segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Já cá cantam mais dois

...nórdicos: o último do Nesbø, O Fantasma (bem adiantado, por sinal; devo terminá-lo ainda esta semana), e uma estreia duma dupla masculina que se denomina eric axl sund. 
 
Não me falta que ler nem que escrever, não. Mas quanto a esta última tarefa, não é assunto para este canto de escrita.

P.S.: É verdade! Já fizemos a árvore de natal e pendurámos umas coisicas aqui e acolá pela casa. A ver quantos meses dura esta decoração natalícia...

domingo, 29 de novembro de 2015

Domingo de manhã

Depois de algumas horas exageradas em posição horizontal, intercalando actividades de natureza variada, acorda-se com um sol resplandecente, luminoso, que aquece não só o quarto, a cama mas também a alma.
Cada vez mais gosto deste canto, onde o ritmo do dia-a-dia é lento, onde os barulhos citadinos quase não chegam. E a cidade tão perto, ali ao lado. Ontem demorei 8 minutos a regressar a casa, desde o local onde apanhei o autocarro, pois fiz questão de o apanhar em vez de telefonar ao meu condutor pessoal, até ao ponto de saída, a menos de 500 metros de casa. Tão boa, a tarde!

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Ao cuidado d@ Provedor@ da blogosfera

Tendo em conta que estamos em época de propostas de lei e sugestões de funcionamento e patatipatatá, que tal a ideia de se estabelecer um horário de funcionamento disto dos blogs, do tipo, 9-to-5, 5 days a week? Sei lá, era só uma ideia para facilitar a leitura e o dever de comentarmos e ...pronto, perceberam a ideia, certo?

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Cagadeira

"Mas eu estava na cagadeira..."
Sabem onde ouvi isto, sabem? 
E sabem que quem proferiu tal ainda acrescentou, minutos mais tarde enquanto me pedia desculpa, com plena consciência de ter dito asneira, que era o que estava habituado a dizer e a ouvir dizer em casa, sabem? 
Em 20 anos que levo disto, é a primeira vez que oiço tal termo antiquado pela voz dum petiz  e em plena sala de aula. A sério!

Dilema natalício

Uns não sabem o que comprar para a sogra, para o gato e para o padeiro
Outros não sabem que a origem do Pai Natal é americana.
Há uns que não sabem se hão-de montar a árvore já em Setembro ou só no dia 24 de Dezembro.
Há os outros, como nós, que vivendo em casa nova (apartamento, pronto...), não sabem sequer SE vão fazer árvore. E SE vale a pena mantê-la no mesmo sítio durante mais uns 390 dias ou coisa do género.

O PM e o CM

Tinha pensado fazer um post todo pomposo e engraçado sobre aquilo do já quase nosso PM e as suas escolhas para o governo que encabeça. A negra, a adjunta cega, o ministro de nem 40 anos, o primeiro casal amoroso.

Mas então veio o CM.







terça-feira, 24 de novembro de 2015

Bom augúrio? O tempo o dirá...

Sempre gostei de nomes masculinos iniciados pela letra T: Tiago, Tomé, Tomás. Se o meu petiz não tivesse sido registado com um nome com origem numa aposta perdida por mim, a esta hora teria um dos supracitados como nome próprio.
Vamos ver o que sai daquela cabecinha pensadora!

domingo, 22 de novembro de 2015

Chocho, muito chocho

Sem a adrenalina de um Skyfall, sem os métodos de guerrilha antiquados numa herdade escocesa, sem a parafernália tecnológica de um novo Q do século XXI, sem uma música inicial que me fizesse arrepiar, sem diálogos com humor....não gostei.
Uma viúva que, se não aparecesse, não teria feito falta. Uma loira deslavada sem gracinha nenhuma, que nem beber sabe. Uma nova ordem mundial à 1984, eminente, que afinal até já é bem real. Um M que parece um carapau mal encarado, com muito menos carisma do que no filme anterior.
Valeu pela Moneypenny. Valeu pelo ambiente festivo da Cidade do México e a dança do helicóptero e a paisagem urbana de Londres e Roma.
De resto, como é que é possível mudar-se três vezes de roupa dentro dum comboio, em menos de 24 horas, a atravessar um deserto africano?
Mehhhh! Sam Mendes, já provaste, no Skyfall, que és capaz de realizar melhor. E já agora convida, por exemplo, os Muse a fazerem algo para a banda sonora. Para a próxima, sim? É que não vou gostar de terminar de ver o teu próximo 007 a dizer "Que seca de filme!"

