sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Bolas, com esta fui-me mesmo abaixo

Pelos vistos, sou uma spammer nada digna de ter comentários publicados em blogues alheios, pois mal os publico eles desaparecem num ápice. Esta agora...

Balanço de final de semana

Sinto-me menos pesada e mais bem disposta, consequentemente com mais força para enfrentar os dias, um de cada vez. Nem sequer me queixei a torto e a direito de tudo e todos, como na semana passada. Há que continuar assim. E passar-lhes a mão pelo lombo e aprender diariamente como lidar com os "taberneiros, broncos, brutos, mal-educados, barulhentos, deficientes, mal-encarados, analfabetos, burrinhos, parvalhões, grosseiros, rudes, ordinários, peixeiros, obtusos, engraçadinhos e mentecaptos".



(Nunca em tão pouco tempo - menos de um mês de as aulas terem começado - apelidei um grupo de pessoas deste modo realisticamente insultuoso!)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A primeira vez de muitas, até Julho de 2012

P%$& Que Pariu as Quintas-Feiras! E no Inverno ainda vai ser pior.

(Aviso que farei copy-paste deste desabafo vernacular ao longo do próximo ano lectivo; por isso entendo que queiram passar à frente. É que é mesmo isso que também eu tenho que fazer.)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Parece que afinal tenho questões não-resolvidas...

...ou mal resolvidas com a Morte. Dado que agora é tarde demais, só me resta fazer com os presentes o que não fiz com quem já se ausentou. O engraçado disto tudo, que não tem piada nenhuma na verdade, é que continuo a ser assombrada por palavras nunca ditas, situações dum passado distante, apesar de já ter verbalizado sobre o assunto, noutro blogue mais intimista, há alguns anos. Portanto, há qualquer coisa que ainda não está a funcionar bem.

(porra que este blogue está uma seca ultimamente!)

domingo, 25 de setembro de 2011

Então é assim...

Eu ando irritada e irritante.
Ando irritada com o mundo em geral e comigo em particular. E não gosto, nem duma coisa nem doutra. E já me questionei se esta irritação, cujas razões eu conheço muito bem, serão ou não um início de alguma depressão. Ora, eu nunca fui dada a essas coisas da psicologia e psiquiatria. Nunca tive razões médicas, diagnosticadas ou não assumidas, para pensar tal coisa de mim, pois isso só acontece aos outros.
Mas a verdade é que ando a fazer um esforço enorme para manter uma aparência normal, apesar dos queixumes diários relatados a quem comigo priva diariamente. E não gosto disto. E depois penso: "pseudo maria, um dia de cada vez, que tu és mulher para aguentar e aprender e nada de fazer dramas ou inventá-los onde eles não existem, pois há quem esteja bastante pior do que tu."

E como ando irritada, tal repercute-se não só no meu íntimo, pois parece que carrego o mundo às costas, que de facto já começam a doer e dou em mim a caminhar como se tivesse uma marreca nas costas, como também no meu físico, pois o cabelo continua a cair a uma velocidade assustadora, como também no convívio diário com algumas pessoas que não têm culpa no cartório. E neste momento, acho que sou uma pessoa desagradável. E não pode ser assim, pois eu não sou desagradável, apesar do cinismo que me caracteriza e até costumo ter um couro cabeludo volumoso e bem cuidado. 

E tem afectado também estas lides dos blogues, pois nem escrevo tanto nem visito tanto como era normal em mim. E não pode ser! Afinal de contas, eu até gosto mais disto do que de chocolate, no qual também não tenho tocado muito ultimamente.

A ver o que me reserva a semana que começa amanhã...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Eu hoje chorei e ainda não eram 8 da manhã

Não sei se por ter ouvido a notícia do fim dos R.E.M., se por estar a ouvir uma das baladas mais tristes e sentimentais de sempre, se de raiva acumulada.

É linda, não é?

