terça-feira, 31 de março de 2015

Vou já p'rá fila, à espera do papiro

Notícia aqui.
(mesmo a tempo do aniversário do MQT)
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=766561

Brevemente vou novamente à faca

Desta vez para retirar dois sinais: um nas costas, que me andava a atormentar há cerca de 3 semanas, pois tinha avolumado repentinamente; e outro no pescoço, que começo a achar inestético quando olho para ele ao espelho (Sim, já sei: "então não olhes, ora!").

Já faltou mais para me submeter a cirurgias plásticas, já...é pena os sócios não acertarem no euromilhões duma vez por todas, bolas!

Primavera e a semana dos 30 graus

Ou como adoro ter um casaco de Inverno, quentinho quentinho!!

segunda-feira, 30 de março de 2015

Vou re-nomear o filhote

Estou indecisa. Devo registar:
a) Já vou
ou
b) Já vai
ou
c) Daqui a pouco

Só dúvidas!

Hoje tá tudo contra mim

Como é que se faz o agendamento online da renovação do cartão de cidadão quando o e-mail fornecido na página oficial, e para o qual escrevi hoje de manhã, não está activo e já me respondeu automaticamente 28 vezes, a dizer sempre a mesma coisa? Papagaio duma figa!

Segunda

A única coisa que me dá alento para enfrentar esta semana é saber que trabalho 4 dias e descanso 3.

Isto é só comigo ou está a acontecer com mais alguém?

No feed do blogger, vejo no topo o último post partilhado pela Mirone (sobre o que ela fez ontem à noite, mas não posso dizer aqui) e imediatamente  a seguir um ror de posts, escritos em Inglês pela rosalinda nice (que desconheço quem seja) relacionados com moda e que me direccionam para uma página qualquer do feiças. Clickei uma vez, mas até tenho medo de clickar mais.
Só comigo? Ou coisas estranhas se passam por aí nos vossos tascos?

Eu mostro:

domingo, 29 de março de 2015

Da passagem do tempo

Observar alguém com 83 anos a assistir ao despojar e à partilha dos seus pertences reunidos ao longo duma vida, armazenados numa casa construída com esforço e com gosto, onde já não vive há cerca de 5 anos, faz-me lembrar que ser desapegada dos objectos que nos dão prazer diariamente e trazem memórias é o mais sensato e menos doloroso quando a vida se aproxima irremediavelmente do final.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Do elevador que apanho diariamente, várias vezes

No outro dia, a propósito de um filme que a Sócia viu ou iria ver, o Ness fez uma alusão ao "gaijo dos elevadores", referindo-se a Schindler. A verdade é que já na altura achei que tinha sido uma referência  pouco clara, tendo em conta o post da Sócia. E depois, como é habitual, trocámos comentários, sobre elevadores e filmes, que ainda lá estão para quem os quiser ler.
Mas eu fiquei com aquela alusão na cabeça e fui investigar a marca dos elevadores  - há 2 neste prédio - que me levam para cima e para baixo.
E a marca não é Schindler, como pensava o Ness.
É "Kone".
I rest my case.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Temos rockeiros meia-leca

Desde Bach a AC/DC, passando por duetos vocais e a violinista de serviço...tal foi a variedade ecléctica da audição musical de hoje que, como tem sido habitual, terminou com os meia-leca rockeiros. Então o baterista tem mão para o ofício, sim senhor!

Para a semana vêm os 30 graus

Já se pode pintar a gânfia do pé, certo?

terça-feira, 24 de março de 2015

Arre!

Já estou farta de ver morrer gente na blogosfera. É que não há semana que não aconteça...

segunda-feira, 23 de março de 2015

É, efectivamente, estamos nesta fase cá em casa



E o mais espantoso é que não se nota nada! Quem o viu e quem o vê! 

(Daqui.)

P'ra não cair no esquecimento, óbiu Sócio gerente?

Cedo e a boas horas, aqui vai disto:
  • 7 - 22 - 24 - 34 - 44 
  • 4 - 5
(Cá p'ra mim, são muitos 4s, mas o Sócio rabugento é que manda...)

