terça-feira, 24 de junho de 2014

Final de tarde inesquecível

Um destes dias estava eu a regressar de Aveiro para casa, ao final duma tarde chuvosa e trovejante, e não é que batem no meu carro? Alguém que, naquela zona de pára-arranca, costuma olhar para o retrovisor para verificar se o de trás guarda a distância suficiente. Ela, a pessoa, esqueceu-se de a guardar para o da frente. Caraças, que parecia mesmo que trovejava dentro do carro! E o berro que demos? E a dor de pescoço que se seguiu? E a chuvinha que apanhei à conta de ter que esperar pela seguradora dela, da pessoa? E os olhares dos outros condutores, a apreciarem a traseira que por sinal ficou menos estragada que a dianteira dela, da pessoa? Já não bastava ter visto devolvido o dinheiro dum filme que até estava a gostar de ver, mas que foi interrompido por 3 vezes devido à trovoada local. Tinha mesmo que ser abalroada por trás à chuva! Arre!

Rentes de Carvalho e a Júlia da Farmácia

Diz, no tasco onde tomo café, que o livro que estou a ler deve ser tão bom que lhes levo a chávena para o balcão quando me vou embora mas esqueço o livro na mesa e que no momento exacto em que volto para almoçar nem tão pouco me tinha conta que não o tinha...

Calúnias.

Estava aqui a pensar

Que tenho que fazer muitas contas à vida para saber há quanto tempo não pego num cigarro. Sei que peguei num num jantar à varanda e numa anteestreia com o BFF. Dia? Algures em data incógnita que se quiser saber é procurar. No blogue, inclusive.

A menos que associe determinados eventos a determinadas situações, não sei a quantas ando. 

Mais alguém como eu?