domingo, 14 de julho de 2013

Está quase, quase...

...a chegar a hora em que vou afogar alguém em beijos repenicados. Ai do avião que não aterre à hora combinada no local habitual! O Mqt sugeriu que fôssemos jantar uma francesinha ali ao lado. Sei que o herdeiro concordará. Ness, depois conto-te qual foi a minha escolha. :P

Zekes

Aquela merda assusta. Como qualquer filme de zombies, que não fazem o meu género. Mas lá fomos fazer a vontade ao Mqt, que no fim ainda disse que o filme o tinha desiludido um pouco. Ora esta! Ver montes e montes de Zekes a correrem atrás dos futuros zombies, que irão morder e comer, é simplesmente horripilante. Ver tanta carne andante atrás de carne aparentemente putrefacta e sanguinolenta é macabro. São nojentos, têm tiques e devem ter um mau hálito do caraças. E no fim, já com a solução provisória, ficamos sem saber como é que a desgraça (note-se o eufemismo) começou. E isto não se faz! Impressionou-me a cena em que o Gerry corta o braço da israelita, após pensar no caso dela durante nem sequer um segundo. Não gostei do pormenor americano dele a beber Pepsi, quase no fim. Mania de americanizarem as cenas, bolas!

Gap geracional

Diálogo berrado ontem à noite, debaixo duma cobertura de guarda-chuvas, ao som de rock e metal:
...
-Mas quem são eles? - pergunto eu ao J.
-São os Pitt Broken - responde ele, com o seu ar de "duhhh" dirijido a mim, por eu não saber quem eles eram. Nem o pai do J. sabia, aliás.
-E eles são de onde? - pergunto eu novamente.
-Acho que são portugueses - diz o J.
-Sim, isso eu sei, eles estão a falar connosco em português - digo eu - Mas são de onde? Lisboa, Porto, ...? - deixo a interrogação no ar.
- Ah, isso já não sei. - responde o J. de 11 anos
-E como é que tu os conheces? - volto eu à carga.
-Eles têm bué de musicas conhecidas?!?! - remata o J., novamente com o seu ar de admiração.
...

Cheguei a casa e vim investigar quem era aquela banda com um vocalista podre de bom, com metade da minha idade, e com uma voz possante, que me prendeu logo ao primeiro minuto até ao momento em que cantou a versão "arrockalhada" do hino nacional. BRUTAL! O melhor do concerto, quanto a mim, seguido do som único do baterista a fazer o seu solo final.  A verdade é que pouco descobri, a não ser que o Diogo com metade da minha idade é bracarense. Cá para mim já foi meu aluno, às tantas. Há meia dúzia de videos dos Pitt Broken, mas não encontrei qualquer informação sobre o seu background. É pena, pois gostei do que ouvi. Acho é que os próprios preferiam ter actuado no Optimus Alive do que ali. É que o público não era propriamente o que eles esperariam. Não em quantidade, que nesse aspecto, chegou e sobrou e empurrou e calcou e pediu licença para passar uma data de vezes, mas em relação à faixa etária predominante.
A seguir actuou o Miguel Araújo, mas nessa altura eu já estava em casa a ver as fotos diárias no facebook.