quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Iniciar 2016 em bom

Karaoke.
Estou a treinar a letra e a coreografia há mais de uma semana.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

A coisa mais nojenta que já vi na TV

Sacha Baron Cohen no filme Borat:  Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan. A sério. Hoje. É que nem a brincar...

contransmagnificandjudeibumbatancialidade

estão a ver porque é que não consigo acompanhar as letras sílabas palavras ideias conceitos parágrafos géneros idiomas e suposta genialidade que leio no Ulisses e quem o tiver que folheie as últimas 60 páginas e me diga onde começa o parágrafo e onde pára a pontuação que eu já me sinto perdida há muitas frases praticamente desde o início e o que significa aquele vocábulo lido relido e trelido na página 33 da minha edição brasileira

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

De bola e de pilas: nada a ver, mas ...

... foi o que me ocorreu quando soube da última: neste momento, a pila do Sporting é maior do que a pila do Porto e a do Benfica. Resta saber o que é que a NOS e a MEO vão fazer com elas.

Coisas para as quais, a certa altura da vida, ainda não estamos preparadas

Por exemplo, ler livros.
Durante o meu processo de vida como leitora adulta comecei a ler vários livros várias vezes e várias vezes os abandonava, desejando retomá-los mais tarde. Achava-os enfadonhos a ponto de me darem sono ou difíceis de ler e perceber. Não insistia e acabava por pegar noutro que substituísse o anterior e nem sempre a sensação de satisfação plena chegava.
Ontem peguei novamente no Ulisses. Já tinha pegado no Ulisses em ocasiões passadas e nunca adiantava muito, pois não conseguia manter-me focada no fio da meada. Aquilo não é nada fácil. Ontem devo ter lido 5 ou 6 páginas duma edição brasileira, lançada por um certo jornal português há cerca de 5 ou 6 anos. Não sei se um Buch brasileiro ou um Stephen brasileiro vão conseguir captar a minha atenção o suficiente para levar a cabo esta tarefa herculeana, mas hei-de insistir mais do que das outras vezes.
Ou estarei a cometer um sacrilégio literário ao não o ler na língua original? Dúvidas, só dúvidas!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

E, se num impulso, seguisses um blog que nunca viste mais interessante?

Pois, foi o que acabei de fazer. Se X e Y e Z o seguem é porque tem que ser bom, certo? Certo!

Quantas vezes as nossas reacções não resultam de pré-acções deste género e mais cedo ou mais tarde nos desiludimos com a nossa decisão? A ver vamos...Felizmente não tenho muitas nem muitas de que me queixar...

sábado, 26 de dezembro de 2015

Cátia Vanessa, ela própria

Conheci-a hoje.
Vi o nome no talão de consumo e, num impulso, não resisti a confirmar com a própria se aquele era mesmo o nome dela. Pensava eu que era somente o nome das anedotas fatelas. Mas não. A menina que nos tem atendido há uns bons anos, ao sábado ao noite, riu-se, com aquele sorriso aberto, singelo, único dela, ao dizer: "Sim, é mesmo o meu nome. E tenho a certeza que nunca mais se vai esquecer dele." É verdade, nunca mais me vou esquecer do nome da menina do café que tão simpaticamente nos atende, que nos agradece e diz sempre "boa noite e tenham um óptimo fim-de-semana" quando se despede de nós.

Eu bem disse que não havia duas sem três

A terceira ocorrência automóvel ocorreu há menos de 48 horas, antes da ceia de natal, quando eu conduzia o carro do meu pai e o tirava da garagem ao mesmo tempo que, dentro do carro e de braço esquerdo esticado em direcção à parede, tentava apagar a luz do pátio coberto.
Resultado: não apaguei a luz da garagem sem sair do carro e este beijou o muro, ainda dentro de propriedade privada. Afiguram-se tempos áureos, sim senhor!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

2 em 4

Pois é, hoje, um segundo carro avariou-se enquanto está à minha responsabilidade. Isto em quatro dias.
No sábado, a minha viatura revelou problemas, algo relacionado com a embraiagem. Já está boa, a minha viatura. 
Hoje, a outra viatura, que é do meu pai, não quis pegar e fazia um barulho engraçado: rrRRrrRRrrRRrr...foi algo relacionado com a bateria, disseram-me. Amanhã vai ser substituída. 
E como às vezes não há duas sem três, estou p'ra ver o que mais vai acontecer amanhã e a qual dos dois carros que posso conduzir de momento.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Hora da confissão financeira

Digam-me cá, sussurrem-me aqui ao ouvido, agora que ninguém nos ouve: quant@s de vós andam frequentemente, ao longo do ano à cata de cupões de desconto e atent@s às promoções deste ou daquele estabelecimento comercial? Quem de vós é que verifica quais os papeizinhos que têm na carteira, que vos podem ajudar a comprar mais por menos (claro que sabemos que isto não é bem assim, é só o marketing a afectar a nossa psique)? E não acham, como eu, que isso é, não só sinal de poupança, como também sinal de alguma coisa, de outra coisa, inevitável?
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sábado, 19 de dezembro de 2015

Mas que rica(s) prenda(s) de natal!

