quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Pergunta dirigida às leitoras que usam soutiens

(Mas as que não usam e os leitores também podem responder.)

O que é que vocês fazem aos soutiens velhos que já não usam mais? Aceitam-se sugestões para exterminar o conteúdo daquela gaveta cheia de "tralha" para as mamas.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Estou chateada, pois claro que estou

Já estou saturada de, numa certa superfície comercial, ver o mesmo papel de embrulho, alusivo à próxima época festiva, há imensos anos: ou vermelho ou dourado, assim com uns desenhos fatelas.
Mas será que ninguém naquela empresa tem criatividade suficiente para criar algo diferente, que não inclua uma fêmea bamboleante que já cansa a vista?

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Compras por impulso

Vejo, gosto, apetece-me, pondero, posso, compro. É muito assim. Daí não ser grande fã das várias épocas de saldos e promoções nem ter paciência para andar a percorrer quinhentas lojas à procura do mesmo tipo de artigo. Seja roupa, livro, víveres, artigos para a casa ou Legos.

Legos...pois. Bastou cruzar-me com um certo amigo viciado neles, já eu estava de saída do hipermercado. Demos dois dedos de conversa e foi o suficiente para dar meia volta e os três -, eu, o meu amigo e o amigo dele - trazerem três caixas iguais pelo preço de duas. Não há coincidências mesmo que eu tenha sido impulsiva!

domingo, 20 de novembro de 2016

A primeira vitória: 24 - 22

Em casa, para gáudio dos progenitores presentes.
"Aleluia!" - disse eu ao treinador, entre outras coisas que ouviu também de outras pessoas.
Já o rapaz saiu amuado, pois, apesar de ser titular, saiu antes do intervalo sem nunca mais regressar; e o que jogou, não (lhe) agradou.
É a vida. Há que fazer por ela!
No próximo domingo, vamos ali a Marrocos.

domingo, 13 de novembro de 2016

Luz de Ferro e Céu de Chumbo

Longe de serem temáticas que me agradem - as grandes guerras mundiais do século passado e o Nazismo, visto da perspectiva de um elemento nazi algo revoltado com o sistema que integra -, são temas que qualquer alun@ de nono ano tem que estudar. E este ano o jovem adolescente aqui de casa tem que ler na íntegra uma das duas obras mencionadas no título. Eu já li os dois livros, o primeiro mais rapidamente que o segundo. E continuo a não gostar do tema. E se quando li o primeiro, achei que não era livro adequado à faixa etária do rapaz (e aqui entraríamos noutra discussão tão ou mais interessante: o que é que é adequado a uma pessoa de 14/15 anos ler? quem decide o que é adequado? porquê o tema X e não o tema Y? porque é que (não) é adequado, afinal?), nem sequer tema que lhe interesse, então o segundo ainda muito menos. Apesar de toda a violência que os adolescentes visionam hoje em dia, creio que é necessário ter alguma imaginação, aos 14/15 anos, para conseguir recriar na mente batalhas com tanques, armamento obsoleto, mapas dos territórios europeus ocupados pelos nazis e pelos soviéticos, e localizar no mapa de um determinado país as localidades mencionadas no livro e os trajectos percorridos pelas diversas partes bélicas. Sei que o objectivo de quem o obriga a ler o livro em questão não passa por decorar a toponímia da época nem os nomes dos indivíduos e grupos intervenientes nos conflitos. Questiono-me se não haveria obra mais apelativa, mais cativante, menos feia... para estudar uma época tão horrenda da História europeia.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Domingo vou jantar ...

...salada de grão de bico com atúm, ovo e salsa e de certezinha comer pudim de ovos à sobremesa!

(A primeira vez que tal acontece em 44 anos de vida.)

terça-feira, 1 de novembro de 2016

84 anos de vida

Cheia, sofrida, alegre, dogmática, conflituosa, teimosa, persistente, intolerante, divertida, sociável, resignada.
Apanhou-me um dia a fumar à sua varanda. Não me viu com o cigarro, mas sentiu-lhe o cheiro.
Há momentos que não vou esquecer.
Vai como gostava de andar: bonita, com cabelo impecável e ar sereno. E um terço rendilhado nas mãos, símbolo de algo que eu deixei de entender há muitos anos.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Lembrei-me, por causa do Pedro

Digam-me lá se estes dois Senhores não têm parecenças físicas; será que é só dos meus olhos?





domingo, 23 de outubro de 2016

O penico do céu

É, hoje a cidade faz jus à fama. Irra que não se pode sair à rua!

