quarta-feira, 22 de julho de 2015

Os cinco mauzões

O que me chateia nisto de se ler policiais suecos durante longas horas e pela noite dentro é que depois o que tem que ser feito é constantemente adiado e nada aparece feito. Maldita varinha de condão que não funciona...

Os livros desta escritora em particular assentam, normalmente, em duas histórias contadas em paralelo. Então o que aconteceu, desta vez, é que li a história antiga, mais pequena, que contextualiza, em termos familiares, a mais recente, maior, que ainda não terminei, mas a cujas páginas finais já deitei uma olhadela. Aquela batotice que se faz quando o livro nos enleia do princípio ao fim, de tal modo que só queremos saber quem são os maus da fita...

6 comentários:

  1. Já li mais um. Valha-nos Deus, a ânsia é tal que pegava nele ainda toda a escorrer águinha :)

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    1. Sócia, nesse que leste, a Erica e o Patrick têm quantos filhos?

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    2. Ui, sou verdinha. Ainda está grávida do primeiro.

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    3. Pois neste que estou quase a terminar já vão com....num te digo :P

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  2. "...mas a cujas páginas finais já deitei uma olhadela....", isso é uma espécie de "saltar" os preliminares, não? ;)

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    1. Anónimo,não compare uma leitura policial com "fazer o amor", p'lamordasantinha! Um policial não nos faz suar tanto, mesmo quando se saltam os preliminares :P

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.