quinta-feira, 30 de julho de 2015

Decisão de família, difícil de tomar

Está na mesa a hipótese de a família ir ao festival Meo Sudoeste apanhar um pouquito de pó debaixo do céu alentejano estrelado. Só que não conseguimos decidir a melhor noite para ir. O que fariam vossas excelências? Estou mesmo sem saber o que fazer, a sério...


terça-feira, 28 de julho de 2015

A culpa é d'O Boneco de Neve, desta vez

https://www.leyaonline.com/fotos/produtos/500_9789722053594_o_boneco_de_neve.jpg 
Vou quase a meio e ainda não fiz batota! Por uma simples razão: o livro seguinte, que foi lido anteriormente, já me disse quem era o serial killer e o que lhe acontece. Mas que é uma leitura que prende, ai isso é! Este Harry Hole saiu-me uma peça jeitosa, saiu...

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Continuando na onda do anterior ao anterior

Vou retomar, daqui a alguns minutos, a leitura de policiais suecos nórdicos, no masculino, com

Tendo em conta que, do mesmo autor, li "O Morcego", pergunto-me quantos mais animais constam da bibliografia do senhor Jo.



Algum camionista que me explique...

...qual é o objectivo de, depois de serem ultrapassados por uma condutora, sozinha na sua viatura, começarem a buzinar e a fazer sinais de luzes. Mas o que é que esperam, afinal? Que travemos logo à frente deles? Que façamos sinais com os 4 piscas ligados? Que paremos na berma e saiamos do carro para lhes dizer adeus? Que lhes mostremos o dedo do meio pelo espelho retrovisor? Que abramos o tecto de abrir e façamos o anterior mencionado?
A sério que me ultrapassa, isto que me aconteceu 2 ou 3 vezes nas últimas semanas em auto-estradas do Norte, enqanto ia e vinha para cima e para baixo. É que uma condutora ainda fica a pensar que tem algum problema na traseira, quando afinal o carro até veio da revisão grande precisamente hoje!

O Dona Elvira

No outro dia fui comer, bem acompanhada como é hábito, ao Dona Elvira, ali na zona de Palmeira, arredores de Braga. Pensava eu que iamos abancar num restaurante situado ao lado duma recauchutagem, pouco depois de passar o Palácio de Dona Chica (está à venda, caso alguém lhe queira pegar; é favor googlar as imagens, que valem a pena...). Enganada me senti, pois essa era a imagem que tinha do local onde tinha almoçado há largos anos, cuja impressão foi na altura bastante positiva, portanto a repetir oportunamente.
Para meu espanto, o meu chauffer continuou a conduzir e virou à direita na rotunda seguinte, mantendo-nos à direita do Rio Cávado, até chegarmos a uns muros altos e um portão de entrada, anterior à rampa de acesso ao dito cujo. Chegámos a um parque de estacionamento bastante arborizado, perto dum jardim bem tratado, com aproveitamento da pedras e calhaus locais onde ainda se encontra um espigueiro. Dá vontade de lá passar uma tarde a preguiçar, enquanto nos servem bebidas refrescantes, dá.
O restaurante em si é requintado q.b., sem ser ostentativo, decorado com cores bem combinadas e onde a vista do verde Minho é  magnífica.
O polvo servido em filetes e acompanhado de arroz de espigos estava um primor. Para sobremesa, a minha companhia optou por uma nata de chila, ladeada por dois singelos morangos. Ele gostou. Estranhamente (ou não...), eu não pedi nada.
 

Os cinco mauzões

O que me chateia nisto de se ler policiais suecos durante longas horas e pela noite dentro é que depois o que tem que ser feito é constantemente adiado e nada aparece feito. Maldita varinha de condão que não funciona...

