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Meias e o meu primeiro parágrafo

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"Carapins" é o nome que dou a este tipo de meias tricotadas com lã grossa e cujo resultado é tão esteticamente feio como confortavelmente agradável em pleno Inverno. Meias de andar por casa, portanto. Meias para andar dentro de casa, casa feita de pedra, localizada num monte longe da civilização. Meias a serem exibidas por pernas cruzadas em frente a uma lareira com o fogo vivo e a lenha a crepitar. Meias de homem do campo calçadas por uma mulher da cidade.

Então é assim

Em 2006, 3 ou 4 pessoas redigiram textos a meias que foram publicando nos seus blogues. De todos os textos, restam apenas os dois escritos por mim, que destaco no post debaixo, pois nenhum de nós teve o discernimento, na altura, de guardar o resultado final. Entretanto, foram-se os blogues e ficou o meu, em águas de bacalhau, durante uns tempos. O que eu quero de vós, que têm blogues (logo, os comentadores anónimos estão excluídos) é o seguinte: que participem, comigo e com quem quiser, na escrita de textos em cadeia, vá lá....chamo-lhe assim à falta de melhor, ou seja,  Eu escrevo um parágrafo sobre um tema qualquer, sem limite de frases ou palavras. As regras são as seguintes: 1) A primeira pessoa, com blogue, que o comentar deverá continuar esse parágrafo no seu blogue. Ou escrever outro parágrafo, que tenha ligação ao anterior, também sem limite de frases ou palavras. E assim por diante, nos seus blogues. Portanto, esta é mesmo a regra primordial. 2) O parágrafo deverá ...

Ando com esta fisgada já vai algum tempo

Gostava que lessem isto  (é a parte 2) e mais isto  (é a parte 8). Demora algum tempo e requer paciência. Os links estão desactualizados, pois já não ligam aos URLs originais. E amanhã conto o que se passa na minha mente ociosa. Agora vou deitar-me, cedo, diga-se, pois amanhã tenho que dar o pequeno-almoço a dois espécimens masculinos.

Segredos - II

Eu e a minha companhia deixámos um café-esplanada na Praça de Giraldo, Évora, sem pagar a conta, pois foi pedida três vezes em cerca de meia-hora, e nunca veio. Fomos à nossa vidinha.

Um vosso por um meu e eu inicío a transacção

"As pessoas têm sempre segredos. É uma questão de os descobrir." - Lisbeth Salander Quando era miúda, antes de ter 10 anos, costumava roubar moedinhas de escudos ao meu avô materno para comprar gelados.

Eu disse...

Hoje apaguei a luz às 5:30 da manhã. Grande reviravolta, sim senhor! E ainda não terminou!

Os homens que odeiam as mulheres - o livro do momento

255 páginas lidas dum livro que contém 551 ( fora aquelas páginas finais que já não são parte da história ) e continuo completamente embrenhada neste thriller , do qual já li a última página ( nunca consegui resistir à última página de bons livros ), e apesar disto, continuo sem vontade de parar. Vai ser outra noite longa, vai...

Por onde é que eu tenho andado estes anos todos para só agora pôr os olhos nele?

Stieg Larsson Duas noites a ler 145 páginas do primeiro livro da trilogia Millenium e a sentir que já há muito tempo que nenhum autor morto me fazia queimar as pestanas como este sueco . Já sei o que pedir quando fizer 39 anos!

Ontem foi só desgraças mesmo

Desgraça europeia elevada a mundial: Noruega. Desgraça musical elevada a mito: Amy. Desgraça local que me tocou cá no fundo: atropelamento na minha rua de um pai, o filho e a filha que regressavam a pé da piscina. A filha inspira cuidados de vida. Este mundo anda louco há muito tempo.

Desconsolo

Os anónimos comentadores nos blogues são uns chatos do caraças. Isto de cá vir comentar sem deixar rasto para o seu blogue não tem piada nenhuma. Assim como é que eu consigo descobrir outras pessoas ociosas como eu? 'Tá mal!

Mais um dos meus preconceitos

Eu não gosto de lojas chinesas...ponto final. Não gosto dos cheiros que nem me dou ao trabalho de identificar. Enjoam-me. Não gosto da disposição dos artigos, porque acho que não estão organizados. Não gosto da salgalhada de cores que poluem o meu campo visual. Não gosto de ser atendida por pessoas cuja língua não percebo e também não faço por perceber, nem elas a mim. Não gosto da qualidade dos artigos nem os preços me atraem. Prefiro pagar bastante mais, seja por roupa, calçado ou brinquedos e ter a certeza que o item dura mais do que um mês quase intacto. Não gosto da entrada das lojas, demasiado espalhafatosas para o meu gosto. Dito isto, ontem fomos jantar a um restaurante chinês e claro, levámos o nosso catraio de 9 anos, criatura curiosa, sociável e descarada q.b. Sendo a sua segunda ida a um destes locais de restauração, cedo começaram as perguntas: sobre a ementa, sobre os dragões à entrada do local, sobre os crepes e os molhos, sobre os pauzinhos que nos deram para ...

A tal interacção de que eu sinto saudades

O segundo aspecto que me agrada em escrever sobre outros bloggers , mesmo não os conhecendo e mesmo que a imagem criada por mim não corresponda à realidade, é que quem conhece esses outros bloggers , tanto na blogosfera como lá fora, tem demonstrado entrar no espírito da brincadeira, comentando e complementando o que escrevo, deste modo enriquecendo imenso as minhas composições. É este convívio divertido e salutar entre pares que, quanto a mim, devia reger qualquer blogue cuja natureza é somente dar azo à imaginação de quem o criou. Cada um faz o que quer da sua liberdade virtual desde que esta não seja usada para denegrir outros a lavar roupa suja.

