quarta-feira, 2 de maio de 2012

A primeira de muitas noites

Estou a preparar-me psicologicamente para que alguém com menos 15 centímetros do que eu pernoite, pela primeira vez sem pai nem mãe, a vinte minutos, a pé, do seu quarto. Desconfio que sei quem é que não vai dormir bem nessa noite.

CREPe - sem o "e" final

Então no outro dia lá regressámos a Braga por uma nova via, cujas siglas são CREP. Raio de nome. Não podiam ter-se lembrado doutra coisa qualquer que me desse menos vontade de comer, ainda mais à hora que era? Foi antes de almoço, após uma lonnnnnnnnggggggggggggaaaaaaaaaaaaaaa manhã passada em Espinho. E perguntei ao mais-que-tudo (já sei, não leva hífens) porque raio estávamos a vir por ali, ao que ele me respondeu, com a sua calma habitual de condutor, somente pelo prazer de EU conhecer mais uma via. Como se eu tivesse algum prazer em andar em auto-estradas! E em gastar combustível a percorrer mais 19 kms do que os estritamente necessários. Voltei rezingona e só me passou quando finalmente comi um crepe à sobremesa. Com Nutella, claro.