quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A minha chave do Euromilhões - rubrica semanal

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Desconfio que um dos meus sócios já deu de frosques para o Brasil, pois já não aparece aqui há quase 2 semanas. Ó rapaz, tu vê lá que ainda és enterrado na areia... :P

Cada vez que lá vou, lembro-me de ti, rapariga

Então hoje lá fui mais uma vez ao CTB, como tem sido hábito nos meses de Janeiro e Fevereiro dos últimos 4 ou 5 anos. E mais uma vez, vi as meninas que nos chamam e um menino que nunca tinha visto, que se chamava Pedro e que me chamou e atendeu. Tirou-me uma fotografia engraçada. Se quiserem, posso partilhar; peçam muito, tá bem? E é precisamente por causa desta possibilidade de partilha que hoje escrevo. 
O exame foi efectuado rapidamente e qual não foi o meu espanto quando o Pedro me diz que posso esperar pelos resultados no corredor. Habitualmente tenho que lá voltar passados uns dias para levantar os resultados. Vocês sabem como a coisa funciona, n'é?
Entretanto, chego a casa com um grande envelope fechado, em meu nome. Abro-o e lá dentro tem a habitual radiografia e um CD. Que pus no computador, para ver o que continha. E continha a mesma coisa que era exibida na radiografia. E foi aqui que surgiu o tal ponto de interrogação invisível e imaginário por cima da minha cabecinha: qual a necessidade de darem a um utente um bocado de plástico preto e branco flexível e transparente e um bocado de plástico redondo com um furo no meio, contendo exactamente a mesma informação? Então isto não custa dinheiro? O que eu paguei não me parece ser  suficiente para tanto material que trouxe para casa. Será que o médico-dentista que vai olhar para a coisa vê a coisa melhor num lado do que no outro?
Snail, explica-me, se faz favor.