sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Ai que eu morro!

Ficar em casa, doente, é tremendamente entediante.
Ficar em casa, a acompanhar o doente, é duplamente tremendamente entediante.

Isto, depois de ouvir uma parvoíce vinda de alguém que só pensa em estatísticas. Fiquei logo bem-disposta para o resto do dia!