Entretanto, descobri (também) hoje que tenho uma piscina municipal à porta de casa, a cinco minutos a pé. Vamos ver no que vai dar...

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Da última leitura, que decorreu em 3 noites

Livro escrito a três vozes, femininas, a saber:
- a alcoólica desequilibrada que finalmente vê a luz;
- a amante traidora que se transforma em esposa traída;
- a amante assassina que acaba assassinada.

Pelo meio, há homens atraentes, bem-parecidos e com muitos segredos escondidos.

Francamente, gostei! Mas não quero ver o filme, senão as imagens que criei, esvair-se-ão num ápice!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Ovelha à solta

Ontem, pouco antes das oito da noite, uma ovelha lanzuda, gorduchinha e a balir, cruzou a estrada - movimentada e localizada numa zona residêncial - mesmo, mesmo à minha frente. Porque o seu sentido de orientação não me pareceu que fosse bom, apeteceu-me parar o carro mesmo ali, no meio do trânsito, aproximar-me dela, pôr-lhe a mão no lombo e dar-lhe uns empurrõezinhos para poder regressar ao seu pasto verdejante que não ficava nada longe.
Isto de viver numa cidade rural tem os seus momentos caricatos.

domingo, 9 de outubro de 2016

Queijo, presunto e outros petiscos e a relação com um jogo de andebol

  • Guimarães, hoje, num dia de calor incomodativo.
    Jogo de andebol, que perdemos novamente, por uma diferença de 9 golos. Menos mal.
  • Claques e adept@s em número equilibrado, sendo que as adeptas foram mais barulhentas que os adeptos.
  • Dois árbitros em campo, um melhor do que o outro, que apitavam por tudo e por nada.
  • Adeptos acirrados e em consonância, em relação aos árbitros, à medida que o jogo se aproximava do final.

Um destes árbitros, algo atarracado e bem entroncado, com um volume abdominal considerável, ouviu muito do público adepto de ambas as equipas. Ouviu o que quis e o que não quis e possivelmente não gostou. As adeptas da outra equipa perguntaram várias vezes, estando a equipa delas a ganhar, quantos presuntos é que a nossa equipa lhe deu (O que diriam se estivessem a perder...). Mas a melhor de todas foi um dos nossos adeptos tê-lo apelidado de "queijo limiano". É que era tal e qual: redondinho, volumoso e de cor alaranjada / avermelhada.

sábado, 8 de outubro de 2016

"Dark Age"

Foi a expressão usada, há menos de uma hora, na exposição de Legos aqui em Braga, por um amigo, para designar o gradual desinteresse pelos Legos que o rapaz tem vindo a demonstrar de há um ano para cá.
É verdade que nós, pais, andamos algo forretas no que toca a pagar estes brinquedos caros, mas a motivação e entusiasmo dele também já foram maiores. No entanto, ainda trouxemos mais uma caixa deles, da série Star Wars.

Outros valores se alevantam, neste momento...

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

NSA, FBI, NCIS ou CIA?

Um destes dias tenho os americanos à porta de casa a quererem confiscar o meu portátil. Ora esta!


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

63 - 7

Podia ter sido pior...

Tenrinhos, é o que se pode dizer. Pronto. Venha o próximo!

domingo, 2 de outubro de 2016

Pseudo, onde estiveste no Dia Mundial da Música?

Ontem, portanto...inesperada e surpreendentemente. Obviamente não comi francesinha. Mas vieram 5 para a nossa mesa. A opinião destes 5 comensais é que a dita cuja não valia nada. Acredito.

Entre várias ruas e sítios percorridos e visitados na cidade do Porto, estive parada na Praça de Lóios a assistir a um concerto conjunto da Diana Basto e a Banda União Musical Paramense. Com direito a visita guiada, de carro, por zonas distintas da cidade. Com um excelente guia-condutor!

Gostei particularmente da Rua das Flores. Muito bonita!
Não gostei nada da quantidade de pedintes que se aproximaram de nós e de quem nos rodeava. Foi incómodo. E muito mais haveria a dizer sobre este incómodo, certamente, mas fico-me por aqui.

Aproveitei para adquirir a prenda do próximo aniversário do MQT, no dia de abertura duma determinada loja afamada de produtos de fabrico nacional.

2:30 da manhã continua a ser uma boa hora para ir para a cama...(ou não!)

