terça-feira, 3 de maio de 2011

Limpeza

Ficou lindo! Limpo! Perfeito!

Um grande obrigada ali ao gajo que até sabe ser paciente quando quer!

Sítio do Picapau Amarelo

Marmelada de banana, bananada de goiaba
Goiabada de marmelo
Sítio do Pica-Pau amarelo
Sítio do Pica-Pau amarelo
Boneca de pano é gente, sabugo de milho é gente
O sol nascente é tão belo
Sítio do Pica-Pau amarelo
Sítio do Pica-Pau amarelo
Rios de prata, pirata
Vôo sideral na mata, universo paralelo
Sítio do Pica-Pau amarelo
Sítio do Pica-Pau amarelo
No país da fantasia, num estado de euforia
Cidade polichinelo
Sítio do Pica-Pau amarelo

SE ALGUÉM SOUBER SE É POSSÍVEL ADQUIRIR A COLECÇÃO EM DVDs, POR FAVOR AVISEM-ME. TENHO SAUDADES DA EMÍLIA!

As duas principais causas de morte em Portugal

Ou de quando o telefone toca...

Apesar do título ser cópia deste título, os conteúdos diferem e muito.

Cá em casa, o telefone fixo toca pouco. Excepto ontem, pois parecia mesmo uma central telefónica em dia de aflição. Mas isto não interessa nadinha. Ora, quando toca, eu fico sempre com a pulga atrás da orelha: a família telefona para o telemóvel, os amigos telefonam para o telemóvel, a entidade patronal telefona para o telemóvel. Portanto, quando o telefone fixo toca, não é bom sinal: ou querem pedinchar ou querem oferecer-me coisas que eu nunca pedi e não preciso.

Foi este o caso, quando na semana passada, a meio da tarde de terça-feira, o dito cujo toca, eu atendo, eu digo "sim?", "SIM?", "SIIIMMM??" e, após um "click" finalmente oiço uma voz feminina, pouco agradável, algo rouca, talvez pertença de uma senhora de alguma idade, que, após me cumprimentar educadamente, questiona-me acerca do meu nome e idade, situação profissional e estado civil, a que eu respondo, mas já com bastante desconfiança. A partir daqui a coisa descambou, pois quando dispara as mesmas perguntas acerca do mais-que-tudo e quando pergunta a que horas é que chega a casa, quando é que pode ser encontrado, se é possível dar o seu contacto...eu sinto-me a fervilhar por dentro, enquanto evito dar-lhe respostas exactas e acabo por perguntar, com voz tão ou mais ríspida do que a dela, o porquê de todas aquelas questões. Ao qual ela responde, com ritmo menos acelerado mas com discurso decorado, que o meu número fixo foi seleccionado com um prémio-surpresa no valor de não sei o quê (sei que era mais do que o ordenado mínimo em Portugal) e que não me podia dar mais detalhes acerca do prémio, porque ela própria não os sabia. Foi então que eu lhe disse, tentando controlar-me, que eu iria gentilmente (sim, usei este termo ao telefone) ceder o meu prémio-surpresa a outra pessoa que eles escolhessem. Ela, com voz de quem parecia que tinha sido ofendida, perguntou porque é que eu não o queria e insistia, dizendo que era uma oportunidade única...ora, a típica banha da cobra por telefone, para a qual eu não tenho paciência, e isso nota-se bem quando despacho esta senhora com um "obrigada pela oferta e boa tarde" e desligo sem esperar a resposta.

Há cada profissão mais ingrata! E eu nem sequer fiquei a saber o que era necessário fazer para obter o meu rico prémio-surpresa!

Ah pois, esqueci-me de relacionar isto tudo com o título: é que a senhora, depois de se apresentar, perguntou-me se eu sabia quais as duas principais causas de morte em Portugal, dando-me 2 opções: a) cancro (não especificou qual) ou b) AVC. Da primeira vez que também me quiseram dar um prémio-surpresa, eu lembro-me de ter escolhido a opção a) e de ter acertado logo à primeira. Desta vez, escolhi a opção b) e acertei  logo à primeira. Ou seja, sou mulher de sorte!