terça-feira, 31 de outubro de 2006

Devo ter visto mal

É só impressão minha ou nos primeiros dias de chuva e na véspera de um feriado as pessoas deixam de saber conduzir?

segunda-feira, 30 de outubro de 2006

Não me apetece!

E when apetece, more valley not to wait that this pass to me, because thing is had that taste not to make is to be obliged to make things that I do not want to make. It does not give to joy no pressured being to me, but already I pressured others to make it. But porra! The others have obligations, I not, that I am not nobody, however. By chance until I am, but this now is not for here call. Therefore, if this to more last 3 or 4 or 5 days, patience. As it said the other, "... it is a phase, this passes". E if the other to comment saying that they are "ragged excuses", I control it to give a return to the great billiards! I am of moons and for who still it does not know, of time in when I am of bad mood. It is not the case at this moment, but another one is an excuse as any. E now I am same with little will to write there either what it will be on any thing. Therefore, it has that to have patience! Even because the moods of a woman are capricious and unexpected. Who says you - and me - what daqui the 5 minutes apetece not to disparatar me on something? If not to apetecer me, nobody dies for cause of this and alone it comes very well to the world. If to apetecer me, I will make it and will be partilhado, here or noutro side any. If to give pleasure to me to play with letrinhas and to apimentar the words, very well. Senão, will be all extinguished one, as already I made to as much other letters and these had never complained, nor of the use nor of the abuse. It goes, until already...
Para quem não percebeu esta algaraviada. aqui vai:
E quando não me apetece, mais vale esperar que isto passe, porque se há coisa que não gosto de fazer é ser obrigada a fazer coisas que não quero fazer. Não me dá gozo nenhum ser pressionada, mas já pressionei outros a fazê-lo. Mas porra! Os outros têm obrigações, eu não, que não sou ninguém, ora. Por acaso até sou, mas isso agora não é para aqui chamado. Portanto, se isto durar mais 3 ou 4 ou 5 dias, paciência. Como disse o outro, "...é uma fase, isto passa". E se o outro comentar dizendo que são "desculpas esfarrapadas", eu mando-o dar uma volta ao bilhar grande! Sou de luas e para quem ainda não saiba, de vez em quando estou de mau humor. Não é o caso neste momento, mas é uma desculpa como qualquer outra. E agora estou mesmo com pouca vontade de escrever seja lá o que for sobre qualquer coisa. Por isso, há que ter paciência! Até porque os humores de uma mulher são inconstantes e imprevisíveis. Quem vos diz - e a mim - que daqui a 5 minutos não me apetece disparatar sobre algo? Se não me apetecer, ninguém morre por causa disso e só vem muito bem ao mundo. Se me apetecer, fá-lo-ei e será partilhado, aqui ou noutro lado qualquer. Se me der prazer brincar com as letrinhas e apimentar as palavras, muito bem. Senão, será tudo apagado, como já fiz a tantas outras letras e estas nunca se queixaram, nem do uso nem do abuso.
Vá, até já...

sábado, 28 de outubro de 2006

Das abóboras

Isto de importarmos tradições culturais que em nada favorecem a nossa própria cultura nacional só resulta em merda; por outras palavras, estes hábitos estrangeiros apenas servem para assaltar a bolsa dos papás e mamãs que não conseguem dizer "NÃO" aos garotos e para adulterar a festividade secular original. Quero ver quantos anos mais é que eu e o dito cujo vamos resistir a tais ataques persistentes do nosso herdeiro.

Mas porque hoje é sexta-feira, quase véspera de festa pagã anglicano-americana, aqui vos deixo desejos de um excelente fim-de-semana e com abóboras de qualidade, como estas duas.

Nota1: De repente lembrei-me que a minha falecida mãe tinha o hábito de fazer as primeiras papas de abóbora carregadas de canela no dia 1 de Novembro de cada ano, sem falha! As minhas ainda não chegam aos calcanhares das dela, mas pelo menos já posso dizer que já não me mete asco mexer nas entranhas duma abóbora.

Nota2: Eu nem seria a Pseudo, se não fizesse referência a comida, não é, Sr. DG?

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Taditos...

