quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Casas irlandesas

Há casinhas lindas, pitorescas, daquelas que lemos nas histórias infantis e contos de fadas. Há casas todas iguais por fora, o que é algo monótono, mas até torna um bairro organizado. Há casas enormes, senhoriais, no meio de uma propriedade verde. Há prédios para todos os gostos, feitios e carteiras. Deixo aqui uma pequena amostra do muito que vimos, tanto em centros urbanos, como em zonas rurais.

(Belfast Castle: a casa de um caloteiro, segundo reza a História.)

(Belfast: Muitas ruas filhas da Revolução Industrial.)

(Rua simpática em Trim, cujo castelo tem o mesmo nome, e onde achei estas casinhas levemente coloridas bastante encantadoras.)

(Algures um bairro simpático, ordenado e limpo, onde havia "casas transparentes", diria o Ness.)

(Bairro em Belfast, bastante menos bonito, com muito mau aspecto, perto de Falls Road.)

(Doolin: algumas das lojas locais, a darem um colorido engraçado ao local.)

(Doolin: as casas que pintam a paisagem verde.)


(Algures, depois de Doolin e antes de Galway: ainda se vão vendo algumas com telhado de colmo.)

(Algures. Desconfio que alguém entrou em propriedade privada para tirar esta.)

(Devem ser pobrezinhos, os proprietários desta pequena quinta, algures numa das estreitas estradas que percorremos...)

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Praias irlandesas

Tão ou mais bonitas do que algumas das nossas:
Nesta vi um senhor a chegar, com o cão atrelado à bicicleta, e ele a preparar-se, colocando uma touca branca, para dar umas braçadas. Chuviscava.


Nesta vimos 6 pessoas a andar de bicicleta em plena areia, bicicletas que foram depois transportadas à mão pelas dunas verdes acima. Não chovia.


Nesta, vê-se a paisagem de um almoço em pé. Do lado oposto, havia muitas vacas felizes.


Nesta, achei piada ao lugarejo construído entre arribas e o mar. Meeeddooooo! Há que aumentá-la para verem do que falo.

Claro que não há o nosso pôr-do-sol, mas ali não se pode ter tudo, n'é verdade?

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Primeiro estranha-se, depois entranha-se

As refeições foram quase todas feitas à mesa ou ao balcão, em estabelecimento próprio. Apenas uma teve a mala do carro alugado a servir de mesa, tendo a paisagem circundante - campo, montanha e praia, sob um céu azul limpo - compensado largamente a falta de mesa.
O que estranhei mesmo foi não haver toalhas, nem de pano nem de papel, em nenhum dos sítios onde comemos sentados. Talheres e pratos colocados directamente sobre a madeira ou plástico era o prato do dia e nem os tabuleiros de certos locais de restauração tiveram direito a tal, e alguns estavam bem nojentinhos, para os nossos parâmetros. Se a ASAE andasse por lá, tinha muito por que autuar e quiçá encerrar.

domingo, 28 de agosto de 2016

Continuam a ser afáveis

Tal como há duas décadas, mais ano, menos ano.
Mais em zonas rurais do que nas cidades, mas também nestas, há pessoas que se cruzam connosco e que educadamente nos cumprimentam. Não vi nem pressenti qualquer ar de frete nas pessoas que nos atenderam nos mais variados locais (lojas, pubs, autocarros, guichets, hotéis, outros peões, ...); bem pelo contrário, os sorrisos eram uma constante em todo o lado. E ao contrário de certas pessoas num certo país do centro da Europa, que está entalado entre Espanha e Alemanha, as pessoas irlandesas esforçavam-se por falar mais lentamente, por se fazerem perceber, quando se apercebiam que não éramos dali. Há um sentido de "boa educação" que nós, portugueses, temos vindo a perder.
Na Irlanda, troquei palavras com espanhóis, kuwaitianos, americanos, irlandeses, alemães, italianos, portugueses...uma panóplia babeliana em tudo quanto era atração turística. Menos turistas asiáticos do que na viagem grande anterior, apesar de em Belfast ter-me dado a sensação que havia mais destes estudantes nas ruas.
Entrei aqui, mas está totalmente diferente daquela onde passei muitas horas: remodelada, com ar moderno e mais tecnologia em todos os cantos. Irreconhecível. Ainda assim, deixou saudades.

