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Corpinho de verão versus corpinho de inverno

O meu parece-me igual durante as 2 estações e, como já afirmei, é assim que gosto dele. Não sou de fazer sacrifícios alimentares, a não ser que este consista em conduzir mais de 300 km para ir comer uma Posta à Mirandesa, à "Gabriela", em Sendim (Miranda do Douro). Não seria a primeira vez... Noto que... sim, a idade pesa, a pele alarga, mas não o suficiente para me deixar obcecada e tresloucada com dietas milagrosas. Admiro quem faz exercício regularmente, com vontade, por gosto. Eu gostava de ser assim, de sentir essa vontade louca de sair porta fora e dar umas corridinhas ali ao Continente e voltar. Mas não consigo, não me apetece, não preciso. E sou muito casmurra! Vai daí, irei para a praia com o mesmo corpinho de verão e de inverno do ano passado. E quem não gostar, que não olhe! Há "lá" muito por onde olhar. E pronto, hoje deve ser só isto...

Tou derreada

Hoje já me perguntaram quantos quilómetros é que corri. Ora, se me conhecessem verdadeiramente, nem se tinham atrevido a colocar tal questão, pois já saberiam que eu detesto correr, sempre detestei correr e detestarei até ao final dos meus dias. E porquê? Por uma razão muito simples - abana tudo, mas tudo mesmo: mamas, bochechas da cara, bochechas do rabo, pneus ganhos à custa de ser uma "boa boca". E eu detesto sentir-me desconfortável, até porque gosto bastante deste corpinho, apesar de cuidar muito mal dele. Hei-de pagá-las um dia, mas ainda não será hoje. Adiante... Hoje marchei, marchei cerca de hora e meia. Para quem não está habituada a fazer a ponta dum corno, marchar debaixo deste sol e calor, acompanhada pelos gritos de miúdos excitados, divertidos e empenhados no andamento, ao som de bombos, foi dose. Mas divertido! Até o trânsito parou para deixar passar a malta....lindo!

Não há dedicatória, porque, como eu esperava, dos poucos que ainda me lêem, ninguém percebeu patavina do que eu quis dizer.

Assim sendo, a promessa feita anualmente - e até agora nunca cumprida - é a de passar as tardes necessárias a agrupar e colar fotografias do meu rebento nos álbuns tradicionais. Temo-las aos montes, ainda dentro dos envelopes, espalhados por gavetas, armários, escritório, casa do Pai, casa da Sogra e sabe-se lá mais onde. Vai dar trabalho, mas muito mais gozo, quando finalmente pusermos mãos à obra e admirarmos a evolução da nossa "cria". Somos uns pais desnaturados por uma outra razão: nesta casa não há uma única fotografia emoldurada de ninguém em lado nenhum. As paredes que não têm quadros - e são muitas - continuam brancas, mas já com algumas rachadelas, a precisar de retoque e pintura. Após muita resistência à fotografia digital, o mais-que-tudo lá pôs de lado a Canon que eu lhe tinha oferecido há 16 anos, e rendeu-se a uma Canon digital que o acompanha nos momentos mais...prementes da nossa vida. E essas sim, essas fotografias estão todas organizadas e são uma precios...

Prometo

...uma dedicatória a quem adivinhar o que, desde 2002, tenho prometido anualmente a mim mesma que faria - mas que até hoje nunca fiz - de modo a que todos nós nos pudéssemos recordar melhor dos anos seguintes.

Hoje virei-me para isto

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Como alguém já hoje referiu, isto está pior do que se pensava!

Desabafo profissional

Eu gostaria tanto, mas tanto, mas tanto de trabalhar com mais homens e menos mulheres! Pelas amostras dos grupos por onde tenho passado, eles, aves raras, conseguem ser tão sintéticos a dizer o mesmo que quatro mulheres a dizerem o mesmo por palavras diferentes. Quem me dera que "a" chefe fosse "o" chefe. E quarta-feira, à mesma hora (18:30) há mais do mesmo, ainda com mais mulheres e apenas mais um homem, três no total. Haja paciência!

Não gosto, não gosto e não gosto!