"Ser homem é:


- Sentir a dor física de uma bolada nos tomates;

- A tortura de ter de usar fato e gravata no Verão;

- O suplício de fazer a barba todos os dias;
- O desespero das cuecas apertadas;

- A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem soutien;

- A loucura de resistir olhar para umas pernas com uma mini-saia;

- Ir à praia e resistir olhar para aquele mulherão que está deitada ao lado;

- Viver sob o permanente risco de ter de andar à porrada;

- Vigiar o grelhador no churrasco ao fim de semana, enquanto todos se divertem;

- Ter sempre de resolver os problemas do carro;

- Ter de reparar na roupa nova dela;

- Ter de reparar que ela mudou de perfume;

- Ter de reparar que ela mudou a tinta do cabelo de Imedia 713 para 731loiro/bege;

- Ter de reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja só 1cm;

- Ter de jamais reparar que ela está com um pouco de celulite;

- Ter de jamais dizer que ela engordou, mesmo que seja a pura verdade;

- Desviar os olhos do decote da secretária, que se faz distraída e deixa a blusa desabotoada até ao umbigo;

- Ter a obrigação de ser um atleta sexual;

- Ter a suspeita de que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está a tentar incentivar-nos;

- Ouvir um NÃO, virar para o lado conformado e dormir, apesar da vontade de partir o quarto todo e fazer um escândalo;

- Ter de ouvi-la dizer que está sem roupa, quando o problema é onde colocar novos armários para guardar mais roupa;

- Ter de almoçar aos domingos na casa dos sogros, discutir política com aquele velho reaça, tratar bem os sobrinhos, controlar-se para não olhar para o decote da irmã dela e não arrear um arraial de porrada ao irmão dela, sacana do caraças que vem sempre pedir dinheiro emprestado.



Depois Elas ainda acham que é fácil, só porque NÃO TEMOS O PERÍODO!




ALTOOOOOOOOOO
Desculpem ... mas falta uma coisa muito importante que acontecia e ainda acontece a quem usa calças com fecho em vez de botões,
- Entalar a gaita na porcaria do fecho. São duas dores...... É o entalanço e depois abrir o fecho outra fez......


Estão a ver. Ter um filho só custa aquando o parto…. "

Este é mais um daqueles e-mails que além de terem imensa piada têm o condão de alimentar a milenária guerra dos sexos. Mas, o que eu achei mais piada, foi o facto de me ter sido enviado por um amigo de faculdade, homossexual assumido e a viver em união de facto com o seu parceiro. Irónico, no mínimo.

E por hoje já chega que já vos dei três e uma ontem à noite e pode não parecer, mas tenho que fazer!




A zona ribeirinha da minha terrinha está completamente inundada; até parece que a época natalícia chegou mais cedo.
De qualquer modo...

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

Quem vos avisa, vossa amiga é!

Já que nem as advertências da Brigada de Trânsito e outras forças policiais nem o Código da Estrada nos demovem de conduzirmos o nosso bólide enquanto pomos a conversa em dia com as nossas amigas (e atenção que agora não escrevo só para as mulheres) dando uso a um dos objectos indispensáveis do nosso dia-a-dia, será que um sinal de deus terá mais efeito?

Até eu estranho ver aqui duas palavras juntas!
E isto recorda-me a célebre expressão inglesa "Oh my fucking god", usada a torto e a direito por nativos da língua inglesa e não só, nas mais variadas situações, de certeza - mas o meu cérebro - e isto deve-se única e exclusivamente ao adiantado da hora - só consegue associá-la a uma que, obviamente, não preciso de descrever com detalhes, já que vocês, mentes pecaminosas, também a têm em mente neste preciso momento!
Acho este sinal algo herético, não acham?