Nomes e adjectivos que hoje pululam na minha mente

Taberneiros, broncos, brutos, mal-educados, barulhentos, deficientes, mal-encarados, analfabetos, burrinhos, parvalhões, grosseiros, rudes, ordinários, peixeiros, obtusos, engraçadinhos

E ainda dizem que o 8ºano de escolaridade é o ano da parvalheira! Tá bem, abelha!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Do que eu não gosto (finalmente!)

  1. kiwis, manga, papaia, maracujá e outros frutos exóticos
  2. de ver pernas esticadas em cima duma mesa
  3. cheiro ao chulé, dos meus pés e dos pés dos outros (às vezes acontece)
  4. de blogues demasiado escuros
  5. de jornais desportivos
  6. de condutores e condutoras descuidados (as) - eu sei, isto é um eufemismo
  7. de cemitérios
  8. da minha escola
  9. de rojões à moda do Minho
  10. do FCP
  11. da televisão portuguesa, em geral
  12. do único autor japonês que alguma vez tentei ler: Haruki Murakami
  13. da época de saldos
  14. de bichas
  15. de dias seguidos de chuva - são deprimentes
  16. de ter que acordar cedo
  17. de ser comodista
  18. que não me oiçam
  19. dos políticos em geral
  20. de viagens, dentro do país, que sou obrigada a fazer - são demasiado rotineiras e já duram há mais de uma década
  21. de pessoas espalhafatosas, que se fazem notar por motivos errados (na minha perspectiva)
  22. de ter que entrar em bancos
  23. de fazer compras nas grandes superfícies aos fins-de-semana
  24. de não ter gosto em tratar devidamente das minhas unhas
  25. de graffitis nas barreiras das auto-estradas
  26. do Acordo Ortográfico
  27. da caligrafia do meu filho
  28. de roxo
  29. de viaturas barulhentas, cujos condutores insistem em contribuir para a poluição sonora
  30. de cheiro a peixe
  31. de pessoas arrogantes, demasiado vaidosas, prepotentes e propositadamente mal-educadas
  32. de música country, fado e do que as bandas filarmónicas tocam (apesar de lhes reconhecer valor social e cultural)
  33. do Primeiro-Ministro italiano
  34. do ar e nariz empinado do Miguel Sousa Tavares
  35. de unhas pretas (de sujidade)
  36. do estilo gótico aplicado às pessoas
  37. de ter muitos elementos da família espalhados pelo país
  38. de preencher papelada laboral que pouco ou nada contribui para os resultados escolares dos catraios
  39. do cinzentismo que sinto cada vez que leio, oiço e vejo notícias
  40. ...
(lista em actualização)

Hoje é sexta-feira e já são 9 da noite, n'é verdade? Digam que sim!

Aproximam-se horas para início de reuniões verdadeiramente mirabolantes, nunca vistas em 16 anos de trabalho anteriores a este. Ainda não vai ser esta semana que divagarei sobre 2 cavalheiros que andam por aí, mas não está esquecido. Raios! Ainda por cima, esta semana ainda não almocei - nem prevejo tal -  em nenhum sítio novo lá do burgo. Terrível falha!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Derby minhoto

"Espanhóis" e "Marroquinos" jogam hoje à noite em terras de D.Afonso Henriques, o que significa que amanhã não precisarei de ler jornais desportivos, pois serei indubitavelmente informada das várias perspectivas do jogo da véspera. Amanhã vai ser bonito mantê-los focados em mim, vai vai...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Conversa da treta para comigo mesma, com frequência diária

Pseudo Maria, o choque e a revolta inicial já passaram. Agora há que enfrentar os "espanhóis" e pegá-los na linha da frente, com toda a garra e charme que possuis! Mulheri, bai-te a eles!

