quarta-feira, 29 de abril de 2015

Mandaram-me às favas

E eu vou. Na sexta. Serão acompanhadas por porco. Ao jantar. De confiança.

Azar do caraças

A amiga Luci, Floribella para os mais próximos, anda aí a fazer uma publicidade a um suplemento alimentar para emagrecer que ronda os 70€ e que dá para um mês. Surge toda boua no vídeo promocional, muito dançante, silicone a abanar q.b., "olha para mim, Bemagri".


Pena é ter sido apanhada pelos paparazzi a sair de uma clínica de tratamentos estéticos que faz, entre outros, lipoaspiração. 

terça-feira, 28 de abril de 2015

As epístolas Socratinas

Estou - e penso não ser caso único - plenamente convencida que as cartas escritas por Sócrates, o português, serão, num futuro próximo, objecto de compilação à venda nos escaparates dos locais habituais e alvo de análise literario-jurídica por quem de direito. E que uma das conclusões será a de que o visado acreditava piamente em tudo o que disse enquanto Recluso 44. 
Sugestão de título: "A que caro amigo escreverei hoje?"

Com esta idade e ainda é preciso isto

Olá. Sou a Pseudo. Tenho 42 anos e hoje fui tomar a vacina contra o sarampo. E tu, já tomaste?

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Sinais dos tempos

Pergunta dirigida em estrangeiro a alguns adolescentes de 13 e 14 anos:

Que meios de comunicação conhecem?

Respostas: facebook, twitter, computador, internet, radio ...blahblahblah ...telefone fixo = GARGALHADA GERAL BEM SONORA.
Lá tive que mandar-lhes com um olhar sério-intimidatório e perguntar se não tinham telefone fixo em casa... Até pareceu que estávamos a falar de uma coisa que já não se usasse no século XXI.
 


sábado, 25 de abril de 2015

Há uns anos, na prisão

Há uns anos, eu escrevia aqui quase diariamente sobre a minha estadia e passagem no local mencionado no título. Inesperadamente deixei de o fazer, pois o confronto e as ameaças reais por parte de terceiros à rotina diária, minha e dos meus, venceram a minha vontade de continuar a relatar, com gozo, uma situação única na minha vida pessoal e profissional.
Lembrei-me disto hoje, a propósito da liberdade de escrita alcançada há algumas décadas, que, contudo, há menos de 10 anos, não me foi possível pôr em prática, pois o meu sentido de humor e ligeireza no tratamento das palavras foram confundidos com falta de respeito para com indivíduos e uma instituição.
O cinzentismo no seu auge, a condizer com o do local citado...

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Sabem o que comprei, sabem, sabem?

Por €9, preço de grande superfície.
Vai dar um excelente bibelot, vai. Afinal de contas, é um dos tais livros que fica bem em qualquer colecção, "indispensável em qualquer biblioteca", como é referido na contracapa.
Fala de dois homens que decidem ir dar umas voltas pelas terreolas longínquas e que se deparam com personagens e construcções algo estranhas. Ambos se transformam: um deles enlouquece, o outro é capaz de ficar mais gordo, apesar das passeatas. 
Já estão a ver qual é, não já? Ou é preciso mostrar o exemplar, ainda embrulhado?

A patinho feio

Cruzei-me com uma miúda de 21 anos, a quem ensinei umas coisitas há uns anos quando ela tinha 13 e 14 de idade. De patinho feio passou a linda de morrer, sorridente e airosa e com bom gosto na maquilhagem e na indumentária. Disse-me que já tinha tentado pedir-me amizade no feiças, através de alguém conhecido de ambas. Pensei cá com os meus botões: "Agora é que estragaste tudo. Se soubesses o que gosto daquilo..."

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Então cá vai, tal como ma leram, em Mirandês - é longa, aviso já.

Esta é a história que menciono neste post, oferecida ao petiz no fim-de-semana passado, pela pessoa que no-la leu há quase 2 anos, à mesa de jantar, à mesma hora e no mesmo local, sobre a qual apareceu a tal poll, cujos resultados, publicados ali em baixo, foram bastante claros quanto à escolha das leitoras e dos leitores.


