quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Sou uma sortuda

Há uns dias atrás, era diariamente informada, várias vezes ao dia, via e-mail, de que tinha ganho a lotaria do UK (Reino Unido). Esta semana sou a feliz contemplada da lotaria irlandesa. Haverá aqui alguma mensagem subliminar, do tipo (linguagem dos adolescentes de hoje), tens que emigrar para terras de Sua Majestade?


Maldita praga! Com tanta gente idiota que anda aí à solta e não há ninguém capaz de acabar com o spam. Arre!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Chover no molhado

Aviso pré-post: este vai ser um post presunçoso que poderá eventualmente reflectir - pensarão vocês - alguma pseudo-superioridade de minha parte. E perguntarão: "Afinal, quem é esta fulana que vem para aqui armar-se em senhora doutora professora?"
Que fique bem claro que me estou a marimbar para o que pensam ou já pensaram ou ainda irão pensar de mim. Não quero saber! Publico o que me apetecer, quando me apetecer.
O conteúdo seguinte anda a matraquear-me o cérebro já há algum tempo e acho que está na hora de dar uma liçãozinha a algumas das pessoas que por aqui já passaram e até vão deixando comentários, e as que ainda irão passar, pouquíssimas actualmente. Não citarei nomes, primeiro, porque nem sequer me vou dar ao trabalho de voltar "atrás" e ver quem escreveu o quê e onde; segundo, porque aqui somos todos anónimos (pensava eu) e apesar disso, a carapuça há-de, com certeza, servir a alguns. A mim servirá quando, depois deste post, me apontarem o dedo e me disserem: "Olha ela, a defensora da Língua Portuguesa errou". E erro, com mais frequência do que a desejada, principalmente no que toca ao uso de acentos em verbos num determinado tempo verbal. E fico sempre na dúvida se leva ou não leva...e não leva!
Um dia destes, numa conversa qualquer de Msn, eu escrevi "cuzinha", em vez de "cozinha". Bem...se tivesse visto a minha cara ao espelho, dava-me o tilt! "Como é que é possível?!", pensei eu. Mas foi possível, e aconteceu, por isso em mim bato...também!


Então aqui vai disto...
  • Há - forma do verbo "haver", com o significado de existir. Se algo existe, é porque "há". Pode (e deve) ser usada na expressão temporal que indica há quanto tempo algo acontece, existe, se passa, etc e tal.
  • À - resultado da contracção da preposição a com o artigo definido a, ou melhor, é a letra "a" com um traço oblíquo inclinado para a esquerda, vulgarmente conhecido por "acento grave".
  • á - parelha gráfica totalmente inexistente na Língua Portuguesa. Se usam isto, usam erradamente. Logo, não usem, senão dá-me um treco da próxima vez que vir isto escrito, seja num papel, seja online. Não há!
Exemplos:
1) "Há milhões de blogs criados por portugueses." ou "Há quase 6 anos pari o meu filho."

2) "Hoje dei uma prenda à Lara", ou "Vou à Junta de Freguesia".

Simples, não é? Basta pôr uma coisa nessas cabecinhas: só há "há" e "à". O resto é asneira.

Tenho dito.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Dependência

A sensação que tenho quando comunico via msn com colegas de trabalho que vejo, senão diariamente, pelo menos dia-sim dia-não, é estranhíssima. Além disso, fica provado o quão dependente estou da Internet. Já nem me lembro se, antes de eu começar a usá-la, era capaz de cumprir prazos de entrega de documentos escolares.

Lá que dá jeito, dá...

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Lembrei-me...

A quantidade de cabelos brancos que surgem do nada, com tendência a aumentar diariamente, é proporcional à idade que tenho, mas não sinto.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Não fez PUUUMMMM, mas esteve bem perto disso...

Vossas excelências sabiam que há exactamente 402 anos atrás o parlamento inglês quase que ia pelos ares? Tal não aconteceu porque - e cito um aluno meu - "alguém se chibou" e os conspiradores acabaram por ser apanhados antes das 11 da noite, hora marcada para o suposto início da festa explosiva. E a propósito de algo que não chegou a acontecer, levou-se a cabo algo que de facto aconteceu - e até pode ser alugado - e acerca do qual escrevi umas palavritas há uns tempos atrás.

(Aprendam que eu não duro sempre)