segunda-feira, 30 de maio de 2016

Pensamento espontâneo

Depois de ontem ter visto diminuído o número de followers para 155 e hoje tê-lo visto a aumentar para 156, posso constatar que, à primeira vista (olhar para o lado esquerdo deste texto), este tasco é seguido por 6 pessoas, 2 animais, 2 bonecos desenhados, 1 paisagem e 1 lamparina. Quanto aos outros avatares, os que já não se veem, há-os para todos os gostos e significados.

domingo, 29 de maio de 2016

Comunhão

O que presenciei e senti hoje em casa alheia, na presença de 32 pessoas com idades compreendidas entre os 3 e os 75 anos.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Um São João antecipado...

Só faltaram mesmo as sardinhas, a broa e os talheres...
Ontem, aqui nesta rua, segundos após o final da Taça de Portugal, merecidamente ganha pelo Braguinha, ouviu-se a vizinhança da frente aos berros, ouviu-se a vuvuzela do vizinho do segundo direito, viu-se o vizinho do prédio ao lado a abrir champanhe e a molhar quem, naquele momento, passava na rua, viram-se carros a sair desenfreadamente e barulhentamente das respectivas garagens, viram-se as bolinhas de sabão que a menina do andar de baixo soprava para o ar, ouviram-se os foguetes e as buzinadelas pela noite dentro.
Questionei-me se, daqui a um mês, vamos ter festa nesta rua, novamente.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Inquérito rápido

"...para saber se quem come sardinhas com faca e garfo é esquisito ou não :)" - sugestão do Ness.

(Estão por vossa conta, pois eu já opinei sobre esse acto.)


terça-feira, 17 de maio de 2016

Só uma duvidazinha, agora que se aproxima o mês delas

Quantas pessoas comem sardinha de faca e garfo, como eu faço? Acusem-se, vá...

Primeiro colocam a faca por baixo da pele do lombo da sardinha, muito calmamente, começando por levantá-la (à pele) no pescoço e fazendo deslizar a faca até à outra ponta, sempre e somente por debaixo da pele. De seguida, cortam o rabo e poem essa coisa de lado. Está na hora de comer a chicha da sardinha. Novamente com muito cuidado, usam o garfo e a faca para virar a sardinha, deixando o outro lombo, ainda com pele, à tona do prato. Desta vez começam a depelar a sardinha pelo lado mais gordo, aquele que não foi amanhado, sempre com muita calma e exactidão e atenção às pequenas espinhas que vão surgindo durante o processo. Depois de comido este lombo, sem nunca largar os talheres a não ser para falar e trincar a broa acompanhante, há que separar a cabeça do animal, fazendo um corte a direito, limpo e transversal à espinha dorsal da criatura do mar. É que ali, junto aos olhinhos, de cada lado da cabeça, há ainda alguma chicha que se deve aproveitar. E agora estou aqui augada e a salivar, porque não como sardinhas de jeito desde Agosto passado. Venham elas!

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Eu confesso porque embirro com ele

O meu problema com o facebook é que, quando lá vou para ler/ver algo relacionado com alguma notificação que entretanto chegou à caixa do correio, raramente leio/vejo o que se refere a essa notificação em particular, pois distraio-me com as outras coisas que entretanto dezenas e centenas de pessoas terão publicado. O meu foco de atenção desvia-se totalmente da prioridade e depois leio/vejo coisas que não (me) interessam nem ao menino jesus. Distraio-me facilmente, portanto...
Hoje, contudo, vi umas fotos bem giras. Tinham girassóis!

Picuinhices

Isto de pintar as unhas de amarelo até dá uma certa alegria aos dias que passam a voar.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

O sentimento de culpa é fodido

E de vez em quando regressa para me matraquear a moleirinha. Isto porque, enquanto e quando física e presencialmente pude fazê-lo, nunca disse à minha mãe o quanto gostava dela. Muitos momentos de ternura houve, muitos gestos de carinho, muitas surpresas boas causadoras de lágrimas emotivas, mas verbalizá-lo, para que não houvesse dúvidas, é que nunca foi feito.
É com este argumento - de nunca o ter feito com a minha progenitora - que hoje, eu, mãe babada e orgulhosa, todos os dias o digo ao meu rebento. Sentido e com muito prazer. Para que ele nunca duvide de tal, por muito chata, resmungona, massacradora e implicativa que eu seja.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

É muito ano, bolas!

Sabem quantos anos de casados fariam os meus pais hoje, caso a minha mãe fosse viva, sabem?
Mais do que a minha idade: 47 anos, certamente a repetirem-me "o teu pai é isto, o teu pai é aquilo..." e "a tua mãe é isto, a tua mãe é aquilo" (esta versão menos frequentemente, claro, que o meu pai sempre foi um paz d'alma.)
(Eu ainda vou com 17)

47 anos não é para qualquer um!

terça-feira, 3 de maio de 2016

Fui à médica (bem gira, por acaso...)

Um destes dias conheço aquele centro comercial hospital de olhos fechados e com a palma das minhas mãos.

Saí de lá com pele a menos (coisa de milímetros), um penso do lado esquerdo da testa e com muitos papéis que me vão custar o *%"$*ª**%&$#!!! Tenho um mês para me ir mentalizando que:
a) comprar estas bodegas não chega para resolver os meus problemas dermatológicos e capilares;
b) já que os vou adquirir, mais vale usá-los e ver se alguma coisa melhora.

Pseudo Maria, disciplina-te, mulher!



domingo, 1 de maio de 2016

Da certeza única da vida

Desconfio que a morte vai bater-nos à porta muito brevemente, pela segunda vez este ano.

Nem sempre se ganha, por muito bom que se seja...

...e por muito que se queira, o que era o caso de 20 equipas.

Tendo conseguido ultrapassar a primeira fase e ganho a semi-final, a desilusão, após altas expectativas, era bem patente no rosto dos 3 elementos.

Desejo que esta não-vitória na fase final seja algo que ele(s) interiorize(m) como lição de vida. E que numa próxima oportunidade, no próximo ano lectivo, ele continue a querer participar e a querer ganhar e a "dar o litro", usando as palavras do próprio. Mais desafios aparecerão, nesta e noutras áreas.