Los dous cangareijos scunfiados

 Cierto die de fim de primabera, lhebanta-se cedo el tio Purrichas i dizç a la mulhier:
- A Marie, mete-me ende nel cêrrom um chouriço, ûa cebolha um cacho buono de pãm enquanto you bou a acumodar la cria anchir la bota de bino que hoije bou-me a ir todo el die a la pesca.

- Onde bás tu sôlo p'al riu que inda caies alhá i naide te salba, home?! ...Si sos biem tontainas!...

-Hoije bou-me pa la ribeira de Brandilanes a las xardas. Loutro die, passei naqueilhes poços del Molino principalmente nel poço del lhobo bi uns escalhos palmeiros, más guapos! ... a ber se apanho algua cousa que yá tengo ganas dua peixada.

Pega na canha, (que ye ua bara d'ulmo que habie arranjado n'ambierno) nel  ciesto de brime que Zé Pequeininho le fizo, cerrôm i bota de bino à las custas i bota-se a camino.

Chegou a la ribeira, arma los trastes i ampeça a pescar.

Hoije la pesca estaba a dar biem. A las diez yá iba am más de dous arrates - esto se pesados na remana de Jaquim de los Tabacos que la tenie sempre tareada para roubar algo n'l peso, - quando la fame lo chama a cuontas.

Cumo la cousa estaba a correr biem, ambezç de arrumar la canha i puner-se descansado a cumer I muordo nó, deixa la canha armada cumo se num tubira el die todo por sûo cunta. Saca de la fuaça, corta un cacho de pâm, saca el chourioço para fazer lo mesmo mas, senó quando la boia de cortiça feita por el de la rolha dum garrafôm, ampeça a dar sinal de peixe preso. Cû la atrapalhaçom, cai-se-le de la mano el pâm i el chouriço i alha bai todo p'al poço. El poço era el mas fòndo de la ribeira. El pâm ficou a nadar a la flôr de l'auga i apanhou-lo mas el chouriço fui lhougo al fundo. Dando raios a la bida, inda tentou anganchá-lo cu l'anzul mas nada... num fui capaz. Pâm i cebolha foi el que le restou.

Antretanto, p'ul fundo del pôço, passeabam-se dous cangareijos que ibam faziendo cuontas a la bida al sabor de dous passos para lantre i outros dous para trás para num salirem del miesmo sitio cumo ye sina de qualquier cangareijo que se preze de cumprir na bida el qu'el destino le traçou. Mas mal que beiem el chouriço, angancham-se nel i toca de cada um puxar para sou lhado. Antôm um deilhes mas pensante para i dizç al outro: - Tú, oube alhá... Pensando biem, nós pudemos tener eichi para duos ou três refiçones se am bezç de comer-mos el chouriço sôlo lo cumisse-mos cum pâm!...

- Tenes rezóm, diz lhougo l'outro. I quiem bai a buscar el pâm? 
- Bás tu, que you fui quiem biu purmeiro el chouriço.
- Nó, bás tu...

Cumo num se antendiem, num hai outro remédio que nó butar a suortes.

Manos a trás de las cuostas, china na mano i... esculhe!... L'outro batiu, i tocu-te a ti.

- Pronto, bai i num te antretengas. Se fures a Paradela, bai a la tabierna d'l Tio Bispo que la tea Carolina fai acá um pam!... que ye de chorar por más.
- Nó, hoije bou-me a ir a la tea Lolita de Brandilanes. You gusto más de torta cuntesta loutro.
- Fai cumo quejires... mas num te demores.
- Si, you bou mas num te zampes nel chouriço tu sôlo se nó, quando bulbir cul pâm tamien num lo porbas.
- Cumbinado! ...

Alha arranca èl a buscar la torta a Brandilanes que era más acerca do que Paradela enquanto loutro guardaba el chouriço.

L que fichou, inda le gritou abisando:
- Têm cuidado cu la lhontra que custuma andar nesse poço de riba!... 
- Tá biem, - responde el cumpanheiro i fai que se bai.

Passorum seis horas, meio die, um die, dous dies i nada de aparecer loutro cul pâm.