Os livros desta escritora em particular assentam, normalmente, em duas histórias contadas em paralelo. Então o que aconteceu, desta vez, é que li a história antiga, mais pequena, que contextualiza, em termos familiares, a mais recente, maior, que ainda não terminei, mas a cujas páginas finais já deitei uma olhadela. Aquela batotice que se faz quando o livro nos enleia do princípio ao fim, de tal modo que só queremos saber quem são os maus da fita...

domingo, 19 de julho de 2015

Brevíssimo resumo de 15 dias no estrangeiro - II

A mala veio cheia de roupa lavada, à excepção de um par de meias e uma T-shirt e o calçado que fedia. São progressos, sim senhor! O petiz está a ficar um homem, preocupado com as lides do dia-a-dia. A pasta de dentes e o shampô é que regressaram quase intactos. Poupadinho, o rapaz...

sábado, 18 de julho de 2015

Está quase, quase

Faltam pouquíssimas horas (nove, vá...) para eu abraçar e beijocar quem é mais alto do que eu; isto se conseguir chegar lá acima ao pescoço e dar-lhe, também, uns cachaços bem dados por não ter tido a coragem de experimentar um kilt

P.S.: Isto de se acompanhar o voo é giro; fosse eu uma nerd da aeronáutica e passava as 24 horas a olhar para isto:


Grande rabienga que o bicho ali fez, à saída!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Custa-me engolir

Este foi um dos vários sintomas que listei ao médico que me atendeu há menos de uma hora. Depois de apresentado o rol de queixumes, ele repetiu um sintoma apenas: "Custa-lhe engolir?". A que assenti. Segundos mais tarde é que me deu o click, é que me apercebi da eventual interpretação marota que lhe poderia ter passado pela cabeça. Fez-me as perguntas habituais, blahblahblah, apalpou-me os gânglios e diagnosticou-me uma faringite. Resultado: antibiótico, anti-inflamatório, nada de esforços físicos (esta indicação fez-me rir por dentro) e nada de bebidas alcoólicas enquanto durar o antibiótico. Pensei com os meus botões: "Ainda bem que Tomar ficou para trás, senão o fim-de-semana estaria arruinado."

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Então, Pseudo, o que fizeste hoje?

Revivi as minhas passeatas e estadias por terras transmontanas, acompanhada pelo "menino Jorge, senhor conde" e pela inglesa angelical, ambos a caminho do Campo do Gerês.
(Imagem daqui)
E outras coisas muito menos interessantes, chatas mesmo!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A minha Prova Final de Matemática de 2.º ciclo, de hoje

O enredo adensa-se com uma morte na pocilga da herdade. Morte barulhenta, nojenta e horrenda, perpetrada pelo Samuel, o feitor rude de boas maneiras.
Membros decepados, o panamá, um pé...e muito sangue...Foi isto que a jovem inglesa viu, por brevíssimos instantes, antes de rapidamente, educadamente, Samuel lhe pedir para sair dali, para ignorar, para esquecer e nele confiar, enquanto a acompanhava à saída, de braço dado.
Chocada, horrorizada, enojada, sem saber o que fazer de seguida, qual menina pequenina com medo, pediu ao "senhor conde" para dormir no quarto dele. Acedeu, ele, nervoso e intrigado, perante o estado catatónico da sua hóspede. Refugiou-se na casa-de-banho, fingindo que arrumava isto e aquilo, para finalmente sair, e deparar-se com um corpo jovem, nu, esbelto, adormecido, perfeito, na sua cama.
Nunca se cruzaram no dia seguinte. Ela já tinha saído. Tinha deixado o Mini Cooper...

terça-feira, 14 de julho de 2015

Estou entusiasmadíssima com a leitura nova

É que não podia ter vindo em melhor altura, o timing da aquisição foi perfeito depois do fim-de-semana alojada numa certa quinta. Sabem aquelas propriedades enormes, alentejanas ou ribatejanas, de aspecto árido, onde nunca se vê ninguém sob um sol abrasador que mata a vontade de trabalhar a qualquer um? Pois até à página 35 - com excepção destes minutos em que vos escrevo excitadíssima, devido às semelhanças do que vi e do que leio e ainda do que imagino - ainda não  despeguei os olhos de tantas letras. Sabem aquelas palavras já em desuso que os citadinos não conhecem, quanto mais usar, do género "caseiro", "governanta" e "feitor"? É que tem quase tudo a ver com o que imagino que tenha sido, em tempos não assim tão distantes, o ambiente na tal herdade ribatejana quinhentista de sábado e domingo passado: um proprietário solitário, cortês, respeitador, que sabe ser "o patrão", rodeado pelas "Manas" octogenárias que governam a casa, bisbilhoteiras quanto baste, e uma hóspede inglesa jovem, loira, libertina e socialmente indisciplinada que destoa absolutamente da paisagem e que se vê a contas com a justiça portuguesa, sem saber muito bem como.
 