Advogada tripeira e portista que pinta o cabelo de azul

Alguém ainda se lembra da Robina, uma das dinossauras da blogosfera de há 5 ou 6 anos ? Vão lá visitá-la e vão ver se o que se segue é ou não é, TAMBÉM, a cara da desaparecida. Pois foi dela que me lembrei quando comecei a acompanhar o blogue da menina Julie D’aiglemont . Confesso que, a princípio, aquele nick francês pseudo-aristocrático não me impressionou por aí além. Bem pelo contrário, fez-me pensar que por detrás dele estaria uma miúda dada a intelectualismos balofos nostálgicos com saudades do utópico comunismo. Vai-se a ver e a rapariga até gosta do Paulinho das feiras e eu estava completamente errada acerca da menina Julie, que me faz dar umas gargalhadas valentes quase todos os dias! Posto isto, vou perder tempo a escrever sobre a menina Julie . Sim, porque há quem ache que escrever por gosto e escrever sobre outros que nem sequer conheço é perder tempo. A mim dá-me um gozo do caneco escrever de rajada estes textos longos sobre pessoas que nunca vi mais gordas na vida. Im...

Os cortinados são parolos mas para solteiro a cama até não está nada mal

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E vocês? Também caminham?

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Teste de Dependência da Internet http://oficinadastic.no.sapo.pt/questionario/index.htm Pontuação: 42 Resultado: Você é um utilizador médio. Por vezes poderá até navegar na Internet um pouco demais, no entanto, tem controlo sobre a sua utilização. Tá bem. Agora vou ali dar uma caminhada após o jantar, a segunda em toda a minha vida de quase 39 anos.

Assunto sério e o AO de 1990

Acabei de ler algures alguém a chamar-me fundamentalista. Pois, se calhar até sou... (GM, a partir daqui já não te interessa :P) Eu sou daquele tipo de pessoas que resiste muito à maior parte das mudanças que afectarão a vida pessoal e profissional. Leio, oiço, aprofundo, comento, torço o nariz, digo mal, reconheço vantagens...mas quando chega a hora H, lá está a maldita resistência a pesar mais do que a mudança. Umas vezes ganha, outras vezes perde. Neste caso, eu sei que a minha resistência vai perder, pois serei obrigada a ensinar em conformidade com o acordado há muito tempo. No meu contexto profissional impõe-se, a partir de Setembro de 2011, o ensino da mudança da grafia da Língua Portuguesa, de modo a uniformizar o que ficou acordado há 21 anos!!! Pois, o Acordo Ortográfico foi assinado há mais de duas décadas e só na segunda década do século XXI é que efectivamente se implanta. E eu continuo a perguntar: para quê? Há de facto mudanças que não me desagradam, mas há...

Anedota badalhoca

Esta pode e deve ser lida em voz alta no local de trabalho. -De que cor é o "broche"? - ROOOOOXO -E o minete? AMAREEEEEEEELO!

Epístola da IG à Pseudo

A minha amiga IG contra-atacou e aqui vai disto, a roxo, porque ela gosta e eu não! Por falar nisso, amanhã sai anedota badalhoca! (Se o que escreveste sobre mim tivesse referência a datas, diria uma biografia não-autorizada…) Nunca pensei que alguém consagrasse tanto tempo e cuidado a pensar acerca da minha pessoa… de facto, não sou ninguém em especial para merecer tamanha dedicação – sou apenas mais uma ilustre desconhecida que entra e sai na vida dos outros... deixando em alguns saudade, noutros alívio… - sim, sou de extremos! De facto, tenho que o admitir, reconheço-me em muito do que escreves sobre mim, mas, obviamente omitiste algumas características menos boas (sou chata, sou muitas vezes inconveniente – há alturas em que tenho piada, mas depois estrago tudo porque não sei parar; também sou implacável, quando alguém me desilude ou propositadamente me prejudica NUNCA, mas NUNCA mais espere um perdão da minha parte; e, ainda há outra coisa: quando me sinto injustiçada vitimi...

Roxo e a minha embirração com o roxo

Para mim, roxo significa tristeza, morte, padres decrépitos e velhotas, pessoas carpideiras, dor, nostalgia, fealdade, caixões cobertos com vestes roxas, gótico, escuridão... Assim de repente, é o que associo a esta cor, tão na moda desde há 4 ou 5 anos. No meu armário não há uma única peça roxa (já houve uma lilás, que dei), não há bijuteria roxa, mesclada ou unicolor. Não há peças decorativas roxas. Não consigo gostar. Até pode ser um des-gosto irracional, mas prefiro a combinação tricolor preto-branco-vermelho no que toca a roupa e castanho para a casa. São gostos.

Estou numa de relaxe, finalmente

Tendo-me dado ao luxo de hoje acordar por volta das 10 da manhã, fui tomar o pequeno almoço ao café da esquina, sentadinha e enquanto lia o jornal.....tudo coisas que nunca faço durante o ano. A dona estranhou a minha postura e comentou, o que deu origem a um agradável bate-papo durante o qual eu expliquei porque estava ali tão descansadinha, pois habitualmente entro para tomar café e em 2 ou 3 minutos, ponho-me na alheta, que eu sou pouco dada a conversas, especialmente de manhã. O meu "monstrinho" foi entregue ontem. A próxima jogada já não me pertence. Estou optimista. Lá para Outubro saberei o resultado. Após a entrega fui para o Porto, gastar combustível e dinheiro e tomar um banho de consumismo. De vez em quando faz-me falta. Daí eu achar que seria incapaz de me adaptar à vida pacata diária duma zona mais rural, como aquela que visito aos fins-de-semana. Sou definitivamente mulher de cidade.