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Isto do andebol

Ainda estou a decidir se gosto que ele seja atleta federado desta modalidade ou não...
É tudo muito bonito e o rapaz anda entusiasmadíssimo (demais, quanto a mim, mas eu sou mãe e tenho outro papel e ele é que treina e joga) e se não fizesse mais nada na vida, treinava diariamente. O problema é que faz outras coisas e não me refiro só à escola e ao compromisso que implicam. É que o dia tem 24 horas, o dele e o meu, e eu estou a sentir-me taxista barata tonta, com  um ritmo a que não estávamos habituados. E os jogos ainda nem sequer começaram. Porque quando começarem, os fins-de-semana já eram... e as viagens bimensais entre Braga - santa terrinha - Braga - verão acrescidas as viagens para os destinos dos jogos fora de casa. Vai ser bonito!
E ainda estou p'ra ver o que ele vai decidir fazer numa certa semana de início de Novembro, que é quando ele costumava ir de férias escolares para a casa da avó na santa terrinha. Este ano duvido que tal aconteça, precisamente à conta desta actividade desportiva.
Já estou cansada e quase que não é nada comigo!

domingo, 25 de setembro de 2016

Arraial à chuva

Não que não tivesse sido prevista e a informação não tivesse sido partilhado com os jovens que, estando por sua conta em plena aldeia minhota, decidiram dar um ar de sua graça nos carrinhos de choque e nas tascas das bifanas e dos churros.

Às 23 horas, quando o fomos buscar a casa da "anfitriã" da aldeia, deparámo-nos com oito pares de calçado no hall de entrada, oito jovens com a roupa bastante húmida, meias molhadas espalhadas no chão e caras de semblante desiludido. Deve ter sido do choque pluvial...

Acho que tão cedo não haverá arraiais para ninguém.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Sinto-me uma barata tonta

Há muitas mudanças no local de trabalho às quais ainda estamos todos a habituar-nos. Uma delas tem a ver com a duração dos intervalos entre aulas de 50 minutos (gosto destas, não gosto daqueles). De manhã há um intervalo de 15 minutos, à tarde há um intervalo de 15 minutos e todos os restantes, mais sete ao longo do dia, duram 5 minutos. Durante estes 5 minutos, entre toques, há que deixar os alunos arrumar o seu material, nós arrumamos o nosso, deixar a sala arrumada, sair desta para entrar noutra, deixar a turma seguinte entrar noutra sala que pode localizar-se no lado oposto do edifício e ... prosseguir. 
Por estes dias, é ver alun@s e docentes a andarem apressadamente nos corredores e escadas acima e escadas abaixo a mudarem de sala, aos encontrões e a atropelarem-se uns aos outros, isto durante 5 minutos. Idas à casa de banho, tá quiet@; conversar o que tem que ser conversado, quando há assunto profissional para conversar, tá quiet@; atender aos pedidos de esclarecimento por parte dos catraios mais novos e alun@s nov@s na escola - faz-se, roubando tempo aos 5 minutos e conversando em andamento nos corredores; solicitar os serviços da reprografia - faz-se roubando tempo ao tempo pessoal. Restam os 15 minutos matinais e os 15 minutos vespertinos para muito do que está inerente à profissão e para o lanche e para o WC. E parecemos todos umas formiguinhas a funcionar a toque de caixa, que, quando se sentam, lá se levantam passados segundos. 
Está a custar!

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Alguém sabe?

O que é feito da Tina Turner, a dona das pernas cantantes?

domingo, 18 de setembro de 2016

E esta, hein?

Está a correr bem, o jogo com o Sporting. Venham mais dois, para que o meu filho acerte nos prognósticos!

sábado, 17 de setembro de 2016

Mas que martírio (leia-se parvalheira)!

O nosso rapaz, de 14 anos, em passos largos a caminho dos 15, com quase 1,80 de altura, faz-nos passar as passas do Algarve cada vez que eu ou o pai tocamos no assunto "roupa". Se forem T-shirts ou sweaters, o processo até corre bem, pois estas peças são normalmente escolhidas por mim, sem que ele esteja presente na loja, e ele aceita bem as minhas escolhas, que veste diariamente. Entre preto, branco ou outra cor mais à rapaz, predomina o preto. Ok, é uma fase. Não há problemas, é o gosto dele que anda um pouco à mercê do meu, sem desacordos até agora.

