segunda-feira, 2 de abril de 2012

Não faltam novidades

Sempre que passo uma temporada mais longa do que um simples fim-de-semana aqui, sinto-me como uma estranha na sua cidade-natal: mudam os sentidos do trânsito, ruas de dois sentidos passam a ser só de um, obras nos jardins públicos que tinham sido submetidos a obras há menos de 5 anos, lojas de roupa onde antes havia um talho, um cartório onde antes tinha sido a biblioteca municipal, e esta, a mais recente, num edifício moderno, cinzento, de linhas rectas, com muita pedra, bonito por fora e ainda algo vazio e com aspecto de novo por dentro, quando afinal a mudança já foi há 4 anos, situado ao lado daquilo a que antes chamávamos "o castelo" e que é agora um edifício público para a juventude. A "invasão chinesa" continua, com mais uma loja na Baixa. Apenas a minha cabeleireira se mantém no sítio de há anos. Vou lá amanhã. E novamente à biblioteca "nova", ver se finalmente aparece o livro que o petiz anseia ler desde que terminou o primeiro da colecção Moore, o que aconteceu há três dias.