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Dentista, sexta à noite e granizados

Excelente receita para passar o serão a pastar no sofá em frente à caixinha mágica...
O último dente de leite, o resistente, saiu hoje, extraído à força e substituído temporariamente por uma compressa enquanto não começou a ingerir um gelado granizado de chocolate. Agora anda com um dente de plástico, que tem um dente de marfim lá dentro, ao pescoço, do género bling-bling.
E passados quase 10 anos desde a sua primeira ida a um consultório dentário, a dentista pareceu-me exactamente igual, nem mais uma branca, nem mais um quilo e com um sorriso igualmente bonito.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Divorciei-me

Pronto. Já disse. Não custou dizê-lo, mas custou fazê-lo, confesso.
Estava farta do ram-ram diário a que me submetia de manhã e ao final do dia, enclausurada num espaço minguo. Dizia a mim mesma que já não era a mesma coisa, mas custava libertar-me daquilo que me acompanhou durante tantos anos, daquilo que me fez rir e deu prazer durante longas e imensas horas, centenas de dias. Mas ia moendo, fartando, saturando. Todos os dias as mesmas vozes, as mesmas piadas, os mesmos sons; tudo muito previsível.
Desde que mudei de casa, mudei também de rádio.
Sim, deixei de ser ouvinte da Antena 3 para ser admiradora confessa da equipa das manhãs da Rádio Comercial e só tenho pena de não poder ver ao vivo o que oiço durante 30 minutos todas as manhãs durante a semana. Quando entro no carro, anseio mesmo por saber que dia é hoje, por ouvir as gargalhadas da Vanda, as músicas do Vasco, as idiotices do Nuno e aperceber-me daquela cumplicidade radiofónica. Têm que ser gente mesmo muito bem disposta para conseguir a minha atenção àquela hora da madrugada e fazer-me dar gargalhadas, sozinha, enquanto conduzo a viatura!

(Digam lá que não vos enganei! :P...ou se calhar não, sei lá eu...)

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Declaração de intenção e pastéis de nata

Aqui e hoje declaro que brevemente irei mostrar comprovativo oficial de que não sou criminosa e estou apta a contactar regularmente com menores. Mas só poderei fazer isto aqui, depois de pagar €5, tá bem? Isto porque o MEC não tem maneira de contactar os tribunais nem as finanças portugueses a solicitar-lhes esta minha informação pessoal e a cruzar dados que lhe satisfaçam a falta de verba que assumem ter quando lhes convém alegar tal.
A quantidade de pastéis de natas que os meus ricos 5 eurinhos poderiam pagar em vez de um papel...
De bradar aos céus!

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Dúvidas, só dúvidas, todos os dias

Eu sou a chefe de uma equipa de miúdos e graúdos com características distintas. Às vezes, muitas vezes, diariamente, questiono-me se, em situações diversas adversas mais ou menos complicadas, devo ser assertiva ou directiva ou mandona ou autoritária ou mostrar que tenho a mania que sei. É que, muitas vezes, eu não sei  mesmo qual a linha que separa tudo isto. Deverei relevar ou mesmo deixar andar a coisa? Ai que nervos!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Prato do dia por ali...

11 anos, fará 12 em Janeiro de 2016. Tem tablet, PC, PSP.  E teve um telemóvel que custou 100 euros, que deitou à sanita porque não era aquele que desejava e sim um I-Phone.
Também tem faltas diárias de material, trabalhos de casa, uma Caderneta do Aluno (a 2ª do ano) com páginas rasgadas e imensas mensagens por assinar pel@ Encarregad@ de Educação. Até tem a 1ª Caderneta deste ano, que apareceu ontem milagrosamente na mochila, apenas com uma mensagem de uma professora.

Espero que em Junho de 2016 ninguém - o próprio ou outro elemento da família - se admire se os resultados não forem os que desejam.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Bata de cientista

Pergunta dirigida aos pais e mães mais experientes na matéria: Quanto tempo dura a primeira bata branca, daquelas à cientista, quando usada por um aluno no oitavo ano?

