segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Amanhã! Amanhã! Amanhã!

Não resisti! Pronto! Não era bem o planeado e combinado inicialmente, mas algo na semana passada conduziu-me a isto. Não sei se não durará mais do que um dia.
Este fundo! Hoje (amanhã, 1 de Março) é o dia deles. Digo eu e a outra louca.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Uma boa notícia doce

Tratem de o comer, sim? Eu já faço a minha quota parte. Felizmente nunca encontrei nada estranho lá dentro. 

Recadinho - serviço público ou informar para assustar

A/c da Exma. Sra. Dra. Ginecologista do Santa Maria, que olhou para mim com ar de "formiga para elefante", quando falámos sobre a pílula contínua sem hemorragias mensais.

Só cá entra o que eu bem entender.

Haja paciência!*

E quando teimam contigo, dizendo a terceiros que sim, que o papel te tinha sido entregue em mãos...e afinal o papel anda há uma semana dentro duma mochila e só hoje, porque eu perguntei ao catraio sobre documentos que eu nem sequer sabia existirem (mas que já estavam na minha posse desde a semana passada), é que o dito cujo papiro me veio parar às mãos, entregue pelo catraio cuja mãe é teimosa?

*(Porque a minha já esgotou, com  estes dois seres!)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Escachei-me toda

Mas não foi de riso.
Raio de posição tão indigna e desconfortável só para eu ter ouvido que um dos meus órgãos internos é "bonito". Não será o termo que uso para o descrever, mas se a especialista acha que é, é porque é. Sabe mais do que eu, no que a mim diz respeito. Disso não duvido! E só não me bateu porque não fica bem a uma médica de família, que visito raríssimas vezes e daí ter ouvido o que não queria ("A _________ (título + nome próprio) é bastante irregular"), ser violenta com os seus números, que observa durante 20 minutos. Eu fiquei lá bem mais do que isso e ainda vim carregadinha de papéis!
Toma! Aprende, Pseudo, que com a saúde não se brinca!

P.S.: Desafio-vos a conjugarem o verbo do título. Que sonoridade tão feia!

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Alterava uma palavra

"Recomeça....

Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças..."


O Porto é uma cidade velha

Cheia de casas velhas, ruelas estreitas e assustadoras, edifícios devolutos, abandonados, prestes a desabarem e pessoas feias, malcheirosas e andrajosas. "Não sofreu nenhum terramoto", disse um dos meus acompanhantes, cheio de razão.
E no entanto, é uma cidade nova, com um pulsar bem ritmado, com ruas cheias de gente às 10 de manhã de um sábado soalheiro, que percorrem sorrindo e rapidamente, com sacos de compras, mochilas e máquinas fotográficas, as ruas arranjadas, ladeadas de edifícios restaurados, de traços arquitectónicos modernos renovados. Pontes novas e pontes velhas por onde transitam a par as viaturas motorizadas e aquelas de duas rodas com recados (" - um carro na rua", li eu numa bicicleta), barcos e helicópteros a concorrerem com os eléctricos e o funicular.
Não fui à Torre dos Clérigos, mas subi a escadaria da Igreja de Ildefonso (é assim que se chama?) e vislumbrei a torre. Não fui ao Palácio de Cristal mas subi e desci a Avenida dos Aliados, acompanhada de asiáticos e estudantes Erasmus. Imaginei o que já vi na televisão: a área repleta de portistas exuberantes e histéricos. Admirei os azulejos duma estação de comboios, talvez a mais bonita de Portugal, e questionei-me se os andaimes que ladeiam aquele edifício ao lado, que parece ter desabado, são arte ou somente suporte civil.
A manhã portuense não teve ontem a luminosidade da tarde lisboeta de Agosto passado. Mas ofereceu-me um pôr-do-sol deslumbrante enquanto descia a Avenida da Boavista em direção ao mar e apreciava os palacetes de "riquinhos", gente de famílias bem, certamente. Senti o cheiro a maresia e a sardinhas assadas. Atravessei várias pontes, para cá e para lá, subi à Sé e desci à Ribeira e ri-me com a gaivota vaidosa, esta, que fez questão de posar para nós sem qualquer medo e imensa vaidade:



sábado, 20 de fevereiro de 2016

Não cedi à tentação

Suri, os planos incluíam a visita ao local recomendado por ti, onde chegámos antes do meio-dia. Batemos com o nariz na porta, pois tanto pai como filho tinham a casa fechada e só a reabrem daqui a dois dias. Sentámo-nos ao lado e sendo os primeiros, fomos rapidamente servidos, e muito bem, ao som de jazz. A casa encheu num instante e quando regressávamos ao carro, após uma rápida escapadela à Santa Catarina, passámos pela bicha à porta.
Eu não a comi, mas os homens disseram que valeu a pena. A foto sai mais tarde. Mas não é a da francesinha.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Tenho uma dúvida básica

