domingo, 29 de novembro de 2015

Domingo de manhã

Depois de algumas horas exageradas em posição horizontal, intercalando actividades de natureza variada, acorda-se com um sol resplandecente, luminoso, que aquece não só o quarto, a cama mas também a alma.
Cada vez mais gosto deste canto, onde o ritmo do dia-a-dia é lento, onde os barulhos citadinos quase não chegam. E a cidade tão perto, ali ao lado. Ontem demorei 8 minutos a regressar a casa, desde o local onde apanhei o autocarro, pois fiz questão de o apanhar em vez de telefonar ao meu condutor pessoal, até ao ponto de saída, a menos de 500 metros de casa. Tão boa, a tarde!