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Eu, antipática, me confesso

Pois é! Para aqueles e aquelas de vós que ainda por cá passam , que vão lendo as barbaridades que escrevo ou que plagio, um muito obrigada! Sinto-me, hoje, na obrigação de vos agradecer e desde já pedir desculpas por raramente responder a alguém ou comentar os comentários que vão deixando. A verdade é que não tenho pachorra para comentar no meu blog, ou para aparentar ser uma boa anfitriã. Mas acreditem que cada resposta vossa lida por mim é comentada mentalmente. Inclusivé já chamei nomes pouco honrosos a alguns e algumas de vós. Já dei razão a muitos de vós, já discordei...enfim, já fiz uma série de coisas.
Tudo isto também a propósito das respostas e comentários que a Tia Concha deixou no post de baixo, pedindo-me prévia autorização para responder.
Meus amigos e amigas, estejam à vontade para responderem uns aos outros, para se acirrarem, para provocarem, o que quiserem...nem é preciso qualquer permissão de minha parte. Vocês também são daqui, por isso...estiquem-se ao comprido, puxem duma bejeca e alapem-se. Eu fico a assistir. Comentarei no dia em que alguém me pique a sério ou atinja nos meus pontos fracos. Ou às tantas, ignoro. Depois se vê...
Beijinhos (eu hoje estou um bocadinho lamechas, dêem-me o devido desconto, sim?)

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

Eles não gostam? Azarucho!

Aqui vai mais um textinho que acabou de me chegar via e-mail, que gostaria de ter sido eu a escrever, com o qual me identifico bastante e cuja ironia é "do melhor"! Digam lá, fêmeas, se não é mesmo assim! Que se lixe!
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"Todos os dias ao sair de casa dou de caras com um anúncio que me deixa logo mal disposta até aí às três da tarde.
É da clínica Persona e tem esta brilhante tirada publicitária: "os homens não gostam de celulite."



É que, de facto, era este o argumento que me faltava para eu pôr fim à celulite que se instalou no meu rabo sem qualquer espécie de permissão.
Eu até gosto de ter celulite, adoro! Faço os possíveis por ter sempre mais e mais... ah, mas espera lá, se os homens não gostam, então eu vou já pagar um tratamento de 500 contos na Persona para ficar sem celulite!!


A sério, senhores que fizeram esta campanha, acham mesmo que este tipo de terror psicológico barato faz efeito numa mulher???
Se o anúncio dissesse: "mulheres com celulite não entram na Zara", aí sim, era ver-me a correr para a Persona, primeiras, primeiras! Agora, "vejam lá se tratam disso que os homens não gostam", temos pena, mas não pega!


Se formos a ver, também há muita coisa que as gajas não gostam, e nem por isso espalhamos outdoors gigantescos pela cidade.
Sim, porque senão já estou a imaginar os possíveis anúncios:


- ELAS não gostam de pilas pequenas;


- ELAS não gostam de pêlos a mais;


- ELAS não gostam do resultado de "campeonato nacional+liga dos campeões+taça uefa+taça de Portugal";


- ELAS não gostam de sexo oral sofrível e insuficiente;


- ELAS não gostam que cocem os tomates (muito menos em público);


- ELAS não gostam (nem acham sexy) as barrigas de cerveja;


- ELAS não gostam de tampas da sanita levantadas;


- ELAS não gostam de ejaculação precoce;


- ELAS não gostam que cortem as unhas dos pés em cima da mesa da sala;


- ELAS não gostam de mãozinhas sapudas (e pouco hábeis);


- ELAS não gostam das amigas deles e das ex-namoradas, essas, nem falar;


- ELAS não gostam de slips nem de boxers com ursinhos;


- ELAS não gostam de atrasados emocionais;



Se os homens deste País se deparassem com estas publicidades, tentariam resolver algumas das questões apontadas? Não, pois não? Então deixem lá mas é a nossa celulitezinha sossegada e não nos obriguem a andar com uma régua na mala!


Tenho dito."

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Mudam-se os tempos, mudam-se os meios...

...de comunicação, neste caso.



Era eu catraia e quando se aproximavam as férias escolares, ficava logo ansiosa porque ia perder o contacto com as minhas grandes amigas. Vai daí, não havia férias em que não houvesse troca diária de correspondência. Chagava a receber e a enviar 4 e 5 cartas por dia, algo semelhantes, a diferentes destinatárias, mas sempre enfeitadinhas com umas flores coloridas ou escritas em papel "à menina" personalizado. A caligrafia era cuidada e arredondada e eu tinha brio no que fazia: não podia haver rasuras nos meus segredos!


