domingo, 12 de maio de 2013

Olha outro desafio!

Há uns anos estraguei um poema de Fernando Pessoa, com a versão que escrevi e publiquei na altura e que revelo novamente:

Ai que prazer 
Não postar diariamente
Ter um blog para manter
E não o fazer.
Publicar torna-se monótono
Partilhar on-line é quase nada.
O sol doira sem blogosfera
O rio corre bem ou mal,
Sem edição original e pessoal.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
Como tem tempo, não tem pressa.
Blogs são páginas virtuais
Cheias de bits e bytes
Partilhar é uma coisa em que está distinta
A diferença entre “o meu” e “o nosso”.
Quanto melhor é quando há clicks
Esperar por O Comentário,
Quer venha ou não.
Grande é a escrita, a emoção e os comentários ziguezagueantes
Mas o melhor da Internet é o mundo aos nossos dedos
Imagem, música, cores e as palavras
Que nos atingem
Só quando, em vez de aquecerem, magoam.
E mais do que isto
É Jesus Cristo
Que não sabia nada de computação
Nem consta que tivesse Internet.


 Posto isto, o desafio que se segue é:
  • escolham um poema em língua portuguesa, de autor/a conhecido/a (preferencialmente)
  • ajavardem a versão original
  • publiquem-na nos vossos blogues e venham cá avisar, sff
  • rezem para não terem pesadelos causados pelos fantasmas dos falecidos autores (se é que já finaram, claro) ou para que os autores vivos não vos metam um processo por heresia intelectual-literária. 
  • Acima de tudo, divirtam-se!

Confesso-me incapaz de pronunciar certos nomes

Como por exemplo os das personagens do livro - policial nórdico - que ando a ler, bem como o nome do próprio autor:

Mas porquê? Porquê?

Raios!
O Benfica marcou 2 golos e perdeu o jogo (e o campeonato também), eu perdi dois seguidores só ontem. Estou para ver o que irei perder hoje, além dum bonito dia de sol, passado em casa com papéis à frente, e da missa das 11.