quinta-feira, 30 de junho de 2011

Posts agendados

Nunca fiz tal coisa e espero nunca fazer. Mas como já disse hoje o GM, como outros o disseram antes, e como muitos mais o dirão nos seus cantinhos virtuais, cada um escreve quando, como e o que lhe aprouver.

E agora a composição...sobre um assunto que me vem à mente bastas vezes, pensado e aqui descrito de forma ligeira, mas pouco espontânea. Texto contraditório, portanto...

O meu blogue, anónimo para a maior parte de quem me lê, é o meu diário, onde escrevo o que me apetece, quando me apetece, como me apetece. É um blogue egocêntrico, tal como a dona. É, neste momento, um blogue espontâneo e impulsivo, tal como a dona em muitas situações reais. É intempestivo, mas já foi mais. É mais sério, tal como a dona o é no momento presente, contrastando com o tom jocoso que o e a caracterizava há alguns anos. Houve, de facto, uma razão de peso para tal mudança, que ainda hoje acho que foi exacerbada e muito mal entendida e aceite. Mas adiante...porque não é acerca disto que hoje quero devanear.

Apercebo-me que muitos bloggers que leio agendam textos. São escritos quando lhes dá mais jeito e automaticamente publicados a uma hora determinada. Acredito que uma das razões seja o desejo de quererem partilhar o muito que fervilha nas suas mentes, a uma ritmo certinho, e de modo a que poucos assuntos fiquem por discorrer. Reconheço que tal automatismo possa reflectir um certo grau de organização mental e de boa gestão de tempo. Qualidades que não possuo.

Talvez por eu me ver como uma pessoa algo desorganizada de ideias e com péssima capacidade de gestão de tempo livre, creio que nunca escreveria hoje o que só viria a ser publicado amanhã. A natureza impulsiva e espontânea dos meus textos perder-se-ia. O gozo que me dá pensar e brincar com o sentido das palavras num determinado momento de boa disposição desvanecer-se-ia. Deixaria de ser o meu blogue para ser uma lista de textos com hora marcada. Passaria a ser quase um dever, e não um prazer, que o é, de facto.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Segredo que já não o é

Eu já desejei muito a morte de alguém, para que esse alguém não pudesse revelar um segredo meu.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A regueifa....ou uma história inverosímel

(Sugestão do Tio do Algarve)

Inverosímel - adjectivo que significa: "pouco provável", "incrível"; "que não é ou parece ser verdadeiro"

A regueifa dela era das melhores do mercado, na sua santa terrinha. As suas formas redondas e entrançadas atraíam imensos forasteiros, que formavam fila para  a observar, para a cheirar, para lhe tocar, para a trincar e saborear. A multidão juntava-se bem cedo, aos sábados de manhã, à volta da bancada dela. O toque final dado pela pincelada de manteiga a cobrir-lhe o torso dourava-lhe o exterior e enriquecia o sabor adocicado e textura suave da miscelânea cujo segredo poucos conheciam. Verdade seja dita, a fama das mãos que tocavam naquela massa quase divina tinha-se propagado pela região há muitos anos. Vê-las trabalhar era um privilégio de poucos, pois não era no mercado municipal que o "milagre" acontecia. Lá, apenas se lhe dava projecção. E saciavam-se estômagos de miúdos de 9 anos que, nunca tendo provado tal manjar, abocanharam a primeira que lhes veio parar às mãos. E de graúdos, que já não a comiam há anos! E que bem me soube!

Estou Furibunda!

Na loja, quando queriam vender o produto, falaram-nos num prazo de entrega de até 12 semanas. Com alguma sorte poderiam ser entregues no início de Junho.
Há cerca de 2 semanas, após uma visita minha por estar a estranhar a demora do contacto da logística, uma das funcionárias da loja agendou a entrega para amanhã. Coisa que, vim a descobrir por telefone hoje, ela não poderia ter feito, pois não pertence aos servíços de logística.
Hoje, os serviços de logística contactaram-me, para me informar que a entrega nunca poderia ser amanhã, pois os sofás ainda não chegaram sequer a Portugal.
Ficou agendado para dia 6 de julho, consoante a minha disponiblidade, a confirmar por estes serviços no dia anterior.
A minha sala continuará semi-vazia por mais uns longos 8 dias, apenas com um colchão insuflável lá no meio, a remediar e para que o catraio possa rebolar à-vontade.
Entrada paga e três mensalidades pagas antes de receber os ditos cujos sofás castanhos.