Entre ontem e hoje sumiram-se 14 "seguidores" deste tasco. Vá lá saber-se o que lhes aconteceu...

Mais logo ao final da tarde, farei uma viagem de comboio imprevista para sul (onde, aliás, já esperava estar a esta hora que vos escrevo), pois a viatura está internada até ver dias melhores. É uma prenda que calha sempre bem!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Em pleno contexto laboral

...
Pergunta-me ele: "Eu sou teu?"
Respondo-lhe eu: "Tu não és meu, mas o D. é."
E pronto, cruzaram-se uns olhares, ouviram-se umas gargalhadas sonoras e continuaram os disparates. Isto foi há dois dias.

Hoje pergunta-me ele: "Tu és minha?"
Respondo-lhe eu: "Não, não sou tua. Mas parece-me que a D. te pertence."
E tudo o que envolve a D. dá azo a marotice. Pronto, estava o caldo entornado...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dúvida da época

O Natal dos Hospitais ainda passa na televisão? Quando? Em que canal?
Lembro-me da minha mãe chegar da fábrica por volta das 18:00 horas e fazer questão de ver as poucas horas que ainda tinha pela frente, como se esse fosse o único programa existente naquela altura. E eu ficava toda chateada nesse dia, pois não podia ver a bonecada que dava ao final da tarde.
Já há muitos anos que não sei nada dele. E que me contam?

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Ai estou muito indecisa, a sério

Não sei se pegue no do Tintin, num outro do Nesbø ou se no da dupla masculina.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Ai é verdade!

Já estava a esquecer-me: este tasco abriu hoje há 10 anos. É muito tempo a disparatar, é! Mas antes isto do que pagar terapias de natureza estranha!

Então? Molharam-se muito hoje?

Eu nem por isso. Consegui escapar à chuva, ou dentro do carro ou dentro de portas. Melhor assim, pois nem de guarda-chuva precisei.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Um grosso nevoeiro

Capaz de afastar das estradas nortenhas transmontanas os condutores mais sensatos. Podíamos ter escolhido fim-de-semana meteorológico pior do que este? Se calhar, até podíamos, pois ainda não começou a nevar. Nem deu para apreciar devidamente os montes!
De resto, as encomendas vieram todas!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Pré-aviso sobre 2ª feira

Está quase, quase a chegar! Ando a contar os dias! O que vale é que os próximos dois vão voar e chegará o dito cujo!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

E agora algo bonito, para variar

Estou apaixonada por esta música da Mariza e em especial por esta versão, que faço questão de ouvir bem alto no carro. Arrepio-me toda e não consigo evitar um lacrimejar. E nem sei porquê...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Então, Pseudo Maria, o que fazes no próximo fim-de-semana?

Olhem, vou ali e já volto, com 20 quilitos de alheiras. Cousa pouca...
Só não trago a posta, porque pretendo comê-la in loco. E se houver pão quentinho à hora de saída, também marcha!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A Pseudo responde ao Pipoco


Não quero, não quero, não quero!!

O Harry Hole morreu.
O Harry Hole morreu!
Eu não quero acreditar que o Harry Hole morreu. E tive que ler aquelas páginas finais três vezes para confirmar que o Harry Hole morreu. O Harry Hole morreu baleado pelo Oleg, o filho. E eu não contava com este final, que me diz que o Harry Hole morreu. E duma forma egoísta pergunto-me o que mais vou ler do Harry Hole que afinal morreu, cheio de cicatrizes, mas de alma liberta. Diz o livro, que eu ainda não acredito que o Harry Hole morreu às mãos dum assassino toxicodependente a quem chamava filho.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Sabem o que acontece a um ovo quando coze demasiado, sabem?