Vamos fazer amigos...

Sentei o meu real rabo na cadeira da pastelaria, com o meu café e o meu pão com queijo. Atrás de mim, sentado noutra mesa, um daqueles velhos que tem ar de frequentador de clubes nocturnos, sempre com o seu charuto, um anel de brasão no mindinho, os Raybecas no bolso da camisa e blazer com botões de punhos dourados. Ele falou com o empregado do café, olhei de relance, estava com o portátil aberto e ligado.

Não fosse necessário registo prévio e eu ia procurar o perfil que ele estava a criar dele no Clube Amizade.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Desculpai as asneiras, mas hoje já é sexta-feira

Os sócios não f*d*m nem saem de cima, nem água vem nem água vai sobre o assunto. A Sócia só pensa em merdices de ingerir. Eu tou nem aí para cumprir calendário, que isto dá muito trabalho.

Cumé, caraças?? (Tive que fazer um esforço tremendo para não usar a outra...) A sociedade do Euro já acabou e ninguém me avisou?

Saúde e bem-estar

O passo a seguir a deixar de tomar café com açúcar é deixar de tomar café de todo, porque aquilo fica zurrapa amarga, é voltar a beber café docinho ou continuar na saga da zurrapa deslavada mas com um bolinho bem doce para cortar o travo a torrado?

quinta-feira, 19 de março de 2015

E o teu pai, Pseudo?

O meu pai está vivo e assim se mantenha por muitos e longos anos.
Não lê este blog, mas anda a ler as revistas do Reader's Digest vai para 50 e tal anos.

Ainda do professor de piano


"O Metrónomo

Do grego XXXXXXXXX (palavra que não consigo reproduzir), "medida" + XXXXXXXXXX (palavra que não consigo reproduzir), "lei". O metrónomo foi inventado por Dietrich Nikolaus Winkel, um relojoeiro de Amesterdão, em 1812. Johann Mälzel, inventor alemão, copiou muitas das ideias de Winkel e recebeu a patente pelo metrónomo portátil em 1816. Ludwig van Beethoven foi o primeiro compositor a indicar marcas de metrónomo nas suas partituras em 1817.

Allegro ♩=120 Informa ao músico que a música deve ser executada precisamente a 120 batidas por minuto, ou seja, que cada pulso deve durar 0,5 segundo."

Esta é a informação da audição de hoje, informação que, como é habitual, consta do programa distribuído aos pais e familiares presentes. A guardar para recordar no futuro...


Hoje, no final da audição,  o mestre deu aos 13 aprendizes presentes um piano-gato da Páscoa, feito em papel e de tamanho diminuto. Não há como não gostar do Mestre.

quarta-feira, 18 de março de 2015

É um prazer

Troco com alguma frequência e-mails com o professor de piano do rapaz. Dá gosto, a sério. Mantemos a distância necessária entre mãe de aprendiz e mestre, sem nunca deixarmos de abordar o necessário e trocar impressões sobre o progresso do "pianista". O senhor é capaz de rondar a minha idade (42, para quem ainda não a sabe) e as raras conversas cara-a-cara decorrem sempre num tom de boa educação, num volume baixo e num ritmo pausado, sem interrupções mútuas. É daquelas pessoas com quem eu não me sinto à vontade para dar uma gargalhada explosiva e estrondosa (habitualmente não o faço, de qualquer modo), mas com quem é bastante agradável conversar. Os seus e-mails não fogem a este registo. E gosto especialmente da despedida, que não falha, e varia entre um "Atenciosamente" e um "Respeitosamente" e um "Ao dispor".
Digam lá: quem é que se despede de vós assim (não contam os mails de trabalho)?

terça-feira, 17 de março de 2015

Olhem lá uma coisa, leitores meus

E já agora, o que acham da Danae, a artista? Passava no crivo, não passava?
Opinem.

