quinta-feira, 24 de março de 2011

Da passagem

À medida que o tempo passa e a nossa vida é reduzida, aumenta o número de mortes a que assistimos. Pessoas que nos habituámos a ver na televisão, no cinema, pessoas do mundo da música que escutamos quase desde que nascemos, pessoas que nos fizeram companhia na leitura durante a nossa infância, pessoas que nunca conhecemos pessoalmente mas que fazem parte da nossa vida, passada e presente. Estas mortes anunciadas e certas, que acontecem cada vez mais frequentemente, deixam-me triste, saudosa, com a sensação dum vazio semi-preenchido com as memórias que essas pessoas deixaram. E questiono-me quando e como é que chegará a minha vez.
Deprimente.

1 comentário:

  1. gajo e tal24/03/11, 11:29

    É porque estás a olhar apenas para a metade vazia do copo.

    Vai-se uma Elizabeth Taylor mas fica uma Renée Zellweger; vai-se um Artur Agostinho mas fica um Nuno Luz.

    Afinal parece que te percebo :-P

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.