Não acho piada nenhuma ao " facebook" e acredito que haja milhões como eu. E sim, tenho conta, senão não diria que não gosto. E por falar nisso, ó gajo , ainda a propósito de "WTF" e "LOL" já serem consideradas palavras na verdadeira acepção do termo: vai uma aposta que um destes dias "facebook" fará parte dos dicionários de língua portuguesa?

Eu e a missa

A minha mãe dizia que o facto de eu ter deixado de ir à missa teve a ver com o início do namoro com o homem que é actualmente meu marido. A verdade é que já muitos anos antes dessa sexta-feira acontecer, a vontade de lá ir era pouca e só o fazia para a minha mãe e a minha avó não me chatearem. Quando entrei na faculdade, deixei mesmo de ir, à conta de noites supostamente mal dormidas a estudar e que recuperava durante o fim-de-semana. Aquele ritual dominical, que envolvia dezenas de "locais" bem vistos e bem vestidos, começou a parecer-me tão falso, tão hipócrita e tão somente uma ocasião que, quando acabava, pouco mais servia para comentar a indumentária deste e daquela e pôr a conversa em dia com as pessoas que tínhamos visto na semana anterior. Aliás, cheguei muitas vezes a ficar à porta da igreja a namoriscar, entrando apenas na parte final - só para poder dizer que, de facto, tinha estado na missa. Casei-me nessa mesma igreja, também (mas não só) pelo motivo acima menci...

Hoje fui novamente à missa

E logo regresso para contar como tem sido esta experiência.

Nomes

Faço questão de ter os nomes dos meus alunos decorados 4 ou 5 semanas após o início das aulas em Setembro. Há casos de alunos cujos nomes entram logo à primeira, porque dizem a piadinha da praxe logo na primeira aula, porque se destacam com alguma intervenção engraçada, porque algum aspecto da sua fisionomia é peculiar, porque alguém é primo do filho da tia, etc. Isto acontece com uma minoria, claro, porque decorar entre 80 e 100 nomes diferentes todos os anos lectivos leva o seu tempo. Considero-me boa (não excelente nem rápida) a decorar os nomes destas pessoas que irão passar cerca de 9 meses em convívio diário comigo. No entanto, à medida que o tempo passa por mim, sinto cada vez mais dificuldades em recordar nomes de pessoas com quem convivi e  trabalhei "há atrasado", a ponto de me sentir embaraçada quando nos cruzamos na rua e quero chamar a pessoa pelo nome e não me recordo atempadamente. Fico possessa e corada, muito corada. Aconteceu isto da última vez que fui à mis...

No seguimento do de baixo

NUMA AULA DE HISTÓRIA DE PORTUGAL Pergunta a Professora: - Joãozinho, sabe a quem é que se deve o pinhal de Leiria? - Foda-se, ó s'tora, então essa merda também não está paga?!

Bit of friendly advice, Portugal

Gostei sempre do amigável sarcasmo irlandês. São um bom povo e eu desejo ardentemente lá voltar, passados que são 15 anos de lá ter vivido como gente grande, à conta dum tal de Erasmus. E até dão bons conselhos, por vezes... Sunday March 27 2011 "Dear Portugal, this is Ireland here. I know we don't know each other very well, though I hear some of our developers are down with you riding out the recession. They could be there for a while. Anyway, I don't mean to intrude but I've been reading about you in the papers and it strikes me that I might be able to offer you a bit of advice on where you are at and what lies ahead. As the joke now goes, what's the difference between Portugal and Ireland? Five letters and six months. Anyway, I notice now that you are under pressure to accept a bailout but your politicians are claiming to be determined not to take it. It will, they say, be over their dead bodies. In my experience that means you'll be getting a bailou...

Bubble shooter

Há uns tempos, eu andava perdidinha com o jogo que adicionei ali ao lado. Inclusivé pus o petiz e o mais-que-tudo a competirem comigo para ver quem conseguia rebentar mais bolas, logo, obter mais pontos. Raramente o mais-que-tudo me bateu aos pontos, ao contrário do petiz, que estava a ficar quase tão rápido quanto eu. Depois, ele encontrou o carregador da playstation e trocou vício por vício. Agora fiquei na dúvida se devo ou não hifenizar a palavra ali de cima...

