sua postura física e expressão facial.
É pena eu saber o que vai acontecer em Setembro e gostava muito de estar errada, quanto a esta sua decisão!

terça-feira, 28 de março de 2017

Eu também tenho muitos telhados de vidro...

...mas há situações que acho ridículas e nada abonatórias da e na parentalidade. E tenho olhos na cara e cabeça para pensar.
Pergunto se há necessidade de modificar um carrinho de bebé e anexar um suporte de tablet / telemóvel (como aqueles que se colocam no tablier dum carro) para que a criança, que não tinha mais de ano e meio, pudesse visionar no ecrã o que quer que seja, enquanto passeia empurrada pelos pais?
A sério!

sexta-feira, 24 de março de 2017

Má, às vezes, e mandona

Confirma-se tudinho! Sou!
E mesmo assim, ainda nos rimos juntos e aprendemos juntos e trabalhamos juntos e eu gosto muito deles e delas, apesar de muitos deles e delas não darem uma p'rá caixa na área que lhes tento ensinar. Pronto. Acabou-se a lamechice por hoje.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Update da minha saúde

Tenho uma tendinite na parte superior - ombro do lado direito. E umas coisas esquisitas na mama direita. E na axila. Mas não digo o nome porque não é grave. Para já. E sofro de "efeito de bata branca", pelos vistos.
Menos mal, podia ser pior...

A viúva negra

Acabei há 3 dias de ler o livro que previa o que aconteceu ontem em Londres. O medo impera e não é fácil de superar.
Ando agarradinha ao autor, salvo seja!

terça-feira, 14 de março de 2017

Manter o T

O título foi o que o rapaz de 15 anos cá de casa disse ontem, a rir-se, a propósito de algo que não referirei para já.
Mais alguém conhece esta expressão? E se não conhecerem, conseguem adivinhar o seu significado? Cheguem-se à frente e especulem, sim?

quarta-feira, 8 de março de 2017

Pura teimosia e desnecessidade

Sim, não existe tal coisa (ERRATA: AFINAL EXISTE!), mas se outros inventam inverdades e factos alternativos, eu também posso dar azo à minha verborreia.

São as únicas razões que me levam a não trocar de telemóvel pré-histórico para um semi-inútil smartphone. Enquanto isso não acontece, contento-me em alterar a música avisadora de mensagens para a seguinte bomba e esperar que o dito cujo aparelho não toque em momentos inapropriados:


sexta-feira, 3 de março de 2017

Resumo do dia

  • Foi um péssimo dia, devido às condições meteorológicas.
  • A Casa da Música, por dentro, não me impressionou nem um pouco. Talvez me faça falta assistir a um concerto na Sala Suggia que me faça mudar esta primeira impressão.
  • Os miúdos portaram-se bem em contextos que fogem da sua rotina diária. A M. não parou um minuto de falar durante a viagem toda. Não se cansou de tal, mas sentiu muita sede. Não, não estou a exagerar quando digo que falou a viagem toda sem interrupções.
  • Gostei de andar de barco e pensar que a bola de canhão foi expelida precisamente no momento em que eu toquei na água. Coincidência do caraças.
  • E lá continuamos com um Inverno frio e chuvoso.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Post em directo da santa terrinha

A verdade é que tenho vindo cá, este ano, menos frequentemente do que em anos anteriores. Olho para novas caras que não conheço, mas possivelmente têm pais que ainda conheço de outros tempos. Vejo edifícios modernos a serem construídos e lembro-me de pensar que gostaria de ter uma casa para habitação ali, precisamente ali. Constatamos que o nosso filhote, com 15 anos, é cliente do mesmo barbeiro (ou é cabeleireiro?) há 14 anos. A minha escola secundária não é já a minha escola, de tão diferente que está com a sua cara lavada. O sabor das couves daqui continua diferente, para melhor, das couves lá de cima. A casa da minha recentemente falecida Avó será brevemente vendida, após uma refeição de confraternização, a realizar lá, entre os restantes elementos da família. O horário de trabalho começa às 8 da manhã enquanto que lá em cima o rodopio de trânsito acontece em função das 9 horas.
E eu continuo emocionalmente dividida, sem saber muito bem se pertenço cá ou lá.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Almoço bem acompanhado

Na mesa ao lado onde estava sentado o sósia deste jogador, que também é jogador:
Com a diferença que o cabelo era mais claro e os olhos eram verdes. Um verdadeiro prazer só de olhar!
E sim, fui descarada o suficiente para lhe perguntar se era o próprio, ao que ele declarou "Quem me dera!".
Corei que nem um tomate!





segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Em 21 anos de profissão, nunca tal me tinha acontecido

Sem mais detalhes: um aluno pediu-me desculpa, por e-mail, por ter copiado no último teste, por um colega. E acrescentou que, se eu tivesse que castigar alguém, que o castigasse a ele, pois o colega não tem culpa nenhuma. Não há alunos assim!

