domingo, 31 de janeiro de 2016

Inquérito

O que gostariam vossas excelências de ler aqui neste tasco? Escrito por mim ou pela Sócia ou por outrem?

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Hoje venho aqui como dona de casa desesperada

Tenho lá em casa uma beterraba do tamanho de uma meloa, detesto o sabor a terra em salada, em bolo já experimentei e enfim, não tenho coragem para experimentar chips versão fit.


O que faço com aquilo? Uso no carnaval para tingir roupa e fazer make-up assustadora ou vocelências têm receitas catitas para mim?

Rabugentos!

Segundo a Vanda Miranda, da Rádio Comercial, hoje os rabugentos estão na mó de cima. Acho bem! É o nosso dia!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Mas que razia!

Olha, lá se foram mais quatro followers, outra vez duma penada. Isto voltou a acontecer com mais alguém?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Vocês ajudam, tá bem?

Da próxima vez que me meter numa alhada anunciada, destinada a fiasco, mas envolvendo despesas avultadas, pedirei aqui, neste mesmo tasco que vocês lêem, que colaborem com donativos monetários de modo a atenuar qualquer coisita (im)prevista. Se eu pedir gentilmente e com jeitinho, e partilhando o meu NIB, pode ser? Conto convosco. Quaisquer cinco euros de cada vez bastam.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Em directo dos X-Files

O Mulder continua tão crente quanto a Scully céptica.
Envelheceram os dois muito bem, sim senhora!
Continua a existir tensão sexual entre os dois.
E eu só me lembro da outra série, Californication...

Não me pareceu que, em termos monetários, o rapaz soubesse o que estava a sugerir

"Olha, a stôra ainda tem um telemóvel dos antigos!" - dizia hoje o G., espantado e com ar de gozo, quando me viu a pô-lo em silêncio. E ainda perguntou, todo pimpão: "Porque é que não compra um daqueles modernos, que custam €750?"
Ao que respondo: "Tenho e terei. Não preciso de um mais moderno do que este. Além disso, o que recebo não me permite tal compra." acrescentei, sabendo eu que ele pensa que eu recebo mais do que aquilo que de facto recebo.
Dar mais de 100 euros por um brinquedo deste género é um absurdo, digo eu, que não possuo smartphone nem quero.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Qual é o dia da semana em que dormem pior?

Começo eu. 

Domingo para Segunda.
É certo e sagrado e é para andar mesmo com cara de #hatemondays.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Sem espinhas

Pronto, finalmente!
Já sabemos que vamos ter um Presidente da República divertido e mefistofélico.
Veremos se, daqui a dez anos, irá responder, sorrindo e com ar de aliviado, "Tudo, tudo, tudo", como disse hoje o anterior-ainda-actual PR quando questionado se "fez tudo bem durante o seu mandato".

Hoje o almoço foi massa, da pesada. Deixo-vos uma pergunta, ou melhor, várias

Tinha comprado novilho, embalado e cortado aos cubos e estava com desejos de comer massa, aquela massa grossa que acompanha as refeições pesadotas e que demoram mais de uma hora a confeccionar.
Pois bem, dito e feito. Por volta das 11 horas, eu, que detesto cozinhar e que gosto quando é o MQT a tomar conta da cozinha ao fim-de-semana, inicio os preparativos da dita refeição. Por volta das 12:30, após algumas verificações de paladar e da textura e rigidez da carne vermelha, esta ainda não estava tenrinha como eu gosto. Ainda ia demorar.
Pedi então ao meu condutor pessoal que me levasse à mesa de voto, aquela que fica ali numa das escolas grandes da cidade, numa zona caótica a nível de trânsito nestes dias. Fez-me a vontade, apesar de ele próprio não votar lá e sim bem longe, a quilómetros de distância.
Recebo o boletim e lá cumpri com o meu dever, cruzando o nome que referi antes, uns posts abaixo. É que nem me dei ao trabalho de ver os nomes e caras de outros candidatos. E de repente ocorre-me algo sobre o papel e é precisamente sobre o papel que vos pergunto: não o acharam algo pesado e grosso? E quando o dobraram duas vezes, ficou bem vincadinho? Será que não é possível arranjar algo mais fino e mais leve, avolumando menos as urnas? Até porque é papel para destruir e é, independentemente dos resultados e votos válidos e inválidos. 
Conta-me o MQT que, nas eleições de Outubro, enquanto se realizava o escrutínio lá da santa terrinha, depararam-se com o voto de um eleitor que cruzou a opção "Ali Ba", a que acrescentou a justificação "porque se fazia acompanhar de menos ladrões". Este sim, teria sido boletim de voto para guardar. Agora os de hoje? Só papel desperdiçado!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Está decidido

Já sei quem vem decorar a casa no próximo Natal! E que ideias vai pôr em práctica. Neste momento, estou indecisa entre deixar as coisas como estão - ou seja, tudo na mesma - ou arrumar e fazer a vontade à moça, dando-lhe rédea larga, enquanto eu preparo a salada de grão de bico com atum e ovo.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Para quem está a ver, quem é a pior?

