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Pronto, já recuperou da convalescença

Após um grande soluço que durou quase 24 horas e fez mossa, voltámos todos ao normal. Toca a despejar posts e a entupir isto novamente, que eu não posso à conta dum fim-de-semana ocupado :P

Ai rapariga, que tu sabes bem o que tens que fazer!

Coincidência? Peso a mais? PDI? O Verão que se aproxima? Pensamentos repticiamente plantados? Gordurinhas acumuladas? Preocupações de saúde? Bem estar físico? Ver os outros a fazer e querer ter vontade de fazer? Ter saudades do corpinho de 18? Ter  exemplo em casa com resultados visíveis? Esta conjuntura doméstica, sazonal e etária levou a que começasse a fazer hoje, o que eu fazia assiduamente e com algum prazer antes de ter 20 anos. Conhecendo-me como me conheço, acredito pouco na longevidade da decisão e das acções, mas enquanto tento, pode ser que perca alguma coisinha!

Acabaram-se os telefonemas à terça-feira à tarde!

Depois de mais um telefonema atendido por mim com três "SIMs?" em crescendo, que não obtiveram qualquer resposta, tomei a drástica decisão de desligar o dito cujo aparelho. Zás! Assim! Sem dó nem piedade, arranquei o fio do buraco às 9:40 da noite. Quem quiser contactar-me para assuntos sérios, sabe como fazê-lo!

Opinião anti-facebook

Eu comecei a usar e a frequentar a internet há cerca de 12 ou 13 anos, ao mesmo tempo que descobria o que era um computador e como podia ser usado. De lá para cá já muita coisa se passou: frequentei salas de chat, tive ICQ (quem é que ainda se lembra disto?), abri e fechei blogues (sendo este o meu primogénito e que ainda respira), aprendi para que serve um computador, o que se pode fazer e não deve fazer na "cloud" (termo recentemente aprendido após gesto generoso do Gajo), uso frequentemente o messenger do yahoo e do windows live , leio blogues e jornais, jogo gamão online, observo o petiz a jogar Club Penguin... enfim, penso que faço o que a grande maioria das pessoas faz quando tem um computador ligado à Web à sua frente. No entanto, tenho aversão a certas modas: nunca usei o twitter,  não sou assinante ou subscritora (ou lá como se chama) de redes sociais, à excepção do facebook,  e não gosto do facebook . Sei que remo contra a maré, pois até os me...

Algo que vale a pena copiar e divulgar

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Ao menos já não perdemos mais com o FCP nesta época

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Não me chateou. Confesso que cheguei ao fim do jogo com um sorriso nos lábios. Claro que no jogo de Dublin não tenho dúvidas acerca de quem apoiarei!

Amanhã, eu, funcionária pública, não farei greve.

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Farei passeio!

A marmelada do Senhor Manuel e da Dona Fátima

O Senhor Manuel e a Dona Fátima, casados há mais de 20 anos, gostam muito de fazer marmelada juntos. Sempre gostaram, aliás. Foi precisamente esse gosto comum que os uniu antes de se casarem. Marmelos. Tinham descoberto, enquanto conviviam dentro dos parâmetros correctamente familiares, que gostavam particularmente de mexer na fruta que ambos possuiam e cultivavam nos respectivos quintais de família. Quintais esses bastante frondosos e apelativos à vista de quem por ali passava, bastante recheados com uma imensa variedade hortícola e frutícola: abóboras, pêras, morangos, tomates, cenouras, coentros, salsa, limões...Tudo fruto de muito trabalho árduo e sempre manual. Era do que ambos gostavam: mexer e remexer no terreno do outro, sabendo que mais ano menos ano, haveriam de colher frutos comuns. Ora, o Menino Manuel tinha um fetiche: antes mesmo da Menina Fátima acordar, e sem fazer demasiado barulho enquanto explorava o terreno da menina-vizinha, o Menino Manuel gostava de toc...

Ainda acerca do IKEA

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Houve algo que me chamou a atenção, pela positiva: esta almofada,  que estive quase, quase a comprar. Adorei o bordado e as cores! Só não o fiz porque não condiziriam com os sofás novos que hão-de chegar lá para Junho. Foi pena! (pior do que isto é falar de mamas ao almoço e o único elemento masculino não poder opinar a gosto :P)

Coming soon

Um texto sobre marmelada, para satisfazer clientes adultos e gulosos.

Limpeza

Ficou lindo! Limpo! Perfeito! Um grande obrigada ali ao gajo que até sabe ser paciente quando quer!

Sítio do Picapau Amarelo

Marmelada de banana, bananada de goiaba Goiabada de marmelo Sítio do Pica-Pau amarelo Sítio do Pica-Pau amarelo Boneca de pano é gente, sabugo de milho é gente O sol nascente é tão belo Sítio do Pica-Pau amarelo Sítio do Pica-Pau amarelo Rios de prata, pirata Vôo sideral na mata, universo paralelo Sítio do Pica-Pau amarelo Sítio do Pica-Pau amarelo No país da fantasia, num estado de euforia Cidade polichinelo Sítio do Pica-Pau amarelo SE ALGUÉM SOUBER SE É POSSÍVEL ADQUIRIR A COLECÇÃO EM DVDs, POR FAVOR AVISEM-ME. TENHO SAUDADES DA EMÍLIA!