"Brexit" significa "British exit", right? Alguém que me esclareça, se faz favor.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Os meus alunos

Tenho de todos os tipos e feitios, de acordo com vários parâmetros. Mas hoje só queria destacar aqueles que, parecendo que não têm consciência do local onde estão, se lembram de tirar a peça de roupa que os incomoda, deixando à mostra, durante breves segundos, a parte superior do seu corpo. Depois há os outros que, estando sentados e vendo eu que estão a usar cinto, continuam a fazer questão de partilhar com o resto da malta, a cor da sua roupa interior. E ainda há outros, mais gaiatos, que, durante um momento de natureza mais vocabular, aproveitam para tirar uma das sapatilhas e assim confirmar perante a turma inteira que a descrição escrita no quadro - a da indumentária deles - é fidedigna.
Digo-vos: haja decoro! Às vezes também me apetecia tirar o meu cinto e dar-lhe um uso diferente do habitual!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

A invasão dos legos

Visto o petiz-rapaz (vai demorar eu habituar-me à ideia de ele deixar de ser petiz) ter as estantes por cima da sua cama e ao lado cheias de legos, a abarrotar mesmo, ontem ele colocou a sua última construção no escritório de casa, aquele local que ele diz ter um aspecto bastante "laboral". Mas não tem, garanto. Onde já se viu um escritório com o Mickey pendurado num canto duma estante e um dinossauro mecânico (que ainda se mexe e urra) no outro canto? Eu mostro:

Francesinhas no Porto

Correndo o risco de ser repetitiva, peço que deixem aí sugestões donde elas se comem. Não é que eu vá comer alguma, mas devo levar alguém a comer uma dessas coisas, brevemente. Onde? Fica a caixa aberta...

(A sério que há um restaurante que se chama "Badalhoca"? hahahahah...Giro!)

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Confirmo

Fazer uma refeição fora neste dia tãããããooooo comercialmente especial é um grande erro. Comeu-se bem, num sítio patusco e rústico. Mas a demora, ai a demora....
Tínhamos ficado em casa, acompanhados pelo polvo, e a esta hora dormíamos a sesta. Mania de mudar planos à ultima da hora!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Vá, expliquem-me, leitores

Mas que raio se passa com os seres humanos do sexo masculino e a sua aversão por guarda-chuvas? Especialmente num dia como o de hoje como é que alguém sai de casa sem levar tal objecto? Conheço bem dois destes seres que preferem apanhar uma grande molha e andar a pingar da cabeça aos pés durante largas horas do que transportar algo que é efectivamente útil. E aliás, até pode ser um objecto bonito. Os meus três guarda-chuvas são-no. Todos coloridos.
Enfim...

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Aquele abençoado momento

Em que eu estou especada à espera do metro, com o meu ar "ainda não bebi café, não me falem" ou "ficava a manhã toda na cama a ouvir a chuva e a pensar nos outros a dar o litro", com os meus olhos ainda muito preguiçosos e pesados, quando um senhor velhote, que estava cómoda e fantasticamente sentado no banco, se levanta, se dirige a mim e:
- Deixa-me oferecer-lhe a palavra do Senhor? - e me estende um panfleto de "O senhor é vida" ou "A vida é o senhor".


O meu ar é altamente angélico ou perturbadoramente demoníaco.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

PUB descarada

Mas será que ainda ninguém reparou no anuncio do Ikea, aquele que mostra casais compostinhos a condizerem com quartos arrumadinhos, em que um dos casais é de lésbicas? Pergunto eu se o Ikea não poderia também ter incluído um casal masculino.
Ou isto já foi notado e eu é que andei / ando distraída?

