quarta-feira, 29 de junho de 2016

Às vezes é um sufoco tremendo

Tenho tantos medos que tenho medo de não deixar viver quem não tem medos e tem vida pela frente.

terça-feira, 28 de junho de 2016

A vista por trás

...que tanto me agrada:



Dos avanços lentos no que toca a planear

Cada vez mais me convenço que não fazer planos é o grande plano da minha vida. Para quê procurar informações sobre um certo sítio se, quando chego à fonte de informação, as perguntas são acerca de outro destino? Um ou outro satisfazer-me-á, certamente...
Serão as galochas de Glastonbury necessárias? - pergunto...

domingo, 26 de junho de 2016

Um balanço sumário da mudança

Dez meses após ter mudado de casa e de área de residência, dentro da mesma cidade, continuo a apreciar as pequenas grandes diferenças que tornam a estadia neste lado da cidade bastante mais agradável do que o local onde habitei durante dezassete anos. Há um sentimento de bairro aqui que nunca cheguei a sentir do outro lado. Justifico-o com a menor densidade demográfica desta zona e a maior distância aos chamados centros urbanos e zonas comerciais. E mesmo assim, continuo a sentir-me perto de tudo o que é básico e necessário numa cidade pequena em franco crescimento. E também mais perto da auto-estrada, via que uso há mais de vinte anos com frequência quinzenal.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

O primeiro de muitos

Jantar de turma, totalmente combinado entre os participantes via chat de turma, em local da cidade afamado e apropriado a grupos grandes, com direito a animação musical pós-paparoca. De reter que nenhum deles tem mais de 14 e menos de 13 anos.
Gostava de ter a capacidade da ubiquidade (sempre quis usar esta palavra cara aqui) invisível. Tendo em conta que estamos a atravessar as festas de S. João, e que em meia hora a pé se poem na Avenida, prevejo que a noite seja mais longa do que é habitualmente.
E não só para os mais jovens.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Dos meus heróis literários

Destronei o Harry Hole do trono dos heróis policiais improváveis por quem eu poderia vir a ter um fraquinho. O actual chama-se Joona Linna e fiz batota, isto é, não li os livros por ordem cronológica de escrita e publicação, e por esta razão já sei o que lhe aconteceu na vida, porque é que ele dorme ao relento ou em estações de metro e porque é que ele acaba preso.
Acho que me apetece ir passar férias à Suécia...

domingo, 19 de junho de 2016

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Das minhas caminhadas

Porque depois há as outras, as que não são as minhas e sobre as quais brevemente discorrerei.
Amanhã farei uma caminhada durante 90 ou 120 minutos, será (serão) outra(s) pessoa(s) a decidir o tempo do meu percurso. Será feito num espaço exíguo, com companhia, mas onde não são permitidas conversas, leituras ou manuseio de equipamento electrónico. Terei que me elevar e baixar pelo menos 18 vezes, sem nunca me poder sentar, e usar as mãos sempre no mesmo movimento.
Já sei que não vou gostar, pois faço destas caminhadas há 20 anos e sei o que a casa gasta.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

A Love Story - é verdade, é mesmo

É, se eu fosse adolescente também não gostaria de ver  "Deadpool" com os meus pais ao lado. Ainda mais sem legendas, versão original, numa língua que não a nossa materna, como eu e o rapaz o vimos, em momentos diferentes: ele na semana passada, eu hoje.
O melhor de tudo é mesmo a banda sonora.
A sério. Sério, sério...

terça-feira, 7 de junho de 2016

O próximo summer hit: as vacas felizes

Vão ver se não tenho razão. Até já dei por mim a cantarolar isto no carro!

domingo, 5 de junho de 2016

Agora não dá

Podia falar-vos das caminhadas, da minha avó quase louca, das gaffes durante almoços de família, do quão bem eu cozinho favas, das discussões políticas antagónicas entre marido e mulher e a sogra desta, das festas escolares, dos resultados que chegam a casa, dos mimos domésticos, d'O Hipnotista que me deixou a chorar de empatia, de viagens para cima e para baixo, das séries que não gosto de perder mas perco (bendito rewind temporal!), dos chatos das telecomunicações, da amiga que não parabenizei porque não tenho o número e do sentimento de culpa que me invade desde sexta, de gentes do passado, de desconhecidos conhecidos, das notícias que não vejo mas leio e filtro, dos blogues que continuo a bisbilhotar despudoradamente e a comentar com os meus botões, das músicas que descubro com os catraios e que me deixam apaixonada, da carta por pontos que se hão-de comprar, da criança que gosta de atirar bolas num chão de tijoleira, dos encontros e reencontros que nunca mais acontecem, ...

...mas fica para outra altura.

Base: Cork ou Galway

O que me dizem sobre este assunto?


OU