domingo, 22 de novembro de 2015

Chocho, muito chocho

Sem a adrenalina de um Skyfall, sem os métodos de guerrilha antiquados numa herdade escocesa, sem a parafernália tecnológica de um novo Q do século XXI, sem uma música inicial que me fizesse arrepiar, sem diálogos com humor....não gostei.
Uma viúva que, se não aparecesse, não teria feito falta. Uma loira deslavada sem gracinha nenhuma, que nem beber sabe. Uma nova ordem mundial à 1984, eminente, que afinal até já é bem real. Um M que parece um carapau mal encarado, com muito menos carisma do que no filme anterior.
Valeu pela Moneypenny. Valeu pelo ambiente festivo da Cidade do México e a dança do helicóptero e a paisagem urbana de Londres e Roma.
De resto, como é que é possível mudar-se três vezes de roupa dentro dum comboio, em menos de 24 horas, a atravessar um deserto africano?
Mehhhh! Sam Mendes, já provaste, no Skyfall, que és capaz de realizar melhor. E já agora convida, por exemplo, os Muse a fazerem algo para a banda sonora. Para a próxima, sim? É que não vou gostar de terminar de ver o teu próximo 007 a dizer "Que seca de filme!"

5 comentários:

  1. Pois estive para me deslocar ao grande ecrã por causa da viúva. Mas sendo assim...

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  2. Continua bonita, sensual, sôfrega e sexualmente desesperada. Os espartilhos assentam-lhe bem quando se ajoelha. Mas os 10 minutos, ou menos, em que aparece são tão, tão ...sei lá...chochos? :)

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  3. Por muito cinéfila que seja, nunca gostei do James Bond. Vi um uma vez porque fui obrigada. De resto, não pego em nenhum...mas dizem que este é bom.

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    1. Olá Dora! :)

      Discordo de quem diz que este é bom, mas se calhar sou eu que não percebo nada de Bonds, sei lá...não é filme que deseje ver 2ª vez.

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  4. Acho que vou ver o próximo quando for com o Idris Elba :)

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.