PS: É verdade! No outro dia fui almoçar ao "Cantar Vitória". Também recomendo, apesar de em certos dias encher (também) com os colegas de profissão.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Só p'ra dizer

...que são agora 22:39 e é a primeira vez, hoje, que visito o meu blogue. Ocasião rara!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Os alternativos

Há música alternativa que, admito, desconheço. Há pessoas com um estilo de vestir e viver alternativo. Há um estilo alternativo, certo? Pergunto eu: para quem se intitula defensor desse estilo nas suas mais variadas vertentes, o que é que é considerado alternativo para esses defensores? É tudo aquilo que é considerado "normal", o que não causa reacção de terceiros demasiado efusiva? Alguém que me explique o que é isso de "alternativo", se faz favor.

domingo, 4 de setembro de 2011

Questões que me ocorreram sentada na sanita

  • Quantos metros de papel higiénico gasta uma pessoa desde o nascimento até à sua morte?
  • O gasto depende do género da pessoa?
  • Depende da sua localização geográfica?
  • Há papel higiénico reciclável?
  • Quem inventou o papel higiénico? E quando?
  • O papel higiénico colorido é mais agradável ao toque? Causará alergias e/ou irritações no rabiosque?
  • Quantas árvores são precisas abater para fazer uma embalagem de doze rolos, de folha tripla?
Nestes tempos de crise económica, há que pensar nisto tudo e em maneiras de o poupar, n'é verdade?

sábado, 3 de setembro de 2011

É realmente vergonhoso

Subtítulo: A minha primeira experiência gastronómica em Guimarães e outras surpresas

Pois é, mesmo sabendo que tenho que ir à cidade-berço diariamente nos próximos 11 meses, não resisti a ir lá hoje, com três objectivos primordiais: descobrir o caminho mais directo para o "estaleiro", descobrir onde se pode estacionar gratuitamente quando todos os lugares parecem já estar ocupados e almoçar pela primeira vez num dos restaurantes do burgo, que, admiravelmente, não foi sugerido por ninguém, mas que me agradou bastante.

"Mas afinal o que é que é vergonhoso?" - perguntam vocês, após esta introdução. Vergonhoso é eu viver em Braga há 13 anos e nunca ter enchido o bucho em Guimarães (à excepção duma visita remota ao antro de consumismo local, que não conta para o caso) num local aprazível, como fizémos hoje.

Não é que fosse um local requintado, cheio de nove horas. Não! Bem pelo contrário. Quando lá entrei, pensei: "bem, isto é só gajos das obras, que tasca, acho que vamos arrepender-nos".

Não nos arrependemos. O Mumadona serviu-nos uma posta de vitela à lagareiro muito deliciosa e tenrinha, com um molho simples, que nos satisfez bastante. Não achámos caro, pois pagar 35 euros por 3 pratos, bebidas, sobremesas e cafés não rebenta com a carteira de ninguém.

Contudo, a maior surpresa foi o passeio a pé pós-almoço pelo Centro Histórico que me fez comentar com o mais-que-tudo: "temos que regressar mais vezes ao fim-de-semana.". É que efectivamente Guimarães é das cidades mais bonitas de Portugal, com as suas ruelas estreitas, limpas, empedradas, com as casas antigas, bem cuidadas, com bom aspecto, com lojas de artesanato local com nomes como "Meia Tijela", entre muitos bares, cafés e restaurantes a descobrir com tempo e disposição.

Desconfio que durante o próximo ano vou recordar muito do que aprendi na escola primária. Sabem quem foi Martins Sarmento? Pois eu agora também já sei.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Update profissional


Quis a roleta que eu andasse a visitar a cidade-berço durante o próximo ano, pelo menos. Sendo assim, uma pergunta deveras importante: onde é que se come bem e barato, diariamente, em Guimarães? Onde é que se come bem com a família, com atmosfera sossegada? Onde é que se come "à francesa"? Minhotos e minhotas que me lêem - e os outros também - (aqui o AO ainda não pegou), sugiram que eu agradeço!