Chateau D'ax?? Nunca Mais! Não recomendo!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Nunca vos aconteceu...

...passarem por casais que são tão, mas tão parecidos de cara um com o outro, que mais vos parecem ser irmão e irmã? A mim acontece-me frequentemente.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Foi giro, deu para rir...até a mim, que também chorei de tão embaraçada

Eu não sei reagir quando cometo gaffes em público. E como sei que não sei reagir duma maneira que me deixe menos mal, reajo sempre da pior maneira:

Eu, a olhar para a grande e redonda barriga dela e a sorrir: "Então? Vai a caminho do 4º filho? Parabéns! Gabo-lhe a coragem."
Ela, meia séria, meia divertida, responde naturalmente: "Mas eu não estou à espera do 4º filho."
Eu, ainda pouco convencida e com cara de parva e a sentir-me a enrubescer: "Ai não? Está mesmo assim gordinha?"
Ela, cada vez mais divertida com o meu embaraço e sempre a sorrir: "Não precisa de ficar tão atrapalhada!"
Eu, já meio a rir, meio a lacrimejar de tão envergonhada me sentia: "Pois, desculpe, é que parece mesmo."...e não é que toco mesmo na barriga dela para confirmar?

(Se houvesse um buraco ali mesmo, enfiava-me lá! E a outra que ouviu a conversa toda escangalhou-se a rir na minha cara!)

"To-do" lista

  • Buscar calçado = checked
  • Depilar pernas e outros pêlos = checked
  • Buscar vestido e experimentar vestido = checked
  • Arranjar o cabelo
  • Contactar restaurante para arranjar mesa para, literalmente, não sei quantas pessoas
  • Verificar as previsões meteorológicas (não é que me faça mudar de planos, mas pronto...) = checked
  • Seleccionar brinquedos
  • Arrumar o canto dos brinquedos, na mesma sala
  • Mudar a água mal-cheirosa da criatura comilona "Papa-Tudo"
  • Cobrir o monte de roupa por passar
  • Dormir cedo e bem e acordar às 8:30, o mais tardar.
  • ...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Fotografia

Este foi um dos temas sugeridos pelo Constantino que me agradou particularmente.

Nunca tive como hobby tirar fotografias. Tal como nunca tive como hobby ser modelo particular de alguém. Não sou fotogénica e não gosto de me ver na maior parte das fotografias que me tiram. E um dia hei-de mesmo organizar o meu "álbum dos horrores"! Admiro quem tem paciência para esperar e captar "o momento" certo, com a luz certa, na posição certa. Eu não a tenho, a paciência, e nem a habilidade.

Há cerca de 16 anos, ofereci uma Canon ao mais-que-tudo, que na altura ainda não o era oficialmente, apenas para lhe dar o prazer de o ver a tirar a pormenores que a mim certamente escapariam. Fotografias essas que foram sempre reveladas e têm sido amontoadas em três casas, distantes umas das outras. Ele tem jeito e gosto e tem desenvolvido ambos. Há três anos rendeu-se a uma máquina digital, outra Canon, tornando mais fácil e mais barato o armazenamento dos nossos "tesouros" de vida.

Aquando das nossas mais recentes limpezas e arrumações nesta casa, deparámo-nos com imensas, em papel, que já estavam esquecidas. E sorrimos ao passá-las de mão em mão, enquanto contávamos ao catraio a origem de cada uma. E esses momentos de recordação que nos devolvem sorrisos são o que mais valorizo numa fotografia: saber que um dia estivemos em determinado sítio, com aquelas pessoas, a viver aquele momento.

Gosto de fotos de paisagens, gosto de rostos alegres, sejam de crianças ou de gente mais velha. Gosto destas a cores. Mas gosto ainda mais dum bonito corpo nú, dele ou dela, a preto e branco, com as suas sombras e contornos e o que não se vê, mas deixa que eu imagine.

Gosto de reviver através da fotografia.

domingo, 19 de junho de 2011

Constatação de fim-de-semana

Salvo 2 ou 3 excepções, a blogosfera que eu leio também descansa e relaxa ao fim-de-semana.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ui! Já começou...e ainda só é sexta-feira!

