segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Humildes desculpas

A Madalena, a tal que há uns séculos tinha um fetiche por pés, reencarnou na autora deste tasco há uns bons anos, quando um gajo com a mania que sabia escrever decidiu reescrever um livrito qualquer e fê-lo online para que o pudéssemos adular (ao gajo, não ao livro). Na altura, a primeira vez,  o gajo esqueceu-se  que a Madalena existia e não lhe deu a devida atenção. Redimiu-se mais tarde, quando meteu no enredo, às três pancadas,  um capítulo hiper-secreto que andava perdido na sua memória intermitente.
Posto isto, o tal gajo regressou aqui após anos e anos de ausência, ofendido com a Madalena dos cabelos longos, e só não lhos puxou porque estava demasiado ocupado a treinar o acordórtográfico (não o actual, mas o que ainda há-de vir). E é por isso que estou a pedir desculpas: não o avisei que tinha voltado. Acho que vou ter que lavar os pés a alguém um destes dias...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Help!

Help, I need somebody,
Help, not just anybody,
Help, you know I need someone, help.

When I was younger, so much younger than today,
I never needed anybody's help in any way.
But now these days are gone, I'm not so self
assured,
Now I find I've changed my mind and opened up the
doors.

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me.

And now my life has changed in oh so many ways,
My independence seems to vanish in the haze.
But every now and then I feel so insecure,
I know that I just need you like I've never done
before.

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me.

When I was younger, so much younger than today,
I never needed anybody's help in any way.
But now these daya are gone, I'm not so self
assured,
Now I find I've changed my mind and opened up the
doors.

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me, help me, help
me, oh. 
É exactamente esta música que irei cantar amanhã à tarde quando um canalizador desconhecido aparecer ali à porta para arranjar a banca cuja canalização podre inundou a cozinha cá de casa (notem que eu não disse " a minha cozinha") à medida que me ia questionando porque razão é que os meus pés estavam a ficar cada vez mais húmidos.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Não resisto a partilhar esta inutilidade estatística

...aqui do tasco: os americanos batem os portugueses, de longe: desde que instalei qualquer coisa algures que me permite verificar as estatísticas, tive 1291 americanos a lerem-me contra 776 portugueses e 520 brasileiros. Pergunto-me o seguinte: se eu começar a escrever em inglês, será que o número de leitores de origem lusa e brasileira ultrapassa os yankees? Vou estar atenta.