domingo, 25 de outubro de 2015

Pós-ansiedade de dias

Fez-se fila de espera para ler isto cá em casa e eu consegui ser a segunda, mesmo antes do aniversariante.
Está muito bem conseguido, com alusões directas à liberdade de imprensa, aos direitos de autor, à censura e manipulação editorial, aos jogos de bastidores entre poderosos, aos oportunistas e aos boys. Sempre com grande humor e linguagem abundante de referências digitais e um apelo ao espírito crítico d@ Leitor@ por parte do sábio ancião das poções: "... as pessoas têm tendência a acreditar no que está escrito. É um fenómeno estranho." 
E desta vez o Bardo não acaba amarrado, para variar...

Perguntou o meu pai:"Mas tu ainda lês disso?" 
Como é que posso não ler e reler se as palavras têm o poder de me fazer rir?

10 comentários:

  1. Também o li no dia em que saiu. E também gostei das mesmas referências, inclusive a do Assange!

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    1. Olá Mag!
      O Gerapolemix é, aliás, um dos grandes protagonistas deste número. :)

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  2. «E desta vez o Bardo não acaba amarrado, para variar...»
    Isso é um spoiler... Assim, já se sabemos o final...

    Boa noite, Pseudo :)

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    1. Olá, Xilre!

      Sabem nada que eu não contei tudo, ora!
      Poderia ter contado que o Bardo apresenta um novo instrumento musical...e não contei, pois não? :)

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  3. Lê, lê, que bem precisas de te distrair :P

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    1. Ness, preciso de me distrair de quê? Não percebi...

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    2. Não me digas que preciso de cá vir 3 vezes :)

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    3. Meu querido Ness, vens cá as vezes que achares que precisas de vir.
      Acho, contudo, de muito mau tom vires comentar futebol e a derrota do Benfica - ou a vitória do Sporting, pela qual te dou os parabéns - num post que é sobre livros. Acho que afinal quem precisa de se distrair do futebol és tu. :)

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  4. Eu não sou jogador de futebol nem tenho qualquer ligação ao Sporting que não seja de cariz afetivo, pelo que se alguém tem que receber parabéns são os intervenientes :)

    Quanto ao livro, que não li, tenho que me manifestar antiquado e de espírito um tanto quadrado. Acho que tudo tem a sua época e não me parece bem usar os bonecos de outrem para construir histórias num contexto contemporâneo. Um tanto como uma parte de um grupo musical editar novos trabalhos sem a pessoa que escrevia os poemas ou compunha a música :)

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  5. Ness, dá-lhos a eles então. :)
    Lê, lê, vai ler o livro que bem precisas de te distrair desse teu espírito "antiquado e um tanto quadrado!. :)
    Por essa lógica, António Variações, Zeca Afonso e mais não sei quantos nunca teriam visto a luz do mundo pelas vozes de outras pessoas / versões bem catitas. Ou Camões não poderia ter sido re-escrito em português moderno para ser estudado pelos catraios e interessados. Tu realmente... :)

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.