domingo, 28 de maio de 2017

Grande Final

20 - 28 = resultado final
Tal como fui prevendo durante algumas semanas, a Final foi jogada entre a nossa equipa e a outra que nos deu imenso trabalho ao longo desta série. Felizmente ganhámos nós, com garra, com inteligência e com alguma sorte por outra equipa estar de rastos devido à semi-final que tinha ganho de manhã. Foi de facto uma semi-final de loucos, pois a segundos do fim, poderia ter dado para qualquer uma das equipas.
Também ganhámos a nossa semi-final, mas foi a um ritmo totalmente diferente deste último jogo da tarde. O meu pai quer a camisola do campeão, que, finalmente, após 7 meses de promessa constantemente adiada, ganhou o prometido: mais alguns milhares de peças Lego Technic. Tem muito com que se entreter e muito de que se orgulhar, hoje!

terça-feira, 23 de maio de 2017

Pronto, é oficial

Sei, desde há 2 semanas, algo que não sabia acerca do nosso rapaz. Mas foi preciso tirar a saca-rolhas e depois de mais uma zanga daquelas, que nem sequer teve nada a ver com o que me foi atabalhoadamente relatado pelo próprio. Shhhhiuuu! É segredo!

(Logo tinha que me calhar um que é óptimo a guardar segredos, seus e acerca das outras pessoas. Bolas!)

domingo, 21 de maio de 2017

Ali para os lados do monte

Dizem que é um dos melhores restaurantes em Braga.

Ou eu não percebo nada de restaurantes, comida e serviço agradáveis ou alguém, em grande número, teve mais sorte do que eu, que fui lá ontem jantar e não posso dizer que recomende. Há-os bem melhores na cidade e arredores, há.

(Esperar quase 30 minutos após pedir a conta três vezes, a duas pessoas, não é algo que deseje repetir.)

sábado, 20 de maio de 2017

Às aranhas (quando no passado até já fui capaz disso)

Tenho aqui uma prendinha que me deram / enviaram e agora não sei como fazer o que desejo fazer com ela. Ora esta!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Drenagem linfática

Afinal é só uma massagem. Mania de lhe chamarem outra coisa!
Não é que me tenha sabido mal, mas a ser feita com a frequência recomendada, é coisa para alargar bem os cordões à bolsa! Haja saúde, que o resto vem por acréscimo!

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Dúvida comercial

Como se chamam as lojas onde se vende, no mesmo espaço, roupa, calçado e acessórios, móveis e objectos de decoração, e comes e bebes rápidos?
A sério que não sei se serei capaz de me habituar ao conceito. São tantas as distrações que não consigo concentrar-me no que, afinal, ando à procura.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Notícia de última hora

Também eu vou deixar de escrever neste blog. Tenho dito!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Meados de Maio

... e nada! Não sei para onde vou, se vou, com quem vou! E a data aproxima-se e ..."ah, tenho que falar com a ______________ (nome de alguém)".
Dá-me cá uns nervos!

domingo, 14 de maio de 2017

Sensibilidade musical de um orangotango numa loja de porcelana

É assim que me sinto e sinto que tenho, pois por muito louvadas que sejam a canção e a prestação do vencedor do festival, eu não consigo adorar a canção. Por muito bonita que seja a letra e genuínos a interpretação e maneirismos do seu cantor, não é melodia que me cause arrepios nem me tenha causado pele de galinha ou lágrimas nos rés-do-chão.

Claro que sim, que fiquei contente por termos mais um vencedor no país, mas da música não consigo dizer mais do que isto que sinto.
Não sou a única, pois não?

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Terra Nova

Depois de confirmada a existência da nova bola naquele universo infinito, usaram o Olho para vislumbrar ao pormenor e verificar se valia a pena a visita. O ar parecia-lhes heterogéneo: umas manchas espessas brancas em certos locais, uns pontos verdes grandes e outros mais pequenos aqui e ali, concentrações de luzes, uma grande mancha azul-acizentada entre áreas mais acastanhadas, separada por zonas mais claras.

Feito o zoom com a função adequada, focaram-se numa zona mais limitada, uma espécie de quadrilátero, aparentemente preso a uma área mais vasta, por uma cadeia mais elevada, que se estendia para a esquerda. Aquele cantinho mais à direita servir-lhes-ia de amostra, contudo.

