sábado, 26 de dezembro de 2015

Cátia Vanessa, ela própria

Conheci-a hoje.
Vi o nome no talão de consumo e, num impulso, não resisti a confirmar com a própria se aquele era mesmo o nome dela. Pensava eu que era somente o nome das anedotas fatelas. Mas não. A menina que nos tem atendido há uns bons anos, ao sábado ao noite, riu-se, com aquele sorriso aberto, singelo, único dela, ao dizer: "Sim, é mesmo o meu nome. E tenho a certeza que nunca mais se vai esquecer dele." É verdade, nunca mais me vou esquecer do nome da menina do café que tão simpaticamente nos atende, que nos agradece e diz sempre "boa noite e tenham um óptimo fim-de-semana" quando se despede de nós.

Eu bem disse que não havia duas sem três

A terceira ocorrência automóvel ocorreu há menos de 48 horas, antes da ceia de natal, quando eu conduzia o carro do meu pai e o tirava da garagem ao mesmo tempo que, dentro do carro e de braço esquerdo esticado em direcção à parede, tentava apagar a luz do pátio coberto.
Resultado: não apaguei a luz da garagem sem sair do carro e este beijou o muro, ainda dentro de propriedade privada. Afiguram-se tempos áureos, sim senhor!