A moça atrás do balcão que diz Bom dia quando vê a utente? Que volta a dizer Bom dia quando a utente lhe dá a receita sem abrir a boca? Que insiste no Bom dia quando se despede da utente? 

Ou...

A utente que vem de óculos de sol e fones nos ouvidos, que fala ao telemóvel com um tipo qualquer e que não está surda, é simplesmente mal-educada, porque quando a moça lhe diz que não tem, ela percebe e saca da receita em três tempos?

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Piadinhas juvenis que entram nesta casa

A boy talking to a girl: "I'd tell you a joke about my dick but it's way too long!"
A girl talking to a boy: "I'd tell you a joke about my vagina but you'd never get it!"

E ainda entram as dos computer nerds e geeks e básico-científicas e joguinhos de palavras marotas.

É, está na fase da parvalheira! 
(Porque raio é que o estúpido do blogger ou blogspot ou lá o que é não actualiza as publicações na hora, no minuto, no segundo, em que um texto é publicado?)

Piadinha de família e futebolística

Disseram-me hoje que a Sara Carbonero e o Iker Casillas andam de candeias às avessas. Verdade, verdadinha!
Isto porque, estando ela grávida da segunda cria, já disse ao marido que não o vai deixar pegar na criança que vai nascer, com medo que ele não a segure.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Eu sei que é secreto e tal...

...mas deixou de o ser na semana passada: vou votar no senhor Vitorino Silva. 
E sim, eu sei que o próximo PR vai ser o senhor Marcelo Rebelo de Sousa.

Não há jejum bíblico que lhe valha

A meu ver, e desculpas aos que gostam, era coisa para ter que morrer de fome.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Hoje fui ao barbeiro

Desta vez fui eu que acompanhei o petiz e ainda antes de entrar, observei a carapinha negra de um rapaz preto sentado na cadeira do barbeiro. A nuca estava a ser trabalhada pelo profissional e muito do cabelo já estava no chão, mas ainda muito do que pertencia ao jovem estava no sítio devido. 
A questão que coloquei ao barbeiro, depois deste jovem cliente sair e de eu própria colocar a mão naquela grande bola cabeluda encarapinhada, foi sobre o destino de tanto pêlo. Respondeu-me o barbeiro: "Lixo, o lixo normal". 
E a questão que coloco é: como é que ainda ninguém se lembrou de dar um destino útil aos milhões capilares - cerca de 4 000 000 000 de euros facturados em Portugal diariamente - resultantes dos cortes de cabelo?

A letra que mexe comigo


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Confirma-se: temos amor à vista

Confessado ontem, em voz alta, ela no passeio e ele a ouvir, na varanda do segundo andar. 
Não vos parece que está aqui qualquer coisa ao contrário? 

E once again os homens exultam

A Jennifer deslavada Lawrence é nomeada para mais um Óscar de Melhor Actriz (como, senhores,como?!). Num filme que é descrito como comédia e drama, estou para ver se adormeço três vezes como naquilo da Golpada e se me revolta tanto quanto a macacada do Silver Lining não sei quê.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Ando com problemas de audição. O meu pai chama-lhe "audição selectiva"

Estava eu ao telefone com uma mãe-encarregada de educação que deveria ter ido visitar-me na sexta-feira passada. Conversa p'ráqui, conversa p'rácola, o mau tempo e a miúda pequenita, breu breu breu pardais ao ninho e, quase no fim,  eu despeço-me com um "Até sexta, então", a referir-me à próxima sexta-feira. E a senhora, que eu não conheço, que não me conhece, e nunca nos vimos mais gordas, despede-se com um "desculpa lá, até sexta". Fiquei a olhar para o telefone, à espera que ele me confirmasse se eu tinha ouvido bem.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Ver demasiada TV faz mal aos ovos

Acreditariam se vos dissesse que ontem, pela segunda vez na minha vida, em menos de dois meses, deixei queimar novamente ovos que estavam a cozer, outra vez pela mesma razão: estar distraída a ver filmes na TV? Só quando o rapaz foi depenicar alguma coisa à cozinha é que me alertou para o que tinha acontecido e para o cheiro pestilento da área. Só a mim!