A resposta para a Susana


Susana, há dias li, mais uma vez, alguém a escrever que o seu blog é para si mesma, o seu caderno de memórias, um diário de banalidades. Tendo, normalmente mas nem sempre, - e até a acho parva, de vez em quando (o que nem é um insulto, pois ela é a primeira a apelidar-se de tal) - a concordar com ela e a apreciar bastante o que escreve, pois fá-lo dum modo tão franco, assertivo, sem medo de ferir terceiros, que eu vejo tal como uma qualidade que nem sempre eu pratico neste tasco. Este é também o meu caderno de memórias, o equivalente àquele que continua escondido numa das gavetas da mesinha de cabeceira no meu quarto em casa do meu pai. (Pronto, agora já sabem onde ir procurar o meu diário dos 12 ou 13 anos...)
Sabes que eu detestava, quando fazia os testes na escola, a parte da composição? Fazia sempre o mínimo possível, em qualquer uma das quatro línguas que estudei. Acho que este meu blog é hoje um contraponto dessa minha limitação juvenil: escrevo quando e o que me apetece, sem limite mínimo ou máximo de palavras, muitas vezes pesando-as, cada vez mais, aliás, à medida que o tempo passa por mim. Já não sou tão espontânea como há 9 ou 10 anos, quando o iniciei. E há razões para tal. Mas essas não as partilho. Senão, o nome do blog não faria sentido: este não é um blog aberto. E já me diverti mais com ele, confesso.
Continua a haver alguma espontaneidade e impulsividade, sim, precisamente em algumas dessas situações que referes. Exceptuo os assuntos de escola e que envolvam alunos. Esse é um mundo muito à parte que evito trazer para aqui, mas às vezes trago; nunca será a norma, contudo.
Fotos? Há-as, a maior parte roubadinhas da Internet, para ilustrar alguma coisa que tenha achado caricata, bizarra, com algum humor. Mas não têm qualquer valor aqui. Poucas são minhas ou tiradas pelos meus. Essas estão todas guardadas e não são para os olhos do mundo. Mas já que falamos de fotos, como é que tu dizes que preferes sempre ler a ver fotos ou ouvir música? Logo tu, que tens um outro cantinho com fotos originais tão belas? Logo tu que partilhas alguns dos teus clássicos musicais? Fizeste-me torcer o nariz às tuas palavras.
Sabes que nunca vi a Sócia nem mais gorda nem mais magra? É engraçado ter uma parceria com alguém que não se conhece. Fiz-lhe uma proposta simples, sem água no bico, que ela aceitou e até agora a situação mantém-se igual, sem alterações de contrato. Não nos tornámos mais ou menos amigas por causa desta parceria. Cada uma no seu canto, cada uma com as suas dúvidas, ela continua a ler o Correio da Manhã e eu a Visão. Gostamos assim. Funciona assim. Se e quando ela quiser dar o salto - e isto ficou claro - dá-lo-á, sem quaisquer explicações. Afinal, " isto são só blogs", "são páginas virtuais Cheias de bits e bytes".
Só que não. Senão, não estaria a dirigir-me a ti.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Eu não sei o que vocês fizeram hoje

...mas entre outras coisas, quase todas entediantes, eu li um livro do princípio ao fim, que estava p'ráqui a um canto e que já tem uns bons 11 ou 12 anos desde que foi publicado.  Interrogava-se o Adrian se o na altura Primeiro Ministro Tony Blair falaria verdade ou não sobre a libertação do povo iraquiano. Crédulo e sempre crente no bom funcionamento de certas instituições britânicas. Um horror no relacionamento com o sexo oposto.
Hoje, o Adrian Mole terá os seus 44/45 anos e deve continuar a interrogar-se sobre a reforma da sua sempre amada Pandora, se os seus filhos serão mais felizes e menos existencialistas e inseguros do que ele e se o Reino Unido sai ou não de vez da União Europeia.
Continuará ele atolado em dívidas? Pode ser que um destes dias eu descubra tal, numa qualquer feira do livro.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Inquérito - II

Pergunto, citando o Ness:
Ser elegante "implica poder gastar vários salários de uma só vez"?
Eu discordo totalmente do que o rapaz afirmou ali em baixo e não me refiro a atitudes, somente ao aspecto exterior enfeitado com roupas e acessórios.
Opinem, se faz favor.

(Off topic: Susana, o teu último comentário merece mais atenção e palavras. A seu tempo.)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Como resposta não-solicitada a algo que vi escrito algures no bairro

Usar um relógio é, quanto a mim, um acto de elegância. Não necessariamente de se ser seguidor/a da moda, mas reflexo do bom gosto de quem o traz no pulso, nestes tempos em que o telemóvel parece substituir tudo e todos, em muitas circunstâncias. Se tivesse capacidade monetária para tal, coleccioná-los, para lhes dar uso frequente, seria um dos meus hobbies caros.