Começo a ter medo dos fins-de-semana! Começaram novamente as arrumações à maneira dele, que É bem melhor do que a minha (sempre foi e sempre será), mas é um stress do catano. Quero ficar sentadinha no sofá e ele só quer abrir gavetas, armários, mudar coisas de sítio, pôr no lixo (e com razão, pronto!) coisas não usadas, quer comprar candeeiros, deixar de ver as paredes nuas e brancas colocando-lhes os puzzles de 3000, 4000 e 5000 peças que foi pachorrentamente construíndo ao longo dos anos.

É melhor dono-de-casa do que eu, sem qualquer sombra de dúvida. É um stress do catano durante dois dias que supostamente deveriam ser para relaxar! E o sofá novo ainda não veio!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

ET na minha própria pátria

Por vezes sinto-me alienada do que se passa no meu país, pelo simples motivo de ver pouquíssima televisão. E o que vejo resume-se a séries americanas transmitidas na FOX e AXN e por vezes o noticiário da SIC. Não estou sozinha, pois não?

Mesmo as notícias online, as do Público, soam-me, muitas vezes, a anacrónicas. Como aquela dos futuros magistrados que tiveram 10 num exame a sério, após ter-se descoberto que houve falcatrua. Shaking head...

Preciso da ajuda de estranhos

Neste momento estou a passar por uma fase de preguiça mental, por muito que goste destas andanças da blogosfera: gosto tanto de ler outros como de escrever aqui (apesar de não escrever sobre tudo o que se passa na minha cabeça).

Posto isto, e porque o texto já vai longo, o pedido é o seguinte: vocês, que eu não sei quem são, que não me conhecem pessoalmente, o que gostariam de ver aqui escrito por mim?

@ Ness: podes sugerir aqui também :)

Pequenas irritações blogosféricas

Os blogues com comentários moderados e verificação anti-spam irritam-me. Eu percebo e aceito as razões dos donos para tal opção. Não deixo de os ler, claro, mas muitas vezes não comento também por essa razão.

Desigual

Tem artigos girérrimos, mas carérrimos! Gosto particularmente dos tops, camisolas e vestidos de alças. E as carteiras? Ai as carteiras coloridas! Fosse eu rica e coleccionaria carteiras e relógios!
Um destes dias perco a cabeça!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

E agora uma bem seca

Puto: Sabes o que é uma ovelha peluda sem pernas?
Mãe: Não.
Puto: Uma nuvem.
Mãe abanando a cabeça e a pensar: "O que é que ele andará a ler?"

E agora um pouco de história

Teacher: Can you tell the name of 3 great Kings who have brought happiness & peace into people's lives?
Student: Smo-king, Drin-king and Fuc-king.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Fez-se luz quando perscrutava os DVDs infantis

Até hoje, sempre que via o NCSI - Los Angeles, com a boazona da Daniela Ruah (por acaso bastante apreciada cá em casa), ficava com a sensação de que a Linda Hunt me lembrava alguém. Agora já sei quem:


(Edna, a fashion designer no filme The Incredibles)
Tenho ou não tenho razão?

Depeche Mode à la Nouvelle Vague

10 000...

...e a festa passou-me ao lado, por estar a ver um ensaio escolar do pré e pós-25 de Abril. Raios!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Fim-de-semana prolongado - dia 3 (com um dia de atraso)

Domingo caseiro, a levantar tarde, como eu gosto. Finalmente comprámos casa nova! Sempre há mais espaço para a criatura dar as suas cambalhotas!

À tarde continuaram as arrumações, iniciadas na sexta. Deve ser a tal crise dos 40 anos que dá nos homens. Questiono-me, quando chegar a minha vez, qual será o efeito em mim?

De qualquer modo, a casa parece outra. A nossa, porque a da Papa-Tudo é outra.

domingo, 12 de junho de 2011

Fim-de-semana prolongado - dia 2

Manhã passada no Sea Life, que recomendo vivamente. Se para o catraio foi a segunda visita e por isso foi o nosso guia, ansioso por nos mostrar todos os peixes e tubarões e raias e Neptuno, nós, novatos, ficámos maravilhados com o colorido das profundezas do mar. Inclusivé ganhámos um lápis (!!!) por termos acertado as 8 ou 9 questões que nos foram apresentadas ao longo do percurso e cujas respostas tinham que ser reveladas após raspar a cor correcta com a moedinha....à moda antiga, mesmo. Claro que todos os visitantes ganharam um lápis, bastava ler a informação à nossa volta.
Como esperado, a visita acabou na Loja das recordações, onde, obviamente, não conseguimos resistir e comprar umas coisitas giras: o Nemo fica mesmo bem imanizado no microondas!

