Mensagens
O post por que eu tanto ansiava - vai ser longo ou dividido, ainda não sei
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Não querendo ser agoirenta, acho que agora já posso morrer. É uma maneira muito mórbida de começar um texto sobre umas férias fantásticas, mas a verdade é que passei anos a dizer que não haveria de morrer sem ir à Holanda. E agora que já lá estive, sinto que terminei mais uma pequenina etapa do meu percurso de vida. Mas vamos ao que (me) interessa narrar: As férias propriamente ditas começaram com uma sessão de 20 minutos de fish pedicure , durante a qual os meus pés e tornozelos foram literalmente petiscados, debicados e mordidos por dezenas de peixinhos mais pequenos do que a unha do meu dedo mindinho. Não sendo absolutamente fantástico, deixou-me os pés levezinhos. Além das cócegas nos pés, senti pequenas picadelas dos bichos, que certamente se deleitaram com as peles secas nos calcanhares e o cheirinho ao chulé. Isto foi na véspera de me ter levantado às 4 da manhã duma terça-feira de férias. Quem é que no seu perfeito juízo sai de casa às 5:15 da madrugada para fazer cerca...
Também estive na Xixerella
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Perto de La Massana, rodeada de várias matizes de verde e muita rocha. Pedregulhos capazes de destruir vilarejos enquanto o diabo esfrega um olho. Os muitos parques de campismo existentes na zona, com muita sombra e relva, com muitos campistas, eram bonitos. Mas se tivéssemos optado por ficar num deles, acho que não acharia muita piada à chuva torrencial que se abateu por Andorra nos 2 finais de tarde que por lá andámos.
Então, Pseudo, o que ouviste tu durante as férias?
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Então, Pseudo, onde estiveste no teu dia de anos?
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Casa de ferreiro, espeto de pau
- Obter link
- X
- Outras aplicações
"Manel, abre o rego!" Sou do distrito de Aveiro há 40 anos e só hoje, pela primeira vez, andei num moliceiro, Ria abaixo, Ria acima, enquanto apreciava e sorria com o que lia nos outros moliceiros que se cruzavam com o nosso. Muito bem acompanhados, entre outros, por uma família com um bisavô que cantava ópera para adormecer o bisneto. Muita paródia com alguma história do bacalhau e do sal à mistura .
Now you don't ... now you see me!
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Gostei, bastante. Quase duas horas que voaram sem que o ritmo ou o interesse baixassem. Continuo a não gostar dos intervalos. O final surpreendeu-me, mas agora olho para trás e acho que não deveria ter surpreendido. As 4 personagens, mestres da ilusão , não evoluem muito, individualmente, mas como grupo, encaixam bastante bem. Gostei do ar de sabichão do Morgan Freeman cuja sabedoria vai, afinal, por água abaixo, por trás das grades. Gostei da ideia "Robin Hoodesca" dos espectáculos. As piranhas assustam, mas são pura ilusão. A inclusão da polícia francesa, com inclinação para acreditar no racionalmente e logicamente inexplicável, veio efeminizar um cenário algo másculo e fazer o espectador questionar-se se ela pertence aos "bons" ou aos "maus". E afinal também ela tem segredos trancados a cadeados. E Paris é uma cidade bonita! E cada vez mais os filmes expoem a teoria Orwelliana de que há, efectivamente, algo ou alguém a espiar-nos, e que até o nome d...
A que exame se refere o texto abaixo transcrito? - questão única para 20 valores
- Obter link
- X
- Outras aplicações
De minha autoria enquanto apanhava mais uma seca de 2 horas e meia: Cabeças pensantes, ornadas com fios de ouro, de cobre, longos, curtos, mareados. Cobrem conhecimento capaz de colmatar cataclismos caseiros. Meneiam-se para trás e para a frente, para a esquerda e para a direita, comandadas por pares de olhos que escondem receios e anseios, próprios e de terceiros. Sentem os minutos rapidamente a fluir, o vento a soprar, cabeças lentamente a esvaziarem-se de russos em Guimarães, operários moscovitas insurrectos, Humberto Delgado, Oliveira Salazar e João Porto em foco, um Estado Novo que velho se tornou, América e China e os direitos humanos à baila. De tudo isto se enchem páginas e folhas manuscritas, rasuradas, cheias de azul e preto, que irão ditar o futuro dos portugueses, o dos escritores e o de todos nós.
E vocês, montam bem ou não?
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Muitas vezes lembro-me dum episódio da minha juventude, que passo a relatar. No meu décimo ano, tinha eu 15 anos, tive uma amiga que tinha uma irmã que tinha uma acelera bordeaux . Aquelas motinhas bem giras, que não davam mais do que 60/70 Km /hora. E mais não era preciso. Novinha em folha, prenda dada a si própria, com o seu dinheiro, quando os jovens ainda podiam começar a trabalhar cedo e concluir o 9ºano. Essa minha amiga teve a excelente ideia de num belo dia de inverno vir para a escola de acelera, a da irmã. E vai aqui a vossa amiga Pseudo teve a excelente ideia de se armar aos cucos e pedir para dar uma voltinha à escola, dentro da escola. Era naquela altura em que entravam veículos motorizados nos recintos escolares. A amiga da vossa amiga Pseudo lá acedeu, depois de alguma insistência de minha parte, mas sempre a recomendar-me para ter cuidado, que eu não tinha experiência em montar e conduzir, o que na época era verdade e hoje continua a ser, pois nunca mais assent...