Vida de vaca irlandesa deve ser boa

Observam-se os turistas sossegadamente, ninguém as chateia, come-se o que se quer quando se quer e sempre fresquinho, não falta companhia, as moscas não chateiam muito, logo não há necessidade de abanar o rabo e não há grandes responsabilidades.



quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Eu estive aqui

(E noutros sítios também...)

Nem tudo correu bem

Não é que o homenzinho reteve o meu creme de rosto e o meu creme de corpo, depois de eu ter passado pelo scanner e de as mochilas e moedas não terem acusado nada de mal? Cá para mim, alguma familiar dele tinha-lhe pedido para ele passar pela mercearia e lhe levar, hoje depois do trabalho, esses itens e ele achou que lhe ficava mais barato roubar os artigos que tinham passado de Portugal para lá. Filho da mãe! (Na altura pensei mesmo outras palavras, como poderão imaginar.)

Há qualquer coisa errada lá em cima

Hoje, em Dublin, às 7:30 da manhã, saímos com céu limpo e azul.
Hoje, em Braga, às 15:00, encontrámos céu carregado de nuvens, pingos grossos de chuva e trovoada.
Definitivamente, o aquecimento global anda a fazer das suas, anda...

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Pequeno intervalo bracarense

Dia e meio é o que se pode passar nesta cidade em Agosto. Visto hoje ser feriado, nada de útil se faz (ao contrário do que se fez em 1385, em Aljubarrota quando uma certa padeira deu cabo do canastro a uns intrometidos). O que significa que amanhã vai ser um dia longo e bastante ocupado. É por uma boa causa.

sábado, 13 de agosto de 2016

A minha primeira vez

Fiz canoagem. Durante trinta minutos. Na companhia do rapaz, que remava bem mais depressa do que eu. Nunca estivemos em sincronia. Não virámos a canoa nem perdemos os remos. Andámos a mais de 100 metros de uma das margens e a menos de 50 da outra. Não me atrevi a chegar a essa outra margem, pois a distância à de partida aumentava cada vez mais. Nessa altura senti medo. Lá no meio da água, nem por isso. E estava-se mesmo muito bem, a sentir a brisa fluvial que quem estava na areia e na relva não sentiam. Gostei!

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Caviar transmontano



Basta imaginação, pois azeitonas é coisa que abunda por aquelas bandas. Isso e ditos engraçados, como alguns nesta parede, existente num dos restaurantes duma das terras transmontanas. Desafio quem quiser, ou souber, a deixar o nome do local de degustação onde esta foto foi tirada, pelo simpático proprietário, a meu pedido.

Atentem nos pormenores escritos.

Com pena minha, não pude tirar foto ao painel inteiro, pois iria incomodar a inúmera, e aparentemente satisfeita, clientela.







P.S.: Bem, não resisti a ir roubar a foto ao facebook do restaurante em questão.
Aumentar e mais uma vez atentar nos detalhes gráficos do cartoon.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Não há céu estrelado como o transmontano

Tendo passado 60 horas em território transmontano, onde estava mais fresquinho do que aqui (cheio de fumo, fogo, mau cheiro e cinza a pairar e a parar em todo o lado), pude, mais uma vez, constatar que as estrelas por cima de território para lá dos montes nortenhos brilham mais intensamente do que as do litoral. É sempre bonito de ver e pensar no quão pequenos somos todos nós neste espaço infinito de que pouco se sabe. É sempre triste pensar que continua a haver e continuará a haver pessoas que têm gosto em estragar (note-se o eufemismo pseudo-ingénuo) o local que as rodeia.

Isto só lá vai com um linchamento ou uma fogueira popular. Não tenho dúvidas disto.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

As cadeiras de rodas podem enganar

Continuo na onda dos policias nórdicos. Só que o último lido não tem nada a ver com as duas ou perto de três dezenas de nórdicos anteriores.
Este, de um autor norueguês menos conhecido para mim - Hans Olav Lahlum -, não menciona uma única vez a palavra internet, nunca faz uso de computadores ou outros gadgets de final de século XX e o actual, não descreve correrias aéreas e/ou rodoviárias entre diversos continentes, não menciona as consequências do jet lag, não aponta para recursos policiais e tecnológico-forenses partilhados entre equipas de investigação eventualmente concorrentes umas das outras. Nada disto acontece!
O crime passa-se no final da década de 60 do século passado, em Oslo, num compartimento trancado por dentro, onde se encontra o sexagenário morto com um tiro. As janelas estão fechadas, não há sinais de luta, violência ou arrombamentos. O crime é resolvido em 10 dias pelo inspector K2 e pela sua auto-imposta, secreta e brilhante assistente Patrícia, de 18 anos, que se move numa cadeira de rodas e cujo hobby favorito é... raciocinar, inferir, relacionar, deduzir, concluir.
Gostei!

