terça-feira, 24 de setembro de 2013

Das retretes e das sanitas

O JRC usou a palavra "retrete" a dada altura da minha leitura de fim-de-semana e logo uma luzinha se acendeu no meu cérebro e alguém vociferou logo "Retrete?? Mas já ninguém usa a retrete, quanto mais "retrete"!" E pus-me a pensar no assunto, aqueles meus típicos pensamentos de merda de quem não tem mais nada que fazer a um domingo à tarde.
Hoje já ninguém usa a palavra "retrete". É um vocábulo feio, tão feio quanto a substância que acolhe. Não é uma palavra chique, não é termo que pais modernos treinem os herdeiros a usarem. Até eu, neste preciso momento, penso duas vezes se devo usar a palavra "defecar" ou a outra em que estão a pensar. "Retrete" remete (-me) para um local sujo, velho, de aspecto antiquado, usado por gente com mau aspecto, que a minha avó nunca me recomendaria.  Temos vergonha quando nos vimos obrigados a usar uma retrete pública, onde assenta tudo e mais alguma coisa.
Já "sanita"...ahh, "sanita" é fino. É um local limpo, branco, onde se lê confortavelmente enquanto tratamos das necessidades fisiológicas. Não há problema em deixar a porta da casa-de-banho aberta e as pessoas espreitarem e verem uma sanita admiravelmente limpa, brilhante e até bem cheirosa! Uma sanita é um local agradável, localizado noutro local que até pode - e muitas vezes é - ser decorado com quadros. Por cima das sanitas cá de casa, há quadros pendurados. Não soa mal usar "sanita" numa qualquer conversa, pois não? Já "retrete"...

O que opinam vossas excelências sobre a temática?

O leitor mostra-se - 2

Desta vez, temos o nosso diabinho vermelho, que sem qualquer pudor, decidiu cruzar os bracinhos e mostrar-se o quão decidido é a aceitar prontamente desafios disparatados. Sem mais apresentações, até porque faz parte da mobília deste tasco... et voilá, acabadinho de chegar de terras de sua Majestade, o futuro Rei George...e um número em numeração romana, que me escapa.
Next, please!