Sabiam que a sua capacidade da invisibilidade não iria perturbar o que quer que por lá se passasse, se é que se passava alguma coisa ou sequer se haveria vida. Limitar-se-iam a observar, nunca a estabelecer qualquer tipo de contacto. Esse ficaria, eventualmente, para mais tarde. Nem a alterar o que lhes desagradasse.
Algo que lhes chamou logo a atenção foi uma quantidade enorme de seres, objectos, coisas que não sabiam nomear, de formas diversas, coloridas, que se deslocavam a velocidades diferentes, uns com membros redondos acoplados a uma estrutura que parecia ser de metal; outros com membros longos, aos pares, pendentes que pareciam ser o que lhes permitia deslocar-se; ainda outros com quatro membros pousados no terreno, de cabeça baixa; e outros que voavam, uns pequenos, uns grandes, uma espécie de naves. Tudo muito diverso, muito colorido e a agitação destes seres vivos aumentava ou diminuía consoante a zona para a qual se olhava.

Se conflitos e desavenças houvesse nesta pequena bola, na zona de observação selecionada, estavam bem dissimulados. E certamente que o resto da bola não seria muito diferente deste canto geográfico. Tudo muito pacífico!

E no entanto...

sexta-feira, 5 de maio de 2017

O presente do dia

Um saco de favas e um saco de ervilhas de quebrar. O que eu gosto disto! Nada deve passar de domingo ao almoço, desconfio...E a pessoa que quase se desculpou por não me oferecer as favas descascadas? É que fiquei mesmo chateada, nem imaginam quanto!

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Um verdadeiro desafio é...

...ter um adolescente em casa. Falo da minha experiência, pois só tenho um. Mas às vezes invejo aqueles progenitores que tiveram e têm tido a coragem e as condições necessárias para procriar, educar, enfrentar (e outras coisas terminadas em -ar) mais do que um. A sério que invejo. Mas não vou por aí e dizer o porquê desta invejinha egoísta.

Adiante...
Todos os dias é necessária força mental para resistir às suas tentativas de suborno emocional. Eles sabem... ou melhor, o meu sabe como passar a perna à malta adulta cá de casa, menos à mãe que é teimosa como uma mula e mais ao pai que, às vezes, até é porreiro e o rapaz lá leva a dele avante. Ele estica a corda, ele alcança os limites que lhe impomos e gosta, como é natural, de fazer prevalecer as suas ideias e vontades. Nem sempre ganha, nem sempre ganhamos nós. Tem havido cedências de parte a parte.
Considero que até à data temos tido sorte com a nossa cria, que é saudável a todos os níveis e tem ideias bem definidas sobre certas tentações juvenis, tais como fumar, beber, tatuagens e tempo passado em frente a ecrãs (esta é uma luta diária inglória, confesso). Assim se mantenha por muitos e bons anos.
Tem os seus defeitos (é o meu espelho, no que toca a certos aspectos de personalidade) e as suas qualidades (é o espelho do pai no que toca a certas características de personalidade). Contudo, todos os dias há necessidade (ainda) de lhe dizer as mesmíssimas coisas que andamos a repetir há anos. E todos os dias o rapaz comete as mesmas "infrações caseiras", pequenas coisas irrelevantes que, contudo, são passíveis de despoletar uma verdadeira guerra de palavras doméstica, a maior parte das vezes entre mim e ele. Acabamos os dois cada um para o seu lado e passado um bocado, às vezes da noite para o dia, a coisa lá volta ao normal.
Uma das suas características é a distração, tão comum a tantos da mesma idade. Mas não a distração escolar, essa é quase inexistente. É mesmo a distração em coisas do dia-a-dia. Hoje por volta das 8:30 da manhã, telefonou-me do telemóvel duma colega a dizer que, para não chegar atrasado ao autocarro , se tinha trancado fora de casa com a chave e com o "preto" (vulgo, telemóvel nokia pré-histórico da mãe que só dá para fazer e receber chamadas e mensagens e serve em caso de emergências de equipamento) lá dentro. Pergunto como é que é possível uma pessoa trancar-se fora de casa. A sério! Especialmente quando eu, antes de sair, fiz questão, como é habitual, de lhe recordar de tudo o que ele necessita e que habitualmente leva nos bolsos.
Enfim, às vezes parece que quanto mais falo e relembro certas coisas, é quando acontece exactamente tudo ao contrário.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Decisão familiar consensual

Se algum dia tivermos um cão, chamar-se-á "Miau". Decisão fácil de tomar. O pior é o resto...

Adenda: O "Miau" vai ser um pug. Coitado...