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Para que serve um tablet lindo de morrer?

Basicamente para ver vídeos de bebés peidorrentos e animais com bebés e bebés a brincar com os seus pets e os pais a fazerem figuras tristes. Pronto, e é isto durante lonnnnnnnnnngooooooooosssssssssss minutos!
E livros? - perguntam vocês. - Pois, não me parece que, mesmo com o brinquedo novo, tão cedo me renda aos electrónicos.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Instrumento musical sexy: o violoncelo

Parecem um bocado loucos a tocar AC/DC, mas não deixam de ser cómicos...

Bond ou Bourne: Dilema?

Não, não há comparação possível. Bond 4ever!
Este Bourne vive demasiado de perseguições automobilísticas, de situações improváveis para leigos sobre efeitos especiais e operações clandestinas americanas. Dizia o meu pai: "eles têm sempre pessoas e armas prontas à chegada nos aeroportos" e é mesmo incrível como é que as pessoas certas estão sempre nos locais certos à hora certa. E depois há perseguições intermináveis sem ninguém a falar ou sequer aos berros. Que seca!
Gostei mais de ver o Vicentinho no papel de menino rico roubado, na saga Ocean's,  do que no de vilão feio e implacável - a riqueza e o luxo assentam-lhe melhor. Já a agente espertinha devia sorrir mais, bolas! Ela é bem bonita, apesar da voz estranha inicial que não condiz com a figura frágil que às vezes fingiu ser perante terceiros. O velho director da CIA morreu, na sua hora.
Mehhhh....

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Verdade óbvia

Os momentos de tédio existem com um propósito único: para darmos mais valor aos momentos de excitação e deslumbramento, em menor número do que os outros.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Ando a ler coisas giras tarde e a más horas


E agora um aparte meu, para referir que uma das coisas que aprecio observar nos homens é as suas mãos e as unhas: gosto delas com dedos longos, elegantes, com unhas limpas onde se note a linha branca ligeiramente circular que as termina. Com pele hidratada, bem tratada, de preferência mais morena do que leitosa. Faço questão de, discretamente, observar e julgá-las (e de vez em quando, deixar a imaginação voar) quando sou atendida por algum homem.
Isto a propósito do que a seguir relato e que me fez gargalhar e pensar comigo que este homem em particular devia ser um sacaninha engraçado cuja grande obra é para mim ilegível, intragável mesmo.

Diz-se, no livro do tal americano que releio, que James Joyce, com 85 anos, foi abordado numa festa por uma mulher bem mais jovem que lhe pediu para, em forma de cumprimento, apertar a mão que tinha escrito Ulisses. Em vez de lhe estender a mão direita, ele ergueu-a no ar e respondeu-lhe: "Permita-me que lhe lembre, minha senhora, que esta mão também já fez outras coisas."

Se isto não é brejeirice disfarçada de sapiência vinda de um velho a quem tudo se desculpa, não sei o que será...

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Alma aberta

Queria ter coragem para voar
Ver outros mundos e espantar-me
Ouvir histórias inacreditáveis
Contar histórias vividas

Queria viver como imaginara,
Não viver como posso
Rir-me a toda a hora
Não pensar no que não foi

Queria sentir o que não sinto
E não sentir o que sinto,
Sentindo-me estranha por não sentir

Queria olhar e agir
Pensar e fazer
Planear e rir


terça-feira, 26 de julho de 2016

Que chatice!

Não consigo não me chatear com isto, não obstante reconhecer que é uma atitude egoísta de minha parte. É que eu gosto mesmo de a ler e acho que consegue, e sempre conseguiu, estar imune à silly season por que a maior parte dos meus blogs estão a passar. E agora vou ler o quê, hein?

domingo, 24 de julho de 2016

Coisas de que não vou gostar, à partida

  • De conduzir do lado errado da estrada
  • De beber cerveja que sabe mal
  • Do tempo mais frescote
  • Das inevitáveis indecisões
  • Dos turistas asiáticos de máquina em punho
  • De andar de avião
  • Da comida estranha mal cozinhada
  • ...