Dúvida maternal

"Mãe, esta senhora deve ter sido uma p-u-t-a", disse ele algo a medo, por saber que estava a articular uma palavra feia. "Porque é que dizes isso?", perguntei eu com um ar de grande espanto. "Porque afinal ela casou-se com oito homens", retorquiu ele. "Não, meu amor, lá porque teve oito maridos, não quer dizer que tenha sido isso, é relativo", desenrasquei-me eu, esperando que o assunto ficasse por ali. E ficou, mas pôs-me a pensar. Se uma mulher tiver oito parceiros ou companheiros ou o que quer que lhes chamem, é ou não é uma "p-u-t-a"? Sê-lo depende do número de parceiros, do seu estado civil, se recebe ou não contrapartidas financeiras ou de quê? Se um homem tiver oito parceiras ou companheiras ou o que quer que lhes chamem, é ou não, e cito o meu filho "um pinga-amor"? E como é que se explica esta diferença de tratamento social relativa ao género humano?

Da passagem

À medida que o tempo passa e a nossa vida é reduzida, aumenta o número de mortes a que assistimos. Pessoas que nos habituámos a ver na televisão, no cinema, pessoas do mundo da música que escutamos quase desde que nascemos, pessoas que nos fizeram companhia na leitura durante a nossa infância, pessoas que nunca conhecemos pessoalmente mas que fazem parte da nossa vida, passada e presente. Estas mortes anunciadas e certas, que acontecem cada vez mais frequentemente, deixam-me triste, saudosa, com a sensação dum vazio semi-preenchido com as memórias que essas pessoas deixaram. E questiono-me quando e como é que chegará a minha vez. Deprimente.

Atracção à primeira audição

(Sim, eu sei que o título não está de acordo com uma das regras do novo Acordo Ortográfico. Paciência!) Demorei 1 minuto a decidir se e-mailava ou não ao dono do blog que apresenta a playlist que eu gostaria de poder ouvir diariamente no meu local de trabalho, em casa, no carro . Ele, generosamente, partilhou comigo o código html da dita cuja, que ainda não sei como utilizar, além de a ouvir com muito prazer. Do pouco que já tive oportunidade de ler, fiquei com uma primeira impressão bastante positiva. E nós todos sabemos do que se diz por aí acerca das primeiras impressões.

A minha lista de filmes lamechas

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Hoje à tarde pude dar-me ao luxo de ter uma sessão de cinema caseira, que durou quase duas horas. As outras opções eram dormir a sesta e passar roupa. Entendem-me, com certeza... O filme escolhido é velhote, o tal "Sleepless in Seattle", com o novato Tom Hanks e a doce Meg Ryan. De facto, é um "chicks' movie", mas eu não chorei, não derramei nem uma lagrimazinha. Mas sorri muito e senti-me bem com a felicidade dos outros. Ora isto tudo para vos apresentar, por ordem de preferência, a minha lista de comédias românticas lamechas, os tais "chicks' movies", que umas vezes me fazem lacrimejar e outras vezes nem por isso:  Notting Hill (chorei desalmadamente) Four weddings and a funeral (chorei q.b.) Bridget Jones' Diary (não chorei, mas apeteceu-me bater em alguém) Pretty woman (não chorei) Sleepless in Seattle (não chorei) You've got mail (não chorei) A lista é pequena, eu sei, daí estar disposta a aceitar sugestões de filmes do géne...

Hummm

Noto uma crescente tendência para que os japoneses visitem esta chafarrica, após o pesadelo que os atingiu. Eu sei que por onde passo, deixo marca, mas não me considero nenhum maremoto. Assim, sinto-me curiosa em relação ao termo de pesquisa ou como é que vieram aqui parar. Há coisas bizarras!

Ó Cogumelo

Queres parceirar comigo aqui, como nos bons velhos tempos noutro lado? You know what they say: once a nuttsy blogger, always a nuttsy blogger. (a ver quanto tempo é que O Gajo demora a responder)

Está decidido

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Hoje à noite vou ver os marretas! Garantidamente hora e meia de gargalhadas e boas recordações!