quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Do que eu não gosto (finalmente!)

  1. kiwis, manga, papaia, maracujá e outros frutos exóticos
  2. de ver pernas esticadas em cima duma mesa
  3. cheiro ao chulé, dos meus pés e dos pés dos outros (às vezes acontece)
  4. de blogues demasiado escuros
  5. de jornais desportivos
  6. de condutores e condutoras descuidados (as) - eu sei, isto é um eufemismo
  7. de cemitérios
  8. da minha escola
  9. de rojões à moda do Minho
  10. do FCP
  11. da televisão portuguesa, em geral
  12. do único autor japonês que alguma vez tentei ler: Haruki Murakami
  13. da época de saldos
  14. de bichas
  15. de dias seguidos de chuva - são deprimentes
  16. de ter que acordar cedo
  17. de ser comodista
  18. que não me oiçam
  19. dos políticos em geral
  20. de viagens, dentro do país, que sou obrigada a fazer - são demasiado rotineiras e já duram há mais de uma década
  21. de pessoas espalhafatosas, que se fazem notar por motivos errados (na minha perspectiva)
  22. de ter que entrar em bancos
  23. de fazer compras nas grandes superfícies aos fins-de-semana
  24. de não ter gosto em tratar devidamente das minhas unhas
  25. de graffitis nas barreiras das auto-estradas
  26. do Acordo Ortográfico
  27. da caligrafia do meu filho
  28. de roxo
  29. de viaturas barulhentas, cujos condutores insistem em contribuir para a poluição sonora
  30. de cheiro a peixe
  31. de pessoas arrogantes, demasiado vaidosas, prepotentes e propositadamente mal-educadas
  32. de música country, fado e do que as bandas filarmónicas tocam (apesar de lhes reconhecer valor social e cultural)
  33. do Primeiro-Ministro italiano
  34. do ar e nariz empinado do Miguel Sousa Tavares
  35. de unhas pretas (de sujidade)
  36. do estilo gótico aplicado às pessoas
  37. de ter muitos elementos da família espalhados pelo país
  38. de preencher papelada laboral que pouco ou nada contribui para os resultados escolares dos catraios
  39. do cinzentismo que sinto cada vez que leio, oiço e vejo notícias
  40. ...
(lista em actualização)

Hoje é sexta-feira e já são 9 da noite, n'é verdade? Digam que sim!

Aproximam-se horas para início de reuniões verdadeiramente mirabolantes, nunca vistas em 16 anos de trabalho anteriores a este. Ainda não vai ser esta semana que divagarei sobre 2 cavalheiros que andam por aí, mas não está esquecido. Raios! Ainda por cima, esta semana ainda não almocei - nem prevejo tal -  em nenhum sítio novo lá do burgo. Terrível falha!