Tarde passada a consumir no NorteShopping, onde o rapaz matou saudades dos Bichinhos Carpinteiros, que já não visitava desde 1 de Dezembro de 2009. É o que faz a FNAC ter finalmente aberto em Braga. Vestidinho floral comprado na Lanidor, uma pechincha comparada com o preço do calçado que encomendei hoje. Enfim, coisas que só acontecem a uma mãe uma vez na vida, a não ser que tenha mais do que um filho, o que não é o caso.

Dois dias intensos, de maneiras diferentes. Resultado: pernas feitas num oito! Dormiu-se sempre muito bem!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Fim-de-semana prolongado - dia 1

Dia de limpezas: conseguimos encher, sem exagero, metade do ecoponto aqui da zona com cartão, papel e plástico, acumulados ao longo de 13/14 anos que aqui vivemos. Impressionante o que guardamos, a pensar que um dia iremos usar ou ainda precisaremos para mudar de casa. Descobrimos peças de estanho que nos ofereceram quando casámos, que apenas vimos 2 vezes: nesse dia e hoje. Lindas de morrer! (NOT!) Descobri igualmente cartas e postais que o mais-que tudo me escreveu durante 9 anos antes de casarmos. Vai ser giro relê-las. Depois conto.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

De tempos que já não voltam mais e da mercearia do Senhor Fernando


Isto é um fotografia. Foi tirada recentemente pelo Paulo Borges, meu conhecido e colega de profissão, e inicialmente publicada no blogue dele. Pedi-lhe autorização para a "roubar", pois, quando a vi, lembrei-me do Senhor Fernando e da sua mercearia na minha aldeia. Ele, o Paulo, autorizou-me a usá-la como inspiração do que escreverei de seguida.


A mercearia do Sr. Fernando localiza-se ao lado da primeira casa dos meus pais, já degradada, em ruínas, coberta de silvas, com vidros partidos e muito mau aspecto. Porque ficava mesmo à mão de semear e porque a minha mãe era cliente regular, que pagava sempre a horas, era muito habitual eu lá ir, ao domingo de manhã e já perto da hora de jantar, fazer os recadinhos que a minha mãe mandava: comprar uma embalagem de canela, voltar lá passados 5 minutos para pedir um pacote de acúcar....coisas do género. Havia essa relação quase familiar entre o Sr. Fernando, a sua família e a nossa. Nunca me mostraram má cara por causa do abuso da hora. Nem porque eu não levava dinheiro e simplesmente pedia para "pôr no livro". Conta essa que a minha mãe pagava mensalmente. Nunca deixou de o fazer.

A mercearia tinha as paredes revestidas de madeira, bem como o balcão, os armários e as prateleiras. Tal como mostra a fotografia do Paulo. Todos os produtos estavam bem à vista e era só pegar e pagar. É verdade que havia pouca variedade, comparada com a de hoje nas grandes superfícies, logo não havia muito por onde nos perdermos. Era aquilo e aquilo mesmo, todos os meses, sem excepção...até ao dia que apareceu o Feira Nova na vila (que agora é cidade).

As idas à mercearia foram diminuindo, pois a natureza prática e o facilitismo consumista duma grande superfície sobrepuseram-se à convivência familiar e social que caracterizavam aquele pequeno recanto de aldeia, que era também ponto de encontro habitual para os leitores de jornais diários. Não passava um dia sem dois dedos de conversa com o Senhor Fernando, quando eu regressava a casa, a pé, da escola que distava alguns quilómetros. Um excelente exercício diário, quer fizesse sol ou chuva. Nessa altura não se ouvia sequer falar em "pele com casca de laranja".