E poderia escrever muito mais sobre esta situação, que merece de minha parte uma resposta educada, e o aluno vai tê-la. Aqui, é que não quero nem devo partilhar mais nada.

A não ser que a situação vai ficar para a História, a minha história.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

O meu acompanhante

Acompanhou-me durante 24 horas consecutivas, bem contadinhas. Bem juntinho do meu corpo, da minha pele, do meu coração. Abraçou-me, enlaçou-me e avisou-me. Não me abandonou enquanto dormia, não fez birras, não se desligou de mim. E contudo, eu achei-o um grande incómodo! Amanhã devolvo-o a quem de direito!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

E então, que contam vocês?

Eu cá estou à espera que chova. Diz-se por aí que será um ano de seca e não convém nada, por variadas razões.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Régua

Aquilo começou muito mal, de lado a lado. Foram 30 minutos entediantes, sem que ninguém, nosso ou deles, tivesse um laivo de inspiração. Eles caíam imenso e devem ter gasto o stock de gelo da terreola; os nossos pareciam umas lesmas sem pontaria. Lá se lembraram de pôr o pé ao pedal 15 minutos antes do fim e a coisa lá se compôs a nosso contento.
Valeu pelo passeio e pelo convívio, pois nem o cabrito assado correspondeu à fortuna paga.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Insólito

Desapareceu um dos meus guarda-chuvas que tinha sido colocado por mim à porta de casa, do lado de fora da porta, quando cheguei. O que é estranho é que vivo num 2º andar, ao qual se acede pelo elevador do prédio ou pelas escadas do prédio. Para aceder à área comum do 2º andar pelas escadas, é preciso abrir a porta que existe entre estas e esse átrio.
Mas quem raio é que vem cá acima e faz desaparecer um objecto que não lhe pertence? Mistério...
Estou chateada, pois claro que estou!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

E férias de verão, que tal? Com esta chuvinha, sabia mesmo bem

Ocorreu-me agora mesmo que este ano, lá p'rAgosto, quero ir de férias para a praia. Para a praia a sul onde habitualmente arrendamos uma casa para sete pessoas, algo que já não é feito há uns quatro anos. Os miúdos cresceram, logo os berros das mães e os amuos e maus feitios dos descendentes deverão ser em número menor. Digo eu, que me engano todos os dias, sei lá...

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Momento alto do dia

(ou não!)

Ter a Diana Chaves e o César Peixoto a olharem-me olhos nos olhos e a questionarem-se: "Quem é ela?"

São estas pequenitas coisas que alegram um dia cinzento e chuvoso, não acham?

domingo, 29 de janeiro de 2017

Eu sei que já venho tarde, mas...

...gostaria de ver confirmação de vossa parte - ou negação, se for o caso - de que aquele livro do senhor arquitecto e ex-director de um semanário bem conhecido é apenas um rol de cusquices, muito mal escrito, sobre algumas das nossas personalidades políticas. Uma espécie de revista cor-de-rosa de politiquices onde só faltam mesmo as fotos dos intervenientes nos locais e dos dias mencionados.
E ainda só li sobre as primeiras 3 pessoas mencionadas no índice...Devo continuar? - pergunto-me eu.

Devo andar a ver mal ou a ter demasiadas esperanças

É impressão minha ou há bastantes mulheres grávidas nas ruas? Serei eu que ando a ver barrigas avantajadas a mais (reflexo subconsciente de um desejo meu) ou de facto há mais futuras mães no país, neste momento?

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

"Hoje tá brava"

Disse-me um deles, ao que lhe respondo rapidamente: "Não é hoje, é todos os dias. Tu é que não estás comigo diariamente".
Há quem lhe chame mau-feitio, refilice, ser do contra. É um pouco disso tudo e outras coisas mais - digo-vos eu.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Tem um aspecto horroroso

...mas um sabor divinal!
Isto foi o que almocei ontem:


E a foto foi sacada da net, algures por aí.
Um miminho extra a quem adivinhar o que é e onde foi. Recomendo o desvio de alguns quilómetros na autoestrada mais próxima para ir ali. E convém reservar. Pois, é desses, sim...no meio da serra.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Ia havendo porrada!

