sexta-feira, 1 de julho de 2016

Começaram as hostilidades de Julho, na cidade

Hoje, durante a silent party que certamente ainda decorre numa das ruas da cidade - cheia de pessoas com auscultadores a dançarem ao som das músicas que só elas ouvem, e daí os diferentes ritmos corporais - calhou cruzarmo-nos com uma amiga dos tempos de secundária, faculdade, namoro, início a dois sem filhos. Ela estava acompanhada pela filha e nós pelo nosso rapaz. Após dançarmos ao som silencioso do Macarena e do Apita o comboio, apresentámos os respectivos descendentes um ao outro e dissemos ao nosso quem era a outra mãe. A indiferença notória e o encolher de ombros, sorridente e bem-educado, fez-me lembrar como eu própria reagia quando os meus pais faziam questão de me levar a casa dos seus amigos, muito a contragosto meu, ou de me apresentar amigos de longa data que já se viam com pouca frequência.
Apesar das diferenças geracionais, há momentos que irão sempre repetir-se.

Sinónimos peculiares

"...o suspeito terá desviado património..."; ..."Diogo Gaspar terá levado bens do Estado..." - ouvido durante o Primeiro Jornal da SIC.

Qualquer arguido é considerado inocente até prova em contrário, mas tirar algo do sítio a que pertence, não sendo essa coisa sua e sem autorização d@ proprietári@, e expô-la no seu próprio domicílio, chama-se roubar. Assim me ensinaram os meus pais.

Tenho uma dúvida premente

Alguém conhecido partilhou algo no facebook e a respectiva notificação veio parar à minha inbox. Deixei lá uma pergunta-comentário... e até agora, nada, nenhuma resposta, nenhuma reacção. O que devo concluir desta indiferença, deste "olha, está a ignorar-me", alguém sabe?

(Fará diferença acrescentar que esse "alguém conhecido" é o MQT?)