É disto que me lembro sempre que reparo em alguma referência ao Camaleão

Muitas vezes dançada em casa, sozinha, e a saborear o ritmo e os movimentos de anca.

Adenda: Quantos de nós, hoje, neste preciso momento, estão a ouvir as músicas e letras que nos acompanharam desde a juventude? Eu levanto o dedo.

domingo, 10 de janeiro de 2016

É chato e ocupa espaço

Ainda a propósito do post da Sócia sobre a chuva, o que mais me chateia nestes dias nem é o facto de a chuva ser molhada, húmida e incómoda mas necessária. Isso, lá está, é o que define chuva. Nada a fazer e queixarmo-nos de que chove demais ou de menos vai dar ao mesmo, não leva a que o S.Pedro altere o que lhe dá na gana, quanto a despejar o seu grande penico cá para baixo. E hoje de madrugada, ainda noite escura - que eu acordei com o estrondo da água a bater em tudo o que era parede, chão e vidro - ele deve ter tido grandes problemas, deve.
Bem, mas saberão vocês o que me incomoda mesmo? Pois, é isso mesmo, acertaram! 
(Há que reflectir profundamente sobre o título para confirmar os vossos acertos.)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O meu tio lisboeta comunista (texto para mais tarde recordar)

É/foi, segundo as palavras ditas, alto e bom som para quem quisesse ouvir, pela minha falecida mãe (portanto, seu irmão), o "rico filho" da minha bem viva avó. Esta esteve grávida quatro vezes e pôs no mundo três crias, pela seguinte ordem: a minha mãe que fez apenas a 4ª classe porque era a mais velha dos três e tinha que contribuir para o orçamento familiar, o meu tio lisboeta comunista licenciado em Direito e a minha tia filosofa precocemente rebelde que me ensinou a andar de bicla e com quem eu ouvia Pink Floyd e cujos cadernos de escola eu admirava.
Hoje escreverei apenas sobre ele. 
O meu tio lisboeta comunista não é lisboeta. Apenas emigrou para lá após terminar o seu curso de Direito em Coimbra. "E comunista?" - perguntam vocês? Eu acho que, teorica e ideologicamente, ele ainda é comunista. Na prática, já há muitos anos que acho que não é; é uma daquelas pessoas a quem a expressão "esquerda caviar" assenta que nem uma luva, apesar dos próprios detestarem esse epíteto. Aprecia objectos bons que a sociedade consumista lhe oferece, alguns dos hábitos luxuosos que o ordenado dele lhe permite comprar e um estilo de vida lisboeta que não se coaduna propriamente com a divisão igualitária de bens para todos sem excepção.
Ao longo dos meus 43 anos de vida, eu sempre admirei este meu tio, passando por diversas fases: 
-quando era catraia, o meu tio "lisboeta" era aquela figura que eu só via duas ou três vezes por ano quando ele decidia vir visitar a famelga à aldeia, ou à província, aliás, como o ouvi (e à esposa, oriunda duma aldeia serrana) dizer. Ele era aquela figura adulta que vivia lá longe, na capital do país onde tudo se passava, culto, literato, que usava uma linguagem impressionante, cheia de "palavras caras", que parecia estar actualizado sobre tudo o que era tecnologia, ciência, informática e sei lá que mais. Ainda hoje ele é assim, pois gosta de me mostrar que anda a par das últimas modas tecnológicas. E a verdade é que ele, hoje com quase 65 anos, tem um desses com imensas aplicações para isto e para aquilo e eu mantenho-me fiel ao meu telemóvel pré-histórico que nem acesso à Internet tem activado (porque eu não quero, adianto já). 
-quando eu era adolescente / jovem eu via-o como aquela figura adulta licenciada, com um canudo e um bom emprego e muito trabalho, com um escritório de advogados na Rua Alexandre Herculano (os lisboetas sabem a que rua me refiro, certamente), com contactos diários com sindicalistas, criminosos, pessoas que se queriam divorciar e nomes sonantes do mercado empresarial lisboeta. Um exemplo a seguir, em termos de estudo e de independência de vida, caso eu própria quisesse ser financeiramente independente, tal como os meus pais me educaram e que eu consegui atingir aos 23/24 anos.
-com três décadas de vida, eu já o via como aquela pessoa tão adulta quanto eu, apenas mais velho, com menos cabelo, a face um pouco mais larga, com gosto por discussões em família sobre política, ciência, literatura, religião e outras assuntos e com uma preocupação exagerada em não engordar por comer demais (coisa que é impossível acontecer na dita "província", digo já). Continuei embasbacada a ouvi-lo discursar, a contar piadas machistas à mesa durante as refeições familiares anuais.
-hoje sinto que estou ao nível do meu tio lisboeta comunista, no que toca a debates sobre alguns temas, não sinto receio de ser ridicularizada por abrir a boca durante as discussões familiares e expor-lhe os meus pontos de vista discordantes dos dele.
Vi-o a sofrer pela morte do pai, a questionar muita coisa quando morreu a irmã mais velha e hoje vejo-o a interrogar-se sobre a morte dele e o seu propósito presente. Às vezes passa por momentos deprimentes, que continua a disfarçar com as tais piadinhas de mau gosto e gargalhadas histriónicas.
Continuo a admirá-lo, com todos os seus defeitos de adulto, e aprecio hoje muito mais a sua companhia do que apreciava quando eu era catraia e ele me oferecia pequenos presentes oriundos da capital.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