Antôm el que fichou a guardar el chouriço botou-se de cuontas:
- Biem, cumo loutro nunca más aparece, bou-me a comê-lo you solo senó inda se estraga!...

Mal se angancha nel chouriço, oube ûa bôç amenaçadora que benie debaixo de la piedra al lhado
- Num tatentes a butar los dientes al chouriço i a comé-lo tu sôlo se nó, garanto-te, que num sou you quiem bai a buscar al pâm...



(E o que me custou copiar isto p'ráqui? Nem vos conto nem vos digo...)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O doodle do dia

É, está comprovado:

Resultados da minha primeiríssima "poll"

Votos apurados: 13

0 = Não = 0%
4 = Sim =  30%
3 = Isso não interessa nem ao menino jesus = 23%
7 = O que interessa a nossa resposta? Vais contar e vais...= 53%

Sondagem fechada. Resultados apurados e extremamente fiáveis, como ainda poderão verificar ali ao lado. Saiu vencedora a resposta mais inesperada. Certo?

Brevemente há presente.

domingo, 19 de abril de 2015

'Tá ali uma "poll". É a minha primeira.

Mesmo do lado esquerdo deste post. Vão lá e clickem, sim? Por hoje é tudo.

Almoço de sábado

Foi aqui:

É fácil adivinhar o nome do restaurante e da localidade.



sexta-feira, 17 de abril de 2015

Despedida à Transmontana

Estava eu a acabar de fazer a reserva numa certa residencial transmontana, daquelas mesmo pertinho do Douro, donde quase se poderia avistar Espanha, caso não existissem os montes por ali à volta, quando oiço o sotaque típico da região, a dizer-me ao telefone: 
-"Então XAUZINHO, até amanhã!"

Gente única, é o que é! É desta que vamos às alheiras! De mala térmica cheiínha delas, no regresso!

Alerta de bomba

Venho desta forma informar, a quem estiver interessado, que se encontra abandonado, desde segunda-feira, um "saco de ginásio" em estabelecimento de saúde na capital deste nosso país.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Da rapidinha cirúrgica

Bata amarela, touca verde, sapatos de plástico azuis a cobrirem as botas bege: foi assim que me apresentei no bloco operatório, para mais uma conversa fluída sobre temas banais com a médica dermatologista. Enquanto ela picava, raspava, esticava, cosia e colava, intercalando a conversa de chacha comigo e a conversa profissional com a assistente, lá estive eu deitada de barriga para baixo e costas ao léu, pescoço virado para um lado e agora pescoço virado para o outro...e assim terminou a rapidinha com um "Está bem?" sorridente e apaziguador.
A minha questão, que não formulei em voz alta, é: será que estes profissionais adoptam a estratégia de planear antecipadamente as conversas que hão-de ter enquanto operam a malta ou depende da vontade do momento de ambas as partes?
A questão de facto formulada foi se podia trazer para casa o lixo hospitalar retirado da minha pessoa, dentro duma caixinha, como aquelas onde colocamos os dentes dos miúdos. A resposta foi negativa. Fiquei triste.

Informação útil

E eu até aposto que desconheciam isto: sabiam que as caganitas de coelhos podem servir para produzir energia eléctrica? Ah pois é. Toca a deixar procriar os coelhinhos, que nem coelhos, e a apanhar as bolinhas de cocó que vão deixando e poupem na conta da luz...

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Os meus animais de estimação preferidos

Hipoteticamente falando e sem qualquer ordem na preferência, em imagens:




 



https://anjosdebigode.files.wordpress.com/2011/04/sc3a3o-bernardo.jpg 





Todos uns fofos, não são?