O Senhor Fernando era o dono orgulhoso dum Opel Kadett que, já nessa altura, era velhote, mas muito bem tratado. Um dia, numa das nossas idas à capital, qual não foi o nosso espanto, vimos estacionado em frente ao cinema São Jorge (ainda existe com este nome?) um carro igualzinho ao do Senhor Fernando. Quase não acreditámos, mas era mesmo o dele e ele ali bem perto. O mundo é mesmo pequeno.

Estes tempos de mercearia, o seu encanto, perderam-se totalmente. O edifício ainda está de pé. Quando vou à aldeia, ao fim-de-semana, e passo naquela rua, encontro-a fechada. Interrogo-me se de vez.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ena, Ena! Isto não é normal!

Hoje já vamos com 104 visitantes. Mas o que é que se terá passado por aqui que eu não me apercebi de nada?


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Adenda: 148 no total, num só dia, números revistos à uma da manhã. Deve ser do sono. Amanhã pagarei bem caro!

Vícios caseiros - III

A minha lista de blogues "que leio religiosamente todos os dias" não está totalmente visível, pois alguns continuam em segredo, nos favoritos do meu IE.

Há um que gostaria de destacar e que venho a acompanhar há alguns meses (portanto, ainda é novidade para mim). Os seus textos transbordam feminilidade, carinho, felicidade a quatro, muito amor, muita maternidade, alguma sensualidade (e a autora está bem consciente disso), perseverança na vida, gosto pela aventura, o nosso lado de criança-adulta...e poderia continuar que muito mais haveria a dizer. Mas ela escreve melhor do que eu e com mais sentimento. Vale a pena.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Vícios caseiros - II

Todas as noites tomo um leite achocolatado fresquinho antes de me deitar. Sabe-me que nem ginjas!

domingo, 5 de junho de 2011

Uma boa noite

Será, certamente, a primeira noite bem dormida dos últimos 6 anos.

Porta de vidro dum certo hotel lisboeta em cacos

Metáfora que espelha o estado de espírito do demissionário derrotado e do seu partido.

Pronto, já está

Um pontapé bem dado, com bastante força. Contribuí para tal, mas ainda assim surpreende-me a diferença percentual (provisória) que a esta hora as televisões transmitem. As merendas grátis servidos durante a campanha eleitoral sairam-lhe bem caro.

Agora resta ver se o Steps Rabbit faz o mesmo, porque pior, duvido. Tenho esperança que não.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Só porque achei bonito, triste, realista, cruel, actual


O dia e a noite

Crianças grandes

Grandes crianças

Crianças felizes
Crianças tristes

Crianças que têm uma família que as amam
Crianças que sonham por uma adopção…

Crianças que choram por um ténis
Criança que não tem um pé para por o ténis…

Crianças que imploram pra brincar na rua
Crianças em que a rua é o seu lar…

Crianças que não sabem dizer aos pais: ”Eu amo-te”
Crianças que declaram o seu amor a pais ausentes…

Crianças que contam os dias para o dia do aniversário
Crianças que não sabem o dia em que nasceram…

Crianças que escolhem o que querem comer
Crianças que não têm o que escolher…

Crianças que têm tudo, mas não sabem o que querem
Crianças que sabem, mas nada têm…

Crianças, em que a escola faz parte da vida
Crianças em que a vida, é a sua única escola…

Crianças que pedem tudo aos pais
Crianças que pedem apenas um PAI…


(enviado por e-mail; desconheço o autor; agradecia que me avisassem se souberem quem é)

Vícios caseiros - I

CSI - NI / NCIS / Investigação Criminal / House

Os quatro juntos totalizam mais horas a ver televisão numa única noite do que durante a semana inteira.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Sensação de conduzir um C3 - parte VII

...no penúltimo dia de aluguer: ai que saudades do meu! Nunca mais chegam as 20:00 de amanhã!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Mais uma dúvida parva

Quantos blogues há, escritos em Língua Portuguesa? Certamente que se alguém se atrever a responder-me, quando o fizer, já a resposta estará desactualizada.

Adenda: o meu não conta!

Sensação de conduzir um C3 - parte VI

...é talvez a de uma lesma a arrastar-se por uma encosta acima, quando antes sentia-me uma verdadeira "speedy gonzalez".

Sensação de conduzir um C3 - parte V

...a gasolina, algo que já não fazia há uns bons 15 anos: "Susana Maria, anda devagar, porque a gasolina está mais cara que o gasóleo!"