Quanto a calças e calções, é o cabo dos trabalhos. A fase de trazer estas peças para casa, com a certeza absoluta que lhe servem e assentam bem, já terminou há uns anitos. Agora, a presença dele é indispensável para acertar na peça a comprar. E não é que ele seja esquisito, niquento ou picuinhas nas escolhas. O problema mesmo é que ele não quer escolher nada, diz não gostar de nada e teima em não experimentar as diferentes peças e modelos que lhe pomos à frente. Antes da compra de um qualquer destes itens, entramos em 4 ou 5 lojas diferentes e ele sempre com o mesmo ar de enfado, que me irrita profundamente. A maior parte das vezes acabamos por sair da loja, ele de mãos nos bolsos e eu amuada por não ter levado a minha avante; ele certamente satisfeito por não ter passado pelo momento traumático de ter que tirar a roupa e vestir 2 ou 3 peças; eu mal-disposta porque sei que vou ter que insistir novamente no mesmo assunto, ele caladinho que nem um rato não vá a mãe disparatar com ele porque ele não quis roupa.

Mas os rapazes são todos assim nesta idade? Não são, pois não? Bem me parecia!


sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Estou aqui indecisa...

...e uma ajudinha vossa seria fantástico. Vou mudar o disco, quanto às leituras e tenho entre mãos duas escolhas:

1 -"A Chama Imensa", do Ricardo Araújo Pereira, cujas crónicas na Visão normalmente (mas nem sempre, mas a maior parte das vezes sim) aprecio bastante e acompanham-me na casa de banho.

ou

2 - "O Codex 632", do José Rodrigues dos Santos, de quem nunca li nada, mas oiço falar tanto, bem e mal, que às vezes até dá vontade de ler a razão de tanto burburinho.

O que dizem?

sábado, 3 de setembro de 2016

Pensamentos avulsos depois de ler o último do Harry Potter

Duma penada e a horas impróprias, mais uma vez:

  • Harry Potter é um pai cego, prepotente e medricas, que não sabe que o fruto proibido é o mais apetecido;
  • O Albus e o Scorpius são bissexuais;
  • O Scorpius é um rapaz simpático e totalmente mal visto pelos demais;
  • Mais uma vez, demoniza-se uma figura feminina, a Delphi;
  • Tantas analepses e prolepses dão cabo do raciocínio duma leitora;
  • Nunca vi tantas cadeiras a voar nem feitiços a decorrerem em simultâneo e só quando vir esta gente toda em palco é que acredito no que verei;
  • A Moaning Myrtle está na mesma, os anos não passam por ela;
  • Os outros dois herdeiros Potter só aparecem quando o comboio está para partir;
  • Esta estação de comboios está a precisar de uma renovação das máquinas a vapor;
  • As camisolas de lã, tricotadas à mão, deixaram de aparecer no enredo;
  • Viajar no tempo continua a ser uma péssima e assustadora ideia;
  • A Hermione e o Ron fazer um par cómico;
  • Já a Ginny e o Harry são uma seca, mais ele do que ela, como casal. Não há chama. Malditos empregos!
  • A Gap Generation continua a existir. Seremos sempre uns incompreendidos pelas gerações anteriores;

E para já é isto. E o vosso feedback?

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Casas irlandesas

Há casinhas lindas, pitorescas, daquelas que lemos nas histórias infantis e contos de fadas. Há casas todas iguais por fora, o que é algo monótono, mas até torna um bairro organizado. Há casas enormes, senhoriais, no meio de uma propriedade verde. Há prédios para todos os gostos, feitios e carteiras. Deixo aqui uma pequena amostra do muito que vimos, tanto em centros urbanos, como em zonas rurais.

(Belfast Castle: a casa de um caloteiro, segundo reza a História.)

(Belfast: Muitas ruas filhas da Revolução Industrial.)

(Rua simpática em Trim, cujo castelo tem o mesmo nome, e onde achei estas casinhas levemente coloridas bastante encantadoras.)

(Algures um bairro simpático, ordenado e limpo, onde havia "casas transparentes", diria o Ness.)

(Bairro em Belfast, bastante menos bonito, com muito mau aspecto, perto de Falls Road.)

(Doolin: algumas das lojas locais, a darem um colorido engraçado ao local.)

(Doolin: as casas que pintam a paisagem verde.)


(Algures, depois de Doolin e antes de Galway: ainda se vão vendo algumas com telhado de colmo.)

(Algures. Desconfio que alguém entrou em propriedade privada para tirar esta.)

(Devem ser pobrezinhos, os proprietários desta pequena quinta, algures numa das estreitas estradas que percorremos...)