Eu até sabia a que horas é que o correio passava e esperava-o atrás da porta de casa, ansiando por aqueles envelopes mágicos que escorregavam por debaixo da porta da humilde casinha dos meus pais. Quando o carteiro não trazia nada, era um dia menos alegre. Ainda hoje tenho guardadas a maior parte das cartas recebidas, deles e delas - mais delas, já que se recebesse carta de rapaz, havia interrogatório.
Entretanto cresci, para cima e para os lados (mas não muito!) e a comunicação foi-se mantendo,ainda por carta e também por telefone - que não existia na minha casa, apenas na da minha avó, a Dª Maria Elisa. Telefone esse muito importante na minha vida, já que foi aquele objecto preto e pesadão que permitiu à minha cara-metade dar o primeiro passo duma longa história que dura há...deixa ver...hmmm 16 anos!!! É muito ano!



Hoje, não posso viver sem um computador ligado à net. E admito mesmo que uma das três primeiras coisas que faço quando chego a casa é verificar o meu correio electrónico e ver se alguém se lembrou de me mandar alguma mensagem importante, de vida ou morte - o que nunca aconteceu até à data, felizmente (as outras duas é pousar a carteira no chão do hall de entrada e de seguida dar uma mija). Estou (estamos?) tão dependentes destas caixinhas inestéticas, que não condizem nadinha com a mobília do escritório, que nos ligam ao mundo, indispensáveis e lúdicas, que até me esqueço do quão importante foram o carteiro e o papel na minha vida de adolescente! Não me lembro da última vez que manuscrevi uma carta ou um postal. É uma tristeza!




Digam-me lá agora como é que os "nossos filhotes" manterão contacto com quem está longe, daqui a uns 20, 25 anos?

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

Post inocente

Porque tenho um fedelho em casa, como já inúmeras vezes referi, sou espectadora constante de situações e participante em diálogos que comprovam a inocência natural das crianças. É uma pena que o meu "bébé" tenha inevitavelmente que crescer e tornar-se uma pessoa devassa como esta senhora do cartoon (e como eu e vocês que me lêem :P). Há algo que ele faz com alguma frequência, que é mostrar-me o dói-dói do dedo do meio ou a unha grande do dedo do meio, encolhendo os dedos à volta deste (aquele gesto que todos nós já um dia fizémos). Ele fá-lo com toda a inocência, disso não me restam dúvidas. Mas quando tal acontece, eu questiono-me: "Quando é que ele terá idade suficiente para entender que isto é um gesto feio?" - Rai's partam as convenções sociais!

Uma pergunta, se me permitem

Vocês, quando dormem pouco e mal, também acordam com uma energia diabólica, capaz de levar tudo e todos à frente durante as 4 ou 5 horas seguintes? Como eu acordei hoje? Nem a chuva me bota abaixo ("bota" é giro; eu cá sempre gostei do verbo "botar"). Queria eu acelerar com os meus presos e os excelentíssimos senhores ainda abriam a boca...isto às 9:20 da manhã! Eu tenho que aturar cada uma, ora esta! Têm todo o tempo do mundo para dormitar à tarde, se quiserem, mas lembram-se de tal nas minhas aulas. Que descaramento! Raios os partam, que são piores que os fedelhos da escola!

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Pau de dois bicos

"Que importa que não possam estar juntos na vida do quotidiano se o seu afecto for mútuo e duradouro?" - retirado de "A Ponte dos Pássaros Azuis"



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Importa e muito, parece-me a mim!
Não há afecto que resista, se a vida quotidiana não for "normal".
E mais não digo, senão não me calava mais!

domingo, 15 de outubro de 2006

A minha avó...