Foi-se a resiliência

Acabada de tomar banho, enfiei-me na cama só para esticar o corpo (ou para molengar) antes do jantar. Chega o homem, vê-me a jogar e pergunta Que raio de nível é esse que não passas? Passa isso para cá. Telemóvel nas mãos dele, perdeu 3 vidas, passou o nível à quarta e deixou-me fazer a jogada vencedora.

Olhem lá uma coisa, leitoras minhas

Eu cá não acho o ministro grego das finanças nada sexy nem jeitoso. Pode ter lábia e até falar bem estrangeiro, e usar uns cachecóis engraçados e golas à Bond, mas sexy? Nah, não me cai no goto, nessa área.
Opinem.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Resiliência

Estou há uma semana no mesmo nível das frutinhas, já estive a uma aranha de o ganhar, a sete maçãs, já usei todas as ajudas e nada e ainda não desisti.

domingo, 15 de março de 2015

E as alheiras, Pseudo? Onde estão as alheiras?

Ficaram no local onde tínhamos planeado ir comprá-las. Sim, as de Trás-os-Montes.
Mas como me portei mal durante a semana e o MQT estava com pouca vontade de conduzir tanto e até tão longe, só fomos até ao Arco do Baúlhe. De regresso, ainda vimos a malta de barba rija e pança de cerveja a prepararem-se com uns grelhados ao ar livre e umas bejecas para aguentarem  a etapa Fafe-Lameirinha. Era um cheiro que não se podia! E a menina da estrada, ou outra da mesma vida, por quem eu passava diariamente há 12 anos, continuava no mesmo sítio. Ontem não lhe deve ter faltado clientela, não. Já o polvo no forno e o arroz do dito continua muito saboroso. Ainda perguntei se as garrafas de vinho do Porto, datadas de 1937 estavam à venda. O senhor, simpaticamente, respondeu-me que tudo tinha um preço. Desconfio é que o meu cartão multibanco, ao passar no terminal que aparentemente estava temporariamente indisponível, não autorizasse a operação. É a vida!

sábado, 14 de março de 2015

Mingana queu gosto!

Aviso à porta do restaurante:

"Multibanco temporariamente indisponível", sem qualquer data. 
Verificámos as carteiras de ambos e confirmámos que tínhamos cash suficiente. Mas como eu sou desconfiada destes avisos fictícios, perguntei à menina que estava ao balcão, que só por acaso era filha do dono:

-"Menina, o terminal multibanco  continua fora de serviço?"

Ela olha para mim, hesita em responder e diz:

-"No final, vê-se".

E tinha razão: no final vimos o terminal em pleno funcionamento.

Enfim...

sexta-feira, 13 de março de 2015

É tudo muito bonito, mas seríamos muito mais felizes sem telemóveis

Não advogo o retorno à pré-história telefónica. Dão jeito, indiscutivelmente. São uma ferramenta de trabalho, de lazer, de comunicação. Mas só trazem chatices: é o ecrã que parte quando cai ao chão e que é caríssimo substituir; é o equipamento que deixa de funcionar quando cai na sanita; é o carregador que ficou perdido naquela casinha rural onde passámos o fim-de-semana; é o brinquedo do meu amigo que é melhor do que o meu, logo quero um igual; é a comunicação em forma curta que estraga a linguagem escrita; é aquela funcionalidade que, sem eu saber, até comprova a minha localização geográfica; é a necessidade que muitas pessoas têm de estar ligadas à net onde tudo (discutível) acontece; é aquela chamada telefónica que foi abaixo por falta de bateria; é aquele hábito que os alunos têm de ver as horas durante um teste; ...é um rol de chatices e preocupações para os utilizadores, que não as tinham antes de adquirir aquela miniaturazinha viciante que cabe na palma da mão.
Devia ser instituído o Dia da Não-Utilização do Telemóvel. A ver se não andava tudo de cabeça mais erguida...

Adenda: Nem de propósito: o ZITS de hoje:

Decisão do dia

Quero um Pug.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Sensação boa, sim senhora

A de, surpreendentemente, vermos o nosso cantinho ligado a outro cantinho virtual, cuja existência e dono/a desconheciamos totalmente. Claro que o nosso é só mais um no meio dos outros, mas sabe bem sabermos que somos lidos/as por esse mundo fora. É a tal necessidade humana de atenção...