O meu pai está surdo que nem uma porta

E eu (e muitos e muitas de nós, aliás) tenho que me lembrar que para lá caminhamos.
No outro dia, na terrinha, as ruas que ladeiam o local de culto, vulgo igreja, estavam pejadas de ramos na estrada e com mais carros estacionados do que é costume, a ponto de dificultarem a passagem. E a páscoa já tinha passado há uma semana. Íamos os quatro no carro - pai e mãe à frente, avô e neto atrás  - e vira-se  a filha (eu), nesta fase da vida totalmente desconhecedora de certos rituais religiosos, para o avô (o meu pai) usando volume de voz normal:
-"Papá (sim, eu trato o meu pai por papá; não posso?), porque é que estão estes ramos todos na estrada?"
Responde o meu pai:
- "É a hora da missa; onde é que querias que os carros estivessem?"
Viro-me para o banco de trás e pergunto novamente, com volume mais alto:
-"Papá, os ramos...eu perguntei pelos ramos na estrada."
Responde ele novamente:
- "São os carros das pessoas na igreja."
Pergunto pela terceira vez, já a berrar, com o corpo e cara virados para ele:
-"PAPÁ, OS RAMOS, ESTOU A FALAR DOS RAMOS E NÃO DOS CARROS!"
(Nesta altura, já o pai - o MQT - punha uma mão no seu ouvido direito para não ter que levar com os meus berros, gesto que, como lhe já lhe disse, considero de má educação e mau exemplo.)
Responde ele então:
-"Ah, devem ser para algum funeral; na semana passada o funeral de sicrano também os tinha até ao cemitério."
...

Bem, este episódio serve para ilustrar a dificuldade que temos vindo a sentir já há alguns anos em manter uma conversa com o meu papá, que não é uma pessoa conversadora por aí além, mas com quem agora ainda temos menos vontade de conversar, pois cada vez que o faço, num ambiente sem ser à mesa, tenho sempre que repetir duas ou três vezes as mesmas frases, pois ou ele ouve coisas que não foram articuladas ou não ouve de todo. E tudo porque ele se recusa terminantemente a usar aparelhos auditivos. Casmurro que nem uma figa!
Soluções que possam apresentar para minorar este problema...há? Partilhem, se faz favor, que a família agradece.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Das minhas dívidas e das dúvidas deles

Estou a dever algo à Pandinha (eer, fui ver melhor e afinal não é à Pandinha, mas agora não me lembro quem foi que me passou a fava; que caraças! Que se acuse quem foi e que perdoe esta distraída, se faz favor) e ao Mano, mas 'tou cá com uma vontade...eles que me perdoem, que há-de sair quelque chose, mas à lá obras de Mafra, tá bem?

Adenda das 23:50: Fez-se Luz: foi a Titi Agri! (sorry, sorry, sorry...)

Wasabi, jogos e pataniscas

Nem lhe toquei nem o cheirei, verdade seja dita. Mas que a mesa de sushi, de sábado passado, estava muito compostinha, colorida e agradável aos olhos, lá isso estava!
Já as pataniscas e as moelas estavam divinais!

E os botões de punho do noivo estavam o máximo: miniaturas duma consola de jogos, clara evidência de um dos hobbies do rapaz-marido. O outro é coleccionar Legos. Com 27 anos. Desconfio que o sobrinho vai seguir-lhe as pisadas.

GoT

O anão morre.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

"(não sei porquê, não te fazia ao balcão da peixaria)" - escreveu a Susana

O parêntesis do título faz parte de um comentário que a Susana Rodrigues - dona de um blog que comecei a ler frequentemente, e a descobrir com muito prazer, há poucos meses, por recomendação de alguém que ambas prezamos - fez a palavras minhas lá deixadas.

Eu também não sei porque é que a Susana não me imaginava ao balcão duma peixaria. Afinal, eu gosto de peixe, como peixe com alguma frequência, cozinho peixe menos frequentemente e compro peixe todas as semanas, fresco ou congelado, mais deste do que daquele, na verdade.
O que o parêntesis da Susana me pôs a pensar foi, contudo, não nas razões que ela própria desconhece, mas sim na imagem que cada um de nós forma dos outros, na nossa cabecinha, imagem essa baseada apenas em palavras, a maior parte dos casos, lidas ao acaso. Que imagem terá a minha homónima de mim, a ponto de me imaginar longe duma banca de peixe donde escorre água para o nosso calçado, longe dum sítio com cheiros desagradáveis, longe dum sítio apinhado de gente à procura do mais fresco e do mais barato? Ou será que eu é que percebi mal e a Susana agora até já me vê atrás do balcão duma peixaria, no papel de funcionária?