Pois, fica preto: a casca bege torna-se preta, a clara branca torna-se preta e a gema amarela torna-se preta. Pude constatar tal ontem. Já o tacho poderia ter ficado em pior estado, podia. Mas felizmente não ficou! Já a cozinha ficou com um cheirinho pouco usual...

domingo, 6 de dezembro de 2015

Dúvidas, só dúvidas

Este ano um dos cunhados demonstrou desejos de ter ido à Comic Con. Eu também gostaria de lá ter ido. A cunhada respectiva gostaria de ir dar uma passeata ao Gerês. O MQT também gostaria de lá voltar brevemente (como se não conhecesse a zona com as pontas dos pés). Está visto o que é que pode acontecer no próximo ano, n'é?
A dúvida vai ser: com quem vai o rebento que está para nascer? com o pai ou com a mãe? agasalhado ou disfarçado?

A doença do beijinho

...foi apanhada pela filha dum primo distante da minha avó, que lhe telefonou  - o primo à minha avó - e, entre outras coisas, relatou-lhe que a filha "doente" só se curou da doença do beijinho à base de chás e comprimidos. Diz-me ela: "Já viste a porcaria que é beijar alguém na boca? Fazer como fazem os da televisão, na casa do putedo, que até a língua enfiam na boca do outro? Uma pouca vergonha! Não sabem que podem apanhar doenças?"
Como é costume, eu coloco-lhe perguntas que a incomodam. Pergunto-lhe se ela nunca tinha beijado o meu avô, de quem engravidou 4 vezes e teve 3 filhos. Ao que me responde: "Eu dei beijos ao teu avô, mas nunca o beijei na boca." Pergunto-lhe se ela acha que eu e os filhos dela não beijam os seus parceiros na boca e até misturam língua com língua. Ao que me responde: "ò filha (de vez em quando esquece-se que eu sou a neta e não a filha), tu já viste se ele te passa alguma doença através da boca?".
Depois de esgrimirmos os nossos argumentos, remata ela: "Pronto, eu vendo-te o peixe como mo venderam, o primo disse-me que tinha sido o médico a chamar-lhe assim, é porque existe."
Tá visto que a mononucleose é de evitar! Nem pensar em beijar, quanto mais beijar mesmo!

sábado, 5 de dezembro de 2015

Não sou só eu, pois não? Bem me parecia

Não sou fã da Adele. Ponto. Reconheço-lhe a voz agradável, uma figura cheínha agradável, uma cara larocas. Admito que saiba cantar. Quem sou eu para a julgar nessa área, pois se nem sequer cantar "Parabéns" eu sei, sem desafinar ou mandar ali uns agudos com voz de cana rachada. Ok, ela é boa cantora, pronto, já disse.
Mas eu não consigo gostar do que ela canta, pois soa-me tudo ao mesmo: lamurias atrás de lamurias. E sabem o que eu digo quando oiço aquele "Hello", sabem? Respondo imediatamente "Hi!". Está a tornar-se pavloviano.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Somos um bando de ignorantes, é o que é

Eu nunca tinha ouvido falar de Shawn Mendes.
Eles nunca tinham ouvido falar dos Monty Python.
Até hoje. Ambas as partes aprenderam alguma coisa. Foi giro. E depois o filme...oh, o filme! Tenho pena de não o poder mostrar aqui. A sério que tenho!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Deviam ser proibídos!

Que me desculpem @s proprietári@s destas viaturas, mas é o que eu sinto cada vez que vejo uma caixa volante daquelas. E porque é que sinto isto? Passo a explicar: aqui, na vizinhança, há 3 viaturas do género, da mesma marca. Não há dificuldade de estacionamento, pois a zona ainda dá para todas as pessoas estacionadoras (que é??) e caso não desse, temos as garagens. O que acontece é que, quando aqui chego ao final do dia, e quero estacionar mesmo à porta de casa (sim, é possível; não posso querer isto, já agora...), já lá está encafuado, entre duas viaturas de tamanho normais, a dita cuja caixa de 4 pneus. É que uma pessoa vai-se aproximando daquele lugarzinho, toda esperançosa porque durante centímetros de asfalto pensa que não há ali nada a não ser um vazio, e ...pimba! Está lá aquela coisa, toda estacionada para a frente! E eu digo sempre, mas sempre, a mesma coisa: "Estúpido! Deviam ser proibidos!". E quando não digo, penso isso, o que vai dar ao mesmo.
Detesto Smarts! Pronto, já disse!

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Da vizinhança

Posso dizer que o elemento mais barulhento da vizinhança é bastante pontual. É sagrado: a partir das 10:30, nocturnamente (que é? não posso usar uma palavra estranha?), é ouvi-lo a testar os pulmões com a força toda. Faz-me pensar que estão a torturar a criatura que tem meses de existência. Devo chamar a polícia, sei lá...? Não seria a primeira vez, nem a última, certamente.
Há mais a caminho, no prédio, pelo menos mais um. Daqui a uns anitos dá para abrir uma creche, dá.