Sabem do que eu gostava mesmo?

De desenhar e ilustrar tão bem, tão perfeitamente bem, como um certo miúdo de 13 anos que eu cá conheço (não, não é o meu filho, que é tão jeitoso quanto eu a traçar linhas), cujos trabalhos vi há uns dias e que me puseram de boca aberta, pasmada, a olhar para aquele fino traço, tão real, tão bem feito. Parecia que estava a olhar para uma fotografia a preto e branco. Temos ali artista que sabe o que quer da vida, temos!

Quantos?

À frente da porta do local de trabalho.
Temi eu que, em cima de mim, no local de trabalho enquanto media a tensão arterial e ele arrotava.


Quantos de vocês, companheiros, podem dizer que já viram um belo mas um belíssimo gomitado laranja em jacto com, como disse um colega de trabalho do indisposto, "textura de amêijoas"?

quarta-feira, 11 de março de 2015

Suspeito que a morte se aproxima

Se é que já não chegou, ao contrário do que afirmou o especialista há 2 semanas. É que já nem bufa ou mexe...A ser o caso, já vários cenários me passaram pela cabeça: ou rio abaixo ou terra em cima. Either way, não gosto.

Tradução

Fui ver um filme.
Ouviu-se Everytime you talk it smells like vagina.
Leu-se Estás sempre a falar de gajas.

Perde-se tanto pelo caminho.

terça-feira, 10 de março de 2015

Queixa maternal

Quando o meu filho decidir comprar um telemóvel e for ele a pagá-lo, vou sugerir-lhe que compre um que também permita fazer e receber chamadas telefónicas ou enviar mensagens de resposta aos pais. 
Haja santa paciência para aturar "Lamento. Não posso atender. Ligo mais tarde".

segunda-feira, 9 de março de 2015

Março, o mês da Primavera

Já vi alças, já vi chinelas.
Continuo a ver botas e cachecóis.

Não se pode ver um raio de sol...



sexta-feira, 6 de março de 2015

Por falar em aforismos com títulos ou numerados

"O país não precisa de quem diga o que está errado; precisa de quem saiba o que está certo." - A.B.L.

Geografica e temporalmente transversal, não concordam?

Sabem do que gosto neste mês?

Do cheiro das bichaninhas no ar...
Tenho a sorte de trabalhar num local rodeado delas e de outras espécies bem cheirosas.

Webinars

A melhor coisinha que inventaram para promover a formação profissional contínua. E escrevo isto enquanto assisto a um.

quinta-feira, 5 de março de 2015

E se “O Xilre” fosse, afinal, uma mulher?



Ah pois é! Aposto que ninguém alguma vez pensou sequer nesta hipótese. Mas vamos lá pensar em conjunto e ver se não há fifty-fifty de hipóteses de, afinal, a pessoa ser do género “fêmea”.

Mais daqui a pouco, contudo...

Agora vou retomar o que fiz anteriormente com a Sahaisis, o GM, a Julie, o Tio do Algarve, o Patife e a Pusinko. E se me esqueci de alguém, na lista de perfis traçados, adianto as desculpas e aceito que me corrijam.

Passo então a dissecar “o Xilre”...

A pessoa caiu aqui no tasco qual passarinho novo e inocentinho, de asinhas leves e azuis, a chilrear timidamente sobre as alarvidades que eu ia escrevendo. Por algum motivo, foi ficando, até que, tal como aconteceu em muitos outros blogs, tornou-se “da casa”. De repente...puff! Desapareceu e, qual fénix renascida das cinzas, surgiu a chilrear nos diversos jardins, com uma elegância nunca vista, mas a fazer lembrar alguém do antigamente; alguém com conhecimentos infinitos sobre as mais variadas artes que terá pesquisado em algum momento da linha temporal da sua vida; alguém que terá engolido um dicionário tal é a quantidade e diversidade lexicais; alguém com fina ironia a discorrer postumamente sobre autores e artistas desconhecidos para muitos de nós; alguém cujos gostos se coadunam mais depressa com uma natureza efeminada do que masculina. Digo eu...

