quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

Confissão pública

Sou uma naba, provado virtualmente com a entrega de um "nabo award" pelo Comufo. Sou quase totalmente ignorante e inculta. Desconheço semi- completamente isto em que me meti. Sou avessa a mexer em "coisas" novas e tenho medo de estragar.
Posto isto, aqui vem o resto: porque não quero continuar a chatear quem já me deu algumas dicas sobre o assunto, há por aí alguma alminha caridosa e paciente que me ensine a publicar as minhas leituras virtuais em tempo de ócio, ordenadas por ordem alfabética e de modo a não danificar demasiado a template? Quem se voluntariar para tal tarefa penosa, por favor, não se esqueça: uma liçãozinha de leitura fácil e rápida aplicação prática.
Obrigada

Questões de ordem prática

Caso a prostituição em Portugal fosse legalizada, surgir-me-iam as seguintes dúvidas de ordem prática:
-os prostitutos e as prostitutas teriam direito aos subsídios de Natal e de férias?
-qual a entidade que lhes pagaria tal?
-os prostitutos e prostitutas gozariam um mês de férias, à semelhança de todos os outros profissionais das outras áreas empresariais?
-se sim, que mês ou meses poderiam escolher?
-caso escolhessem o mês de Agosto, como a maior parte dos portugueses, iriam igualmente para o Algarve?
-se faltassem ao trabalho, um dia que fosse, era-lhes descontado no ordenado, nas férias ou ficariam com falta injustificada?
-quem forneceria a estes e estas profissionais a indumentária a usar no seu local habitual de trabalho?
- e quem fala em indumentária, fala do mesmo modo, das ferramentas essencias à prática da suas actividades...quem seria /seriam os fornecedores?
-caso escolhessem gozar as suas férias bem merecidas no Algarve, não correriam o risco de serem assediados e assediadas sexualmente por quem lá vai à procura de sexo fácil? Afinal, férias descansadas são o direito de qualquer ser humano.
-teriam ou não direito a usufruir de "Medicina do Trabalho"? e onde? e por quem?
-no exercício pleno das suas funções, podem ou não interrompê-las, mesmo que os seus clientes não concordem, para gozarem da interrupção matutina, vespertina e nocturna a que têm direito diariamente, de modo a poderem ir tomar um chazinho e comer uma natinha ou até um pastelinho de bacalhau?
-quanto à reforma, e porque a longevidade do ser humano está em curva ascendente, reformar-se-iam aos 65 anos, aos 68 ou quem sabe até mais tarde?


Há com certeza outras questões a colocar, mas para já só me lembro destas. Estejam à vontade para me responder e acrescentar mais dúvidas pertinentes à lista. Caso já haja respostas legais publicadas em Diário da República, assumo a minha total ignorância sobre estes assuntos sociais.