Se isto não soa muito melhor do que a tarde que vou ter...Ai não, que não soa!

Férias

A quantos dias de sumir para local inóspito é normal começar a fazer malas? 


Estou em tal estado de ansiedade que quero começar a pôr tudo em cima da cama e/ou mesas nem que tenha que dormir e/ou comer no chão.


segunda-feira, 13 de julho de 2015

Olha, e não é que existe mesmo?

Na Livraria Bertrand. Esteve nas minhas mãos durante 5 minutos.
Acabei por adquirir outros dois, um da minha sueca preferida e outro de autor português emigrado. Agora estou indecisa, ainda mais que a pilha de livros na mesinha de cabeceira cresce a olhos vistos...

É oficial

Depois de alguma demanda internetica, sem resultados que nos agradassem, eu dei-me quase por vencida e atrevi-me a sugerir que fizéssemos campismo, após 14 anos sem montar uma tenda nem andar com os tachos atrás de nós. E depois dum telefonema muito simpático e popularucho ontem à noite, ainda não vai ser desta que levamos as estacas, os tachos e a tenda que não chegámos a comprar. De campismo, só vai a rede.

Eu tenho o melhor Anónimo do mundo e mais além

Isto é de sua autoria. Digam lá que não é um miminho giro! É, não é? 
(Apesar de nem tudo ser verdade, Anónimo. :P)

"Na rede sem ninguém
Anónimos e atrevidos
Teclamos só os dois
Descomprimindo dos dias vividos...

Teclamos por tudo e por nada
Aparvalhamos sem sentido
Facilitamos a digestão
Melhor que um "rennie" comprimido

Sei-te as origens e o poiso 
Sei-te o gosto musical
Só ainda não percebi
Porque ainda me tratas como um anormal

Sei que gosta de ovos moles
E Pudim Abade Priscos
Sei que fugiste ao perfume de Cacia
E preferes o cheiro dos Bispos

Sei isso tudo e muito mais
Muito mais do que possas imaginar
Só não te conto tudo agora
Porque tenho que ir lanchar

(tal como ao almoço, aqui no Centro de Dia lancha-se cedo)"
 

 
 

Cronologia fotográfica
























sexta-feira, 10 de julho de 2015

Haja paciência, porque o chapéu de palha já cá canta

Agora vou ali abaixo, passar as próximas 48 horas a ver umas flores e uns tabuleiros bonitos e volto já, já. Ok?

(Ver se encontro um dos sócios da sociedade milionária, já agora...)

O que não dar de prenda a amigas do Bloco de Esquerda

Um bonsai. É uma planta atrofiada, porque recorda-lhes dos pés atrofiados das gueixas. E depois ela dá-vos restos p'ró jantar, pronto...
O que me ri ainda nem tinha entrado lá em casa...
 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Das últimas lá de cima

A minha prenda é uma caneca, comprada no Castelo de Edimburgo.
Partida hoje.
Colada amanhã.
O que conta é a intenção, certo? Certo!

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Sinal de alarme

Saio do local de trabalho para ir gozar a hora de almoço. Volto atrás porque me esqueci do livro.



O livro ficou fechado na mala a hora toooooddaaaaaaa do almoço. Pela segunda vez, a Mrs. Dalloway corre o risco de se manter no móvel a apanhar pó...

terça-feira, 7 de julho de 2015

Só para os interessados

Finalmente acrescentei mobília mais actual aqui ao tasco. Olhar para o lado direito do ecrã, se faz favor. 
É possível que me tenha esquecido de alguma peça requintada. Se for o caso, as minhas mil desculpas antecipadas.
Mais pedidos, sugestões e reclamações é favor enviar para o sítio do costume. 