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

"É o seu voto que decide"

Pergunta-me o rapaz, do alto dos seus 13 anitos, após atentar nesta pub de campanha dum certo partido perdedor das últimas eleições legislativas: "se é o voto das pessoas que decide, porque é que ele (o AC, tá bem de ver) não aceita o que foi decidido pelo voto da maior parte das pessoas votantes?"
É uma excelente pergunta, não é? Eu acho que é...e é assim que se conhece um mau perdedor.

domingo, 8 de novembro de 2015

Diário da manhã de sábado

Acordo às 6:30, sem necessidade de despertador, depois de me deitar perto da uma da manhã e de uma noite bastante agitada.
Às 6:40 levanto-me, ansiosa e bamboleio-me pela casa, a deixar o tempo passar e a pensar no que me espera brevemente: "Será que vou conseguir? Aquilo vai ser sete cães a um osso."
O despertador toca às 7:00. Desligo-o, pois será inútil, já que estou acordada há bués e a higiene diária a ser feita.
Saio de casa, preparadíssima, para enfrentar o que me proponho fazer.
Às 7:40 estou no ponto de partida, eu e perto de uma centena, no exterior, à espera que os minutos passem.
5 minutos mais tarde, acontece a primeira corrida, que chega ao primeiro obstáculo. Aí, chegam os restantes participantes, que se vão aglomerando à medida que os minutos passam.
Às 8 da manhã, nova partida. É vê-los a dirigirem-se aos locais e pontos previamente visionados, durante a semana.
Braços e pernas e olhos a trabalharem a 100%.
Às 8:04, eu já tinha nas mãos um dos objectos que me tinha proposto alcançar. Satisfeita e aliviada. "Consegui!" - disse eu, a um dos outros participantes. 
Às 8:13, recebo a prova, em papel, da concretização do meu plano.
Às 8:31, já no carro, de volta a casa, mais leve por um lado, com a viatura mais pesada, por outro.
Nunca um objecto me deu tanto trabalho a alcançar, em tão pouco tempo.

T-U-D-I-N-H-O relatado, como prometido!

(Ou de como os habitantes bracarenses estão loucos!)

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A ver como corre(m)

Sabem onde vou estar amanhã às 8 da manhã, sabem?

No domingo conto tudo, t-u-d-i-n-ho!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Como disse? Importa-se de repetir?

Pensão de Ricardo Salgado vai triplicar para 90 mil euros


E o resto da malta, aqueles que arriscaram, semi-conscientes dos riscos, e os desconhecedores do que faziam com as suas poupanças, quando é que são ressarcidos do que quer que seja?
Desconfio que a fogueira vai triplicar de tamanho.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Isto vai de mal a pior, com a PDI - II

Pronto, está o caldo entornado.
Eu sei de cor e salteado: o número do meu cartão de cidadão, o meu número de contribuinte, o meu número de telemóvel e o do MQT, o número dos telefones fixos aqui de casa, da casa do meu pai, da casa da minha sogra e da escola do rapaz, os códigos dos meus cartões de débito e crédito, o código de um dos cartões de crédito do MQT, o código de entrada neste prédio, e sei lá que mais números sei eu!
Contudo, há coisa de 10 minutos tive que telefonar para a assistência do homebanking dum certo banco estatal, porque - e isto é impressionante porque eu lembro-me das matrículas dos carros que tenho vindo a conduzir desde que tirei a carta; eu conto o número de letras das palavras enquanto o diabo esfrega um olho; eu dou por mim a contar as letras das legendas na TV; enfim, inutilidades numéricas - porque, dizia eu, me esqueci de dois algarismos dos meus dados de acesso e não havia meio de conseguir ver o que é que se passa lá na minha continha bancária mixuruca.
Não, isto não me é nada normal. Ai que nervos!

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Isto vai de mal a pior, com a PDI

Sou perita em cometer gaffes verbais. E a coisa tende a piorar à medida que os dias e anos vão passando.
Não é que ontem perguntei à minha amiga de infância -  aquela que conheço desde os 3 anos, aquela com quem passava os finais dos nossos dias de escola primária, aquela em cuja garagem tanto dancei agarradinha a alguém do sexo oposto, aquela que, com 13 anos, viu a mãe falecer num acidente de viação - o seguinte: "Quem é que tens aqui?". Menos de um segundo depois da pergunta feita, deu-me um click, fez-se luz, de tal modo que em voz alta chamei-me estúpida. Então se eu estava ali pela mesma razão que ela estava, havia necessidade de ter verbalizado tal idiotice? 
O que vale é que ela continua a ser boa moça e aparentemente perdoou-me. No próximo sábado vamos enfardar pastéis de nata no café onde (não) passámos horas a estudar, durante o secundário.