...Dª Maria Elisa para os conhecidos, vizinhos e "malta da sueca", tem hoje 74 anos. (eu tenho 34, agora façam as contas e analisem a precocidade das mulheres desta família...enfim, sem mais comentários).
Ela é uma daquelas tais senhoras a quem a viuvez fez rejuvenescer: viúva há quase 20 anos, depois que o meu avô faleceu conseguiu construir uma casinha muito jeitosinha, com jardim e horta que orgulhosamente exibe a quem lá vai visitá-la, e donde eu, muitas vezes, aproveito produtos hortícolas cada vez que vou "fazer turismo rural à terrinha". Já viajou p'ró estrangeiro e sempre para países diferentes mais vezes do que a neta mais velha (eu). Venceu a guerra contra o cancro do pulmão, apesar de já há muitos anos viver e respirar apenas com um. Há 4 ou 5 anos que é uma das "velhotas" que diariamente se apresenta no Centro de Dia lá da terrinha, para o qual contribui com trabalhos manuais de crochet, com a sua boa disposição e capacidade de entretenimento (eu, neta, vejo nela outras características, mas isso fica para outro dia). No ano passado e integrada num grupo cujo objectivo era praticar desporto, inscreveu-se em aulas de natação que ainda hoje frequenta, uma vez por semana. Também no ano passado decidiu inscrever--se em "aulas de computadores". Não conseguem imaginar a felicidade estampada na cara dela quando relatou à restante família o feito de ter conseguido escrever num computador a frase "Hoje eu fui comprar pão", sem ter esquecido o espaço entre as palavras e o "til" no ditongo. Foi um verdadeiro choque tecnológico, tão defendido pelo nosso Primeiro Ministro. Ainda está aí para as curvas e é extremamente vaidosa. Diz detestar engordar e tem imensos cuidados com o que come - por motivos de saúde, diz ela ("também mas não só", digo eu). Acredito que, se lhe aparecesse algum pretendente pela frente, a Dª Maria Elisa ainda seria capaz de enfrentar esta desafio, apesar de ter afirmado centenas de vezes que "depois do teu avô, não quero mais saber de homens para nada". Quando começa a primavera e as noites são menos frias, ela e alguns vizinhos juntam-se nas casas uns dos outros para jogar às cartas, actividade que levam mesmo a peito e ai de quem fizer batota!
É uma avó moderna numas coisas, mas bastante chata noutras, admito. E nada de a contrariar, que ela gosta de ser a última pessoa a ter a palavra. (Pois, é ela e eu!)

sexta-feira, 13 de outubro de 2006


Nunca achei grande piada à boneca Barbie, nem mesmo quando era cachopinha. Sempre loira, sempre elegante, sempre bem disposta, sempre asseada! Ora, boneca que se preze passa pelas mãos de inúmeras crianças e é impossível ficar incólume.
Hoje, já adulta, posso dizer que nunca ofereci uma destas bonecas estúpidas e assexuadas (pensava eu!) a nenhuma garota. Continuo a não gostar da sua postura socialmente correcta, da sua "branquidão" - parece que está sempre tudo bem. Quando não está; porque se estivesse, acham que o que vão ver a seguir seria possível?



Alguma vez viram esta à venda? Eu também não! Porque será?!

(peluches, eu cá era e continuo a ser mais peluches, portanto, já sabem o que me podem oferecer no Natal, ou mesmo antes)

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

Próxima colecção

Depois de ter completado As Aventuras de Tom Sawyer e Era uma vez o Homem em dvd, esta vai ser a (minha) próxima colecção que oferecerei ao diabrete. Digam lá que não tenho bom gosto...oh oh!

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

lufa-lufa ufffffffffa!

Gosto dos dias plenamente ocupados. Não acho o cu com as mãos, como se costuma dizer na minha terrinha, mas o tempo parece que voa!
Hoje foi um desses dias.

terça-feira, 10 de outubro de 2006

Post-it outonal


Este é o lembrete que terei no monitor até ao final desta semana! Há lá melhor altura do ano para fazer marmelada?

O Roque - permitam-me que vos volte a apresentar tal personagem

O Roque fez anos.
O Roque fez 28 anos.
O Roque fez 28 anos no dia 9.
O Roque fez 28 anos no dia 9 de Outubro.
O Roque fez 28 anos no dia 9 de Outubro, ontem.
O Roque fez 28 anos no dia 9 de Outubro, ontem, mas ficou fulo comigo.
O Roque fez 28 anos no dia 9 de Outubro, ontem, mas ficou fulo comigo, porque eu não lhe dei os parabéns.
O Roque fez 28 anos no dia 9 de Outubro, ontem, mas ficou fulo comigo, porque eu não lhe dei os parabéns, visto não saber que tal data se aproximava.
O Roque fez 28 anos no dia 9 de Outubro, ontem, mas ficou fulo comigo, porque eu não lhe dei os parabéns, visto não saber que tal data se aproximava, e por isso hoje ele ainda está chateado.
:P
:P
:P
Hoje dei os parabéns ao Roque que fez 28 anos ontem, mas ele continua chateado comigo, porque eu esqueci-me, ontem, de tal data.
Ora bolas!