P.S.: Faltam-me ali meia dúzia deles, exactamente seis, mas trato deles após o jantar d'hoje, se regressar a casa a horas decentes. Não se apoquentem nem melindrem, que isto são só blogs!

E agora em que ficamos?

Somos egoístas, umbiguistas, individualistas e comodistas. E depois temos o reverso, porque também somos altruístas, generosos, prestáveis e humanitários.

E depois há o ego, aquele diabinho que temos em cada um dos nossos ombros, o que decide o que cada um de nós quer ser em determinado momento...

Como se sabe que é altura de desistir de um livro

Quando ele tem 797 páginas e, depois de pegar nele na semana passada, ainda estou na página 76.
Quando as palavras de ordem são crica e foda.
Quando até o vim a ler no metro mas, ao chegar à esplanada para tomar o café e a 15 minutos de entrar ao trabalho, nem lhe pego.
Quando trago o trambolho para o almoço mas nem o abro e prefiro ver as notícias do dia no Facebook, mandar mensagens, ver a meteorologia para os próximos dias, ver o Instagram, os blogues, os emails, a televisão e a telenovela. 
E ele pesa para caraças.

Há sempre uma primeira vez para tudo

E eu não sou excepção.
Pintei as unhas de verde. 
Não foi verniz de gel.
Amanhã vou dar uso à acetona.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Dúvida súbita

Clickar na palavra "like" no facebook é um vício, não é?

Estou quase, quase preparada para escrever um livro

Eis a prova fotográfica do que acabei de redigir:


(P.S.1 - Sim, eu sei que isto a vós não diz absolutamente nada. Eu é que nunca tinha escrito uma ata tão longa. Se tivesse que a manuscrever no livro de atas é que era obra...)

(P.S.2 - Apercebi-me agora mesmo que saiu ali uma palavrita à moda do AO1990; paciência; agora fica assim...)

domingo, 5 de julho de 2015

Diz-se bom dia ou boa noite?

Acordar às 2:15 da madrugada, sair de casa e a ela voltar passadas 4 horas fez-me sentir dona  e senhora de algumas auto-estradas, tipo a A1 e a A29, a A28 e aquela que anda à volta do Porto. Agora vou-me, pois daqui a pouco não quero perder a hora da sesta.

sábado, 4 de julho de 2015

Ontem ao jantar

Após duas semanas de rambóia, monitorizadas por gente adulta, com vinda diária a casa da avó paterna para jantar, pernoitar e fazer ginástica localizada com os dedos, o petiz de treze anos- leia-se adolescente com 174 cm, mais 10 do que a mãe e igual ao pai em tamanho - só ontem, o último dia desta rambóia (pois as festas dele não acabam por aqui) trocou números de telemóvel com certas pessoas (continuo sem saber para que raio querem eles uma cena que serve para comunicar quando afinal raramente fazem isso uns com os outros).
Ele sabe que durante as refeições à mesa não deve usar telemóvel e que nós não gostamos que o faça. Estávamos ontem já a terminar o jantar, tardiamente, e recebe ele uma série de SMSs, que lê, mas decide não responder naquele momento. Conversa p'ráqui, perguntas p'rácolá, por parte da mãe e do pai, e ele lá vai dizendo, com um sorrisinho e olhar maroto e encabulado, que são duma rapariga que conheceu durante a rambóia, cujas últimas palavras são "vou comer, xauuu".
Não sei se me sinto preparada para esta nova fase da minha  vida.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Como se sabe que é um livro que vai valer a pena...?

Quando tem 297 páginas, peguei nele hoje e vou na página 57.
Quando me rio feita parva a ler os diálogos.
Quando tiro fotos a páginas para mais tarde publicar.
Quando me distraio com o livro de tal forma que chego em cima da hora ao trabalho e a pensar Porra, ainda falta tanto para o almoço.

quarta-feira, 1 de julho de 2015