domingo, 27 de janeiro de 2008

O prometido é devido e mais vale tarde do que nunca

Diamantes de sangue

A minha vontade de ver televisão, nos últimos anos, resume-se a ver notícias, um documentário ou outro, algumas séries na Rtp2, e muitos, muitos desenhos animados. O mais-que-tudo assiste a programas desportivos e a alguns semanais de política local. Poder-se-ia pensar que, tendo um dvd player nesta casa já há alguns anitos, faríamos bom uso deste, com o aluguer frequente de filmes de adultos (e não para adultos). Mas não é o que acontece neste lar. Irmos ao cinema é sempre imprevisível, pensado uma hora, ou pouco mais, antes do filme começar e está dependente da boa-vontade de terceiros, mas tem acontecido. E talvez por isto apenas ontem nos fizemos sócios do clube de vídeo ali da esquina. Obviamente, não discorrerei das vantagens óbvias desta situação, nem de como as nossas idas intermitentes a agradabilíssimas salas de cinema irão diminuir.
Ora então, o que é que vimos ontem? Tarzan 2 (não se riam!) e o mencionado no título, que com certeza, já foi visionado por milhares de portugueses.

Trágico, triste, comovente, apelativo, selvagem, revoltante, sensual, cínico, cruel, materialista, ambicioso - acrescentem vós os vossos - ... todos estes eu associo a este filme que retrata a exploração pseudogloriosa (porque esclavagista) de diamantes na Serra Leoa, na Libéria e não sei em quantos mais países africanos. Surpreendeu-me positivamente a interpretação do Leonardo, de quem, após o ter visto a afundar-se num barco, não tinha ficado com grande impressão. Gostei do seu sotaque inglês-rodesiano, da sua evolução de personagem interesseira, desconfiada, materialista e esperto como um alho para um homem que descobre sentimentos encobertos, como a amizade, a generosidade...para não falar dos outros menos encobertos, mas subtilmente pressentidos cada vez que contracenava com a jornalista.

Apesar de ter adivinhado algumas das sequências de acontecimentos, como o encontro quase fatídico entre o pai feito escravo e o filho transformado em menino-guerreiro,eu não contava com um final onde a morte surpreende Archer, permitindo-lhe ainda, enquanto a sua vida se esvaía de fininho, recordar as palavras do Coronel, que lhe disse que eles nunca sairiam daquele continente de terra vermelha e vermelho de sangue.




P.S.: Olha lá, pá, que raio significa "psicosome-te"? Cá para mim, aprendeste isso há pouco tempo e depois de tomares umas ganzas, não perdeste oportunidade de usares essa coisa. Valha-me S. João!

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Raio do gajo!

Estragou-me a brincadeira com a seguinte dúvida espirituosa: "tão? A pseudogloriosa intermitente psicosumiu-se imprevisivelmente de fininho?"
Digam lá que não é de génio!

Mas como não lhe quero ficar atrás (tenho a sensação que estas palavras suscitarão de sua parte algum comentário badalhoco q.b.), e tenho mesmo intenções de citar cada um de vós que largue um vocábulo, estabeleço um prazo para conseguir obter mais contribuições: até à próxima quinta-feira. Nesse dia, sai obra! De sua qualidade, vocês julgarão.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Inspirem-me, se faz favor

A minha ideia é a seguinte: gostaria que quem aqui viesse, anonimamente ou nem por isso, deixasse na caixa de comentários deste texto uma única palavra que de alguma maneira associem ao blogue e/ou à dona, tenha ela (a palavra) um sentido positivo ou não. A partir dessas palavras soltas únicas, eu elaborarei um texto sobre um qualquer assunto que esse conjunto de palavras me sugira.

sábado, 12 de janeiro de 2008

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Era disto mesmo que eu precisava!

Há quase dois anos atrás, fiz uma lista extensa dos meus "gostos". Anda na calha desde essa altura outra lista, a dos meus "desgostos". E isto veio-me novamente à mente por causa dum blogue que alguém me enviou por e-mail (sim, tu pah :P), que vi durante 5 minutos, e que me conduziu a isto: detesto levantar-me cedo!

Tenho muito que pôr em prática. Depois digo como correu.