Mas sei que vou adorar reviver e recordar tudo e mais alguma coisa do que aconteceu há 21 anos!

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Combinações improváveis

AC/DC, banjos, hóquei no gelo, tractores, finlandeses e rock/metal da pesada. Fabuloso e com humor. (Descoberto em blog alheio)

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Ideias soltas

  • Os padres deveriam poder casar-se e/ou constituir família
  • Os milagres deveriam ser reais
  • Os bilhetes de avião para umas certas ilhas portugueses deveriam ser mais baratos
  • Os pratos à base de massa não deveriam engordar
  • O teletransporte já deveria ser uma realidade
  • A NSA e congéneres deveriam ter férias permanentes
  • Certas pessoas deveriam manter a boquinha fechada ou, pelo menos, dizer menos asneiras
  • O Vaticano deveria partilhar as suas riquezas
  • Os carros voadores não poluentes já deveriam andar no ar
  • O elevador deste prédio deveria ser mais fiável
  • A memória deveria perdurar infinitamente
  • O café, os alimentos e o tabaco não deveriam amarelecer os dentes
  • A maldade não deveria ter sido sequer uma palavra quanto mais uma característica
  • ...

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Um café e um croissant de chocolate

Hoje passei cerca de uma hora na conversa com o R., de 19 anos (conheci-o com 16) e a P., de 16 anos (conheci-a com 13), namorados desde os 17 dele e os 14 dela. Ainda eu era professora de ambos e já achava que esta relação tinha trazido imensos benefícios mais para ele do que para ela, pois enquanto que ele era um daqueles miúdos por quem não se dava nada, ela brilhava em tudo o que se metia. Totalmente opostos em termos académicos.
Como me enganei na questão dos benefícios! Quando se gosta de alguém a ponto de a relação perdurar contra muito do que se dizia, não há benefícios nem contrapartidas. Simplesmente há algo entre eles. E estes miúdos têm esse algo. Mesmo tendo seguido percursos estudantis bem distintos, estão ambos fantásticos, sorridentes e continuam juntos. Ambos voluntários em actividades de verão aqui na cidade.
Falámos de outros alunos, deu para recordar momentos hilariantes, momentos de tensão, situações e pessoas que na altura me puseram tola, pessoas de um passado bem recente que me deixa saudades.
O café arrefeceu e o croissant ficou a meio.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Julho na cidade

Cidade essa que se tem tornado pequena para abarcar os nativos, os que vêm cá trabalhar, os veraneantes (como eu) e os outros turistas. A azáfama nas ruas traz certamente retorno económico aos estabelecimentos comerciais, principalmente aos da restauração. As ruas estão mais coloridas, mais alegres, mais joviais. Ouvem-se as línguas, o francês, o chinês (ou japonês? não sei), o castelhano, o italiano. A zona ribeirinha fervilha à medida que a tarde avança para a noite. As máquinas fotográficas e os telemóveis elevam-se uns centímetros para abarcar a cena toda que é impossível de abarcar na totalidade. As escadas de acesso à igreja matriz e alguns edifícios renasceram com tanta cor. O rio corre cheio a convidar a banhos, passeios e brincadeiras na água. Os fins-de-semana recebem milhares de pessoas à procura de diversão e a barraca já é notoriamente pequena para as enormes noites de concertos. E dia 24 haverá fogo-de-artifício a não perder, depois da actuação do sérvio & companhia.
Definitivamente esta não é a cidade da qual se dizia ter ficado parada no tempo. Vale a pena uma visita.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Devaneios sobre o tempo

O tempo esticado não me dá tempo para acabar a tempo o tempo dado pois o tempo dado esticou-se tanto que o perdi a perder tempo.
O prazo do tempo acaba amanhã.

domingo, 17 de julho de 2016

Vejo uma coisa boa nisto dos pokemons (mas só uma)