Vocês são uma desgraça autêntica!

E mais não digo, senão o senhor Armando Nascimento de Jesus até dava voltas na urna só de ouvir tantos nomes disparatados!
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(P'rá Gina: Tu chegaste a conhecer o "meu" Armando?)

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Hmmmm

É impressão minha ou este fim-de-semana falou-se pouco de futebol, apesar dos três do puto?

sábado, 7 de outubro de 2006

"Afinal qual é o nome do gajo?" - perguntou-me o Ricardo, via msn

Não querendo deixar pontas soltas neste blog, aqui vai a resposta a essa malfadada pergunta do tal rally paper que para mim valeu apenas pelo jantar e pelo convívio:
"Quando andava na faculdade tive uma paixoneta nunca assumida por um amigo meu que se chamava Armando. Não era alto nem espadaúdo, nem tinha olhos verdes - tal como eu tinha imaginado que seria o meu homem ideal - mas tinha uma pele morena e um olhar bastante convidativo, na minha opinião. Passámos imensas horas a estudar juntos, a conversar, a divagar sobre as aulas, a cuscar sobre os colegas, a criticar, a indagar sobre o nosso futuro, a lançar hipóteses acerca do nascimento e educação dos nossos filhos, etc. Lembro-me de muitas vezes pensar: "será hoje que sai beijo?" ...enfim, vocês sabem como andam as hormonas nesta altura da nossa vida. Nesse tempo, ambos namorávamos seriamente com outras pessoas e um de nós até casou com a pessoa dessa época. Anos mais tarde, ambos já a trabalhar em áreas distintas, e já com descendentes, mal sabiamos nós que nos iriamos encontrar novamente por ocasião do nascimento de Jesus numa casa que dista cerca de 50 metros da do meu pai e onde moram o seu irmão (do Armando), a cunhada e os dois filhos. Como o mundo é pequeno!"
Este texto é parte ficção, parte verdade e tem o único propósito de vos dar a conhecer o nome do primeiro homem cujo nome era o que ele estava a fazer na altura em que foi abordado por uma outra pessoa.
E agora desenrasquem-se a descobrir a resposta para a tal pergunta, já que esta está bem visível no corpo do texto.

Olhem...

Este blog é giro! A minha mais recente descoberta. Pode ser que encontrem lá as perguntas que nunca tiveram coragem de colocar :)
(Off the post, como diz o outro: quem é a Helena Coelho?)

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Aleluia! Praise the Lord!

Depois de vários dias de atraso, já as minhas esperanças se esfumavam quando O Gajo deu provas de que ainda respirava. E tal como vem sendo meu hábito, aqui estou eu, quase, quase, orgasmicamente, a publicitar o seu regresso à blogosfera, ou melhor, ele nunca de cá saiu, só que de vez em quando decide brincar ao esconde-esconde. Afinal a minha ameaça de lhe enviar a GNR a casa não foi em vão. Deve ter sido cá um susto!
Agora querem vossas excelências saber acerca de quem estou a escrever, não é? Pois...neener, neener, neener! Nem com um presunto lá vão!

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Dúvida cosmológica

Digam-me, vossas excelências, o que responderiam a um catraio, que ainda nem cinco anos tem, se este vos perguntasse: "Mãe, Pai, porque é que as estrelas não caem em cima da nossa cabeça?".
Vá, revelem-me a vossa sabedoria científico-pedagógica, se faz favor.

Gente bizarra


Pelos vistos, esta senhora, que se chama Lee Redmond e é dos Estados Unidos (só podia!), ganhou uma entrada na última edição do Guinness World Records (datada de 28 de Setembro de 2006 - esta informação já não carece de confirmação) por ser possuidora das unhas mais longas em todo o mundo. Agora pergunto eu:
Qual é a utilidade disto? É que nem para arranhar as costas do parceiro dão, nem dão para tirar cera das orelhas ou macacos do nariz!
E se me perguntarem, respondo sinceramente que a senhora tem é cara de bruxa - perdoem-me se insulto alguém sem querer. Além disso, não deve fazer mais nada na vida! Mesmo dormir deve ser uma tarefa árdua...digo eu.
Ele há cada uma...

terça-feira, 3 de outubro de 2006

Rapidinha



Haveria muito para contar, mas agora tenho que ir ali para a cama. Amanhã trato das pontas soltas.
Para que não se sintam defraudados, deixo-vos com uma imagem do que supostamente é um pôr-do-sol no Polo Norte (isto, se não me mentiram).