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Praias irlandesas

Tão ou mais bonitas do que algumas das nossas:
Nesta vi um senhor a chegar, com o cão atrelado à bicicleta, e ele a preparar-se, colocando uma touca branca, para dar umas braçadas. Chuviscava.


Nesta vimos 6 pessoas a andar de bicicleta em plena areia, bicicletas que foram depois transportadas à mão pelas dunas verdes acima. Não chovia.


Nesta, vê-se a paisagem de um almoço em pé. Do lado oposto, havia muitas vacas felizes.


Nesta, achei piada ao lugarejo construído entre arribas e o mar. Meeeddooooo! Há que aumentá-la para verem do que falo.

Claro que não há o nosso pôr-do-sol, mas ali não se pode ter tudo, n'é verdade?

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Primeiro estranha-se, depois entranha-se

As refeições foram quase todas feitas à mesa ou ao balcão, em estabelecimento próprio. Apenas uma teve a mala do carro alugado a servir de mesa, tendo a paisagem circundante - campo, montanha e praia, sob um céu azul limpo - compensado largamente a falta de mesa.
O que estranhei mesmo foi não haver toalhas, nem de pano nem de papel, em nenhum dos sítios onde comemos sentados. Talheres e pratos colocados directamente sobre a madeira ou plástico era o prato do dia e nem os tabuleiros de certos locais de restauração tiveram direito a tal, e alguns estavam bem nojentinhos, para os nossos parâmetros. Se a ASAE andasse por lá, tinha muito por que autuar e quiçá encerrar.

domingo, 28 de agosto de 2016

Continuam a ser afáveis

Tal como há duas décadas, mais ano, menos ano.
Mais em zonas rurais do que nas cidades, mas também nestas, há pessoas que se cruzam connosco e que educadamente nos cumprimentam. Não vi nem pressenti qualquer ar de frete nas pessoas que nos atenderam nos mais variados locais (lojas, pubs, autocarros, guichets, hotéis, outros peões, ...); bem pelo contrário, os sorrisos eram uma constante em todo o lado. E ao contrário de certas pessoas num certo país do centro da Europa, que está entalado entre Espanha e Alemanha, as pessoas irlandesas esforçavam-se por falar mais lentamente, por se fazerem perceber, quando se apercebiam que não éramos dali. Há um sentido de "boa educação" que nós, portugueses, temos vindo a perder.
Na Irlanda, troquei palavras com espanhóis, kuwaitianos, americanos, irlandeses, alemães, italianos, portugueses...uma panóplia babeliana em tudo quanto era atração turística. Menos turistas asiáticos do que na viagem grande anterior, apesar de em Belfast ter-me dado a sensação que havia mais destes estudantes nas ruas.
Entrei aqui, mas está totalmente diferente daquela onde passei muitas horas: remodelada, com ar moderno e mais tecnologia em todos os cantos. Irreconhecível. Ainda assim, deixou saudades.

Vida de vaca irlandesa deve ser boa

Observam-se os turistas sossegadamente, ninguém as chateia, come-se o que se quer quando se quer e sempre fresquinho, não falta companhia, as moscas não chateiam muito, logo não há necessidade de abanar o rabo e não há grandes responsabilidades.



quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Eu estive aqui

(E noutros sítios também...)

Nem tudo correu bem

Não é que o homenzinho reteve o meu creme de rosto e o meu creme de corpo, depois de eu ter passado pelo scanner e de as mochilas e moedas não terem acusado nada de mal? Cá para mim, alguma familiar dele tinha-lhe pedido para ele passar pela mercearia e lhe levar, hoje depois do trabalho, esses itens e ele achou que lhe ficava mais barato roubar os artigos que tinham passado de Portugal para lá. Filho da mãe! (Na altura pensei mesmo outras palavras, como poderão imaginar.)

Há qualquer coisa errada lá em cima

Hoje, em Dublin, às 7:30 da manhã, saímos com céu limpo e azul.
Hoje, em Braga, às 15:00, encontrámos céu carregado de nuvens, pingos grossos de chuva e trovoada.
Definitivamente, o aquecimento global anda a fazer das suas, anda...

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Pequeno intervalo bracarense

Dia e meio é o que se pode passar nesta cidade em Agosto. Visto hoje ser feriado, nada de útil se faz (ao contrário do que se fez em 1385, em Aljubarrota quando uma certa padeira deu cabo do canastro a uns intrometidos). O que significa que amanhã vai ser um dia longo e bastante ocupado. É por uma boa causa.