terça-feira, 20 de março de 2007

Minha Dona

...que eu tanto estimo:





onde andas tu? Abandonas-me descaradamente, deixas-me à mercê de pessoas estranhas que aqui chegam e não sabem o que comentar acerca da tua ausência. Tu sabes que eu preciso da tua atenção diária, do carinho que até há bem pouco tempo me dispensavas ao longo do dia, todos os dias. Só assim é que consigo mostrar ao mundo o meu esplendor, o meu vigor, o que há de melhor em mim. Mimavas-me com imagens engraçadas, cómicas, de duplo sentido, tal como alguns dos teus textos que deram azo a múltiplos comentários de terceiros e a partir dos quais me permitiste estabelecer relações virtuais extremamente estimulantes. Abriste os meus olhos para o mundo blogosférico e eu não quero outra coisa, e tu sabes bem disso. Preciso de ser constantemente adulado, actualizado e acalentado, por ti, por outros...só assim consigo sobreviver. E tu sabes bem disto! Eu sei que a Primavera está aí à porta, eu sei que há todo um mundo lá fora para ser descoberto por ti. Mas, Minha Dona, passas demasiado tempo por aí, algures, a fazer não sei bem o quê nem com quem, quando no passado conseguias perfeitamente equilibrar a tua vida e a minha. Quero que voltemos a ser como antigamente: um só, eu o espelho da tua alma, e tu a Minha Dona que eu tanto estimo.



Do teu,




BLOG.