“O Xilre” é uma enciclopédia ambulante inesgotável, com uma sensibilidade extraordinária e incomum e enorme modéstia. Conhecem mais algum ser masculino que pulule pelos nossos cantinhos virtuais onde deixa sempre uma frase simpática  (mais em uns do que em outros, é um facto), reveladora dos seus vastos conhecimentos? E nunca se questionaram sobre como é que a pessoa sabe estas coisas todas? Onde é que arranja o tempo para se cultivar e ainda por cima partilhar?

Pois eu cá acho que só uma mulher, com a sua capacidade inata de realizar diversas tarefas em simultâneo, seria capaz de, em tão pouco tempo – cerca de um ano, ano e meio? – nos presentear com o rol de oferendas ao qual acrescenta sempre uma palavra mais pessoal, uma frase mais sua, um ponto.

Atentem neste texto:


"As pedras iluminam as estradas da fuga

Ao fundo ouço as vozes ásperas rolando como seixos em areia grossa, mas não adivinho ainda quão premonitórias são. Sem pausa nem misericórdia mãos agarram-me, amordaçam-me, arrastam-me, deixo um rasto de pele e sangue pelo chão. Cospem ritmicamente sobre os meus despojos como num imundo ritual de exorcismo. Nos uivos da multidão reconheço julgamentos sumários, culpas imaginárias, ofícios sem santidade. O meu corpo transporta a dor imaculada pelas ruas, o sofrimento tão puro como a carne que se revela quando a pele se despe. Ouço, já perto, o homem da pá com a lâmina a guilhotinar a terra, o jorro dos estilhaços que me ferem a carne. Tiram-me a mordaça e liberto toda a violência do grito contido. Não reconheço a cascata que brota da minha garganta, moldada em horror cintilante. Deixam-me cair no poço negro, os ossos cedem, apenas a cabeça encontra ar.  As vozes tornam-se feras e sincopadas. A um urro de comando, os seixos voam na minha direcção. De olhos fechados, assisto de dentro ao desintegrar da minha face, à pulverização dos ossos do crânio. Recordo os meus mortos que ainda sofrem a vida em mim. A escuridão assenta, as vozes afastam-se, distantes já, e nas pedras que embatem encontro o meu caminho de evasão."



Não vos parece que terá sido redigido por uma alma feminina desesperada, deprimida e depressiva? Não será este um exemplo de texto escrito por mão feminina e delicada? Não sei, não...

Assumindo que a minha suposição até é verdadeira, imagino “O Xilre” como uma senhora na casa dos 50 e muitos, quiçá 60 anos. De feições doces e sempre sorridente por fora, nem sempre condizente com o seu estado de espírito. De trato fácil  e de palavra terna para com os demais. Cuidada e cuidadosa e sempre atenta a tudo e mais alguma coisa, pois tudo e mais alguma coisa são a sua fonte de inspiração. Uma “Avózinha”, portanto...

Ajuizem vossas excelências.

Bela maneira de começar o dia

Disse-me a Susana, a menina que trabalha no café da vizinhança, e que me serve um café e um copinho de porto ao outro senhor de idade. Ela chega por volta das 7:20 e hoje só não bateu com o nariz na porta porque esta estava toda estralhaçadinha, em vidrinhos pequeninos, logo à entrada.
E afinal o que roubaram os assaltantes?  Aparentemente 2 ou 3 embalagens de Compal, que deixaram vazias no passeio, uns metros à frente.
Digam lá: não era de lhes dar uma coça valente e fazê-los juntar areia, grão a grão, de rabo pró ar, para arranjar a porta nova?

Sugestão de pirataria

Num dia em que não vos apeteça uma comédia de domingo, um filme patriota americano, um seriado de médicos e enfermeiras, saquem/aluguem um filme alemão de 2014, Labirinto de Mentiras. 