A troca de palavras foi, eufemisticamente falando, intensa. Foi feio. E mais não digo, a não ser isto: que há adultos que não se sabem comportar.

Pois então lá fui à médica novamente

Mandou-me cortar no café: estou limitada a dois por dia. Até quinta-feira passada, tomava três. Tensão, a quanto obrigas...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Sabem o que é um arduino?

Pois, eu também não.
Mas desconfio que vou aprender o que é e para que serve muito em breve.

Serviço de acompanhante

É o que me está reservado para a próxima quarta de manhã, se eu durar até lá. E desconfio que até vou gostar, pois resultarão confidências e troca de impressões de tal coisa. Gil Vicente assim obriga.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Ai a minha vida!

Agora deu-lhe para querer assistir in loco aos jogos dos séniores. E de outras competições da mesma modalidade. E de outras equipas concorrentes! Mau, mau...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Momento escolar estranho e o bicho de sete cabeças da Leitura

"A Professora lê?" - pergunta-me o F., aluno de 5ºano, com ar intrigado, após ver-me a sair da BE com um livro não-escolar na mão.
Respondo-lhe que sim, que tento ler um pouco todos os dias, antes de adormecer. Responde-me ele:
"A minha mãe faz o mesmo. É esquisito."
Returco: "Tu devias fazer o mesmo, ler todos os dias. Fazia-te bem." E a troca de palavras ficou por ali mesmo...

A verdade é que ele lê todos os dias, sem disso ter plena consciência; simplesmente não o faz com prazer, não pega num livro não-escolar, não escolhe um baseado numa linha que lhe agradou ou numa capa disparatada. Custará assim tanto a um miúdo de 10/11 anos descobrir o que as palavras nos dizem no papel? E que não seja no papel! Que seja no ecrã que eles transportam diariamente! O que me parece é que "leitura" está a tornar-se uma atividade "esquisita". E isto é-me esquisito!


domingo, 8 de janeiro de 2017

Derby minhoto (bracarense, na verdade)

Hoje sim, foi um jogo renhido, taco-a-taco! Hoje deu prazer ver as duas equipas jogarem, equilibradas, com garra; mesmo que nenhum dos treinadores tenha rodado todos os jogadores. Perfeitamente compreensível, tendo em conta o que estava em jogo.
Perdemos na casa deles, tal como eles tinha perdido na nossa casa, pela mesma diferença de golos.
E as bancadas, santo ambrósio? Ao rubro! As mães deles faziam a festa, atiravam os foguetes, treinavam da bancada para o campo...ui! Quando chegarem todos a séniores, os deles e os nossos, vai ser explosivo!

A culpa é do Benfica - mais um post pessimista

O ano não começou nada bem. Senão vejamos:
- mortes, por causas diversas, continuam;
- as urgências hospitalares estão entupidas;
- as telenovelas bancárias são primeira página de jornais;
- o serviço de entrega e distribuição de correspondência, via CTT, vai de mal a pior; para não falar do tempo de espera cada vez que se entra numa estação;
- os preços em geral, como é tradicional, estão mais altos do que há 9 dias;
- os carros estacionados aqui na vizinhança aumentam, diminuindo o número de locais para estacionar;
- não tenho nada novo ou estimulante para ler, de momento;
- o nosso filho continua com maus hábitos, de trabalho e de higiene;
- a embraiagem de uma das duas viaturas do agregado familiar foi à vida;
- o tempo soalheiro não ajuda a que os produtos agrícolas se desenvolvem no tempo e ritmo certos;
- não me apetece descobrir fontes de informação (vulgo blogs) novas;
- sei que a minha médica de família vai arreliar-me (e com toda a razão) e eu não gostarei;
- os putos na escola - apesar de giros e castiços - continuam a não querer saber;
- ...

Acrescentem vós as vossas razões, que eu sei que as têm!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Indecisões literárias

Após a habitual troca de presentes natalícios, não consegui, durante algumas horas, decidir o livro a ler:
se um antigo que mora nas minhas estantes, duma inglesa chamada Susanna Clarke;

se um da italiana e sobejamente na moda Elena Ferrante (seria estreia absoluta com esta autora) oferecido pela minha tia-madrinha;

se um dum já velho conhecido português residente na Holanda que ofereceram ao meu pai.


Um beijinho e um abraço a quem adivinhar qual foi a escolha óbvia...