terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Da vizinhança

Posso dizer que o elemento mais barulhento da vizinhança é bastante pontual. É sagrado: a partir das 10:30, nocturnamente (que é? não posso usar uma palavra estranha?), é ouvi-lo a testar os pulmões com a força toda. Faz-me pensar que estão a torturar a criatura que tem meses de existência. Devo chamar a polícia, sei lá...? Não seria a primeira vez, nem a última, certamente.
Há mais a caminho, no prédio, pelo menos mais um. Daqui a uns anitos dá para abrir uma creche, dá.

4 comentários:

  1. Tens sorte. Se tivesses como vizinha a minha filha mais nova era a partir da 1 hora da manhã...e eu juro que não a torturava...era mesmo ela que nos torturava a todos lá em casa.

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  2. A minha chorava (chorava não, berrava!) dia e noite, incessantemente, sempre que estava dentro de casa, até aos 3 meses. Ponderei ir viver para debaixo da ponte pois na rua parecia um cordeirinho, só dormia. No dia que fez 3 meses foi para o infantário e eu, trabalhar, para recuperar a sanidade mental. A partir desse dia, deixou de chorar e nunca mais acordou durante a noite, nem para mamar!!
    Se os meus vizinhos ficavam chateados? Nunca lhes perguntei e eles também não, tal era o meu ar "walking dead"!

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    1. Be, olá!
      Não espero que me perguntem nada; aliás, cruzei-me com um dos casais do prédio que têm bebés e fui logo avisada. Confirma-se, não me mentiram. Nada que o tempo não atenue. :)

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  3. Maria, não tenho nem deixo de ter sorte. Compreendo perfeitamente a situação: é um bebé, choram. Há-de passar-lhe. Não me incomoda nem me impede de dormir ou fazer o que quer que seja cá em casa. Apenas o oiço.
    A qualidade de construção deste prédio deixa algo a desejar. :)

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.