Estando o rapaz de férias escolares há cinco semanas, a semana passada foi passada, entre outras atividades mais caseiras, na rua, a calcorrear ruelas e atalhos e travessas à procura dos coisos, isto é, obrigou-o a movimentar-se depois de quatro semanas mais paradas devido à interrupção do exercício físico regular. É que já se nota bem a barriguita proeminente e um pneuzito que não existiam antes das aulas terminarem. E por muito alto que ele já esteja, comer que nem um leão faz mossa.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Caça aos Pokemons

Depois de um brunch que finalizou com um pastel de nata e um café no local habitual, fomos à caça de pokemons. A dada altura, dentro da livraria Bertrand e enquanto descíamos para o piso de entrada, com mais um livro policial (desta vez em língua portuguesa, uma colectânea de nove autor@s), e um livro sobre Java na calha, diz o rapaz, espantado: "Olha, está aqui um nas escadas. Vem apanhá-lo!". E pronto, lá limpei mais um pouco o pó ao seu ecrã ao mesmo tempo que apanhava o meu primeiro gambuzino pokemon. O senhor Manuel, que deve ter os seus 55-60 anos e é funcionário do dito cujo estabelecimento livreiro, partilhou connosco que o seu quintal, aquele sítio onde ele planta as couves e os tomates, estaria infestado destes coisos e que o seu neto andava louco à caça deles ontem ou anteontem. E ainda acrescentou que, se fossemos por uma determinada rua que desembocava em determinado largo, iriamos acrescentar imensos bichos destes à já grande, e pelos vistos infinita, colecção do rapaz.
O senhor não mentiu.
Que doideira!

(Ainda não lhe disse, mas se houver pokemons em Dublin, o telemóvel dele fica no hotel!)

terça-feira, 12 de julho de 2016

E a miúda que nunca mais sai, hein?!

Se não rebentassem as águas à mãe nos dias iniciais de Julho, o parto seria induzido ontem. A verdade é que é terça à tarde e não há meio de a miúda sair. É que nem com epidural, pelos vistos! E está aqui uma pessoa ansiosérrima, a olhar para as mensagens de cinco em cinco minutos. Até parece que a sobrinha é filha minha!

Adenda das 21:45: lá saiu, depois do sofrimento a que toda a mãe tem direito, de cesariana, após quase 41 semanas. Enfim...

domingo, 10 de julho de 2016

Antes da aventura final

Hoje vou ter esperança que onze jogadores se chamem todos "João Sem Medo", que sejam valentes, intrépidos, desafiadores e permanentemente optimistas, que nunca desanimem e que ultrapassem os monstros, as partidas, as artimanhas, os castelos feios e os palácios frios, do mesmo modo que tal personagem literária o fez durante as suas aventuras para lá do Muro. Que regressem a chorar, de alegria e histórias e emoções para contar.

sábado, 9 de julho de 2016

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Em andamento lento, mas está em andamento

Folk, parks, Guiness & Whiskey: parece que é desta ...

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Ficção, ou talvez não

...
- Viste a Dália a espreitar por trás da cortina branca? - perguntou o Alfredo.
- Onde, raios? E ela viu-me, que achas? - retorquiu o Jorge - Acho que estava mais preocupado em colar a porcaria do cartaz sem ser visto pelos bufos.
- Não sei se ela te viu, não sei se ela reparou que eras tu. Mas quando olhei para trás, ainda havia uma sombra atrás da cortina.
- Ela é linda, não é? Aqueles olhos verdes levam-me à perdição quando me deito.
Olha lá, soubeste do Manel dos Bois? Eles entraram-lhe casa adentro há duas noites. Parece que foi apanhado a colar os cartazes do direito à greve....shh!!! Cala-te!! Corre, pah, corre pela tua vida!
...

Em Novembro de 1973, um destes dialogantes foi preso pela PSP de Lisboa, por colar "cartazes subversivos nas paredes". Está no auto de apreensão que me chegou hoje por e-mail. O seu original permanece na Torre do Tombo.

Inconcebível, hoje em dia.

Mais um farolim partido

(e um gato morto na estrada)

Há qualquer coisa no destino de certos gatos que os fazem atravessar a estrada mesmo à frente do MQT -  que trava brusca, repentina e mortalmente para o felino -  e, deste modo, contribuem para o aumento de vendas de farolins dianteiros. No espaço de cerca de um ano, é já o segundo farolim em duas viaturas diferentes.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Desabafo sobre a bola

Ainda bem que eu não percebo nada de futebol e de jogadas tácticas e estratégias a longo prazo!