UM BLOG ESCRITO POR DUAS PARVAS E LIDO E COMENTADO POR GENTE ASSUMIDAMENTE TÃO OU MAIS PARVA DO QUE ELAS...AQUI POUCO OU NADA SE APRENDE!
Hoje começa a série dos "Porquês"
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Porque é que certos batizados duram quase o mesmo que certos casamentos e o ritmo a que são servidos os diversos pratos é tão, tão desesperantemente moroso que até dá para adormecer à mesa?
Porque é de pequenino que se começa a aprender que cerimónias em que o tempo de espera pela comida é proporcional à fome a aumentar, são coisa para ou levar uma bucha ou apanhar uma estucha.
(Bem, se a minha homónima Susana e a NM podem, eu também posso.) Comem-se como um manjar dos deuses, na devida altura do ano. O meu sogro costuma tê-los e partilha-os com os restantes elementos da família. São dos mais propícios à engorda, mas que se lixe tal efeito, pois são saborosos. Trincá-los dá um grande prazer e dão azo a marotices, como podem ler. E agora vá, para aquel@s de vós que não sabem do que falo, vão googlá-los, sim?
Acabei de ouvir este vocábulo, duma assistente da NOS, enquanto, simpaticamente, fala comigo e toma conhecimento do que estava agendado para hoje e não chegou a acontecer, estava agendado para amanhã sem conhecimento do cliente mas que já não está, e passou a estar duplamente agendado para sexta, de manhã e da tarde. Começa bem, este negociamento...
Porque é de pequenino que se começa a aprender que cerimónias em que o tempo de espera pela comida é proporcional à fome a aumentar, são coisa para ou levar uma bucha ou apanhar uma estucha.
ResponderEliminarSérgio, neste caso os putos estiveram na boa, quase sempre fora da mesa aos pulos e pinotes. Os adultos é que...enfim. :)
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