E agora o que é que eu faço?

Tenho um filho que quer aprender a falar fluentemente klingon. A minha pergunta imediata é: "Com quem?"

Contem-me aqui ao ouvido que ninguém nos ouve

Vocês continuam a comer Nestum com mel e leite, não continuam? Com essa vossa idade, certo? Uh huh, pois, eu sei como é.

Um dó li tá

E então?

São daqueles que se queixam da chuva que não pára, q'horró, dia tão feio, não pára de chover, não sei que usar para sair de casa

Ou são daqueles que se queixavam dos 20º em Dezembro? 
Ou são os dois?

Pessoas...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Vai uma aposta?

a) A árvore de natal será desfeita e a restante tralha decorativa arrumada no próximo fim-de-semana.

b) Os grupos nominais acima usados ficarão hirtes e firmos no mesmo sítio, pelo menos, nos próximos 12 meses.

Vamos ver como corre. Depois digo como correu, ou se correu...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Ah, alegria!

Acabei de descobrir que, afinal, o Harry Hole não morreu e há-de aparecer um 10º livro da série, um destes dias. Assim sim!

Conclusão consumista

O Natal está aí à porta e o pessoal - o de Braga, pelo menos - deve andar com a carteira bem recheada. Isto, a julgar pela quantidade de gente com sacas, saquinhas e saconas nas mãos, em passeio ou refastelada, espalhada pelo BragaParque no sábado à noite. A probabilidade de não roçarmos em alguém de metro em metro era baixíssima. E a bola na TV não justifica tudo.

Dia 4

Quantos já começaram a dieta do "para o próximo ano é que é!"?

domingo, 3 de janeiro de 2016

Uma ou duas dúvidas sobre o Episódio VII

1) Para que raio é que o copinho de leite usa a máscara, se não tem problemas respiratórios?
2) O R2-D2 também usa a Força? Não o podemos chamar de Belo Adormecido?
3) Quanto tempo é necessário para aprender a manusear um sabre de luz, afinal: anos de treino ou minutos com ele na mão?
...

Há mais, mas se as apresentar, estrago a piada toda do filme. De que gostei. Bastante.

Devem ser influências da leitura

O ano já vai com três dias e nem ponta de sol neste jardim à beira-mar plantado. Deprimente.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Desisti (irrevogavelmente é que ainda não sei)

Deixei o Ulisses de lado, mais uma vez, ainda no ano passado, para me dedicar à leitura antropológica. Desta vez, e por conselho do meu tio lisboeta comunista, peguei na Kate Fox (salvo seja, pois não sei se ela é gorda ou magra ou assim-assim ou o quê) e no seu Watching the English (fresquinho, chegado de Brighton há 4 dias) e tenho-me deleitado a apreciar as manias dos ingleses, no que diz respeito ao tempo - que é só deles e ai de quem diga mais mal dele do que eles - e não só. Não me parece que o vá abandonar antes de chegar à última página e perceber um pouco mais da perspectiva dela sobre ela própria e os seus.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

E assobios? Podemos mandar uma assobiadela daquelas?

Agora que mandar um piropo é crime, será que assobiar elogiosamente também dá direito a cadeia? Teremos nós vigilantes atentos e diligentes nas praias para ouvirem tudo o que é dito - e quiçá assobiado - por eles e por elas, dirigido a eles e a elas e vice-versa? 
Não têm é mais nada em que pensar, parece-me.