A sala estava cheia, ouvi e vi homens a limpar os olhos e o silêncio era sepulcral, honroso e incrédulo. Por muito que se fale de nazismo, de campos de concentração, de intolerância e ascendência superior parece sempre a primeira vez que ouvimos aquelas barbaridades. E é avassalador perceber que 20 anos depois da segunda guerra mundial, boa parte dos alemães, principalmente os mais novos, não faziam ideia do que era e o que se fazia em Auschwitz.

Baseado em eventos reais. De ver e de chorar. Por menos.

quarta-feira, 4 de março de 2015

O título adequado seria "Bicha Louca" mas fico-me por "Herlander..."

Quem é que disse ao Herman José que, independentemente de fazer o seu programita à tarde ou à noite, sozinho ou com uma moça ao lado, loiro muito falso ou moreno verdadeiro, as pessoas queriam ouvi-lo cantar de 5 em 5 minutos?!?! Quem!?!

terça-feira, 3 de março de 2015

Dúvida de origem étnico-linguística

No outro dia fomos jantar ao restaurante chinês mais afamado aqui da cidade. E ocorreu-me a seguinte questão, perante o facto de todos os funcionários que andavam por lá a cirandar serem de origem asiática: serão eles capazes de manter uma conversa em língua portuguesa, sobre um qualquer assunto - por exemplo, falar mal ou bem do S.C. Braga ou criticar o estacionamento selvagem nas ruas que ladeiam o restaurante - ou só proferem aquelas frases-chave necessárias ao seu trabalho na área da restauração: quer pedir? bebida? quer máquina?...

Bamo lá a saber

Quando suas excelências vão à farmácia comprar a pílula, o beneron, o griponal, os durex, a cera para o aparelho do moço, a escova XPTO que o senhor doutor dos dentes passou, um batom para os dias frios, uma coisa pouca, suas excelências pedem saco?? Aquele saquinho meia meia que não serve para o lixo, não serve para trazer medicamentos fora de prazo de volta, não serve para ir às compras ao pingo ou ao mini? Independentemente da conversa do ser de plástico e agora se pagar? 

Exaspero com pessoas.

Que ouves tu, Pseudo Maria?

Eu mostro...

Momento fútil d'A Chata no blogue da Pseudo #5

Agora que já não sinto metade da cara a latejar, deu-me para querer usar eyeliner. É uma luta. Alguém me dá dicas para não ficar com um risco grosso ou todo torto? 

Os meujóios agradecem.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Bolas ao rubro

  • 12 - 18 - 24 - 33 - 42
  • 4 - 7
Amanhã é só o aquecimento; na sexta é que vamos todos - os 4 sócios aqui do tasco, evidentemente -  explodir de alegria!

Podemos continuar a ser bardajonas, oh Sócia!

domingo, 1 de março de 2015

Citações bíblicas e a sopinha de massa

Ver o Samuel L. Jackson no Kingsman, com boné de baseball e fato de pinguin a falar à sopinha de massa e com fobia a sangue e a violência, depois de o venerar no Pulp Fiction, onde não se coibiu de se expor às situações anteriores, faz-me pensar que o homem deve ter bebido uns copitos momentos antes de dizer "sim" ao papel de Valentine. Verdadeiramente hilariante!
 

A pompa e circunstância final premiada com um rabo principesco foi o último toque dum filme-paródia que me levou às lágrimas.

Ontem tive o prazer de conhecer o Salazar...

... que tem três anos e picos, que colocou o seu braço pequenino em redor dos ombros do meu rapaz (que só tem quase o triplo da altura do Salazar), que encetou connosco uma conversa muito simpática sobre o Xerife e o seu cavalo (cujo nome era Cavalo) e que, quando o meu rapaz lhe disse que andava  numa escola de queques, respondeu com muita graça e rapidamente que andava "numa escola de hamburgueres". Afinal até andam na mesma escola.
Há miúdos levados da breca, e o meu, com a idade do Salazar, era como o Salazar é: irrequieto, conversador, sociável, brincalhão, risonho e simpático. Eu não era nada assim, com a idade deles...