Questão final: afinal, o que imaginam vossas excelências de mim?

P.S.:Esta é das tais questões cujas respostas só verão a luz do dia porque este blog tem rede de pesca!

domingo, 12 de abril de 2015

Coisas parolas dos casamentos

O número de casamentos pode estar a diminuir, mas uma coisa não muda: haja um ou 10 por ano, mais cedo ou mais tarde, há sempre alguém apanhada a andar e a dançar descalça. Ontem vi muitas assim, vi. Eu, só por causa das tosses, calcei 3 pares diferentes ao longo do dia. E ainda bem que não vendi no OLX aquele par de sapatos usado somente uma vez, há quase 4 anos, pois ontem voltaram a servir-me durante umas boas horas, até eu finalmente ter cedido às xanatas...

quinta-feira, 9 de abril de 2015

À propos


Isto sim, causava-me dores de barriga de tanto rir.

Oh pah! Oh pah! Oh pah! 'tou tão contente!

Parece que é desta que vou passar um dia inteirinho (até ao final da tarde, vá...) na cidade do Porto. A ir no pouca-terra, pouca-terra e a andar por lá a pé. Com farnel às costas, protector solar, óculos de sol e sapatilhas para subir à Torre...

(Ness e tripeiros e tripeiras e NM (abrir parêntesis dentro do parêntesis para botar a língua de fora à NM), que me lêem: eliminem lá essa ideia das francesinhas, que ninguém mas vai pagar nesse dia :P).

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Algures num Instagram perto de mim.

Azuleijo.

Entrepertas-te-me mal.
(Tive que tirar foto para conseguir reproduzir semelhante coisa.)


Resumindo. 
Tirar fotos é uma arte.
Saber escrever é uma miragem.

Gap geracional

Hoje em dia, não se tiram fotocópias de material eventualmente necessário e útil para estudar para os exames. Tiram-se fotografias desse mesmo material e estuda-se por elas. Esta agora...

terça-feira, 7 de abril de 2015

Hora de almoço

Estava entretida a comer e a ler a pérola que é o CM quando me deparo com os conselhos de uma nutricionista. 

Snack a meio da manhã? Um kiwi e seis, SEIS, bagas goji.


Quase me engasguei com o chórice e o beicón.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Por mim, vou ser famosa

É desta que vou ganhar um pograma de tevisão e conhecer a Teresinha. 

Aquilo do Money Drop é quase dado ou quê?

sábado, 4 de abril de 2015

Sobre quem leio

Sobre alguém que não se importava com 7 dedos nos pés da companheira; e sobre a sua avó, que se fartou do companheiro e jogava, ambulantemente, à procura do paraíso na outra esquina.
peinture Gauguin

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Inculta, me confesso

Gosto de cinema, de ir ao cinema, de estar em salas pouco cheias, de "entrar" no filme e apreciar o filme escolhido. 
Nunca, contudo, vi um filme do português falecido do início ao fim. Não sei se o senhor era bom ou mau no que fazia. Mas devia ser bom, excelente, único, até. Acredito que sim. E ainda bem que viveu tanto tempo. Pode ser que quando eu chegar perto da idade dele, seja ainda capaz de ver alguma coisa de jeito.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Amanhã é dia de picnic

... e de caminhada e de farnel e de queixas, queixinhas e queixumes. O que vale é que não nos faltará água, na zona. E até já tem gás...
A ver se me atrevo a subir as escadas até ao fim...

20 minutos e a senha 52

Vinte minutos foi o tempo entre a minha entrada e a minha saída. Nesse período, a minha senha 53 fez tudo o que havia a fazer, no que toca a renovar o cartão de cidadão e ainda teve uma conversa de circunstância agradável com a funcionária pública. Em Julho, voltarei para levantar o dito cujo cartão.
Digo e repito: nada como as cidades pequenas para as coisas públicas funcionarem melhor e mais rápido. Disse o mesmo quando tive que alterar a morada na carta de condução, após a simpática advertência por parte de um senhor agente da PSP. Só não me mudo de vez para aqui porque tenho tudo à mão!

(Mentira!)