As duas principais causas de morte em Portugal

Ou de quando o telefone toca... Apesar do título ser cópia deste título , os conteúdos diferem e muito. Cá em casa, o telefone fixo toca pouco. Excepto ontem, pois parecia mesmo uma central telefónica em dia de aflição. Mas isto não interessa nadinha. Ora, quando toca, eu fico sempre com a pulga atrás da orelha: a família telefona para o telemóvel, os amigos telefonam para o telemóvel, a entidade patronal telefona para o telemóvel. Portanto, quando o telefone fixo toca, não é bom sinal: ou querem pedinchar ou querem oferecer-me coisas que eu nunca pedi e não preciso. Foi este o caso, quando na semana passada, a meio da tarde de terça-feira, o dito cujo toca, eu atendo, eu digo "sim?", "SIM?", "SIIIMMM??" e, após um "click" finalmente oiço uma voz feminina, pouco agradável, algo rouca, talvez pertença de uma senhora de alguma idade, que, após me cumprimentar educadamente, questiona-me acerca do meu nome e idade, situação profissional e estado ...

Pedido de informações

O que é que convém eu saber acerca de tartarugas, agora que a criatura vive connosco, sobrevive e supera todas as desgraças pelas quais a fazemos passar, vai para 3 anos e come quase tanto como o dono mais pequeno?

Constatação de um facto

O ano ainda nem a meio vai e eu já escrevi mais do que nos 2 últimos anos anteriores.

Dúvida de dia da mãe

Os descendentes e filhos de casais homossexuais chamam mãe a qual das partes?

Eu, consumidora

Eu gosto de fazer compras, admito. Mesmo aquelas rotineiras, obrigatórias que enchem a despensa e frigorífico cá de casa. Mas sou um bocado esquisita quanto à hora a que as faço e com quem. Tenho hábitos: mesmo quando não tenho uma lista de items, sei sempre o que quero e vou directa às estantes e escaparates. É raríssimo desviar-me do meu percurso, pois detesto deambular pelos corredores a observar a paisagem que não me interessa. Ora, quando eu vou às compras com o mais-que-tudo e com o petiz, é certo e sabido que há chatices. Por isso, evito as compras em família ao fim-de-semana. O petiz pára e fica na secção de brinquedos e confio que não sai de lá sem olhar tudo com as mãos. É que não sai mesmo! A não ser quando o chamamos e temos quase que o puxar por uma orelha para se vir embora. Sendo esta uma das razões da chatice. O mais-que-tudo desvia-se do estritamente necessário, pára onde eu habitualmente não páro, olha e volta a olhar e compara preços, características e faz-me esperar...

Hoje é só mesmo isto: tarde e a más horas. Amanhã conto o resto

Ir ao IKEA cansa a mente.

Da insatisfação capilar

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Esta não sou eu. Mas bem que podia ser eu neste momento. A foto serve apenas para ilustrar o quão  eu gosto de contrariar a minha natureza capilar. Tenho cabelos compridos naturalmente ondulados, algo encaracolados nas pontas, a ponto de formarem cachos por onde se pode enfiar à vontade o dedo indicador. É frequente fazerem-me isso cá em casa, aliás. Uma vez por mês pinto os cabelos de preto, para disfarçar as brancas que teimam em aparecer em quantidade crescente, directamente proporcional à passagem do tempo. Uma vez por mês peço para esticarem os meus caracóis. O novo "look" dura 3 ou 4 dias,  com pena minha. Não consigo ser cabeleireira de mim própria. Gosto da mudança mensal, gostam da minha mudança mensal. Faz-me bem.

Dos queques lisboetas ou do meu preconceito possivelmente provinciano

Há pouco tempo apelidei dois bloggers que eu acompanho diariamente e vice-versa de "queques lisboetas". Um estranhou, outro questionou. Nunca vi essas duas pessoas e provavelmente nunca as conhecerei. Mas, impulsivamente, chamei-as de tal quando ambos admitiram não saber localizar a minha santa terrinha, as minhas origens. O que entretanto levou a que eu reflectisse porque é que eu tenho esta opinião dos lisboetas. Opinião que não passa disso: duma generalização baseada em dois familiares residentes em Lisboa, em três pessoas que escrevem blogues e em comentários pouco abonatórios acerca de lisboetas emitidos por não-lisboetas. E porque é que eu acho que são queques? Tal como eu não conhecia Forjães, também muitos lisboetas pensam que não há mais terrinhas além de Lisboa e aquelas por onde passam a caminho do Algarve. Muitos lisboetas não conhecem o verdadeiro sabor duma couve portuguesa acabadinha de apanhar. Não sabem o que é um verdadeiro arroz de malandro, com sangue...