Constatação

Os comentários neste blog são como as mulheres quando vão à casa de banho em locais públicos: quando aparecem, aparecem frequentemente aos pares, oriundos da mesma pessoa.

El-Rei D.António I

Passo a transcrever um texto sério cómico-triste que relata uma situação verídica e que me foi contada via e-mail por alguém que não quer ser chibado (já sei que vou levar tau tau :P), mas que pertence ao meio universitário aqui do Norte. Escreveu assim o meu amigo:



"Isto é verídico e passou-se hoje de manhã nas orais de Dto. Constitucional,
neste templo do saber que é a FDUP:



Prof: Então desde quando é que em Portugal a forma de Governo é a República?

Aluno: --------------------

Prof: Então, não se lembra? Veja lá, até é uma data que é feriado!

Aluno: Ah, já sei! É desde o 25 de Abril de 1974.

Prof: Só desde 1974??? Quer dizer que o Salazar era Rei????

Aluno: Pois não, tem razão... Então era príncipe.



Estamos a falar de um aluno/a que entrou para a faculdade no ano passado com uma média de pelo menos 15,2. Acham isto normal??? E ainda eu me espantei quando no ano passado uma aluna não sabia se 60% era mais ou menos do que 3/4..."

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E agora acrescento eu: tanto trabalhinho para implantar uma república e só sai merda destas cabecinhas pensadoras! Como o/a gajo/a ainda não tinha nascido, nem em 1910 nem em 1974, não pode responder por algo que não presenciou. Como isto vai...Até os meus criminosos, que só têm completa a 4ª classe, sabem a resposta! E caso se tenham esquecido, amanhã vão levar com uma injecção acerca do "5 de Outubro". Ah pois é!

(Imperador Salazar também é um título sonante.)





segunda-feira, 2 de outubro de 2006

Pesquisa

Participa e cumpre deste modo o teu dever internáutico.
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Todos nós já fomos alvo daquela pergunta-parva-que-os-adultos-parvos-fazem-às-crianças-quando-estas-têm-4-anos: "O que é que queres ser quando fores grande?". Verdade ou não?
Vai daí, eu hoje faço a pergunta ao contrário, ou seja: profissionalmente falando, o que é que não gostarias de ser?
Arrotem p'raí, se faz favor! Eu digo que não gostaria de ser uma daquelas pessoas que recolhem o lixo à noite, nem mesmo a condutora do camião! E não vale a pena explicar porquê: tá na cara, n'é?

E agora...coltura

Pergunta de rally paper, a valer 25% do total da prova escrita (era mais ou menos assim):
Está um homem a trabalhar com madeira, a construir um presépio.
Abeira-se dele outro homem e pergunta-lhe:"
- Como se chama?"
Ao qual o primeiro homem responde: "O meu nome é o que eu estou a fazer neste momento."
COMO SE CHAMA O PRIMEIRO HOMEM? (um docinho a quem adivinhar primeiro)
No tal rappy paper, apenas duas pessoas acertaram. Não, não fui eu, nem sequer participei. Só lá fui por causa do jantar à borlix :P

Uma de loiras para começar bem a semana...

...e continuar com a temática anterior.

domingo, 1 de outubro de 2006

E que ninguém me contrarie quando ler isto!

Não me perguntem por estatísticas, mas é uma verdade inegável que as mulheres são umas cabras no que toca à sua condição de condutoras. E eu por mim falo, que quase todos os dias chamo nomes feios às da minha condição feminina. Não duvido que também eu seja bem ou mal apelidada. Custa alguma coisa dar passagem à vez-à-vez nas rotundas ou em entroncamentos que vão dar a ruas principais? Isto para não falar nas madames que nos seus carrinhos finérrimos pensam que a estrada é toda delas! Ah porra!
Agora vou-me embora, que fartei-me de conduzir desde sexta-feira até hoje! Um dia destes também me dedicarei aos homens condutores - posso desde já dizer que os acho mais...hmmm....amáveis, sim, "amáveis" é uma boa palavra.