quarta-feira, 11 de junho de 2014

Mais um post sobre balneários

Local: balneário masculino
Hora: após a aula de Educação Física
Assistência: a restante malta masculina da turma

Miúdo 1 - sem querer, atira uma mochila ao chão, a do Miúdo 2.
Miúdo 2 - na brincadeira e com ar de mau, pergunta ao Miúdo 1 "'tás a meter-te comigo?" e atira uma sapatilha que vai parar algures, sapatilha que pertencia ao miúdo 1.
Miúdo 1 - pega num par do calçado do Miúdo 2, atira-o para o urinol e descarrega o autoclismo.
Miúdo 2 - ameaça o Miúdo 1, dizendo que vai colocar o saco de desporto debaixo do chuveiro.
Miúdo 1 - concretiza a ameaça do Miúdo 1, colocando o saco de desporto deste debaixo do chuveiro.
Miúdo 2 - Berra com o Miúdo 1, enquanto recolhe o seu saco molhado.

Miúdo 3 - "Chamem a Professora!"

E pronto: houve guerra de balneário, com direito a castigo, a 2 dias de terminar as aulas - era isto que me esperava quando cheguei à escola do petiz.

Agora adivinhem qual era o meu Miúdo. Obviamente que não confirmarei nem desmentirei. Era um dos três.

Sinto-me na casa de um gajo

Tenho, à vontadinha, apenas e só 1 mL de acetona em casa.

Há coisas que continuo a preferir fazer à mão

E escrever é uma delas, mesmo reconhecendo que o faço mais lentamente do que quando escrevo a computador. E hoje li um artigo bastante interessante que confirma o que penso: manuscrever é de longe mais belo do que escrever numa máquina. É porque gosto de ver a minha caligrafia que a lista de compras continua a ser redigida como é.

(Já sei, já sei: o título é bem mais promissor do que o texto em si.)