segunda-feira, 28 de maio de 2012

Lá lhe demos um telemóvel

E é agora que cai o carmo e a trindade porque até há bem pouco tempo tanto pai como eu afirmávamos que nunca lhe daríamos um antes de todos sentirmos necessidade que ele tivesse um. Se ele vai sempre de boleia para a escola, e vem do mesmo modo, se na escola não precisa de telefonar a nenhum colega, pois eles estão lá todos e todos os dias, se quando é preciso a escola contactar mãe ou pai, tal é feito a partir do fixo da escola, para que raio quer um puto de 10 anos uma destas bugigangas da moda? 
Mas lá cedemos. É um Samsung baratito, que custou €6, daqueles de ecrã táctil, com mais funções do que o meu básico. E o puto diverte-se a explorar as funcionalidades daquilo, a ouvir rádio, a seleccionar os tons do despertador, das chamadas a efectuar e a acrescentar fotos estranhas aos contactos. O pai é um pai natal com cabeça cortada mas com a barba branca, claro, o avô é um pinto amarelo deslavado, eu sou um GOOOOLOOOO!! Do Benfica!!




AHHH!!! Esqueci-me de dizer: o telemóvel não trazia cartão associado! Nem vai trazer tão cedo!

Os putos acham graça a quê hoje em dia?

A sério que ainda não descobri e lido com eles todos os dias. Riem-se das coisas mais parvas que se possa imaginar e não acham piada ao que de facto a tem. Enfim...

Troca de mensagens de mau gosto

-Olá. Estás vivo? Se não estiveres, encara isto como uma piada de muito mau gosto.
-Lamento desiludir as tuas esperanças de me encontrar finado...
-Disparate. Apenas estranhei. Ainda bem que estás vivo, pronto...
-Gastei mais uma vida mas ainda por cá ando...


(Prefiro estas piadinhas do que ouvir outros dizerem que não conhecem Monty Python.)